PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE TURISMO.4
Finaliza-se hoje a muito pouco aguardada parte final da série: Plano estratégico de turismo nacional. Esta é a parte 4 onde descobriremos o resto da opção política nacional de transformar 15% da população portuguesa em lacaios semi escravos, nos sectores de turismo e serviços, especialmente o Golfe.
No artigo 1 que se pode encontrar AQUI tínhamos que:
” Como povo, somos vitimas de uma mistificação nacional.
Foi “decidido” internacionalmente; com a ajuda do sentimento de inferioridade, desejo de agradar, recompensas em bens materiais e prestígio, e temor reverencial dos políticos portugueses – da actual classe política – que deveria Portugal aceitar ser pobre, ser um país de “serviços”, um país de turismo, um país de mão de obra apenas qualificada para esses sectores.”
No artigo 2 que se pode encontrar AQUI tínhamos que:
Eram analisadas, respectivamente as partes 1, 2, 3 do Plano estratégico nacional de turismo nas suas mais variadas vertentes, especialmente a questão de transformar 15% da população portuguesa em trabalhadores na área do turismo ( e serviços).
No artigo 3 que se pode encontrar AQUI tínhamos que:
a análise ia da parte 3 até à parte 7 e focava o facto de o Golfe e os resorts serem um “tema de conversa sistemático” dentro do Plano Estratégico Nacional de Turismo com os mais variados objectivos geográficos preenchidos com a criação de campos de golfe por tudo o que era sitio e local.
EM BAIXO: CONCURSO “DESCUBRA AS DIFERENÇAS” ( e ganhe um campo de golfe perto de casa como prémio…)

Neste artigo 4 temos o resto da análise começando pela parte 8 do plano estratégico nacional de turismo…
Na parte 8 do Plano surgem as preocupações com o ambiente. Legislação que não tenha preocupações com o ambiente não é legislação; é de bom tom…
Cita-se e trunca-se uma parte:
Tendo em conta os recentes encerramentos de unidades hospitalares, e tendo em conta o que vem dito nesta resolução, e fazendo uma analogia, concluímos que existem regiões, isto é, pessoas que vivem nessas regiões que são consideradas como não prioritárias, uma vez que estão fora das zonas prioritárias – as dos resorts e do Golfe.
Isto porquê? Porque os recursos são escassos. Se são escassos, e se existe um Plano estratégico de turismo isso significa que irá ser dada primazia em investimentos públicos às áreas turísticas em detrimento das áreas não turísticas. Logo, o dinheiro a ser destinado de forma uniforme para todo o território nacional já não o será,mas apenas terá como prioridades certas áreas…… prioritárias.
color: #000000″> E assim se ataca a coesão nacional alegremente definindo planos estatais estratégicos que DE FACTO isolam populações, servindo para criarem zonas turísticas para as quais os melhores recursos são destinados e outras zonas onde … não existirá nada mais que do que o mínimo dos recursos disponíveis. (Existirão pobres de primeira e pobres de segunda…)
“…Destaca-se a necessidade de assegurar a limpeza e despoluição ao nível do solo, subsolo, água e ar, o controlo dos níveis de ruído, de assegurar boas condições de saneamento e também a eliminação de depósitos de entulho nas margens dos rios em áreas turísticas…”
È-se forçado a concluir que os sítios que não tenham interesse turístico, e tenham más condições de saneamento serão deixados assim, tal qual estão. O ordenamento do território não será um imperativo ético e lógico, antes será apenas feito por interesses turísticos (isto é, dinheiro…).
Na parte do “Plano” designada por parte 9 temos que:

…e que estabeleça parcerias com escolas internacionais de referência e com empresas do sector e que promova actividades de investigação na área da gestão da hospitalidade segundo as melhores práticas internacionais.
Deve ainda ser seleccionada uma escola regional por região que dinamize a geração de conhecimento e ofereça formação turística.
Por fim, é necessário estimular o desenvolvimento curricular e os estágios de alunos de várias áreas disciplinares (por exemplo: arquitectura, gestão, engenharia) no sector do turismo e fomentar a especialização em domínios de interesse para o sector.
