INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO.
Qualidade made in Portugal
Lugar: Instituto Superior Técnico
Mito: Instituição de grande calibre e profissionalismo
Realidade: misto de casa de alterne e sala de tortura psicológica

Situação 1: Aluna chumba na primeira e segunda chamada com a mesma nota, 9. Resolve ir falar com o prof responsável. Só encontra a secretária do dito que larga a seguinte boca com, um ar de cumplicidade: quem não chora não mama. Tirem as vossas conclusões.
Situação 2: Aluno chumba com 9 e vai à revisão de provas. O prof diz que apesar de ter metade do exame super correcto só cotou 80% dos 10 pontos porque é o máximo que dá e que as outras porque trocou um detalhe de uma pergunta para a seguinte so lhe cotou 10% do resto dos outros 10 pontos. Aluno em fúria, prof em riso semi-histérico. Tirem as vossas conclusões.
Situação 3: Aula de revisão e dúvidas antes de exame. Prof insiste categoricamente que a matéria A é fundamental para o exame!! Chega a o exame nem sinal dessa matéria mas bastantes sinais de outras matérias que ele tinha excluído do programa. Tirem as vossas conclusões.
Situação 4: certos alunos insatisfeitos com estado de coisas recorrente tentam organizar os colegas. Encontram uma barreira de alunos intimidados e aterrorizados por professores despóticos e vingativos sendo que estão de mãos atadas apesar de terem tido a confirmação da realidade daquilo que viveram naquela instituição.
Nota 1: Todas as situações são reais e deste ano lectivo.
Nota 2: O IST é a instituição de ensino superior com a taxa de suicídio mais elevada do país.
INBETWEEN - 8 Fevereiro 2008






[...] EDUCAÇÃO EM PORTUGAL. A “Superior” qualidade da mesma. Publicado em ENSINO, INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO by dissidentex em Abril 20th, 2008 Sobre este assunto, ou seja, maus professores e más práticas de ensino que não serão alteradas com o novo estatuto da carreira docente - que só “toca” nos professores do ensino secundário aparentemente; já se falou aqui no Dissidente-x sobre a tortura psicológica e a incompetência, como técnicas de ensino vanguardistas do Instituto superior Técnico. [...]
Claro que o recurso a uma espera encapuçada e uma sova no dito professor não se pôe em causa.
Tem piada, no meu tempo — que frase mais velhadas — houve um aluno que foi sacaneado ao estilo que mencionas por uma professora.
O dito aluno esperou pacientemente e, um dia, a dita professora levou com um capacete na omoplata a partir de uma mota que passou por ela em boa velocidade.
Soube-se da coisa, embora nunca se tenha conseguido ligar o tal aluno à pancada, e a partir desse dia (e enquanto a memória esteve clara) não houve mais “sacanices”.
Até pode nem ter sido o tal aluno mas que teve um feito moralizador lá isso teve.
E com isto não significa que os que chumbavam merecidamente deixaram de o ser por medo das represálias. Nem por sombras.
PS: E o aluno não fui eu. Nunca tive mota nem amigos com a dita. E nunca chumbei por sacanice dos professores… sempre por mérito próprio.
Ah! Ainda bem que já não estou com pachorra para escolas. Se um professor me fizesse uma sacanice semelhante podes ter a certeza que não se ria.
Mário: atenção que não fui eu, mas sim o Pedro Fontela do blog Inbetween.
Sim! Isso eu percebi