DISSIDENTE-X

EQUILIBRIUM

Archive for Janeiro 2008

IDEIAS NÃO SANGRAM, SENTEM DOR OU AMAM

com 4 comentários

“Lembre-se do dia 5 de Novembro”

“A Conspiração da Pólvora e da traição”

“Não conheço razão para que a Conspiração da Pólvora e da Traição jamais seja esquecida”

“Mas… e o homem?”

“Sei que se chamava Guy Fawkes”

“E sei que em 1605, ele tentou explodir as Casas Do Parlamento”

“Mas quem era ele, na realidade?”

“Como era?”

“Lembramo-nos totalmente da ideia, mas não do homem”

“Pois um homem pode fracassar”

“Podem capturá-lo, matá-lo e fazê-lo ser esquecido”

“Mas 400 anos depois, uma ideia ainda pode mudar o mundo”

“Presenciei em primeira mão poder das ideias”

“Vi pessoas serem mortas em seu nome… “

“e morrerem defendendo-as.”

” Uma ideia não pode ser beijada, tocada ou abraçada”

“Ideias não sangram,”

“sentem dor,”

“ou amam”

“Não sinto falta da ideia; mas sim do homem”

“O homem que faz-me lembrar do dia 5 de Novembro”

“Um homem que nunca esquecerei”

Excerto retirado do filme V for Vendetta de 2005, minuto 2, narração inicial pela protagonista “Evey hammond” (Actriz Natalie Portman).

Guy Fawkes foi um soldado inglês católico que pretendeu, em 1605, fazer explodir o parlamento inglês em protesto contra a inexistência de direitos iguais para católicos e protestantes e pelas promessas não cumpridas por parte do Rei. A conjura aconteceu em 1605 e foi abortada no dia 5 de Novembro de 1605. Texto alusivo ao personagem do filme; “V” que num futuro totalitário lidera uma conjura constituida por si próprio, para depor um Estado Totalitário numa Inglaterra do futuro.

Não significa este post apoio ao catolicismo como religião organizada.

Relacionado com isto AQUI

Relacionado com isto AQUI

Escrito por dissidentex

31/01/2008 em 11:31

ENERGIA SOLAR, EM ESPANHA ( E PORTUGAL )

com 2 comentários

Uma companhia espanhola, que derivou do PARK – Palo Alto Research Center, uma unidade de investigação e desenvolvimento da Rank Xerox, está a instalar no Sul de Espanha uma nova central de energia solar de 3 Megawatts. E depois?

E depois, que a companhia espanhola, a SOLFOCUS, defende que utiliza uma nova técnica de construção de painéis. Que utiliza muito menos sílica que os painéis normais até agora produzidos e que, por via disso ajusta melhor a capacidade de receber os raios e, consequentemente, produzir mais energia.

 

SOLFOCUS -PAINÉIS

 

Precisamente pelo uso dessa “técnica” a companhia alega que consegue produzir com mais eficiência em menor custo. Um custo de 50 cêntimos o watt, em vez dos normais 3 dólares o watt – o que um painel solar normal fará e terá de custo.

Seja tal verdade ou não, a realidade é que em Espanha existem empresas (e presumivelmente, o Estado por detrás…) a mexerem-se na produção própria de painéis – energia solar, já a um nível de investigação/produção elevado, e a investirem como objectivo estratégico em investigação e desenvolvimento.

 

SOLFOCUS -PAINÉIS2

(Nota: repare-se no pormenor delicioso e irónico de na página da Solfocus, o português como língua estar ausente, e o Inglês aparecer debaixo da bandeira americana… revelador)

Em Portugal somos muito mais avançados. Temos projectos turísticos megalómanos sistematizados pelo Governo (não importa qual), com anúncios bombásticos. Objectivo: transformar os portugueses em empregados de mesa e fornecedores de serviços de baixo custo e pouca incorporação de valor, seja em que escala seja medido. Para tal lançam-se investimentos:

…investimento é de mil milhões de euros e cria dois mil postos de trabalho. O primeiro-ministro José Sócrates participa este sábado na apresentação de 11 novos projectos turísticos de «excelência» para vários concelhos da região do Alqueva.
O Parque Alqueva, um empreendimento de grandes dimensões projectado para as margens de Alqueva e classificado como de Potencial Interesse Nacional (PIN), é um desses investimentos, diz a «Lusa».
O projecto, liderado pelo empresário José Roquette, através da Sociedade Alentejana de Investimentos e Participações (SAIP), prevê um investimento de mil milhões de euros e a criação de dois mil postos de trabalho e é considerado um dos maiores investimentos turísticos a realizar no Alentejo na próxima década.
Outro dos projectos a apresentar no sábado é o da Herdade do Barrocal, igualmente em Reguengos de Monsaraz e na zona de Alqueva, também classificado como PIN, que
envolve um investimento de 90 milhões de euros.”
Diferentes visões da coisa. ( Já agora, o que será um projecto turístico de excelência? )
  • Num lado investiga-se numa tecnologia de ponta para criar mercados.
  • No outro lançam-se empregos desqualificados sobre uma população em dificuldade.
  • Misturados com empreendimentos turísticos que, supostamente, irão gerar desenvolvimento económico massivo.

A população destas áreas nem percebe a rocha na cabeça que lhes vai acertar.

De inicio e como entrada levarão com especulação imobiliária. Seguido de aumento generalizado de preços, isto é, inflação. Depois sazonalidade de preços e fim d e tranquilidade.

Pelo meio perceberão que o prometido desenvolvimento chegará, mas não será para eles.

No fim quando fizerem as contas, perceberão( alguns) que ficaram mais pobres, mais excluidos.

Razão para tal: porque vêem a riqueza ao lado de casa, mas não a sentem no bolso, e os empregos que foram gerados são de baixa ou média qualificação – nada em industrias de ponta (ou sequer em indústrias do que seja…) ou que gere desenvolvimento de novos mercados.

São apenas condenados a pagar um custo de vida de cidade litoral, mas vivendo no interior.

É uma excelente opção estratégica e política, para criar cidadãos submissos.

Mas não há problema. Ninguém se incomoda com isto. A cidadania submissa é um conceito esotérico. Até um dia…

Escrito por dissidentex

31/01/2008 em 9:32

PACHECO PEREIRA, Isto é abrupto 3

com 4 comentários

O primeiro post desta série encadernada encontra-se AQUI

O segundo post desta série encadernada encontra-se AQUI

No post dois, anterior a este o Guru Pacheco em 20 de Abril de 2006 afirmava que:

  1. Grupos de pessoas compulsivas invadiam caixa de comentários de blogs alheios;
  2. que o faziam a partir dos seus locais de trabalho ou estudo;
  3. que eram pessoas que tinham acesso à Internet;
  4. que se imaginavam como uma espécie de proletariado da “Rede” ;
  5. que representavam o populismo , uma visão invejosa e mesquinha da sociedade;
  6. que estas pessoas tinham blogs perfeitamente desconhecidos;
  7. e que procuravam alcançar notoriedade comentando em blogs alheios.

Continuando a análise e citação do texto publicado no Jornal Público de 20 de Abril de 2006, O guru JPP descobre uma nova espécie: ( é preciso ver que só o Guru JPP é capaz de descobrir novas espécies na Blogosfera…)

“…Não são bem Trolls, sabotadores intencionais, mas têm muitas das suas formas perturbadoras de comportamento.”

Estão a ver; é uma subespécie que só o Guru JPP – na aurora de uma nova era de descobrimentos científicos é capaz de catalogar. Não são bem “isto” mas tem os comportamentos de “isto”. Fantástico! Que precisão! E foi ele, o Guru JPP que os descobriu, a esta nova subespécie… vagamente parecida com um ornitorrinco…

“…A sua chegada significa quase sempre uma profusão de comentários insultuosos e ofensivos que afastam da discussão todos os que ingenuamente pensam que a podem ter numa caixa de comentários aberta e sem moderação. Quando há um embrião de discussão, rapidamente morto pela chegada dos comentadores compulsivos, ela é quase sempre rudimentar, a preto e branco, fortemente personalizada e moralista…”

Estão a ver o idílico cenário aqui descrito?

Primeiro e antes, laboriosos e honestos cidadãos comentavam de forma digna criando embriões de discussão. Mas, depois, nuvens negras vieram e surgiu esta nova subespécie, mais ameaçadora, que “… Não são bem Trolls, sabotadores intencionais, mas têm muitas das suas formas perturbadoras de comportamento….” ; ameaçam a democracia, a Constituição, a Ordem, o Bolo Rei em Dezembro… ( isto é, ameaçam o prestigio do Guru JPP em continuar a escrever asneiras e a ter toda a gente a aplaudir; e ameaçam o “modelo”de blog decalcado do Blog do Guru JPP. ).

Eles chegam, qual Nêmesis constipada, e afastam da discussão todos (os honestos e ingénuos cidadãos a quem Deus e uma qualquer autoridade de fiscalização – a ASAE das caixas de comentários – concederam ao Guru JPP o encargo de proteger…) e a discussão transforma-se em “preto e branco” e é “rudimentar”( por oposição às fotografias de flores e estrelas em galáxias distantes ou as tricas sobre o PSD que são regularmente postados no blog do Guru JPP, que são complexas e a cinzento…) e, sacrilégio- mor, ela (a discussão ou o embrião de debate abortado) é fortemente moralizada e personalizada.