Ideia 1:
Como grande parte das escolas de gestão turística hoteleira até estarão ligadas a grupos de hotelaria internacionais, o que aqui está será apenas mais uma forma de “atrelar” a formação turística especificamente aos interesses de formação e de remuneração de futuros empregados a formar, por parte das entidades empregadoras multinacionais.
Ideia 2:
Também gera outra ideia aqui altamente perigosa mas de acordo com a lógica que aqui está.
Trata-se da ideia destinada a baixar – de forma artificialmente controlada – remunerações.
Utilizando a “profusão” de escolas. “Uma escola regional por região…”
Ao final de 5 anos o número de formandos será largamente excedentário no sector; isto é existirá um excesso de oferta de profissionais da área turística.
- Consequentemente os ordenados baixarão.
- Consequentemente teremos inúmeras pessoas que acreditaram em mais uma “oportunidade de formação ” a serem defraudadas por isto mesmo.
- Consequentemente irão existir pessoas fora a emigrarem para fora. As pessoas são parvas mas não totalmente…
Quem fica a ganhar? As cadeias internacionais de hotéis, que por um custo baixo, terão um mercado aberto e profissionais amestrados disponíveis para trabalhar por pouco; o Golfe, os resorts que passarão a ter funcionários altamente qualificados a trabalhar por meia dúzia de cêntimos.
Qual é o interesse disto para o país?
Absolutamente nenhum.

10 — Promoção e distribuição
Implementar uma abordagem inovadora na promoção e distribuição. No que respeita à promoção e distribuição, existe necessidade de inovar e de comunicar uma proposta de valor diferenciada, actuando em segmentos alvo por mercado emissor. É fundamental um maior enfoque no canal Internet e na gestão pró-activa da relação com os prescritores. A prioridade de promoção deve ser o destino Portugal.
“…na comunicação dos seus elementos diferenciadores—«clima e luz», «história, cultura e tradição», «hospitalidade» e «diversidade concentrada».
Estão a ver ( os poucos gatos que lerem isto) como somos todos estúpidos que nem uma porta? (Até existem as palavras “enfoque ” e prescritores…só falta a palavra “Vitualhas” para isto ser alta literatura…)
Diz-se no Plano em “abordagem inovadora”. E depois desce-se duas ou três linhas e diz-se “comunicação dos seus elementos diferenciadores.
Ou seja, o sol de Portugal é diferente do sol de Espanha, porque é um elemento diferenciador, assim dito no Plano estratégico de turismo nacional. Diria mesmo mais: só aqui é que há sol diferenciado… Já agora: o que é que será diversidade concentrada?
Entretanto e continuando a descer ( nesta resolução é tudo a descer…) na resolução 53/2007 que dá origem a estes 4 posts/artigos surge, a necessidade de dar a ganhar dinheiro a terceiros e de exacerbar a vaidade auto promocional dos nossos governantes, assessores, etc…manifesta-se…
“…O conjunto de meios (mix) de promoção deve reflectir a necessidade de atingir o consumidor final, o que deve ser feito através de comunicação directa, mas também
através de prescritores. Para a promoção directa ao consumidor final, para além do canal Internet, devem ser privilegiados os canais especializados (por exemplo:revistas temáticas, canais de televisão especializados), e utilizada uma abordagem inovadora e oportuna (por exemplo: promovendo a presença de Portugal em filmes ou em programas televisivos de grande notoriedade e divulgando a presença de personalidades mediáticas em Portugal).”
