PACHECO PEREIRA, Isto é ABRUPTO 4
O primeiro post desta série encadernada encontra-se AQUI
- Discute-se e analisa-se um artigo publicado pelo Guru no dia 20 de Abril de 2006;
O segundo post desta série encadernada encontra-se AQUI
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Continua-se a discutir e analisar o artigo publicado pelo Guru em 20 de Abril de 2006;
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e relaciona-se isso com um post do blog Marketing de busca e com um post do “Bruno amaral.com”.
O terceiro post desta série encadernada encontra-se AQUI
- Discute-se e analisa-se as ideias do Guru sobre o que a blogosfera deveria ser;
- e relaciona-se isso coma forma como o blog do Guru aparece listado nos motores de busca;
- discute-se as tentativas do Guru de criar um meio fechado a que só “escolhidos” devam aceder;
- citações de 2004 do Guru a definir o que era ( deveria ser) a Blogosfera.

No post anterior a este ( Nº3) o Guru JPP criticava os técnicos especializados que fariam “truques” e manipulações para aumentar a sua visibilidade nos motores de busca. Escreveu mesmo um post a “criticar os truques para subir no Google”
Várias dimensões existem aqui.
Só é legitima, aceitável, correcta, moralmente acima de toda a suspeita, superiormente ética e presume-se, deveria ser estabelecida por lei, a situação em que um blog devesse ser feito por “pessoas conhecidas” ou com “características” que as habilitassem a escrever em blogs ou a abrir blogs - diz Pereira.
É um esboço de definição totalitária e autocrática do padrão a usar. De quem é que deveria fazer blogs, e paralelamente, de “dizer” quem é que deveria ser indexado pelos motores de busca nos blogs.
Padrão esse, a ser definido pelo senhor José Pacheco Pereira, e padrão esse que favorece as características do Guru Pacheco Pereira e dos seus blogs. Fundamentação para isto? Porque sim…
O que é bizarro nisto tudo é quando fazemos cruzamento de posts quer do próprio artista em questão, quer com o post do António Dias no Marketing de Busca, quer com o post do Bruno Amaral que também mencionei no primeiro post desta serie sobre o senhor Pereira.
E ao fazer-se cruzamento de dados percebe-se que o senhor Pereira anda a doutrinar as massas dizendo o mesmo, mas sempre usando diferentes retóricas/semânticas que parecem diferentes, mas são sempre iguais, e há imenso tempo.
No post 3 eu cito Pacheco Pereira em 2004 a falar de blogs; relembre-se:
“(…) Cerca de 20 a 30 blogues portugueses fornecem todos os dias novas ideias, reflexões, informações, que um cidadão avisado e culto não deve perder.
Não tenho nenhumas dúvidas de que os blogues vieram para ficar, enquanto a evolução tecnológica não permitir a migração do que hoje se pode fazer num blogue para outra plataforma mais eficaz e superior. (…)”
“(…) Excluam-se os blogues e a comunicação social seria diferente. Não porque os blogues sejam lidos por muita gente, mas sim porque são lidos pela gente certa. Os blogues são escritos por uma elite para uma elite, são escritos por estudantes, literatos, políticos, cientistas, investigadores, jornalistas, na maioria dos casos jovens e no início de carreira, e são lidos pelos mesmos grupos sociais e profissionais dos que os escrevem. Um grupo tem relevo especial neste ecossistema que é a blogosfera: são os jornalistas. (…)”
Aqui temos:
- o discurso que elogia a “elite”;
- implicitamente defende-se que só esta pode e deve ter blogs.
- Apenas certos grupos profissionais e sociais devem ter blogs.
Em 20 de Abril de 2006, dois anos depois, escrevia no tal artigo de jornal por mim analisado nos 3 posts anteriores uma variação do mesmo discurso acima.