É natural que seja. As pessoas tem tendência a olharem para coisas concretas na sua vida. ( Mude-se as pessoas de acordo com a formatação do Guru JPP? ) Como por exemplo, se perderem o emprego, é natural que falem do desemprego. E que sintam isso de forma “personalizada”. Nem todos podem viver na estratosfera como o Guru JPP debitando asneiras…e ainda sendo bem pagos por isso. Portanto, é natural que as pessoas reajam emocionalmente a certas questões que lhes colocam em blogs ou que lá vêem escritas… Os blogs, como diria o outro, não são chás dançantes…

“…O que lá se passa é o Faroeste da Rede: insultos, ataques pessoais, insinuações, injúrias, boatos, citações falsas e truncadas, denúncias, tudo constitui um caldo cultural que, em si, não é novo, porque assenta na tradição nacional de maledicência, tinha e tem assento nas mesas de café,…”

Repare-se na expressão “o que lá se passa”. Ou seja, “sítios Secretos “ onde um conjunto (de conjurados com os olhos sedentos de sangue) de compulsivos, mesquinhos, e restantes adjectivos do Guru JPP fazem tenebrosas coisas inconfessáveis. Este “o que la se passa” deve também traduzir-se relacionado com o “especifico blog” que o Guru JPP pretendia atingir em Abril de 2006″

A explicação fornecida (para o êxito momentâneo deste especifico blog que tanto incomodou JPP, ao ponto de escrever um artigo como este, usando segundos para atingir terceiros…) está no “caldo cultural”. E na:

“Tradição nacional da maledicência” Que

“costumava ter assento nas mesas de café”

Mas agora(2006) está em ” sítios em que o que lá se passa”, ui,ui…

 

Viram como isto, afinal, é fácil: Junta-se 1 Caldo cultural + 1ª tradição nacional de maledicência + mesas de café = deixem-se disso e vão ao Abrupto, onde há cultura + caixas de comentários fechadas + não há ambiente de café mas de Opera. O Nec Plus Ultra da fina flor do entulho! (a expressão nec Plus Ultra é Latim -visa enganar os ótarios pretendendo convence-los que eu até sei latim…)

Repare-se na apresentação Google do “sitio apresentável do Guru JPP”, hoje:

PACHECO PEREIRA- no google

ADENDA 30 JANEIRO 2008 -10 HORAS DA MANHÃ – COMENTÁRIO DO ANTÓNIO DIAS. SOBRE A IMAGEM ACIMA.

…a descrição que aparece nos resultados do Google não me parece que seja da responsabilidade dele. Provavelmente foi retirada da directoria do Google, que copia a dmoz. Já aconteceu comigo…”
Esclarecimentos adicionais: A “DMOZ” é uma directoria de sites restrita – só se entra por convite e na qual, os sites listados tem muito peso na elaboração do Pagerank do Google (Actualmente, menos do que já tiveram). Portanto, em principio o Guru JPP não terá martelado a apresentação nos motores de busca, sendo isso da responsabilidade do Google-motor de busca. No entanto surge a questão: quem forneceu a descrição à Dmoz? O próprio? ( Seja como for e neste especifico aspecto, dificilmente o Abrupto é um blog de artes, poesia e literatura…)
Fim de esclarecimento/notas adicionais.
Estão a ver? Literatura! Poesia! E artes! ( Falta Piano e Falar Francês, mas não se pode ter tudo que o Google não deixa…) Enquanto que as caixas de comentários de outros blogs são assim descritas:

“…porque assenta na tradição nacional de maledicência, tinha e tem assento nas mesas de café, mas a que a Rede dá a impunidade do anonimato e uma dimensão e amplificação universal.

A “rede” esse sitio que dá impunidade ao anonimato e e dimensão e Amplificação Universal, são de facto horríveis. Diria mesmo mais: Amplificação Galáctica! ( Sei que tenho leitores de Feed, por exemplo, em Alpha Centauri e Zorg 5…)

Conclui-se, pois, que é muito mais correcto, ético e moral escrever um artigo de Jornal aproveitando-se da elevada notoriedade pública para isso ser aceite, e meter nicknames de terceiros nesse artigo chamando a essas pessoas compulsivos, mesquinhos, invejosos, etc. De facto, insultar às claras tem mais estilo. São insultos na mesma mas tem mais estilo. É o que nos é dito. Só eu, na minha santa ingenuidade é que acho que insultos são insultos, independentemente da forma como são feitos…e por quem são feitos.

Mas aqui, o que existe é a tentativa de legitimar os insultos feitos por certas pessoas como sendo aceitáveis derivados da posição onde estão e não aceitáveis outros feitos por outras pessoas nas posições onde estão ( Se isto não é luta de classes ideológica promovida para criar excepções para “comentadores políticos, então não sei o que seja luta de classes… )

  • Insultos, mais ainda vindos do autor de um blog onde existe a “poesia, a arte e a literatura…”

Também descobrimos que no artigo de 20 de Abril de 2006 no Jornal Público o Guru JPP dedicava-se à Filosofia e ao Código Penal. São as duas disciplinas que promovem a busca pela descoberta da Verdade. Assinando nos jornais, o Guru JPP; como historiador, mas sendo licenciado em Filosofia, e ex-político, ele interroga-se, não sobre arte, cultura ou literatura, ou até mesmo sobre História ou política, mas sim sobre:

 

O que é que gera esta gente, em que mundo perverso, ácido, infeliz, ressentido, vivem?

    Assim de repente atrevo-me a dizer que “o que gera esta gente” é terem que conviver na mesma sociedade com pessoas como o “Guru JPP”. Mas eu sou um tipo amargo e de mal com o mundo ( já me asseguraram isso…).

    Li esta frase e senti-me solidário com o Guru JPP. Ele tinha uma dor lancinante no peito. Eu, em solidariedade, tambem…

    Com efeito, este mundo perverso, ácido, infeliz, ressentido, onde estas pessoas vivem, não compra jornais diários. Logo, não compra o Jornal Público às quintas feiras… o que é sem dúvida uma consequência horrível derivada do mundo perverso e ácido e o Estado e o Governo devem já intervir impedindo que isto aconteça. ( regulamentando os Blogs ? e quem os faz, afastando jogadores do jogo, jogadores esses que, depois de afastados voltarão a comprar jornais? … especialmente à quinta feira … )

    Mas o Guru JPP, genial como só os Gurus auto nomeados conseguem ser explica a seguir qual é a fibra de que é feito este mundo que ele, amavelmente, levou ao conhecimento dos leitores do Jornal Público:

    “…O mesmo que alimenta a enorme inveja social em que assentam as nossas sociedades desiguais (por todo o lado existe este tipo de comentadores), agravada pela escassez particular da nossa. Essa escassez não é principalmente material, embora também seja o resultado de muitas expectativas frustradas de vida, mas é acima de tudo simbólica.”

    Em esquema, eu ajudo a descodificar o mestre:

    ESQUEMA SOCIOLÓGICO GURU JPP

     

    Estão a perceber, seus calhaus, a dimensão do pensamento do mestre? Sociologia de polichinelo.

    1. A culpa destas pessoas existirem é da “sociedade”.( sociedade e as suas costas largas…)
    2. que gera um mundo perverso e acido ( no qual o Guru JPP nenhuma responsabilidade tem, presume-se.. );
    3. que por sua vez gera “inveja social” (ou seja inveja do Guru JPP…);
    4. que por sua vez, é agravada pela escassez particular da nossa ( a escassez visitas ao blog do Guru JPP?);
    5. que deriva das expectativas frustradas da vida( é proibido na sociedade feliz gerida por Gurus JPP à maneira duma sociedade platónica, ter-se expectativas frustradas…)
    6. e mais ainda, acima de tudo é “simbólica”.

    Isto é fantástico.

    Estou entusiasmado.

    Continuemos:

    Numa sociedade que produz uma pulsão para a mediatização de tudo, para a espectacularização da identidade, para os “15 minutos de fama” e depois deixa no anonimato e na sombra os proletários da fama e da influência, os génios incompreendidos, os justiceiros anónimos, o “povo” das caixas de comentários, não é de admirar que se esteja em plena luta de classes.

    – Como a sociedade produz uma pulsão para a mediatização ( em vez de produzir obedientes e disciplinados leitores fieis do Abrupto), estes compulsivos ácidos (ovelhas que sairam do redil) querem ter “15 minutos de fama” ( só os Gurus devem ter fama, os outros não) e espectacularizam a identidade ( estão a ver o impacto da palavra espectacularizar?). Vê-se mesmo que leu Guy Debord e o seu livrinho “a sociedade do espectáculo”…). Ou julgam que isto é algo de original?

    Mas o que é engraçado é que o senhor cita Marslhal Mclhuan – o nome Marslhall Mclhuan, mas não cita o nome Debord, mas pede emprestados os conceitos… Porque citar “Debord ” pode levar a que se pense que o Guru JPP é “ácido”… e está a regredir para os anos 60…

    É por essas razões todas que se está em luta de classes, seja lá o que isso for. Ou seja, a classe de pessoas que não passam cartão ao Guru JPP e a classe das que passam.

    NOTA: O blog que o Guru JPP queria atingir chamava-se O espectro. Era feito por Vasco Pulido Valente, um cromo que não gosto nada e pela mulher de Vasco Pulido Valente, chamada Constança Cunha e Sá.

    Por razões que desconheço (e não me interessam por aí além) o Guru JPP detesta estes dois, que lhe pagam na mesma moeda. Para o chatearem e atacarem a influência DELE E PROVAREM UM CERTO PONTO DE VISTA abriram o blog e abriram com caixa de comentários totalmente aberta. Nos 3 meses que estiveram abertos, o Guru foi sistematicamente (proporcionalmente) batido em audiências. Como revanche, em Abril de 2006 o Guru largou a bomba em cima do já encerrado blog.

    É em que é que isto tem a ver com o Blog Marketing de Busca? Que eu citei nos dois anteriores posts?

    Tem a ver pelo seguinte:

    Em meados de Dezembro de 2007, o Guru JPP voltou, a referir-se à Blogosfera. Uma em entidade que sente estar a perder o controlo e onde luta desesperadamente para não perder influência. Mas agora a táctica é diferente.

    É a “Blogosfera política e só essa” que lhe interessa controlar e já não toda a Blogosfera. Já não a consegue controlar TODA.

