PACHECO PEREIRA, ISTO É ABRUPTO 5.
No passado dia 22 de Março de 2008, um jornalista do Jornal público dedicou-se ao nobre exercício de tentar manter o emprego curvando a espinha. O método escolhido é o do costume: dar graxa ao senhor Pacheco Pereira ( e amigos).
Para isso escreveu um artigo inacreditável ( inacreditável porque completamente cretino).
Transcrevo uma parte do post para juntar ao meu arquivo pessoal de colecção de asneiras de Pachecos Pereiras (e amigos); um bom artigo de análise a este artigo de jornalismo sebento e rasca. Transcrevo, dizia, esta parte de um post feito no blog iphil.blogs.sapo.pt onde o autor desmonta as tretas do jornalismo de protecção que é feito às pseudo figurinhas da blogosfera portuguesa como é o caso do senhor Pacheco Pereira (e amigos).
Como isto já foi feito, escuso de estar a gastar latim fazendo-o eu próprio quando alguém já o fez suficientemente bem.
Entretanto e para preparar os magotes de milhares de milhões de pessoas que vem até este tugúrio infecto insiro uma imagem do blog ” We have Kaos in the garden“, mais um blog de que o senhor Pacheco e os amigos não gostam, embora retirada de Ferrão.Org
O texto que lá está e para o qual mando ligação é interessante. Chama-se Lobbies” que é uma palavra que eu associo sempre ao senhor Pacheco Pereira e ao Lobbi de ex-membros do PCTP-MRRP, dos quais muitos estão no Jornal Público, curiosamente…

A Maria João está a tentar não escrever sobre o artigo do Público (devem clicar na caixa de texto do artigo), que saiu na edição de ontem, dedicado à blogosfera nacional. Considerando que a noite não me correu como eu esperava, aqui fica a minha opinião a quente:
- O artigo começa por referir que existem cerca de 200 mil blogs em Portugal. Contudo, parece que só os “iluminados” são dignos que ter o seu blog, considerado como um blog que vale a pena ser lido…
- É triste perceber a “visão” obtusa desses “iluminados” sobre a “restante” blogosfera…por algum motivo não leio 99% dos blogs referidos no artigo…
- É bom perceber, as razões que levaram Pacheco Pereira a criar o seu próprio blog…
“E não lhe parece muito relevante saber se os portugueses criam muitos blogues por serem “pobrezinhos, solitários ou conservadores”. Pacheco Pereira sublinha que “muitos blogues são muito maus, como não podia deixar de ser, porque reflectem o mundo cá fora que também não é brilhante”, mas acredita que “o facto de haver milhares de pessoas em Portugal a ler e escrever blogues é um avanço no espaço público”.“
- É bastante divertida, a parte em que os “iluminados” discutem as habilitações dos “bloggers”…
“Rui Tavares, que se revelou no desaparecido blogue colectivo Barnabé, não tem dúvidas de que a dimensão da blogosfera é positiva, e acha que o próprio discurso sobre o atraso português deve ser escrutinado, já que tem dúvidas de que se possa falar de um “atraso cultural”. O que “talvez haja”, diz, “é um atraso académico”.“
- Só os “potenciais seleccionáveis” para colunistas é que tem espaço na blogosfera.
- Para os desatentos, os blogs não são dedicados à discussão política ou partidária.
- Pedro Mexia diz: “Entre a queda do Muro de Berlim e o 11 de Setembro, não se sabia muito bem o que eram a esquerda e a direita“. Eu pergunto…”E hoje, os partidos sabem responder a essa pergunta?”
- A Piéce de Resistance: Não tenho qualquer tipo de relação profissional com o Sapo e depois de ter pertencido a um planeta de blogs, posso de forma legítima, referir que os “iluminados” pouco ou nada sabem sobre “redes de blogs”, “publicidade” e “serviço GRATUITO de blogs”.