Santa paciência …
Gosto também neste plano do amontoado de expressões inglesas ao longo do mesmo: Mix´S, workshops, open spaces, marketings, todos coabitam numa alegre confusão…anglofónica…
Observe-se mais adiante ainda que :
“…A eficácia e eficiência da estratégia é monitorizada com base em indicadores para avaliar o impacto de cada acção e aperfeiçoar o conjunto de meios (mix) de promoção de cada mercado. Portugal deve ainda ter uma participação activa nas organizações internacionais de turismo, bem como procurar o desenvolvimento do relacionamento institucional com os países de língua portuguesa
Ah ganda Mix, que tens direito a estar em dois lados e ser citado duas vezes…
Na parte 11 entre muita conversa para encher chouriços e morcelas temos que:
“…Por outro lado, deve ser revisto o processo de licenciamento turístico, assegurando um licenciamento de projectos turísticos transparente e ágil, em particular para os projectos com maior potencial de criação de valor para o turismo, nomeadamente através da integração e simplificação da legislação reguladora do acesso e exercício da actividade turística, da revisão de prazos processuais e mecanismos de decisão, e da criação de «via-rápida» para projectos de alto valor acrescentado, sem prejuízo do cumprimento da legislação em vigor e da sua adequada inserção ambiental e territorial.
Tradução: os grandes projectos de turismo, presumivelmente internacionais serão decididos rapidamente, provavelmente em conselho de ministros, que é para serem rapidamente aprovados, fazer-se a propaganda do costume relacionada com os “empregos” que irão ser criados, e demais demagogia do mesmo tipo e lamber as botas depressa aos estrangeiros investidores…


NOTA: ESTE É UM CARTOON FEITO POR RUI PIMENTEL PARA O JORNAL SEMANÁRIO “O JORNAL” EM E PUBLICADO NA EDIÇÃO DE 4 DE SETEMBRO DE 1992. A PARTE A AZUL FUI EU QUE ACRESCENTEI BEM COMO A FOTOGRAFIA DO SENHOR … ACHO QUE SE PERCEBE…..O AR RASTEJANTE DA PARTE DE BAIXO DO CARTOON COM A SEGUNDA CABEÇA DO FUNCIONÁRIO LACAIO…
E em seguida passamos para o item IV deste plano onde está, resumida toda a lengalenga anterior do plano estratégico nacional de turismo.

Como se vê na imagem:
“atrair investidores de referência internacional”
” uma cultura de excelência de serviço no sector do turismo”
“reforçando a componente de hospitalidade por parte da população”
“o objectivo é o desenvolvimento de uma cultura nacional de turismo”
sendo para isso necessário demonstrar a importância do turismo para a economia nacional e os seus efeitos positivos etc e tal.
Tradução: formação de lacaios dóceis e hospitaleiros que ganhem pouco e trabalhem muito para os investidores internacionais.
Maneiras de o fazer: pressupõe a lavagem ao cérebro da população falando em “”cultura nacional de turismo” e acenando com os benefícios positivos da mesma mandando a cenoura do “ambiente e da melhoria da qualidade de vida” das populações como sendo os supostos bens que viremos a ter com a cultura nacional de turismo.

O post onde isto foi desvendado pode-se encontrar AQUI



[...] A parte 4 (e última) deste post encontra-se AQUI [...]
PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE TURISMO. « DISSIDENTE X
22 22UTC Março 22UTC 2008 em 12:41
[...] A quarta parte (e última) desta magnifica série encadernada pode ser encontrada AQUI [...]
PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE TURISMO. 2 « DISSIDENTE X
22 22UTC Março 22UTC 2008 em 12:44
[...] A parte 4 (e última) pode ser encontrada AQUI [...]
PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE TURISMO. 3 « DISSIDENTE X
22 22UTC Março 22UTC 2008 em 12:50
Olá dissidente!
Vim desejar-lhe uma boa Páscoa com tudo a que tem direito: amendoas, ovinhos, etc
Metódica
22 22UTC Março 22UTC 2008 em 20:13
Lê-se, pensa-se noutras coisas que com isto se relacionam e fica-se arrepiado.
Já tinha encontrado várias vezes a questão do golfe (em contextos muito diferentes) e qualquer pessoa normal vê a falta de lógica no país, sobretudo a sul, com os problemas crónicos de abastecimento de água. E esta questão é, como se sabe, muito séria a nível global. Calha-nos a nós o sacrifício em nome do turismo/actividade estratégica?
O depreciamento da formação intelectual/profissional da população é outra questão que, vista isoladamente, parecia não ter lógica, se assumíssemos uma perspectiva da valorização dos cidadãos do país e dos seus recursos produtivos. Outro sacrifício fútil?