    Cito-o em 2004:

    (…) Cerca de 20 a 30 blogues portugueses fornecem todos os dias novas ideias, reflexões, informações, que um cidadão avisado e culto não deve perder.
    Não tenho nenhumas dúvidas de que os blogues vieram para ficar, enquanto a evolução tecnológica não permitir a migração do que hoje se pode fazer num blogue para outra plataforma mais eficaz e superior. (…)”

    “(…) Excluam-se os blogues e a comunicação social seria diferente. Não porque os blogues sejam lidos por muita gente, mas sim porque são lidos pela gente certa. Os blogues são escritos por uma elite para uma elite, são escritos por estudantes, literatos, políticos, cientistas, investigadores, jornalistas, na maioria dos casos jovens e no início de carreira, e são lidos pelos mesmos grupos sociais e profissionais dos que os escrevem. Um grupo tem relevo especial neste ecossistema que é a blogosfera: são os jornalistas. (…)”
    Entre os 20 ou 30 Blogs estava o Abrupto. Se não estivesse o Abrupto a “conversa” seria certamente diferente! É aliás por isso que:

    fornecem todos os dias novas ideias, reflexões, informações, que um cidadão avisado e culto não deve perder.

    mas sim porque são lidos pela gente certa.

    Os blogues são escritos por uma elite para uma elite,

    Um grupo tem relevo especial neste ecossistema que é a blogosfera: são os jornalistas.

    Isto nunca foi inteiramente verdade! Ms que importa, se era o Guru JPP a dizê-lo…

    Mais ainda quando e a partir da altura em que 20 ou 30 passaram a 200 ou 300 e depois a 2000 ou 3000 mil já passaram a ser:

    ” …os proletários da fama e da influência, os génios incompreendidos, os justiceiros anónimos, o “povo” das caixas de comentários, …”

    Eu sou o Rei Sol diz o Guru JPP! A elite está comigo. Existe gente “certa”.A blogosfera a 20 ou 30 é um ecossistema harmonioso! Preservem os ecossistemas, defendam o ambiente, salvem os Pandas da Blogosfera! ( isto é o Abrupto…)

    Após este enlevo ecologista proclamatório é necessário fazer um pequeno intervalo publicitário para mostrar o que muita gente , mesmo sem ser “proletária da “Rede”, desejaria fazer ao Guru, apenas porque está farta dele:

    AQUEÇAM O AZEITE

    Após a Ecologia, o Ambiente, a Culinária e o Bico de Gás e o azeite de 0.5 graus de acidez, passemos a coisas sérias.

    Em 18 de Dezembro o “Marketing de Busca” salientou algo que o Guru JPP regurgitou. Isto porque o António Dias, que faz o Marketing de Busca, “desmonta” o sucesso Guru JPP”. O Guru JPP referia-se no post que escreveu sobre a blogosfera a “Truques para subir no Google”.

    Ou seja, hipoteticamente, especulo eu, Proletários ácidos, invejosos, em plena luta de classes, infelizes e ressentidos apontaram uma pistola ou várias ao Google ( ou foram comentar nos Blogs do Google matando qualquer embrião de discussão… não sabemos…) e subiram nos rankings do Google para aparecerem melhor posicionados nos motores de Busca.

    Insinuava( implicitamente) o Guru JPP que seria esta a razão para que o Abrupto estivesse em queda de audiências. E que o Abrupto é que era “ético” nos seus procedimentos…

    Citando o António dias:

    ” … Para JPP, que não liga muito a isto dos rankings a não ser para se queixar dos blogs ou para louvar o Abrupto, apenas a visibilidade mediática é legítima para gerar visitas. A visibilidade nos motores de busca consiste de truques técnicos que abundam hoje, usados por conselheiros especializados de como se sobe nas listas, como se falsificam rankings, listas e lugares no Google. Pobre Google, indefeso perante os bloggers manipuladores! …”

    António, António, paternalistícamente te digo que tu és tão ingénuo…

    Bloggers manipuladores?

    Claro que não!

    Então não se vê logo que são:

    ” Proletários ácidos, invejosos, em plena luta de classes, infelizes e ressentidos?”

    pacheco11.jpg

    Se até no Jornal Sério e Credível do qual eu mostro a capa, diz que são, porque afirmas que são bloggers manipuladores?

    Talvez digas isso porque és um dos:

    “…conselheiros especializados de como se sobe nas listas, como se falsificam rankings, listas e lugares no Google. “

    Malvado Gnomo do SEO…

    E chegados às 2500 palavras este post fica por aqui até ao post 4 onde espero terminar esta agradável conversa à lareira sobre ácidos e invejosos, proletários da rede e Gurus…

    No próximo capitulo oferecemos uma chávena de chá virtual com o logótipo ” Pure Abrupto” e descobriremos se o António Dias faz parte da Secreta Sociedade dos Conselheiros Especializados De Como se Sobe Nas Listas e se Falsificam os Rankings, Lista e Lugares no Googgle a: ” SSCEDCSSNLFRLLGOOGLE”.

    Divulgamos em exclusivo o Outdoor publicitário desta sociedade secreta (Só aqui neste blog):

    pacheco22.jpg

    Depois da Opus Dei, e da Maçonaria só nos faltava mais esta…

    Escrito por dissidentex

    29/01/2008 em 23:49

    PACHECO PEREIRA, Isto é ABRUPTO 2

    com 12 comentários

    Post Número 1 sobre o Guru JPP

    Na continuação da análise / micro ensaio sobre o Sr José Pacheco Pereira, adiante designado por o “Guru JPP” relembro os milhares de leitores deste magnifico espaço sideral que no fim do anterior post o Guru JPP dizia que:

    1. vamos deixar de lado a polémica das caixas de comentários ( a partir daí, no artigo, só falava disso…)
    2. caracterizava os “comentadores” como pessoas que “habitavam” as caixas de comentários ( e o que tem ele a ver com isso?)
    3. Que o comportamento das pessoas era compulsivo ( Numa incursão pela psiquiatria e pela psicologia…)
    4. Que as pessoas se deslocavam de caixa de comentários em caixa de comentários (não o podem fazer pelas Leis de Pacheco; é proibida a navegação…) simulando o comportamento de gafanhotos (que horror, só podem enviar emails para o Abrupto para depois serem lá publicados, agora circular pelas caixas de outros blogs, não…)
    5. E, finalmente, que as pessoas escrevem centenas de frases nos sítios mais dispares, (Por exemplo, este blog) revelando uma disponibilidade quase total para comentar (Por oposição ao Guru Pacheco que não comenta na SIC e antes comentou na TSF, todos os fins de semana não escreve para o Público, não vai a conferencias na Universidade católica, (onde o comentador que não gosta de comentários fala de comentário político…) nada, o homem vive num mosteiro medieval…)

    E continuemos a citar mais uma parte deste artigo do Guru JPP acerca dos frequentadores da “rede” e das caixas de comentários, as tais que ele não voltaria a falar mas usa meio artigo a falar deles…

    “…. São pessoas que estão a escrever do seu local de trabalho ou de estudo, de empresas ou de escolas, onde têm acesso à Internet. Há, no entanto, alguns casos de comentadores caseiros e noctívagos, que só podem estar a escrever noite dentro, como era o caso nos primeiros anos da blogosfera portuguesa, antes de se democratizar.”"

    No caso português, os comentadores não parecem ser muitos, embora a profusão de pseudónimos e nick names dê uma imagem de multiplicidade. São, na sua esmagadora maioria, anónimos, mas o sistema de nick names permite o reconhecimento mútuo de blogue para blogue. Estão a meio caminho entre um nome que não desejam revelar e uma identidade pela qual desejam ser identificados. Querem e não querem ser reconhecidos. É o caso da “Zazie”, do “Euroliberal”, do “Sniper”, do “Piscoiso”, “Maloud”, “Bajoulo” “Xatoo”, “Atento”, Dasanta”, “José”, “e-konoklasta”, “Cris”, “Sabine”, “José Sarney”, “Anticomuna”, etc., etc,

    O tom desta parte é muito interessante. O mau carácter do homem vê-se em todo o seu esplendor, com as insinuações feitas a coberto de ser figura pública e escrever em jornais tendo por isso um enorme e crédulo publico a quem enfiar patranhas.

    Repare-se:

    “São pessoas que estão a escrever do seu local de trabalho ou de estudo, de empresas ou de escolas, onde têm acesso à Internet”

    A insinuação é a seguinte. Que estas pessoas, tem acesso ilegitimo à Internet e pior, usam-no, prejudicando – supostamente – as empresas onde estão.

    O facto de isso, essa eventual e hipotética acção de prejuízo para as empresas ser um assunto PRIVADO que APENAS DIZ RESPEITO aos RESPONSÁVEIS DAS MESMAS e no qual NINGUÉM encomendou sermão e missa Guru JPP para se meter ou opinar. Dito de outra forma: o que é que este gajo tem a ver com isso? Em que que lhe diz respeito ou não diz respeito acerca do que as pessoas fazem no seu local de trabalho? Este é o mesmo senhor que “defende” uma sociedade “Liberal”…

    Com um sistema de segurança e vigilância chamado Guru Pacheco.

    Nesta altura – parece-me apropriado instituir um pequeno intervalo para as pessoas irem à casa de banho pensarem se se masturbam ou não. Nada mais apropriado do que inserir um pequeno momento estético do – quem mais poderia ser – We have kaos in the garden – do dia 24 de Fevereiro de 2006, um apropriado momento chamado Pacheco pereira terrorista cultural.