Em relação a este tópico em concreto, deixo-vos com o excerto do artigo:
“Pacheco Pereira recorre a analogias com o velho faroeste americano para caracterizar a blogosfera portuguesa e o modo como esta foi evoluindo. Acha que, entre os blogues com maior expressão, “existem várias tribos, e uma comunidade geral, uma “nação índia”, com regras de sociabilidade mais ou menos comuns”. Mas crê que se “passou de um ambiente “comunitário” primitivo para uma “luta de classes” agressiva, em grande parte”, argumenta, “porque a blogosfera é um campo de recrutamento dos media tradicionais e os bens são escassos na opinião”. E acrescenta que “já há tentativas de ganhar dinheiro, criando redes de blogues que se citam artificialmente uns aos outros para depois serem vendidas a algum operador que se pretenda instalar na blogosfera”. Recuperando a metáfora inicial, resume: “Continua o far west, mas já chegaram as companhias ferroviárias e os Pinkerton”. A recente transferência de muitos dos blogues mais conhecidos para a plataforma fornecida pelo Sapo, alguns deles a convite do próprio portal, parece dar-lhe razão.“
Depois destas palavras, espero que Pacheco Pereira compre o seu próprio domínio e alojamento, porque estas palavras adequam-se ao seu próprio blog…basta substituir “Sapo” por “Blogger/Google”. Claramente, existe um grave desconhecimento sobre os conceitos, acima referidos.
Pessoalmente, como referi no início deste tópico, não estou ligado profissionalmente ao Sapo, mas é com orgulho que mantenho o meu blog nesta plataforma e já estive anteriormente ligado a uma “rede de blogs”. Nos dois casos, nunca ganhei um único cêntimo, de cada uma das entidades e nunca o fiz com essa expectativa. Por isso, gostava que o senhor Pacheco Pereira, me explicasse se “notoriedade” e “reconhecimento” é equivalente a “obtenção de lucro”?
A Maria João lá em cima referenciada penso que é a responsável pela área de blogs do Sapo ( que eu não conheço pessoalmente … e caso conhecesse esta senhora demonstraria todo o seu apreço por mim oferecendo-me através do envio braçal das mesmas, caixas de fruta podre em reconhecimento disso mesmo … ) acabou afinal por escrever sobre o assunto:
Transcrevo várias partes truncadas, mas que chegam para se perceber o lixo jornalístico que por aí vai sob a forma de “jornalistas” do Jornal Público:
Embora antes, para desenfastiar, coloque aqui uma imagem de Pacheco Pereira de We have kaos in the garden (e de quem haveria de ser) ( post original AQUI ) feita à propósito de mais algumas estupidamente inacreditáveis declarações do senhor Pereira sobre o Tibete…

O artigo que foi publicado no fim-de-semana passado no Público é mais do mesmo. Se tivesse sido escrito há 2 anos atrás poderia ser exactamente igual. Não se mudava uma vírgula, e bateria certo.
O jornalista não percebeu a que é que José Pacheco Pereira* se queria referir, com “redes de blogues que se citam artificialmente uns aos outros para depois serem vendidas a algum operador que se pretenda instalar na blogosfera”.
Não percebeu a que rede se referia o autor do Abrupto. Eu percebi.
…
Respeita-se a opinião de José Pacheco Pereira no que diz respeito às redes de Blogs, que por sinal não são novidade, já não se entende que o jornalista estranhe que as pessoas decidam juntar-se, e agregar os seus Blogs, e potenciarem os seus conteúdos, e trocarem links. Não só não é novidade como, internacionalmente, são muitos os exemplos de casos de sucesso. Os blogs pertencem aos seus autores, são estes que decidem o que querem fazer deles. O próprio Público tem uma rede de Blogs. Acho lindamente.
…
Fala-se em 200.000 blogs” diz-se algures. Está errado. 200.000 Blogs existem, apenas no SAPO que ainda não é líder de mercado, faltou, lá está, pegar no telefone, e perguntar. Se no SAPO há 200.000, e o SAPO ainda não é líder, quantos haverá? Mais, bastantes mais. Eu aponto para, no total (actualizados e não actualizados) para qualquer coisa entre os 500.000 e os 600.000. Se estiver errada, será por omissão, e não por excesso.
