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AS FORÇAS HOSTIS EM PORTUGAL

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É urgente fazer um esforço para compreender um conceito e o que está por detrás: o conceito de “força hostil”.

A “força hostil”, na acepção que pretendo descrever é algo “não democrático”, e “não visível” que está colocado numa zona que chamarei de “a sombra”.

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Existem neste momento 3 problemas para resolver. Dois são de ordem pratica e imediata.

(1) O primeiro é o sistema financeiro; a necessidade de nos vermos livres dos problemas económicos e financeiros relacionados com os “produtos tóxicos” que este sistema produziu.

(2) O segundo problema é limpar o sistema político subjacente ao sistema financeiro, começando pela limpeza dos responsáveis político partidários que são os responsáveis visíveis pela desgraça política e económica nacional.

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As razões para que se faça isso são as seguintes:

Estamos a começar a ficar colocados numa situação de pré anarquia social, onde o descontentamento ameaça estourar e quando o ressentimento inerente aos descontentamento finalmente se manifesta as ” ruas” tomam conta do poder.

Já existiu um vislumbre disso, quando nos últimos grandes aumentos dos combustíveis começaram a existir bloqueios de estrada (entre 8 e 12 de Junho de 2008)  espontâneos, primeiro, organizados sem ordem, depois.

Um pequeno indicio de uma forma de anarquia e de não existência de poder estatal capaz de evitar que as coisas acontecessem.

Um pequeno indicio de uma forma de anarquia e de facilitação do poder estatal não querendo evitar que as coisas acontecessem.

Uma das razões poderosas para isto deve-se ao facto de não se poder viver num país onde os pessoas que cometeram crimes de forma notória  aparecem na  televisão a afirmar sistematicamente que “confiam que a justiça será feita”!

Outra das razões deve-se ao facto de não se poder viver num país onde a criatividade nacional se manifesta no encharcamento do cidadãos, com multas, taxas, impostos, coimas, etc, as quais servem para alimentar um numeroso exército de inúteis e parasitas.

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O terceiro problema é pior que os anteriores.

(3) Não se pode tolerar que existam grupos económicos ou empresas, cujos proprietários adoptam – de forma sistemática – uma atitude hostil contra a população e contra qualquer governo eleito.

São aqueles que vivem “na sombra”. E a partir da “sombra” escolhem serventuários “adaptáveis” que os ajudem a subverter o sistema, parecendo não o estar a fazer. O mundo académico ou o mundo dos candidatos ao mundo académico é o terreno fértil para estas actividades.

Estes grupos económicos e empresas devem ser convidados a sair.

Ou deve ser-lhes explicado pelo poder político que pagam um preço se continuarem a comportar-se dessa maneira.

Por cada um que sair, 20 outros grupos económicos quererão entrar, para os substituir.

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Written by dissidentex

22/04/2009 às 15:44

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