    PACHECO PEREIRA - KAOS - TERRORISTA CULTURAL

    Após este momento de chichi observe-se a habilidade do Guru JPP a argumentar de forma desonesta e a vigarice do argumento na frase a seguir:

    “…Há, no entanto, alguns casos de comentadores caseiros e noctívagos,…”

    O truque de mercado está aqui. O “piscar de olhos” aos verdadeiros “comentadores”. Aqueles verdadeiros heróis, que estão, laboriosamente, o dia inteiro a trabalhar para o engrandecerem a Pátria ( e para terem dinheiro para comprar o Jornal Público à quinta feira continuando a alimentar a conta bancária do Guru JPP – estão a ver a insinuação estilo Guru Pacheco que eu aqui meti copiando os métodos dele?) e “os outros” – os malandros que que escrevem durante as horas de trabalho.

    Este senhor apenas consegue”apelar” ao pior das pessoas, à mesquinhe, a inveja, a maledicência , em vez de apelar ao melhor.

    Em seguida, o Guru JPP, o auto proclamado campeão da ética, sem qualquer pinga da mesma, revelou nomes, isto é, nick names de “comentadores”.

    1. Revelou nomes de comentadores, e, algumas destas pessoas eram conhecidas pessoais dele. Exemplos: Zazie, e quem assinava José. Que SALVO ERRO, quem assinava José tem um blog chamado Grande loja do queijo Limiano, Zazie tem um blog chamado Cocanha, e SALVO ERRO, Julgo que o pseudónimo “José Sarney” era um pseudónimo que o senhor António Balbino Caldeira usava. Salvo erro, parece-me segundo as minhas impressões e se bem me recordo. Sujeito obviamente a confirmação junto dos próprios. Caso não se confirme obviamente o que escrevi em cima não se confirma.
    2. Mencionava ainda outros comentadores, que; o Guru JPP, não se deu ao trabalho de verificar os respectivos blogs. Alguns dos outros comentadores tinham identificações próprias e moradas nesses blogs. Tanta “Ética”e princípios que o Guru defende e não pensou que ao estar a usar um artigo de jornal para divulgar nick names de comentadores na Blogosfera pudesse estar a revelar junto de amigos e familiares das pessoas que tinham estes blogs a sua identidade visível e a humilhá-los em publico?

    As razões são outras :

    • Ele necessitava de humilhá-los em público.
    • Ele necessitava de destrui-los em público, usando o Jornal Público para isso.
    • Ele necessitava de meter no mesmo artigo estes nicknames conjuntamente com ameaças de phishing e assassinos em série e o resto da conversa.
    • Porque estes comentadores comentavam quase todos num blog que ele queria atingir.
    • Que ele precisava de atingir. Para demonstrar poder…
    • Porque só assim, o imenso ego inchado e a vaidade irritante e mesquinha do Guru se veriam recompensadas ( estão a ver como se utiliza a mesma técnica do Guru JPP? Os comentadores da “Rede” são compulsivos /O Guru JPP tem um imenso ego inchado e uma vaidade irritante – vêem como se faz? A única diferença é que é legitimo “ser compulsivo a comentar ou fazer um blog; já não é legitimo ser egocêntrico e usar um jornal para atingir “terceiros” usando “segundos” para o fazer… )

    Em seguida e após toda esta preparação no artigo para atingir quem ele queria atingir, o Guru Pacheco continuava a destruir metodicamente os comentadores; isto é a “valia” dos comentadores. E dizia que:

    ” … quase sempre centrados na actividade de dizer mal de tudo e de todos.
    Imaginam-se como uma espécie de proletariado da Rede, garantes da total liberdade de expressão, igualitários absolutos, que consideram que as suas opiniões representam o “povo”, os “que não têm voz”, os deserdados da opinião, oprimidos pelos conhecidos, pelos célebres, pelos “sempre os mesmos”. São eles que dizem as “verdades”. Mas não há só o reflexo do populismo e da sua visão invejosa e mesquinha da sociedade e do poder, há também uma procura de atenção, uma pulsão psicológica para existir que se revela na parasitação dos blogues alheios. Muitos destes comentadores têm blogues próprios completamente desconhecidos, que tentam publicitar, e encontram nas caixas de comentários dos blogues mais conhecidos uma plataforma que lhes dá uma audiência que não conseguem ter.”

    É delicioso que um comentador político que desde 1985 ocupa os meios de comunicação social

    a dizer mal de tudo e de todos;

    Esteja no dia 20 de Abril de 2006;

    preocupado com 15 nick names, alguns duplicados, o que, presumivelmente, até reduziria o número dos comentadores. O Guru JPP é terno com estas preocupações. Parece um ursinho de peluche democrático, não acham?

    Nesta altura torna-se necessário inserir uma imagem de homenagem ao Guru Pacheco de – onde mais poderia ser- e o contrato obriga a isso- do blog We have kaos in the garden, que no dia 27 de Fevereiro de 2006 descobria como é que o Guru JPP , um idiota que na única eleição a que concorreu como político profissional ficou em terceiro lugar concorrendo contra 3 candidatos inclusivé (Loures -1989), descobriu, escrevia, o que o Guru JPP faz nas horas livres: teoremas de estratégia política visionária!

    PACHECO PEREIRA - KAOS - ESPECIALISTA EM ESTRATÉGIA POLÍTICA

    Após esta revelação continuemos.

    No texto do artigo que eu cito e transcrevo partes, o Guru JPP depois, descamba para o imaginário marxista primário (Em Pacheco Pereira tudo é primário menos a violência subterrânea dele a atingir terceiros que não se podem defender), exclamando que se imaginam “o proletariado da “Rede”. Tendo em conta o que será o perfil típico do leitor do Jornal Público, a expressão “proletariado” não é por acaso que é usada.

    Trata-se de mentalizar psicologicamente quem lê a achar que “está em marcha uma qualquer sublevação a partir da “Rede”( Está mas não é aquela que o Guru JPP queria que fosse) e visa “excitar o imaginário “ destas pessoas fazendo associar o que se passou há30 ou 40 anos atrás com o que se estará a passar agora. A luta ideológica ( mas não só) é precisamente aquela que o Guru Pacheco criou com este artigo ( e outros) ao reclamar contra estas pessoas por “serem elas que dizem as verdades” e continuava exclamando que:

    “…Mas não há só o reflexo do populismo e da sua visão invejosa e mesquinha da sociedade e do poder, há também uma procura de atenção, uma pulsão psicológica para existir que se revela na parasitação dos blogues alheios.”

    A argumentação é colocada da seguinte maneira:

    • Quem comenta é populista. ( Logo, os comentadores são populistas)
    • O populismo, é mau; (De facto é, mas numa população de 10 milhões de pessoas 15 nicknames são um perigo populista?)
    • Tem um visão invejosa e mesquinha da sociedade ( por oposição ao Guru JPP que NUNCA DE FORMA MESQUINHA mistura no mesmo artigo, insinuações acerca de ONDE estão estas pessoas mesquinhas a aceder à Internet durante o dia – estas são mesquinhas e populistas por comentarem, mas o Guru JPP, não é mesquinho ” por insinuar o sitio de ONDE” elas estão a comentar?)
    • E do Poder ( aqui é que está o principal problema do Guru JPP, o sentir que o PODER de influencia dele – em Abril de 2006 estava-se a começar a desvanecer…este artigo foi um tiro no pé)
    • Depois continua-se para a parte psicológica, tentando inferiorizar as pessoas que comentam, falando em “Procura de atenção, “Pulsão psicológica” ( lá em cima ainda no primeiro post eram pessoas compulsivas;aqui mais em baixo, seguindo a lógica do artigo do Guru JPP, tem pulsões psicológicas, um “truque de escrita”, para não repetir as mesmas palavras mais do que uma/duas vezes. Eu também faço isso aqui quando escrevo… que original…)
    • E – Para existir; ou seja, o Guru JPP acha que estas pessoas não existem, e como não existem parasitam blogs alheios para existirem.

    Esta parte é hilariante e demonstradora do mau carácter do senhor em questão, uma vez que, pessoas que “querem existir” enviam- emails frequentemente para a caixa de emails do blog Abrupto, e

    pasme-se

    O Guru JPP

    até aceita publicar essas merdas irrelevantes de pessoas que não existem e

    pasme-se outra vez

    até filtra esses mesmos comentários de pessoas que não existem , numa aparente interactividade dele com os leitores dele. Temos pois que:

    1. Os idiotas que enviam emails para o Abrupto na secreta esperança de serem publicados são cidadãos decentes e honrados que apenas fazem aquilo que as ovelhas bem comportadas fazem.
    2. Os camelos que inserem comentários em “blogs alheios” são pessoas que tem pulsões; são compulsivos, julgam-se o “proletariado da rede”, são populistas e mesquinhos, etc.

    O que ambos fazem é – basicamente o mesmo, mas uns são classificados como “sérios”, outros são classificados como uns bandidos, cheios de problemas psicológicos e taras estranhas.( quem sabe se não serão assassinos em série…)

    Em seguida o Guru continua comentando o “viveiro” destes comentadores cheios de taras e manias. Dizendo que:

    “…Muitos destes comentadores têm blogues próprios completamente desconhecidos, que tentam publicitar, e encontram nas caixas de comentários dos blogues mais conhecidos uma plataforma que lhes dá uma audiência que não conseguem ter.”

    O crime horrível que existe aqui é o facto de estes comentadores terem blogs próprios que ninguém conhece, e que – veja-se só o horror- tentam publicitar.

    Exemplo:

    Muitos destes investidores têm negócios próprios completamente desconhecidos, que tentam publicitar, e encontram nas plataformas de blogues mais conhecidos uma plataforma que lhes dá uma audiência que não conseguem ter.
    Acho que se percebe o que é que eu fiz em cima não?

    O Guru JPP quando abriu um blog na Internet fê-lo apenas por amor à arte, por despojamento material, e nunca publicitou esse mesmo blog, escrevendo artigos nos Jornais a falar de Internet, e dessa forma suscitando a curiosidade de quem o lia em “ir ver o blog do Pacheco Pereira”.