Do que o senhor jornalista se esqueceu, foi de que a Blogosfera não é constituída, exclusivamente, pelos notáveis que escrevem também em órgãos de comunicação social tradicionais. Se calhar não se esqueceu, não sabia. Não perguntou.
…
Esta Blogosfera mais mediática (porque se perpetua e é perpetuada numa pescadinha de rabo na boca) é mesmo a menos expressiva, se formos fazer a contabilidade da Blogosfera.
E em todos os quadrantes da Blogosfera, há notáveis. Pessoas que escrevem muito bem, sobre o tema que escolheram para o seu Blog. Porque é que ter um blog sobre crianças é menos importante que ter um blog sobre política? Querem à força criar classes de Blogs, a primeira liga e a 2ª divisão. Mas estão enganados. Isto é democrático, meus senhores, e salvo algumas excepções tecnicamente mais apetrechadas, são os bons conteúdos que recebem visitas. Mais visitas.
Sobre Pacheco Pereira verificamos o inicio deste “discurso” e destas teorizações AQUI onde a mesma táctica de menorizar blogs (bloggers) já tinha sido tentado em 2006 – através de um nojento e asqueroso artigo publicado no jornal Público onde comparava bloggers a serial killers,metia fraudes nigerianas e phishing à molhada e mais uma série de disparates do mesmo estilo e pior.
Agora já estamos na “segunda fase”; em que se procuram “aliados” nos outros “blogs de referencia” para procurar fazer vingar uma certa lógica – criar porteiros especializados que digam quais é que são os bons e os maus blogs.
AQUI temos a continuação em que ele teorizou mas meteu o pé na argola e gerou anticorpos ( seguimento do primeiro post)
AQUI a parte 3 a chegar aos tempos mais recentes em que o Guru Pereira debate os motores de busca e técnicas de SEO e de como as pessoas que as utilizam são desonestas… o paradigma da honestidade está apenas em Pacheco ( e amigos); o resto é tudo desonesto…
E AQUI temos as preocupações dele com a “erosão da cultura milenar” ( tretas) e com os blogs; onde cita Andrew Keen, mas quem deveria citar era Allan Bloom e os neo cons do pensamento político norte americano.
O * refere-se ao facto de o artigo original da Maria João ter uma ligação para o blog do supra sumo do pedestal Pacheco Pereira e eu retirei essa ligação.
Fazendo parte do grupo de blogs absolutamente sem interesse nenhum tal qual catalogados pelo Pacheco considero também sem interesse nenhum, tal qual catalogados por mim, mandar para lá uma ligação.
Penso que se a pessoa minúscula chamada Pacheco Pereira se sente ofendido pela proliferação de blogs sem qualidade nenhuma, também se deveria sentir ofendido pela proliferação de ligações desses blogs para o seu; embora, curiosamente, nunca tenha protestado por isso…
Sobre redes de blogs: é uma critica à plataforma de blogs do Sapo, mas também à rede de Blogs Tubarão esquilo;



Esta é uma questão complexa, com múltiplas ramificações, onde é bom que não se use apenas um raciocínio puramente linear. Ao mesmo tempo, seria importantíssimo que mais e mais gente se dispusesse a fazer um esforço sério por mergulhar nela.
Tenho a sensação de que o futuro de uma possível comunidade humana civilizada (grande sonho!) passa pela qualidade e a força da resposta dada por cada individuo, e pelos grupos de que faz parte, a estas questões do totalitarismo e dos cânones únicos que em nome da nossa cultura milenar(uma abstracção para incluir o que de melhor e pior uma parte da humanidade fez) se tentam impor.
Tem sido interessante seguir este blog, pela independência e o estímulo a um pensamento mais liberto de dogmatismos, a que o Dissidente apela.
A
30 30UTC Março 30UTC 2008 em 9:44
A:
Em relação a este senhor Pacheco Pereira não há qualquer tipo de esforço que se possa fazer.