Orientada para insultar quem faz blogs fosse qual fosse a sua origem ou estrato social, comparando-os a fraudes e a assassinos em série, e usando-os e os seus nick names como arma de arremesso para pretender atingir a influencia de um blog chamado Espectro que durou de Janeiro de 2006 até Março de 2006 e feito por Constança Cunha e Sá e Vasco Pulido Valente.
Em 8 de Setembro de 2007 - respectivamente 3 e 1 ano depois dos artigos acima mencionados - escrevia no Jornal Público o seguinte:
(…) múltiplos aspectos do nosso saber e da nossa cultura milenar estão a ser postos em causa pela potenciação que as novas tecnologias associadas à rede estão a dar à ignorância presumida de saber, ao “amador” que pensa que pode competir com o profissional (seja jornalista, seja crítico literário, seja cientista, seja especialista de qualquer área do saber), apenas porque pode livremente e sem edição colocar num blogue o que lhe vem à cabeça; pela erosão do direito de autor pela pirataria generalizada na rede, com o consequente desinvestimento em produtos culturais caros. (José Pacheco Pereira no Público de 8/09/2007)
Citado a partir do Blog Ideias Soltas AQUI. Que por sua vez o foi buscar AQUI.
Seguindo esta linha de posts e chegando a este excerto; verifica-se que demagogia e falsidade do senhor Pereira são completas.
Quando demonstra estar “muito preocupado” com o nosso “Saber e cultura milenar”, culpando as novas tecnologias por potenciarem esta “erosão do Saber”.
Critica ainda o facto de “qualquer um” (que horror) poder pensar que pode competir com o profissional porque coloca livremente (aquilo que incomoda Pacheco…) e sem edição ( isto deve ser entendido como censura, variante auto censura).

Aspirina C Recomenda-se ao Pacheco.
1 . Importa esclarecer de onde é que isto vem…
A origem desta ” conversa “/ “discurso” de preocupação com a “cultura milenar” não é da autoria do senhor JPP. É (também) da autoria do senhor Andrew Keen, mais uma estrela mediática propulsionada para a estratosfera da fama precisamente por ter escrito um livro onde critica a Internet e a crença no “culto do amador” que faz coisas como o profissional.
É o discurso acerca da “erosão do Direito de autor”, pela pirataria generalizada que levará aos produtos culturais caros e ao desinvestimento nos mesmos.
Convém mencionar, já que falamos em cópia, que as pessoas que seguirem a ligação que eu insiro para o blog do senhor Keen, poderão reparar que do lado esquerdo em cima, existe um espaço onde se pode ler o primeiro capítulo do livro do senhor Keen. Tenham a paciência de ler as 44 páginas em inglês e a partir do meio delas descobrirão, extasiados, que o artigo do Senhor Pereira de 8 de Setembro de 2007, é retirado, embora “trabalhado e maquilhado” do conteúdo do livro do senhor Keen.
O que quer dizer que o Guru JPP leu o livro do senhor Keen.
É uma pena o “trabalho de cópia” do senhor Pereira ser …… amador, e sujeito a pouca edição…
2. Já agora importa esclarecer de onde é que isto vem, tanto quanto eu, pobre amador, sei.
O Sr Pereira cita Andrew Keen. Quem deveria citar para aumentar o nível de qualidade da citação é este senhor chamado Alan Bloom. Que foi “instruido” por Leo Strauss, um conhecido conservador de extrema direita e que, por sua vez, um dos discípulos de Bloom foi o senhor Paul Wolfowitz, mentor do PNAC.