Ainda estou a cismar
A
22 22UTC Março 22UTC 2008 em 20:21
Metódica: Obrigado mas eu vivo numa caverna e não festejo a pascoa embora até saiba que ela calha ao domingo ….
dissidentex
22 22UTC Março 22UTC 2008 em 20:29
Sendo assim um optimo domingo caro Dissidente
Metódica
22 22UTC Março 22UTC 2008 em 20:35
A:
a minha questão é exactamente a seguinte: NÃO VER AS COISAS ISOLADAMENTE.
“”"Lê-se, pensa-se noutras coisas que com isto se relacionam e fica-se arrepiado.”"”
Deve-se ficar arrepiado, mas isso apenas deve servir para que as pessoas mais reajam contra um certo estado das coisas.
É por isso que eu publico certas aqui e hei-de publicar algumas outras mais, sobre este assunto e a “A” ( e espero que outras pessoas) percebam exactamente do que se trata, do que se está a preparar.
Mais ainda: nada disto é segredo, é relativamente feito às claras e já não vem de agora.
“”"Calha-nos a nós o sacrifício em nome do turismo/actividade estratégica?”"”
Claro que sim. A loucura destas pessoas leva a isto.
A lógica é aquela que eu indico no post : primeiro gastam-se recursos, depois de se gastarem e estarem as peças de xadrez colocados nos sítios surgirão os problemas e dir-se á- que “é necessário fazer algo” e o algo passa por mandar a conta e a factura para o resto dos portugueses que, paradoxalmente, contribuíram com os seus impostos para este estado das coisas.
Depois irá falar-se de privatizações da agua e da sua gestão e o processo de auto convencimento das pessoas é exactamente este.
Meto uma amável imagem de um documento oficial da Universidade do Algarve e imagens da resolução 53/2007, documentos oficiais que estão acessíveis.
“”"O depreciamento da formação intelectual/profissional da população é outra questão que, vista isoladamente, parecia não ter lógica, se assumíssemos uma perspectiva da valorização dos cidadãos do país e dos seus recursos produtivos. Outro sacrifício fútil?”"”
O depreciamento é feito:
a) de propósito
b) em situação controlada
c) existem institutos públicos e pessoas dentro dos institutos públicos que sabem perfeitamente bem, uma vez que há estudos feitos , que se se tomar certos caminhos irá dar a certas situações.
Oportunamente irei publicar certas coisas em relação a certas áreas.
Que tem que ser vistas NÃO ISOLADAMENTE mas relacionando com outras.
E depois ” percebe-se ” muita coisa e porque é que certas decisões aparentemente estranhas e incompreensíveis não o são afinal…
Quando a “A” diz que “está cismar” a A deve perceber que a um nível de perspectiva das coisas mais elevado e distanciado, quase de pedestal seu , a “A” deve perceber que foi “traída” , que a sua família foi traída , que eu fui traído, que a generalidade dos portugueses foi traída.
Não gosto muito da palavra “traição” mas tenho que a usar que é o que aqui está.
O mais espantoso é que recentemente percebi que isto já não é de agora, não é exclusivo deste governo, sucede há pelo menos 20 anos ,e tem sido ,curiosamente, a “auto proclamada esquerda política” que mais tem aberto a porta a que certas coisas sejam feitas.
Significa isto que eu apoio a direita?
Claro que não.
Mas o que importa aé ver as coisas como elas são e o PS sempre que chega ao governo revela “temor reverencial” e vontade de agradar a certos interesses que não se compreendem…
dissidentex
22 22UTC Março 22UTC 2008 em 20:43
A visão distanciada, e mais de conjunto, é importante, de facto, Esta “traição das elites” vem muito de trás. O “vírus” da necessidade da hospitalidade/submissão aos turistas (mesmo os mal-educados e sobranceiros) casa muito bem com uma certa atitude pacóvia das nossas elites caseiras, em relação ao “estrangeiro” visto por atacado, como o sítio onde tudo é melhor.