    Não, o Guru JPP, é “virgem” publicitário na auto promoção e até tem horror à publicidade. os intelectuais são assim: nunca se publicitam a si mesmos. Perceberam calhaus? Percebeste ò Dissidente-x?

    Depois avança e diz que: estes comentadores ainda encontram nas caixas de comentários de blogs mais conhecidos uma audiência que não conseguem ter.

    Diz isto um tipo que tem um blog sem caixa de comentários aberta. Que autoridade moral ou conhecimento próprio tem uma pessoa que não se sujeita a ser escrutinado via caixa de comentários nem a ter que enfrentar principio do contraditório nas caixas de comentários

    do seu próprio blog?

    Embora como já disse antes, a expressão “blogues mais conhecidos”seja um “disfarce para atacar um determinado blog que existia à data – 2006.

    Nesta altura vou inserir uma imagem de uma avestruz:

    avestruz.jpg


    Representa a minha mais sincera homenagem ao pensamento político, social, económico etc e tal do Guru JPP. Embora com ligeiro favorecimento da avestruz que me parece ser mais evoluída.

    Representa também o facto de estarmos a chegar( passamos por 6) às 2400 palavras e é necessário matar os milhares de leitores deste blog de forma lenta e suave e não tudo de uma só vez.

    Isto é uma série coleccionável em fascículos que será vendida num qualquer blog chamado Dissidente -x.

    Este post é dedicado, por diferentes razões a 3 blogs

    Marketing de busca devido a um post sobre o Pacheco;

    Bruno Amaral. Com devido a uma carta aberta e seguintes posts sobre o mesmo assunto

    Macroscópio por razões diferentes. Lá mora uma alma caridosa que gosta (tretas) muito (tá bem tá) do Guru Pacheco Pereira e tem dedicado ao longo dos tempos alguns posts a fazer elogios ao Pacheco (ainda casca mais no tipo do que eu )

    Escrito por dissidentex

    27/01/2008 em 16:09

    PACHECO PEREIRA, Isto é ABRUPTO

    com 3 comentários

    No dia 20 de Abril de 2006, o senhor José Pacheco Pereira (JPP) publicou no Jornal Público desse dia – uma quinta feira – um artigo intitulado “A fauna das caixas de comentários”.

    Referia-se o ilustre guru ao conjunto de pessoas que escreviam comentários nas caixas de comentários de blogs. Supostamente, mas o alvo era outro…

    O artigo em questão estava especialmente construido para instilar medo no leitor de jornais, um leitor que, em média, poucos conhecimento teria da “Rede”. Também estava construido para atacar outras pessoas. Pessoas de que o Guru não gosta.

    O artigo explicava que “a Rede” (esse nome sinistro…) estava a mudar tudo a e dar origem a “crimes”, onde nada do que lá se faça, não se faça cá fora. Continuava o artigo dizendo que “existia um uppgrade tecnológico no crime”.

    Quem lê, instintivamente, pensa e associa o titulo do artigo ” a fauna das caixas de comentários” com a expressão “uppgrade tecnológico”. Pensando em “novas formas de fazer crime. (Isto é óbvio dado que o meio tecnológico é novo – mas o que o Guru JPP faz é dizer isso como se fosse uma grande novidade que ele descobriu …) Passava desse ponto dizendo:

    “…que a Rede melhora e nalguns casos favorece pela sua acessibilidade e universalidade.”

    Em seguida, para mostrar que “conhece”; é um profundo conhecedor destas “coisas misteriosas” cheias de “acessibilidade e universalidade”, e assim aumentar a sua “aura” de génio, O Guru JPP, elencava 5 problemas tenebrosos.

    1. A “Fraude nigeriana;
    2. O Phishing
    3. Os “Ciberstalkers”
    4. A Pedofilia;
    5. e “outros problemas”

    Nesta parte e para não cansar

    PACHECO PEREIRA -IMAGENS DO KAOS

    a vista;

    insiro uma fotografia do Guru JPP. Penso que o favorece bastante. Podia fazer o que o Guru JPP faz no seu blog, inserir fotografias exóticas de flores, quadros de artistas famosos e imagens retiradas do sitio da NASA, mas não faço isso… Faço parte da “Rede” exótica cheia de acessibilidade e universalidade…

    Obviamente com a qualidade subversiva do blog ” We have kaos in the garden” , mas retirada do armazém do Kaos chamado “Imagens do Kaos”

    Continuando para linha:

    Em seguida o Guru informava os desarmados e ingénuos leitores do Jornal Público que:

    …O que é novo na Rede, quer na “normal” quer na criminosa, são as características psicológicas específicas do mundo em linha, em especial a exploração da fronteira, mais ténue do que parece, entre a realidade e a virtualidade…”

    Reparem na expressão “as características psicológicas específicas do mundo em linha”.

    Frases que ficam no ouvido. Parece uma frase de tese de mestrado. Ou de MBA. MBA não NBA, note-se…

    Cito, para dar um ar “Intelectual e pretensamente sério” a este post e referindo-me aquela frase bonita a azul ali em cima, cito, escrevia, Karl popper, em “A Sociedade Aberta e os seus inimigos”, página 36, Volume 2, referindo-se a Hegel:

    “Por alguma razão, os filósofos tem mantido em torno de si, mesmo nos nossos dias, uma certa atmosfera de mágicos”. A filosofia é considerada como algo de estranho e de abstrusa, que lida com aqueles mistérios de que trata a religião, mas não de modo a poderem ser revelados “às criancinhas ” ou `gente comum; é considerada demasiado profunda para isso, constituindo a religião e a teologia dos intelectuais, dos eruditos e dos sábios. O hegelianismo adapta-se admiravelmente a essas concepções.É exactamente o que este tipo de filosofia popular supõe ser filosofia…

    Substituam nesta frase a expressão “hegelianismo” pela expressão “Pacheco Pereira”.

    as características psicológicas específicas do mundo em linha”.

    Esta frase à azul é … ” filosofia com uma certa atmosfera de magia, algo estranha e abstrusa, que lida com aqueles mistérios (as características psicológicas), de que trata a religião, mas não podem ser revelados às criancinhas ( só aos privilegiados leitores do Público que tem a Honra de Ler Pacheco Pereira) ou gente comum ( os Bloggers da “Rede”). Estas características psicológicas só lidas por quem lê jornais, são demasiado profundas para os blogs, porque o mundo em linha gera coisas especificas… (que só os teólogos, sábios e eruditos – isto é, JPP, pelo preço de 2500 euros artigo?; podem decifrar…) Perceberam Calhaus? Perceberam Toupeiras? Percebeste Calhau Dissidente -x? (És mesmo estúpido em não entenderes isto, pá…)

    Continuando no artigo do Guru JPP; o raciocínio, isto é, a preparação para o raciocínio que se pretende que as pessoas tenham é o seguinte (tal como eu o interpreto):

    1. O mundo é tenebroso.
    2. A “Rede” é igual ao mundo.
    3. O que se faz no mundo faz-se na “Rede”.
    4. Logo são ambos iguais.
    5. Se são ambos iguais, ambos necessitam de ser controlados.
    6. Se ambos necessitam de ser controlados e se controla só o mundo, então … também tem que se controlar a “Rede” ( Silogismos uns atrás dos outros…).

    A psicologia das pessoas em Rede” é diferente ( são malucos, desequilibrados) da das pessoas do mundo.

    É esta a ” descoberta “( a solução) que o Guru JPP nos oferece. Assim estamos mais predispostos a ACEITAR “controlar” a “Rede”.

    Tudo (ambas as duas coisas)

    é igual ( numa parte do raciocínio)

    (Mas, noutra parte do raciocínio dele) menos aquilo que o Guru JPP diz que não é igual, isto é, DESIGNA COMO NÃO SENDO IGUAL: as tais famosas características psicológicas em linha. (O objectivo é outro no ataque…e na preparação do ataque)

    E conclui que :

    “…E isso traz elementos novos como se vê se analisarmos para além do crime em si…”

    Após esta primeira parte do artigo em que, o Guru JPP, “goza” intelectualmente com os leitores do Jornal com este artigo de opinião acerca da “Rede”, ele “inflecte” o raciocínio e transforma-o num caso mais sério. Para criar mais “suspense” no leitor e prender a atenção. Nesta parte e como já passamos por Hegel e por frases mágicas que até exploram fronteiras e isto deu-nos dor de cabeça e vontade de urinar no intervalo, vamos até

    PACHECO PEREIRA -IMAGENS DO KAOS1

    uma imagem religiosa do Guru JPP, apropriada ao texto de Hegel que cito em cima. Como sempre com a alta qualidade subversiva do Blog “We have kaos in the garden” e do seu armazém “chamado “Imagens do Kaos”

    Após este momento feliz de descontracção religiosa;continuemos:

    Cita a seguir no artigo, o caso do assassinato de uma menina de 10 anos feito por um autor de um blog norte americano e que esse autor tinha feito algum tempo antes no blog um comentário sobre canibalismo.

    Quem nada conhece de Internet fica a pensar pelo titulo do artigo que “a fauna das caixas de comentários “ é toda (será? ) composta por assassinos em serie, que escrevem em blogs?

    Em seguida, ele explica-nos que o que há de novo – nos artigos do Guru JPP existe sempre algo de novo – então não vêem, seus camelos, que é o Messias da novidade que está aqui a falar? Explica-nos que a novidade é a de que, em vez de existirem cartas em papel ou diários pessoais, agora existem blogs.

    Fantástico, não é? Porra! Isto é extraordinário. Já repararam que nos supermercados em vez de existirem facturas escritas à mão, está lá uma máquina que faz isso, um computador? Já viram? Eu, Guru JPP, fui o primeiro a dizer-vos isso…

    No dia 20 de Abril de 2006, o Guru JPP informa a populaça que a novidade está no facto de se escrever num blog em vez de se escrever numa carta.

    Nunca tinha pensado nisto.