Este senhor perdeu qualquer tipo de legitimidade para falar da blogosfera e de outros assunto, mas no que a blogosfera diz respeito, quando publicou o inacreditável artigo no jornal Público de 20 de Abril de 2006, em que eu analisei nos dois primeiros posts desta série sobre o senhor pereira e que podem ser encontrados neste mesmo post.
Pura e simplesmente não é sério uma pessoa que compara um blog norte americano de um serial killer, com phishing ( alterar linhas telefónicas…) e a fraude nigeriana( receber uma carta de alguém da Nigéria, a pedir dinheiro para investimentos e aquilo depois é uma vigarice) com bloggers portugueses que tinham blogs e inseriam comentários em caixas de comentários.
Mais ainda ele revelou os nicknames dos bloggers sem sequer se ter dado ao cuidado de saber se as pessoas revelavam dados pessoais ou não, se tinham fotografias nas páginas ou não.
Ninguém lhe outorgou um alvará de controlo da blogosfera e mesmo que tal tivesse sucedido seria de criticar isso.
O mais espantoso é que este senhor é um calhau porque continua com a mesma conversa e ainda por cima, de tão estúpido que é, agora meteu-se com o Portal Sapo e meteu-se a dar palpites e a alvitrar com pessoas especialistas em tecnologia que sabem todas muito mais daquilo do que ele e que percebem imediatamente que ele está a mistificar e a mentir.
Ele apenas existe no jornal público ena televisão; na blogosfera está a perder terreno e só não perde mais porque ainda existe muita gente que lhe faz a honra de o linkar ( embora ele dos links de blogs sem importância não se queixe, curiosamente), e o tipo cospe em quem o alimenta.
E ele não manda ligações para quase ninguém
Gostava de rankins de blogs quando aparecia em primeiro lugar;deixou de aparecer , já não gosta e diz que nãol iga( embora esteja sempre a falar do assunto.
Ele está, à esta escala, objectivamente a fazer campanha pela censura em blogs.
Mais ainda ele está como facilmente se depreende pelas declarações no artigo e pelas análises de resposta do senhor do blog IPHIL e da responsável do Sapo a por em causa
técnicas de trabalho , modos de funcionamento técnico e comercial de empresas privadas e de actividades privadas, insinuando
que isso é ilegal , que isso está a violar a lei.
O facto de existirem agregadores de blogs ou sites, afirma ele – é a conclusão que se retira , está a violar a lei é ilegal, é apenas uma “esquema” para que depois um operador qualquer compre o agregador.
A ignorância dele é tanta e passa-a para outros que nem sequer sabe que caso por exemplo, o Portal Sapo comprasse um qualquer agregador isso nã representaria valor nenhum para o Portal porque, como diz a responsável do Sapo, os BLOGS DENTRO DO AGREGADOR, pertencem a quem os abriu e registou.
Mesmo juridicamente seria impossível conseguir comprar uma coisa que agrega conteúdos de terceiros, sem que os terceiros concordassem com isso.
E concordassem em alienar isso, continuando ao esmo tempo
GRATUITAMENTE
a alimentar blogs que deixavam de ser seus embora integrados num agregador.
Isto é DESONESTIDADE, é ignorância, é meter medo às pessoas, é fazer de nós todos parvos.
Depois ele critica pessoas que “ganham dinheiro com blogs” .
Repare um dos sites que tenho listado aqui chama-se BoingBoing.
É americano.
Em 2007 o site fez 900.000 dólares de recitas publicitárias e tem sete pessoas a trabalhar lá 3 das quais a tempo inteiro.
Os sites estrangeiros podem eventualmente ganhar dinheiro?
Os portugueses não podem e não valem nada?
Ora francamente..
O que ele quer é mama,como se costuma dizer.
Ele está muito mal habituado, Está habituado ao tempo em que escrevia uma frase e era citado por 50 blogs e 3 jornais.