Já que a cultura milenar está em perigo falemos dos principais defensores da mesma … que criaram um plano para invadir o Iraque…para a defender… (Este é um argumento da minha parte que apela ao ataque de carácter e ao ataque às circunstancias das personagens envolvidas…mas eu sou amador…posso escrever sem edição falácias… Já os profissionais que as citam devem ser protegidos e acarinhados…)
Quem se der ao trabalho de ler a entrada em inglês da Wikipedia, verificará que o “discurso do Pereira” apresenta “espantosas semelhanças com o do Bloom…
Duas diferenças:
- O Bloom era apesar de tudo um intelectual sério e empenhado;
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Já agora: eu tenho o livro Bloom em português, acaso algum cromo apareça aqui a dizer que não é bem assim…
↔
E em 30-12-2007, o Guru Pacheco volta a atacar a Blogosfera e os bloggers. Reescreve o mesmo texto que já tinha escrito em 20 de Abril de 2006, alterando a técnica de escrita, mas com os mesmos objectivos. Criticar as pessoas que se atrevem a fazer blogs e a publicarem o que lhes vai na cabeça, sem antes irem pedir permissão a alguém.
Mas para dar a ideia que existe algo de novo, que só ele conhece e sabe e descobriu chama a isso a “Cultura de blog nacional”. Cheia de defeitos que só o supremo e e superior blogger Pacheco Pereira sabe descobrir - mais ninguém sabe. Cita-se o auto proclamado Deus:
“…O que se passa é que esse verdadeiro mostruário em linha, feito de mil egos à solta, revela mesmo a nossa pobreza, a nossa rudeza, a falta de independência face aos poderosos, grandes, pequenos e médios, os péssimos hábitos de pensar a falta de estudos e trabalho, de leitura e de “mundo”, que caracterizam o nosso “Portugalinho”. Nem podia ser de outra maneira. Com a diferença que nos blogues o retrato é mais brutal porque mais arrogante e mais solto, ou pelo anonimato, ou pela completa falta de noção de si próprio de quem, por poder escrever sem edição para os milhões de leitores potenciais da Rede, acha que é crítico de cinema instantâneo, engraçadista brilhante, analista político, escritor genial de aforismos, herói único da denúncia dos males do mundo, e portador de todas as soluções que só não são aplicadas porque os outros, a começar pelo blogue do lado e a acabar no fim do mundo, são todos corruptos, vendidos e tristes.
Neste mesmo post e para fundamentar o que acima se escreve Pacheco Pereira cita Eça de Queiroz que escreveu umas criticas aos jornais do seu tempo.
Pacheco Pereira faz a comparação entre o que se passa actualmente nos blogs com o que se passava há 140 anos trás com os jornais e o que neles se escrevia.
Desculpa-se (devido ao tal artigo de 20 de Abril de 2006 no Jornal Público, especulo eu,) dizendo que só uma minoria escreve assim, em seguida fala de privacidade e de pessoas que se expõem em Público e mais umas coisas até chegar ao que queria chegar: a caracterização da cultura de blogue.
O nosso teórico diz que:
…Mas há indícios, principalmente nos mais jovens, do aparecimento de uma “cultura de blogue”, de uma aproximação cultural ao mundo feita de pouco mais do que a leitura de blogues e de outras páginas da Rede, que têm mecanismos de social networking como as variantes nacionais do Facebook, ou o Hi5, o Second Life, e o mecanismo de trocas de “favoritos” que vai dar ao YouTube.
E ainda diz que:
“…Para uma geração de jovens que só lê escassamente os jornais, para além dos desportivos e dos gratuitos, a “cultura de blogue” começa a deixar os seus traços próprios: redução da temática considerada “importante” ao que é discutido nos blogues, valorização do posicionamento comprometido, de “prós e contras”, maior radicalismo político e opinativo, mecanismos de identidade grupais ou tribais,…”
“… Não é um fenómeno “mau” por si só, tem também aspectos “bons”, na proporção desigual que é habitual para Portugal nestas coisas, mas caminha para ser um instrumento suplementar que reforça as duas tendências em curso nos nossos dias: a da substituição da democracia pela demagogia e a espectacularização da sociedade.”
Sobre demagogia, Pacheco Pereira sempre foi especialista, até porque sempre fez muita.