E é melhor, muito melhor, apenas e só, em certos sítios do estrangeiro.
O problema é que nunca foi questão de se melhorar aqui, argumentando que os portugueses são estúpidos e de qualidade inferior. Os ditos têm acreditado e submetem-se, facilmente, à sina de servir superiores interesses da Ideia de progresso global, de mercado, de desenvolvimento económico, União Europeia, de Deus, do Mundo e mais toda conversa de treta que por aí vai (o Dissidente destacou e gozou muito bem com alguns desses segmentos de prosa balofa). Pelo meio, são enterrados os verdadeiros interesses económicos desta comunidade, enquanto uns quantos são remunerados muito terrena e principescamente (até se vangloriam de se terem feito ricos à sua própria custa e da sua esperteza(lindo termo) natural). Infelizmente, tanto a retórica da esquerda como a da direita têm servido muitas vezes para ajudar à festa.
Nó de dupla volta/nó cego. Traição abjecta!
Tanto pior agora, já que, o espartilho vem de fora e é tremendamente pesado e insere-se num xadrez fortíssimo (ou estarei aqui também a seguir a Ideia?)
A
23 23UTC Março 23UTC 2008 em 9:13
“”"Tanto pior agora, já que, o espartilho vem de fora e é tremendamente pesado e insere-se num xadrez fortíssimo (ou estarei aqui também a seguir a Ideia?)”"”
Em grande parte está a seguir a ideia.
As coisas ainda são reversíveis.
É necessário, no entanto que mais e mais pessoas saibam de como as coisas são e de como são reversíveis.
Os portugueses são estúpidos mas não é da maneira como se pensa.
Nem da maneira como convém às elites.
dissidentex
23 23UTC Março 23UTC 2008 em 10:48
“formação de lacaios dóceis e hospitaleiros que ganhem pouco e trabalhem muito para os investidores internacionais”
O que mais me arrepia é verificar que pessoas que conheço e que até aqui pensavam pela sua cabeça, já estão embrulhadas de tal maneira neste “desígnio nacional” que até o vêem com bons olhos.
Água mole em pedra dura…???? Ou vencer pelo cansaço???
GMaciel
24 24UTC Março 24UTC 2008 em 12:29
Gmaciel:
“…é verificar que pessoas que conheço…”
Obviamente a Gmaciel não as conhecia bem…primeiro aspecto a reflectir.
Dois: por razões que eu me esforçarei por revelar durante próximos posts assim tenha tempo ,divulgarei dados públicos com factos que mostrarão, a quem quiser perceber, que esse desígnio nacional não terá qualquer hipótese de ser cumprido, por razões inerentes ao próprio desígnio em si…
e que muitas dessas pessoas apenas estão a ser estúpidas e a auto enganarem-se, uma vez que o jogo que se quer fazer já está decidido o resultado ainda antes dele ter começado…
“…Água mole em pedra dura…???? Ou vencer pelo cansaço???…”
Ninguém vencerá…
o cidadão comum tem todas as hipóteses de parar isto.
Resta saber se quer ou não.
dissidentex
24 24UTC Março 24UTC 2008 em 12:52
Ha uns tempos atras, colegas meus dissera-me “Nuno tu tens em sorte em viver num local onde passamos ferias”.
Na verdade, de forma inconsciente, disseram “Vives num pais porreiro para passar ferias mas nao para trabalhar”.
Engracado
Eu poderia ter feito aquele mesmo comentario a um nativo da Polinesia Francesa.
Infelizmente o turismo que temos e’ apenas sol e praia. Nao conseguimos captar turismo cultural para gente civilizada. E’ apenas turismo para indios, barato e simples.
Nuno Correia
22 22UTC Outubro 22UTC 2008 em 15:40
Nuno: mas é isso que se quer perpetuar, o turismo para índios.
Com a população portuguesa a servir de criado de mesa dos índios.
dissidentex
22 22UTC Outubro 22UTC 2008 em 16:08
[...] Plano estratégico nacional de turismo 4 [...]
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4 04UTC Junho 04UTC 2009 em 15:23