Ele que vá trabalhar a vaidade dele para outro sítio…
Mais: a razão principal pela qual a blogosfera portuguesa está tão atrasada em relação à restante blogosfera internacional deriva dos esforços conscientes de bloqueio e tentativas de condicionamento que ele acolitado por mais alguns tem feito.
E as pessoas vão nisso, em vez de reagirem ignorando-o.
A “A” experimente ir `qualquer lado na blogosfera internacional ( até mesmo países de terceiro mundo), para se ver a diferença.
Porque figurinhas medíocres como este senhor querem definir e infelizmente ainda influenciam muita gente com a conversa dele.
Ele que vá tratar do Ego dele para outro lado.
dissidentex
30 30UTC Março 30UTC 2008 em 10:16
Só posso dizer obrigado pela reflexão. Cheguei aqui via Kaos e só posso linkar!
Dum blogger sem referências
Pata Negra
30 30UTC Março 30UTC 2008 em 14:24
Pata negra: muito obrigado pelo comentário.
dissidentex
30 30UTC Março 30UTC 2008 em 14:40
“”Em relação a este senhor Pacheco Pereira não há qualquer tipo de esforço que se possa fazer”"Não podia estar mais de acordo.
Há muitíssimo tempo que deixei de ligar ao referido senhor. Tenho uma memória relativamente boa; leio blogs portugueses (alguns realmente muito interessantes) desde 2003; assisti, de longe, a algumas das malfeitorias que referiu, embora não soubesse metade da missa. Também não é de agora que o acho pouco interessante a ele, ao blog dele e ao que dele tenho lido.
Logo na altura dos primeiros textos do Dissidente o manifestei. Acrescento agora mais uns detalhes à visão da sua estatura moral e ainda da respectiva ignorância “técnica”
Quando me referi, lá em cima, à complexidade estava a pensar na natureza deste modo novo de civilidade e cidadania, exercida no contexto da sociedade contemporânea.
Vou seguir o seu conselho e experimentar ir a outros lados, blogosfera internacional.
A
30 30UTC Março 30UTC 2008 em 15:32
A: eu fiz uma pesquisa relativamente curta sobre o senhor e mesmo assim já deu para 5 posts.
Ele tem feito esta “jogada” sistematicamente desde 2004.
Tenta manobrar toda a gente desde essa data. Em 2006 cometeu o erro de arrogante e prepotente como é, de hostilizar imensa gente com esse artigo, entre outras iniciativas.
No blog dele 99% é vindo de sítios externos ou de leitores que lhe fazem o amável favor de enviar emails que ele depois transcreve de acordo com as opiniões dele.
Quanto a conteúdo próprio aquilo é zero.
“…na natureza deste modo novo de civilidade e cidadania, exercida no contexto da sociedade contemporânea.”
Eu percebi.
Mas o ponto é que, em Portugal isso quase não se vê precisamente pelas figurinhas citadas nestes dois posts do IPHIL e da gestora do Sapo via entrevista do Público.
Que obstaculizam sistematicamente o desenvolvimento da blogosfera portuguesa desde há vários anos.
Os acordos tácitos entre pseudo blogs importantes são sistemáticos.
Os blogs e os sites estão a obrigar a adm pública e as figurinhas venerandas a sentirem-se cada vez mais desconfortáveis porque, precisamente detestam democracia.
A “A” consulte coisas não só daqui…do rectângulo à beira mar, especialmente blogs de política e veja à diferença para melhor dos blogs das figurinhas venerandas.
Quanto aos blogs portugueses alguns relativamente interessantes; não me insulte chamando a isto (dissidente -X) “relativamente interessante
Isto é péssimo e cada vez está pior
e cada vez há-de estar pior…
Quando eu começar a por candelabros verde alface debruados a roxo nas barras laterais então…aí é que o declínio é completo..
Aí mudo o nome para “Tugúrio-X”
dissidentex
30 30UTC Março 30UTC 2008 em 15:52
Eu, por acaso, e acerca dessas coisa do Faroeste e dos “sérios” e da blogosfera já tinha feito alguns artigos. Acho piada ao ouvir essa referência “americana” ao se falar do PP porque também já foi tema de uma conversa com outra mente “Iluminada” desta nossa terra.