Desconheço o que é que o Hi5, oFacebook, o Second Life, ou oYoutube, tema ver com a cultura de blog, dado que um Blog é diferente dos acima citados. Mas táctica é sempre a a mesma: apelar a um argumento baseado no uso da força. O leitor é persuadido a aceitar que consequências terríveis advirão de um qualquer hipotético mal, neste caso caracterizado como sendo “a cultura de blog”.
Continua-se:
A blogosfera é tão avessa à crítica como os media tradicionais, com a agravante de que o envolvimento narcísico é tão forte que, mesmo dentro de blogues colectivos, a mais pequena fractura se torna explosiva. Os blogues não gostam de ser objecto de críticas e, como é obvio, tem uma alta noção de si próprios e estão tão cheios de autocomplacência e de elogios mútuos que consideram um anátema qualquer discurso que lhes pareça exterior e que os ponha em causa, a eles e às regras do jogo que estabeleceram. Desde o início da popularização da blogosfera o chamado “metabloguismo” era considerado um desvio da genuinidade do discurso em linha, mas, sem reflexão crítica sobre o próprio meio, sobre o meio em Portugal, que introduza critérios de qualidade e exigência que os blogues são lestos a exigir a outros mas não a aplicar a si próprios, os blogues serão apenas mais uma câmara de ressonância da pobreza da nossa vida cívica.
Como também tenho um blogue, deixo aos leitores o julgamento do que se me aplica do que aqui digo.
(versão do Público, 29 de Dezembro de 2007)
Um possível resposta a isto acima pode-se encontrar neste post de que transcrevo uma parte:
«Vamos admitir, o que não me custa nada, porque até acho que é verdade, que mais de 90 por cento do que está na blogosfera é lixo. » (José Pacheco Pereira, Público, 9.11.06)
Mais uma frase avulsa do guru dos Blogs portugueses. Na minha modesta opinião apenas faltaram 2 pequenas palavras: “para mim”, ficando a frase: «Vamos admitir, o que não me custa nada, porque até acho que é verdade, que mais de 90 por cento do que está na blogosfera é lixo para mim. »
Blog Contraditório- 13-11-2006
Nesta página existe o artigo completo, o de 20 de Abril de2006 que deu origem ao declínio Blogosférico do Guru, em termos de percepção por parte da Blogosfera disso mesmo.






Estes textos são uma importante ferramenta crítica, precisamente para essa pobre gente do “povo”, que não aspira propriamente aos quinze minutos da fama, apenas quer perceber os enredos que lhe são montados e que tem todo o direito de recusar!
Não estaremos a assistir a uma flagrante de desestruturação neste “post-industrial” tardio onde as ideias, a invenção e a imaginação, a arte genuína, são valores que se buscam desesperadamente, tal é a sua carência?
As “elites” portuguesas não estarão,como sempre, ainda ligeiramente atrasadas?
Sabemos como são perigosas certas generalizações a que me atrevi neste comentário. Lamento se isso aconteceu. Aconteceu por conta da revolta que percepção de certas manobras causou.
A: estes textos são so que eu apanhei do senhor. Em vários outros textos deste senhor, escritos no Jornal Público eem várias intervenções públicas deste senhor em programas de rádio , televisão, etcm, o fundo do discurso dele é sempre o mesmo.
Repare: quando ele fala em “falta de independência relativamente aos poderosos” ele está a caracterizar-se a ele mesmo.
Ele escreve, mas “camuflado” , e disfarçado, para agradar aos poderosos. A diferença é que a erudição dele (estamos a falar de um tipo que tem uma biblioteca pessoal de uns 60 mil exemplares de livros e que não faz mais nada a não ser ler e escrever) permite mistificar um certo tipo de discurso totalitário do mais que existe.
E isto sou sou eu , e o que apanhei e eu até sou um grande ignorante e leio pouco o Pacheco.
No entanto lembro-me muito bem da tipologia de discurso dele desde há 20 anos.
