GRÉMIO LISBONENSE.
Ontem, dia 9 de Fevereiro de 2008, a polícia portuguesa, encheu-se de profissionalismo e fez uma carga policial sobre perigosos terroristas muçulmanos ou membros da CGTP (comunas). O grupo de facínoras sedentos de sangue, denominado de “sócios e amigos do Grémio lisbonense”, uma conhecida célula da Al-kaida em Portugal, manifestava-se contra a ordem de despejo do seu comando central na Península Ibérica – a sede do Grémio Lisbonense.

Estes perigosos terroristas ameaçavam a unidade do Estado Português, e a constituição da República e protestavam contra a execução de uma ordem de despejo da sua sede onde treinam terroristas a aprender árabe.
A RTP sempre atenta ao acontecimento emitiu um vídeo que documenta as bárbaras agressões dos terroristas aos polícias, que pode ser encontrado AQUI.
Este manifestantes terroristas da Al-kaida estavam a ocupar o local há 150 anos e só agora, após uma estratégia concertada com a Nato e a Onu, foram desalojados pelas gloriosas forças de segurança da República Portuguesa, na defesa da liberdade, da democracia, da economia de mercado.
O jornal Público assinala o facto AQUI.

Já AQUI se tinha notado isto mesmo:

É evidente que “tudo foi feito legalmente”.
Legalmente, em 1997, após legais pedidos ao senhorio para este fazer obras de conservação e restauro, que este, legalmente, recusou fazer; os sócios da Al-kaida, perdão, os membros do Grémio lisbonense, legalmente, avançaram, por si mesmos, para as obras de conservação numa das salas do edifício.
E, legalmente, o senhorio, legalmente meteu uma acção em tribunal contra obras feitas pelos seus inquilinos, que lhe beneficiavam a sua própria propriedade.
E, legalmente, ganhou em Tribunal. É um caso raro este senhorio; ao recusar benefícios na sua própria propriedade feitos e pagos por terceiros. Que generoso altruísmo… ao pretender num acto de despojamento material, não fazer obras, nem as permitir fazer…
Legalmente, claro.
Neste processo, tudo é legal, mas nada é sério. Ainda existe diferença entre legalidade e seriedade…
Pode-se, também perceber isto numa estratégia mais vasta: intimidar grupos e associações civis usando a lei e a interpretação da mesma – uma convenientemente malfeita lei para, legalmente, fazer tudo isto.
O facto de o edifício do Grémio Lisbonense se situar na seguinte morada, bem no centro de Lisboa:
Associação Grémio Lisbonense
Rua dos Sapateiros Nº 226 1º
porta em frente ao Animatógrafo;
não tem absolutamente nada a ver com os interesses da especulação imobiliária. Tudo é legal e feito… legalmente, claro.
E cito a partir DAQUI:
Porquê?
Porque quando o cassetete é usado no lugar da conversa…
as palavras sempre manterão seu poder.
As palavras expressam um significado e são para aqueles que aceitam ouvir…
a revelação da verdade!
E a verdade é que há algo terrivelmente errado com este país, não é?