    Em seguida escreve uma frase pseudo críptica, que , suspeito nem o próprio percebe bem o que é:

    “…A Rede fica indissociável da nova identidade das coisas, como se entre o mundo virtual e o real a teia fosse completa. E, se calhar, é.”"”

    Esta frase é extraordinária. Baseia-se na muito conhecida “filosofia oracular” de que Hegel era máximo expoente. Afirmar coisas ininteligíveis mas que precisamente por serem ininteligíveis não tem verdadeiramente significado nenhum – antes parecem um grande comentário/frase de difícil entendimento a quem lê. Um aparente “pensamento psicológico profundo”.

    E se calhar, é.

    Quando na realidade não passa de um arrazoado de tretas. ( Como este post… já agora critico-me também, num assomo de falsa modéstia…) Mete “Mundos Virtuais”

    e “Reais” e

    ” Teias”.

    Só não mete ovos escalfados com grelos porque foi – concerteza – escrita logo pela manhâ. O Guru JPP é autor da frase publicitária “Early morning Blogs”. A .K.A “Early Morning Bullshit”.

    Em seguida, e para adensar mais o mistério oracular profético que daqui emana ( a conversa de m**** sem significado verdadeiro nenhum/pseudo análise ) JPP, diz que :

    “…Mas não é este apenas o único aspecto interessante, há outro para que não se tem chamado a atenção: o mundo muito próprio dos que escrevem sobre textos alheios nas caixas de comentários dos blogues ou de órgãos de comunicação em linha.”"”

    Estão a ver ò seus calhaus? O mundo muito próprio ( o mundo diferente e perigoso… ) dos que escrevem ( os subversivos/ como se atrevem a escrever ?) sobre textos alheios ( um texto alheio não se comenta, apenas se reverencia e se aceita, especialmente se for do JPP) nas caixas de comentários ( essa horrível invenção providenciada pela técnica) ou dos órgãos de comunicação em linha ( fechem as caixas órgãos de comunicação em linha, fechem as caixas…)

     

    Em seguida ele começa a aproximar-se do ataque, isto é, do VERDADEIRO ponto de ataque que quer fazer – na realidade: o numero de comentadores/ comentários nas caixas de comentários. E especificamente atingir um blog e quem fazia esse blog.

    Após esta preparação, O Guru JPP insere um novo paragrafo falando no blog anteriormente mencionado do serial Killer americano – para continuar a lembrar as pessoas que lêem o artigo, que existem assassinos em série nos blogs e gente do mais detestável. E menciona depois que àquela data em que ele escrevia o artigo, existiam 644 comentários feitos após a data do crime da menina de 10 anos. Dizendo que:

    ” …O blogue continua vivo mesmo depois da prisão do seu autor.”

    Numa coisa temos que ser justos. Este blog do assassino em serie norte americano é melhor que o próprio blog do Guru JPP. O blog do Guru JPP é um blog que continua morto, mesmo depois do seu autor estar vivo e o actualizar.

    Passa em seguida para os 1321 comentários de um blog chamado Semiramis, um insuportável blog neo liberal que esteve em linha e cuja autora (se é que era uma autora) teria morrido subitamente. Causas da hipotética morte: foi ler o blog do Guru JPP e morreu subitamente escandalizada perante tanta falta de qualidade.

    Em seguida é que começa o verdadeiro asco no artigo e o inicio da total falta de princípios deste auto proclamado campeão da ética chamado Guru JPP. Com o que escreve seguir:

    ” … Deixando de parte a polémica sobre as caixas de comentários abertas ou moderadas, ou sobre a sua própria utilidade e valor, deixando de lado também a história pessoal inverificável do que aconteceu à sua autora (ou autor?) anónima, o interessante é registar que o que há nesse blogue é uma comunidade que aproveita o “lugar” para se encontrar. A caixa de comentários tornou-se numa espécie de chat, que parasita a notoriedade do blogue, como já acontecera no Espectro (http://o-espectro.blogspot.com/) com os seus finais 494 comentários, onde as pessoas se encontram numa pequeníssima “aldeia global”, que tomam como sua.
    O comportamento destas pessoas-em-linha é compulsivo, eles “habitam” nas caixas de comentários que são a sua casa. Deslocam-se de caixa para caixa de comentário, deixando centenas de frases, nos sítios mais díspares, revelando nalguns casos uma disponibilidade quase total para comentar, contracomentar, atacar, responder, mantendo séries enormes que obedecem à regra de muitos frequentadores desta área da Rede: horário laboral na maioria dos casos, quebra no fim-de-semana e nos feriados.”"

    Nesta fase e para dar “tempo” e possibilitar àos milhares de pessoas beberem agua, tomarem um calmante e irem à casa de banho, insiro uma imagem que favorece muito o Guru Pacheco retirado – mas de onde havia de ser – do Blog “we have kaos in the garden “do ano passado – altura do Carnaval

    PACEHCO PEREIRA - ESTÁTUA- WE HAVE KAOS…

    Após este pequeno interlúdio estético continuando:

    Repare-se:

    Afirmação 1: vamos deixar de lado a “polémica das caixs de comentários”.

    Se vamos deixar de parte ENTÃO, não falamos mais do assunto.

    Claro que não. Pelo contrário, a partir daqui Guru JPP só fala deste assunto. Precisamente porque quer atingir quem quer atingir.

    Afirmação 2: o que há de interessante (O Guru Pacheco descobriu outra pepita de ouro – estão a ver como ele é fantástico?) é que as “pessoas habitam” (como se atrevem?) nas caixas de comentários.

    Também existe a afirmação “Aldeia Global”. Um cliché que fica sempre bem escrever num artigo ou ter numa conversa e que, o Guru JPP a 2500 euros por artigo? não brinca em serviço, escreve na frase referindo-se a Marshall Mcluhan que será, presume ele, uma “referencia” que o leitor comum do Jornal Público reconhecerá.

    Afirmação 3: O comportamento destas pessoas é compulsivo, habitam nas caixas de comentários. Licenciado em Filosofia, assinando nos jornais como Historiador, ex-deputado, comentador de tudo e de nada em programas de rádio e televisão, JPP faz uns ganchos em Psicologia e Psiquiatria às 4ªas Feiras no Júlio de Matos… daí nos poder afirmar que o comportamento destas pessoas é compulsivo…

    Afirmação 4: e (supremo horror) deslocam-se de caixa de comentário em caixas de comentário ( como se atrevem a mimetizar o comportamento dos gafanhotos?), deixando centenas de frases. (Por oposição ao Guru JPP que nunca fala nem escreve centenas de artigos verborreicos, nem está meia hora para dizer algo que se diz em 5 minutos…)

    Afirmação 5: As centenas de frases, os sítios mais dispares, revelando nalguns caso suma disponibilidade quase total para comentar, atacar, responder, contra atacar, etc, revelando um padrão: dias de semana, sim, fins de semana não.

    • O que é que ele tem a ver com isso; se as pessoas revelam ou não revelam uma disponibilidade quase total para comentar? Alguém lhe passou alvará de controlador de qualidade e de quantidade?

    E vamos ficar por aqui porque estamos nos 2400 palavras e eu prefiro matar as pessoas com requintes de crueldade e devagar, por oposição a tudo só de uma vez.

    Isto é uma série coleccionável em fascículos que será vendida num qualquer blog chamado Dissidente -x.

    Este post é dedicado, por diferentes razões a 3 blogs

    Marketing de busca devido a um post sobre o Pacheco;

    Bruno Amaral. Com devido a uma carta aberta e seguintes posts sobre o mesmo assunto

    Macroscópio por razões diferentes. Lá mora uma alma caridosa que gosta (tretas) muito (tá bem tá) do Guru Pacheco Pereira e tem dedicado ao longo dos tempos alguns posts a fazer elogios ao Pacheco (ainda casca mais no tipo do que eu )

     

     

    Escrito por dissidentex

    26/01/2008 em 13:02

    A DENÚNCIA, nova indústria em desenvolvimento

    com 2 comentários

    Portugal está, alegremente, a tornar-se uma América em ponto pequenino.

    • Com ênfase, no ponto pequenino.
    A mesquinhice legalista, misturada com a má vizinhança, mau carácter das pessoas, a maneira de estar fechado na sua casinha, protegido, mentalidade de casulo, espírito de denúncia e de delação em todo o seu esplendor começam-se a manifestar.
    • Ao que parece, na minha rua, existem pombos.
    Habitantes recentes que escolheram a área para praticarem voo picado ao solo com o objectivo de atingirem com eficácia o solo e os humanos.
    E o exército dos pombos ( quer dizer, é mais um pelotão…) até treinam com alguma regularidade as suas manobras de voo rasante.
    • Também existe uma gata de um ano de idade que se esconde debaixo dos carros e fez da rua; a sua rua, o seu território.
    Uns vizinhos, alguns vizinhos, de vez em quando lá dão de comer aos pombos e uns do meu prédio até alimentam a gata dando-lhe umas coisas para comer. (Santola estufada com foie gras aux champignons é o mais frequente…mas também casco de boi grelhado com doce de compota de orelha de porco)
    • Tudo isto é um crime horrível.

    Numa sociedade que se quer asséptica, pragmática, asseada, eficiente, desprovida de pensamento abstracto – como a sociedade americana. E então essa brilhante invenção burocrática do Guterrismo chamada “Polícia municipal” – um estouro de dinheiro, de duplicação de recursos, de inutilidade apenas destinada a encharcar a burocracia portuguesa de mais burocracia levantou a sua feia cabeça castanha.

    É após denúncia de vizinhos preocupados, pragmáticos, asseados, a polícia municipal manifestou-se. A denúncia às autoridades é um fenómeno próprio de Portugal, com raízes históricas derivadas de termos tido uma ditadura e ter existido uma coisa chamada PIDE.

    Mas é também um símbolo das sociedades estilo norte americano, cheias de legalismo e ameaças de processos por tudo e por nada. Um sociedade litigante por natureza.