M de Mário
1 01UTC Abril 01UTC 2008 em 8:41
“A ignorância dele é tanta e passa-a para outros que nem sequer sabe que caso por exemplo, o Portal Sapo comprasse um qualquer agregador isso nã representaria valor nenhum para o Portal porque, como diz a responsável do Sapo, os BLOGS DENTRO DO AGREGADOR, pertencem a quem os abriu e registou.” – Dissidente-X
Coisa que se viu bem entre o Tubarão Esquilo e o Planeta Geek. Em todo o caso há muitos outros agregadores (que o pioneiro deve ter sido mesmo foi o Asterisco.pt, hoje Prt.Sc).
Excelente artigo sobre o lançamento do TE no Apdeites.
A única coisa que o Tubarão Esquilo tem que os outros não têm é o Paulo Querido por detrás e a sua facilidade de promover as suas “novidades” na imprensa escrita.
M de Mário
1 01UTC Abril 01UTC 2008 em 9:08
M de mario: obrigado pelo comentário e pelas ligações.
Li as ligações:são algo diversas do ponto que eu analiso em relação aoJsenhor pereira , mas são apesar de tudo opiniões diversificadas e quanto mais diversificadas sobre este assunto forem as opiniões melhor,com apenas um único denominador comum: questionar o senhor Pacheco pereira e os amigos.
dissidentex
1 01UTC Abril 01UTC 2008 em 12:31
O Pacheco é
um sofista, trafulha,
mentiroso e tolo, além
de um grande vaidoso.
analuz
1 01UTC Abril 01UTC 2008 em 15:48
Tem mais, que, enquanto o azno confessa que a sua escolha foi a de simplesmente estar do lado dos mais poderosos, o Pacheco, sem co~lhões, mente e dá a volta ao prego, ou pensa, autêntico sofista, basto tolo.
analuz
1 01UTC Abril 01UTC 2008 em 15:50
Enfim, mias um exemplar para a História dos fascismos, da Inquisição ao Benfica, passando pelo assalto ao Iraque, de pachecos, blairs e bushas.
analuz
1 01UTC Abril 01UTC 2008 em 15:52
Infelizmente, o Paulo Querido é por vezes tão obnóxio — nos seus vários sentidos — quanto os outros.
Padece do mal de usar — no fundo e de há muitos anos a esta parte — os seus contactos e pequenos poderes da mesma maneira e quando lhe convém.
Beneficia da virtude de dizer menos asneiras sobre a Internet e de ter vindo a melhorar com os anos.
Até mais.
Mário da Silva
1 01UTC Abril 01UTC 2008 em 18:47
Mário: eu referia-me ao Pacheco Pereira.
Quanto ao Paulo Querido apenas se aproveita do facto de ser jornalista para tentar lançar projectos na área de Internet que parecem ser melhores.
Independentemente dos juízos de valor que se façam, ele apenas aproveita a posição que tem( não sei se bem se mal, com êxito ou inêxito.)
O meu ponto era mais direccionado contra o senhor Pereira que é uma personagem infinitamente mais perigosa e que tem um discurso contra democracia e no caso dos blogs, contra o facto de”pessoas comuns” terem blogs já desde há muito tempo.
Ele é perigoso porque ataca blogs como já atacou o direito de pessoas irem à praia sem pagarem para lá ir,como já atacou muitas outras coisas.
Não temos que alimentar o Ego do senhor Pereira.
dissidentex
2 02UTC Abril 02UTC 2008 em 0:08
Ana luz: não era preciso tanta verve anti pacheco em 3 comentários, bastava um….
dissidentex
2 02UTC Abril 02UTC 2008 em 0:10
[...] – Pacheco Pereira, Isto é Abrupto 5 [...]
Pacheco Pereira, o irrelevante « O Peso e a Leveza
28 28UTC Fevereiro 28UTC 2009 em 20:22