E conhecia o Allan Bloom precisamente porque um dos cromos que citou o allan Blom há perto de20 anos ter sido o senhor José Manuel Fernandes no público quando então era lá jornalista.
O senhor José Manuel Fernandes, tal qual como a senhora Teresa de Sousa, jornalista do Público, por exemplo foram membros do Pctp mrpp, tal qual o Pacheco.
É daí, dos anos 7o a origem deste pessoal e as cumplicidades futuras que levam a que se diga o que se diz e se publique o que se publica.
E o discurso totalitário, como prototipo está todo aqui.
Só uma “elite” deve ser considerada como passível de aceder a coisas, tudo o que não seja isso é:
“…mil egos à solta, revela mesmo a nossa pobreza, a nossa rudeza, a falta de independência face aos poderosos, grandes, pequenos e médios, os péssimos hábitos de pensar a falta de estudos e trabalho, de leitura e de “mundo”, que caracterizam o nosso “Portugalinho”.”"”
É por isso cara A, que toda a gente tem o direito de recusar.
Eu já há muito tempo que recusei esta conversa destas pessoas e incentivo toda a gente a recusar.
Já chega de andarmos todos a sermos enganados.
A:
“”"As “elites” portuguesas não estarão,como sempre, ainda ligeiramente atrasadas?”"”
a) não existem elites, antes um bando de bandalhos do pior
b) o atraso delas é a motivação em nos fazer andar a ser limitados.
Espero que os meus singelos posts e a breve explicação dos mesmos tenha ajudado a compreender MELHOR a lógica por detrás da conversa deste senhor e de outras.
Ele está na prática a apelar à censura, a identificação de quem faz blogs pelo conteúdo dos mesmos, a exoneração de quem faz blogs por não ter pedigree, a tentar definir o padrão do que devem ser blogs dizendo que 99% do que s efaz não vale nada.
Proponho uma definição alternativa: 99% vale alguma coisa, enquanto 1% entre os quais se inclui o blog do Pacheco é que não vale nada.
E não vale.
Esteticamente, graficamente, em termos de conteúdo, em termos de conteúdo NOVO, o blog dele não vale nada.Vale zero.
80% do conteúdo dele e do blog dele não é feito por ele, mas sim pelas pessoas que enviam para lá cartas e mensagens de email e que ele - publica exercendo um filtro - de acordo estritamente com os gostos dele.
Na pratica estão as pessoas a trabalhar de borla para ele.
Ele pode decidir filtrar o que quiser. O que já não é legitimo é dizer e fazer crer que não é isso que faz, e que o padrão que ele usa é que é democrático coisa que não é.
E pretender sob a capa da “elevação da cultura e da modernidade milenar” pretender promover a censura.
Pretender promover a auto censura.
Pretender promover Rankings de blogs mas desde que seja ele a dizer como e desde que seja ele a estar em primeiro lugar.
Só aí é que são legítimos.
Quando não aparece em primeiro lugar,então opta pela táctica de desvalorizar os outros dizendo que os métodos que os outros usam são desonestos.
Desonesto é ele, como se percebe desta conversa dos posts dele e dos artigos de jornais.
É realmente claro e bastante grave que:” o atraso delas (das elites) é a motivação em nos fazer andar a ser limitados” Se conjugarmos isto com o analfabetismo funcional e a tibieza (ou mesmo medo) de pensamento de muitos portugueses temos um quadro que assusta.
“…temos um quadro que assusta.”
Pois temos e já não é de agora.
Daqui a uma , duas semanas eu vou começar a a postar para se perceber o que “as elites” tem inspirado para que nós sejamos todos limitados…
Enquanto, paralelamente, se continuam a vender teorias e propaganda para criar ilusões que enganem as pessoas.
Eu não lhes reconheço qualquer “categoria de elite”.
E isto não tem à ver com o actual governo, note-se também.