    Em Portugal, imbuídos da tradição, mas, é ao mesmo tempo, querendo alcançar a modernidade ( apesar de sermos pobres e tesos comparativamente aos yankees)) numa feliz simetria, temos a polícia municipal. Esta chegou ao andar do meu vizinho, o Sr M., para o ir chatear porque tinha existido uma denúncia de que o Sr M. e a esposa – os malandros criminosos – alimentavam uma gata de um ano, e – horror dos horrores – ainda por cima, davam comida aos pombos.

    Sacrilégio!

    Uma actividade que apenas pode ser classificada de “terrorismo”e pela qual aconselho já as autoridades competentes a gravarem os emails e telefones do Sr M., da esposa, dos pombos, da gata e do resto que se mexa (mosquitos, aranhas, ácaros, etc) porque isto é o prenuncio de um ataque da al kaida. (por acaso a gata de um ano tem uns laivos de bigodes algo suspeitos…agora que penso no assunto…).
    POMBOS EM AULAS TEÓRICAS

    Também temos que ver que é necessário impedir que o pombo arrulhe à pomba no meio da rua e arraste a asa, numa demonstração de sexualidade barbara zoofila entre pombos e as nossas crianças e os nossos idosos vejam essa coisa horrível – o sexo deve ser asséptico….e pragmático…

    Portanto isto agora é assim. Denuncia-se.

    As autoridades pactuam com isto alegremente.

    Quem denuncia, não será responsabilizado caso faça uma denúncia falsa. ( ou verdadeira) É o que concluo desta lógica.

    Vamos criar uma nova industria. Uma nova rede social. A denúncia……

    ↔↔↔↔↔

    Pensava eu, na minha santa ingenuidade, que isto era um caso isolado, quando ontem falei com um meu amigo que está a tirar um curso numa faculdade. É um tipo mais velho que a generalidade dos colegas dele.

    E ontem ele estava algo escandalizado. Porque assistiu a uma cena que nunca julgou ver, tal o descabido da coisa lhe parecia, sequer como hipótese.

    Estava lá imerso em qualquer estudo ou pensamento ou conversa quando uma colega dele que tem uns 20/21 anos lhe veio perguntar como é que se poderia contactar a ASAE.

    Ele ficou a olhar pasmado para a rapariguinha em questão, e disse ou ele ou a outra pessoa que lá estava também, que – “bom , suponho que eles tem uma página na Internet e terão lá endereços, não?”

    ” – Mas, porque é que tu queres contactar a ASAE?”

    Resposta da rapariguinha: ” – porque existe uma taberna ao lado do sitio onde vivo, e não gosto dela, e aquilo deveria ser fechado e com a ASAE aquilo é fechado … etc e tal”.

    Este critério para fechar coisas e censurar pessoas que dão comida aos pombos é científico.

    Portanto, agora temos a mentalidade totalitária por aí. Não gosto de uma coisa, vou denunciar à ASAE.

    Que o egoísmo individual, o hedonismo, a falta de cabeça perdure. No dia em que alguém denunciar esta rapariguinha porque não gosta dela e a ASAE a vá fechar, que será que ela dirá?

    Isto – esta mentalidade suportada legalmente – são pequenos indícios de um Estado totalitário a enraizar-se.

    Regressemos aos EUA. Existem nesse magnifico país; as associações de vigilância dos cidadãos de um bairro. Que imediatamente avisam a polícia quando alguém que lhes parece ser um elemento nocivo e se apresenta nas redondezas.

    Em Portugal somos mais modestos. Somos também diferentes e originais. Pagamos impostos altíssimos para que um tipo vestido com a farda castanha da policia municipal gaste combustível deslocando-se de carro de rua em rua, de praceta em praceta, para imobilizar pela força – caso seja preciso – pessoas que dão comida a gatos e pombos e outro tipo de crimes aos quais se deve dar prioridade imediata.

    E temos a ASAE que dá abrigo a pessoas que não gostam de estabelecimentos comerciais ao pé do sitio onde vivem e denunciam isso.

    Esta República tem que sair de cena e ser substituida por outra que seja democrática, livre e que não permita a denuncia apenas porque …. não se gosta.

    Escrito por dissidentex

    25/01/2008 em 13:35

    KABUL, Atentado terrorista.

    com 6 comentários

    Em Portugal o Jornalismo é de qualidade. Frase irónica.

    Como é um jornalismo de qualidade fomos informados, nas últimas 3 semanas que, controladores aéreos portugueses tinham descoberto uma tentativa de atentado contra a torre Eiffel. Cita-se, parcialmente, o sempre vigilante DN do dia 12-01-2008:

    ” Controladores aéreos portugueses a trabalhar na ilha açoriana de Santa Maria interceptaram “comunicações terrestres” onde se falava num “presumível ataque terrorista” contra a Torre Eiffel, em Paris.

    Fonte governamental disse ontem ao DN que a informação foi detectada na madrugada de quinta-feira e deverá ter tido origem em radio amadores. “Não foram comunicações aéreas”, assegurou, a estar na origem do alerta enviado às autoridades francesas e noticiado ontem pelo jornal Le Monde. A informação, ouvida em inglês e francês, foi transmitida ao Instituto Nacional de Aviação Civil, que a reencaminhou para a Polícia Judiciária. Foi a PJ, acrescentou a fonte, a contactar com as autoridades francesas.

    O teor da intercepção, apesar de ser “vago e confuso”, alarmou a polícia francesa, que se mantém há meses no nível de alerta mais elevado, o vermelho.

    Fomos também informados que dois terroristas paquistaneses iriam praticar atentados à tonelada em Portugal. Cita-se o omnisciente Jornal Público de 20-01-2008.

    JORNAL PÚBLICO DE 20-01-2008

    Também no dia 23 de Janeiro de 2008, o sempre presente e vigilante Diário de noticias afirmava que

    ” … À parte estes números, irrelevantes, os relatórios estão forrados de múltiplas e variadas referências à prioridade que Portugal dá ao combate no combate ao terrorismo, e também a União Europeia, tanto por via do 11 de Setembro como dos atentados de Madrid (11 de Março de 2004) e de Londres (16 de Julho de 2005). Não há números oficiais em relação à conclusão destes inquéritos.

    Mas, não é tão irrelevante a acção da PSP e da GNR relativamente ao número de alertas de bomba. A média é elevadíssima: ambas as forças de segurança responderam, em 2006, a cerca de 1400 suspeitas, ou seja, quatro por dia. Quase todos falsas.

    No meio de todos estes alarmes, a PSP detonou três engenhos reais. Um dos casos era o marido que ameaçava matar a esposa tendo-lhe colocado uma bomba lá em casa. A carga explosiva não daria para furar uma parede. Ao que o DN apurou, os outros dois casos foram semelhantes. No total, em 2006, esta força de segurança realizou 1212 buscas, sendo que cerca de metade teve a ver com acções de prevenção relacionadas com visitas diplomáticas a Portugal. A ameaça falsa de bomba ocorreu em 49 escolas.

    A GNR efectuou 697 intervenções, tendo percorrido, para o efeito, 87 314 quilómetros. Não há notícia de que tenha detonado um engenho explosivo. Esta força respondeu a 50 alarmes falsos em escolas.| “”"

    E na capa do Jornal de dia 23 de Janeiro de 2008 dizia-se que:

    CAPA DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS DE 23 DE JANEIRO DE 2008


    No futuro iremos ter muitas notícias de atentados terroristas em Portugal. Verdadeiras, falsas, assim-assim, talvez, indícios, possibilidades, conversas com um amigo que ouviu um vizinho a dizer que um amigo que trabalha na polícia soube de um atentado.

    No entanto, apesar desta omnisciência e vigilância, quer dos jornais, quer das rádios, quer das televisões, feitas em Portugal, conseguiu-se não vislumbrar, QUE SE NOTASSE, que no dia 14 de Janeiro, um ataque terrorista em Kabul, Afeganistão, ocorreu.

    Afeganistão, aquela terra que tem perto de 200 militares portugueses lá colocados numa força de paz.

    Atesta a qualidade do jornalismo português e as permanentes campanhas de desinformação e de instilação do medo falando-se de hipóteses, e sub hipóteses e tri hipóteses de atentados. Mas não se falando do que acontece nos reais atentados e nos sítios verdadeiros onde eles ocorrem propriamente.

    ↔↔↔↔

    No dia 14 de Janeiro de 2008, 4 militantes islâmicos entraram dentro do Hotel Serena em Kabul. É o hotel principal onde as centenas de jornalistas,trabalhadores de organizações humanitárias,professores, pessoal médico, etc.

    Um deles fez-se detonar, logo à entrada do Hotel.

    Outro, atirou uma granada para dentro da sala que vistoriava as bagagens e o seu conteúdo.

    O terceiro, foi atingido a tiro na zona de entradas, o que, ao que parece, fez detonar o colete de bombas suicida que carregava consigo.

    O quarto, armado, entrou a disparar para todos os lados, chegando ao Ginásio e à área do SPA – o seu objectivo final. Aí matou a gerente do SPA, uma filipina chamada Zina, e passou ao ginásio onde matou um americano que lá estava. Nos vestiários do Ginásio estava lá o presidente do comité Olímpico Afegão, que foi atacado a tiro, mas conseguiu fugir para a cave.

    Neste post AQUI é feita em inglês uma narrativa em primeira mão por uma das pessoas que lá estava no momento do ataque.

    Contagem total: 8 mortos.

    Mas isto não é um jogo de vídeo.

    Escrito por dissidentex

    24/01/2008 em 19:12

    ECOLOGIA, ECOSSISTEMA Damaia – Amadora.

    com 2 comentários

    Este post deve ser lido em conjunção com o post Eco sistema de Vallecas

    Na magnifica localidade ao redor da Amadora chamada Damaia, a Saint Tropez e Aspen da Amadora – uma terra magnifica, a que não aconselho ir de forma alguma, sem ir equipado de armadura e lança chamas, num suave dia de Agosto do ano de 2007, por lá passava eu … rapidamente e em transito para outro lado.

    Quando descubro, vislumbro, e contemplo, emocionado, esta magnifica e resplandecente pérola do autarquismo pós 25 de Abril de 1974, e da construção civil, estilo pato bravo Arquitectura e do Design Moderno e Elegante. Um complexo ecossistema prédio?!mal feito como o raio que o parta a ser construido perto quase em cima de outros ecossistemas prédios com a maior das calmas e financiado pela União Europeia.

    E agora que vi o Ecossistema de Vallecas – essa obra menor, por comparação – não posso, em boa consciência, deixar de mencionar o Ecossistema da Damaia – Amadora

    Observemos a fotografia numero 1 e fiquemos deliciados com a profundidade estética e arquitectónica da mesma. O estilo estilístico poético gnoseológico que dela emana:

    ARQUITECTURADEPONTA1

    Peço que reparem que aquela zona do lado direito ao lado do poste de iluminação vai ligar ao prédio que está ali. Brilhante. Revolucionária concepção.

    Muito útil para treinar salto a vara entre prédios. Ecológico e desportivo simultaneamente.

    O outro prédio que se vê ao centro da imagem ficará com esta nova torre de menagem a ser construida a menos 4 metros de distancia. É um encurtamento da distância com nuances ecológicas e estéticas. Para fomentar a boa vizinhança.

    Alguns espíritos invejosos e anti patrióticos poderão, desorientados como estão, argumentar que o hipertiroídismo do tijolo é prejudicial à Pátria. Mas não passam de invejosos despeitados que não conseguem apreciar a beleza do betão todo ele aglomerado como se estivesse dentro de uma cabine telefónica.

    ARQUITECTURADEPONTA2

     

    Já aqui em cima – na fotografia número 2 – decidi deliciar-vos com uma nova e diferente profundidade estética – a mesma imagem mas fotografada para a esquerda numa deriva ideológica fotográfica.

    Aquele edifício caixote quadrado que se vê ao centro da imagem e cinzento – perguntei – é o CINE Dom João V (o Dom João V deve estar satisfeito a dar voltas no túmulo…) e vai ficar com o novo prédio como homenagem quase a ele encostado.

    É um tributo póstumo que lhe é feito. O CINE Dom João V está semi abandonado. Porque semi abandonado, melhor podemos contemplar o silencio poético que envolve esta obra. Pertence à magnifica Câmara Municipal da Amadora.

    Esta câmara municipal é autora da atribuição do alvará de construção deste Ecossistema Damaia – Amadora. Muito Obrigado por o terem feito.

    As influências neo góticas estilo RDA, rupestres, verificam-se numa demonstração de nojo arrojo. A construtora San José edifica esta nova obra para a qual me faltam palavras. Tanto bom gosto e ejaculação do cimento e betume deixam-me com lágrimas de comoção nos olhos.

    Como já afirmei é “Estética RDA Pura”. Só mesmo Portugal para chegar à estética RDA quando a RDA como país já não existe há 17 anos. A recuperação da tradição faz-se! Digam o que disserem!

    ARQUITECTURADEPONTA3

    Na fotografia 3, temos algo completamente diferente. Uma incursão pelos caminhos do breu, mas semeados de arte. E da momentânea falta de lâmpadas ecológicas. Mas por enquanto.

    Temos a imagem visionada de um sitio/lado oposto e que nos permite ver o que vai separar o CINE Dom João V e o Ecossistema Damaia -Amadora prédio?! que desabrocha como uma flor. Esta foto é tirada do lado oposto em relação às outras duas numa manifestação de arrojo estético da minha parte. Podemos também observar partes da deslumbrante colecção de Arte Moderna do senhor Joe Berardo nas paredes, numa recente exposição itinerante que por ali passou.

    Que não se diga que o esforço de levar a cultura pós moderna ao povo não é feito.

    ARQUITECTURADEPONTA4

    Já aqui, na fotografia número 4, somos agraciados com a visão espasmódica e escatológica longitudinal ligeiramente torta de, sim, é isso e adivinharam;um «tapume de obras». A segurança deve vir sempre em primeiro lugar. As preocupações com a segurança são apanágio das democracias evoluidas do século 21.

    O conceito revolucionário aqui presente neste Ecossistema Damaia -Amadora, é a visão de umas escadas de serviço do prédio que já existe construidas para estarem quase coladas ao prédio Ecossistema que se está a construir. A ecologia aqui manifesta-se pela corrente de ar que a tensão arquitectónica entre ambos faz acontecer. Funcionam, desta forma como “eco-evaporadores – recicladores de O2 em turbilhão incandescente”. Os designers que pensaram nisto estão de parabéns. A ordem do Infante espera por eles no próximo 10 de Junho.

    No futuro todos nós experimentaremos à porta de casa no nosso meio da rua prédios Ecossistemas ecológicos como este a serem construidos ao lado dos nossos prédios e habitações. Absolutamente normal neste magnifico país que caminha glorioso em direcção ao futuro.

    Porquê? Porque a ecologia arquitectural moderna portuguesa está a tomar conta das ruas, lançando-nos na modernidade. É uma “Movida” mas à portuguesa. O que é absolutamente anormal é existirem ruas a separar prédios e tal construção de design passivo deve ser banida.

    ARQUITECTURADEPONTA5

     

    Na 5ª fotografia, decidi que não deveria cansar a vista dos meus muitos milhares de leitores com a alegria de contemplarem este Ecológico Ecossistema Damaia -Amadora- ainda poderia alguém ter algum enfarte de miocárdio ou AVC, com tamanha alegria perante o progresso visível, e decidi fotografar num ângulo superior e por outro lado.

    Neste Ecossistema Damaia-Amadora, cheio de surpresas, somos mais uma vez, surpreendidos. São surpresas dentro de surpresas. Consegue-se perceber – do lado direito – que existe uma parte branca e cor de rosa cheia de fuligem neo gótica. É o jogo de cores ecológico e ambiental lembrando os bons amaciadores de roupa para a deixarem felpuda e suave.

    Por detrás temos a nova «WTT». A ” World Trade Tower” desta abençoada aldeia Megalópole de 30 mil habitantes pertencente ao Concelho da Amadora. Que agora foi designada para ter aqui um Ecossistema Ecológico. Bem hajam, planeadores urbanísticos.

    Mas também há um espaço Art Deco, no meio. Um guindaste de obras – à época em que a fotografia foi por mim tirada, apenas e só ali colocado, para representar a dimensão fálica desta construção.

    Isto carece de explicação.

    As pessoas, criaturas simples e ignorantes, olham e vêem um guindaste. Mas na realidade isto é uma técnica subliminar. Através desta técnica subliminar – mostrando o guindaste erecto no ar – a Câmara da Amadora está, na realidade, a incentivar à natalidade dos Amadorenses – ou seja a incentivar mentalmente e psicologicamente os Damaienses e os Amadorenses a procriarem e a contribuirem para reduzir os problemas de natalidade do nosso país. Tudo em “São Ambiente Ecológico”.

    ARQUITECTURADEPONTA6

    Já na 6ª fotografia os simpáticos milhares de visitantes deste blog são convidados a ver o caminho oposto que leva para as escadas descritas na fotografia 3.

    É o tal caminho que vai levar às escadas com as paredes cheias de exemplares da colecção de arte moderna do Joe Berardo. A escuridão parece dar um ar desolado ao lugar, mas não. É apenas para nos criar uma sensação de descida aos Infernos dantescos, mas com o intuito de nos decepcionar positivamente, à posteriori. Tal é assim feito, para criar no visitante a sensação que está a entrar num pardieiro idiota mundo mágico, um mundo brilhante negro, estranho e envolvente – o mundo do Ecotrampa Ecossistema da Damaia – Amadora.

    Observamos apesar da distorção da imagem, porque eu, como fotografo, não consegui captar a verdadeira essência sou um asno a fotografar e estava muito sol, em todo o seu esplendor, as figurinhas da Bandeirinha da CE e da Bandeirinha deste grandioso país que dá pelo nome de Portugal.

    Bem hajam, amigos europeus e Câmara Municipal da Amadora, por financiarem este tão necessário e ansiado ” Ecossistema Damaia- Amadora”.

    Muito Obrigado. Quero beijá-los na boca de felicidade.

    Informaram-me que este magnifico Ecossistema Damaia – Amadora aquela coisa cretina que ali está foi começada a construir em Julho de 2007.

    Como a obra em questão é arrebatadora e essencial para o futuro deste país, literatura especializada descrevendo o caminho percorrido já saiu para os escaparates.

    Recomendando este extraordinário livro cuja capa mostro aqui em baixo:

    ECOSSITEMFORDUMMIES

    Descreve-se como criar em todo o país semelhantes porcarias Ecossistemas e de como qualquer autarca para ser um corrupto incompetente vencedor, deverá optar por soluções semelhantes a bem da ecologia e do ambiente.

    Existe também um capítulo muito importante dedicado ao suborno - saber o que um autarca tem a fazer para evitar que capitalistas e empresários gananciosos patos bravos de merda da construção civil, tentem impedir a construção de obras ecológicas e ambientalmente puras baseadas no desenvolvimento sustentado, como esta é, corrompendo autarcas.

    E, por ultimo, mas não só, um capitulo ensinando os autarcas a melhor promoverem o turismo ecológico saudável na sua autarquia tendo como ponto de partida e “Case-Study” o sistema Ecológico de Damaia- Amadora.

    Muito obrigado à Câmara Municipal da Amadora por ter autorizado a edificação deste complexo e moderno “Ecossistema Damaia Amadora”.

    Distendo-me às arrecuas cheio de felicidade.

    Escrito por dissidentex

    24/01/2008 em 7:34