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Archive for Setembro 2011

O PSD, CARLOS MOEDAS E OS LIMITES AOS SACRIFÍCIOS IMPOSTOS AOS PORTUGUESES

O general diz que iremos ganhar a guerra; apenas sacrificaremos mais uns milhões.

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Os portugueses que se preparem: “Enfrentámos e enfrentaremos mais dificuldades” no âmbito do processo de ajustamento da economia portuguesa, avisou Carlos Moedas, o secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro.

Segundo vários economistas presentes no debate, o Governo quer aproveitar a conjuntura de agravamento da crise para justificar e avançar com medidas ainda mais duras, que vão além do memorando assinado com a troika. Daí os desvios na despesa e na receita que vão sendo gradualmente apresentados.’

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Carlos Moedas, secretário de estado e conselheiro financeiro,  notícia da comunicação social, dia 13 de setembro de 2011 .

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Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos.”

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Cavaco Silva, declarações à comunicação social,  dia 9 de março de 2011.

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Decorreram 6 meses entre as duas declarações.

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O AUMENTO DE VAGAS EM LARES DE 3ª IDADE E CRECHES POR DECRETO LEI (PORQUE SIM)

O Governo vai publicar esta semana uma portaria para promover um melhor aproveitamento da capacidade instalada das creches, que poderão receber mais 20 mil crianças do que no ano passado, “mantendo a qualidade”, anunciou o ministro da Solidariedade.

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Notícia da comunicação social, dia 30 de Agosto de 2011.

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“O governo quer que os lares sociais abram mais cinco mil vagas para idosos. Transformar quartos individuais em duplos é uma das medidas para aumentar o número de utentes.

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Notícia da comunicação social, dia 9 de setembro de 2011

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PEDRO PASSOS COELHO, APENAS SUBSERVIÊNCIA E INCLINAÇÂO PARA A FRENTE

FOTO: El Pais, dia 1 de setembro de 2011.

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Alguns dias mais tarde na Alemanha:

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” Todos sabem que o primeiro-ministro de Portugal foi à Alemanha visitar a chanceler Merkel e, pelo menos desta vez, não é necessário perguntar qual o conteúdo das conversações.

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Basta olhar para as fotografias que nos chegaram pela imprensa – elas dizem tudo. Tenho diante de mim a foto de destaque de um quotidiano generalista e popular. Que vejo? Passos Coelho está inclinado para a frente, quase a fazer uma vénia e com as mãos juntas como numa prece. Olha amedrontadamente para a chanceler, como se estivesse a pedir desculpa por alguma coisa. A chanceler alemã, por seu turno, caminha com desenvoltura, não olha para Passos Coelho, transmitindo uma impressão de enfado e de pressa ou, quando muito, de condescendência em relação à presença do primeiro-ministro.

“…”

Uma outra interpretação, aquela que eu prefiro, é a seguinte: a fotografia em causa espelha não uma inevitabilidade, mas antes a posição específica da actual maioria no Governo e do seu líder diante da Alemanha e da Europa. Sendo assim, a postura física de Passos Coelho corresponde a uma atitude psicológica de “servidão voluntária”, para usar a famosa expressão de La Boétie, e mesmo a um desejo de auto-punição, correspondente à vontade castigadora dos países centrais do euro em relação aos países do sul. Ao ver Passos Coelho na fotografia recordei-me das declarações, igualmente servis e pueris, de Paulo Rangel quando, diante das críticas de Merkel ao derrube do Governo Sócrates, disse: “a chanceler Merkel quando vir o Governo do PSD vai respirar de alívio”.

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João Cardoso Rosas, declarações à comunicação social, dia 9 de setembro de 2011.

Foto com Ângela Merkel – Record, dia 2 de setembro de 2011.

PSD E O CLIMA DE TOLERÂNCIA ZERO ( ou como se está a gozar com a populaçâo…)

“O PSD lamentou, esta quarta-feira, no Parlamento, que esteja instalado um «clima de tolerância zero» ao Governo,…”

“«Parece instalado um clima de tolerância zero à necessidade de estudar, reflectir e ponderar as decisões, espalhando a confusão e fugindo do debate essencial», disse o deputado Mendes Bota.

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Declarações à comunicação social, dia 7 de setembro de 2011.

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Written by dissidentex

07/09/2011 at 18:25

Publicado em GOZAR COM OS PORTUGUESES, INCOMPETÊNCIA

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ALBERTO JOÂO JARDIM PROCESSA FRANCISCO LOUÇÂ

A decisão do Executivo madeirense chefiado por Alberto João Jardim foi comunicada no sítio da internet da Presidência do Governo Regional, considerando que as declarações do dirigente bloquista ontem no Funchal “atentam contra o bom nome e honra do presidente do Governo e dos membros do Governo Regional da Madeira”.

“Francisco Louçã irá provar em Tribunal todas as insinuações e calúnias que apontou”, declara a nota emitida pelo *gabinete de Alberto João Jardim.

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Declarações à comunicação social, dia 5 de setembro de 2011.

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Este processo crime intentado contra Francisco Louçã irá ser pago com o próprio dinheiro do senhor Alberto João Jardim;

ou será pago com o * dinheiro dos impostos dos cubanos cidadãos portugueses?

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Em véspera de eleições, Alberto João Jardim assume incapacidade para o pagamento das dívidas a fornecedores e pretende um acordo com o novo governo.

A dívida em 2005 encontrava-se nos 478 milhões de euros, tendo este número subido para 963 milhões de euros, o que perfaz um aumento de 101,5 por cento em apenas meia década.

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Notícia da comunicação social, dia 22 de Agosto de 2011.

O PSD, PEDRO PASSOS COELHO E OS AUMENTOS DE IMPOSTOS

“Não se põe o País a pão e água por precaução”, afirmou Passos Coelho na conferência de apresentação do livro “Voltar a crescer” … (Relacionado com o anúncio do anterior governo relativo ao Pec 4 e hipotética aplicação do Pec 4)

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Pedro Passos Coelho, declarações à comunicação social, dia 15 de Março de 2011 ( Antes das eleições de 5 de Junho de 2011)

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O eco de Pedro Passos coelho, chamado Miguel Relvas, também declarou no dia 15 de março de 2011, que:

“…Pôr os portugueses a pão e água por precaução não se justifica».”

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“…Coelho também falou no aumento de impostos,…”

“Foi por isso que agimos preventivamente, por antecipação, (aumentando os impostos, por precaução…) como agiremos sempre, para fugirmos de perigos bem reais.”

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Pedro Passos coelho , declarações à comunicação social, dia 4 de Setembro de 2011

EM QUEM VOTASTE NO DIA 5 DE JUNHO DE 2011?

Passaram apenas dois meses desde as eleições e as políticas já estão definidas para os próximos dois anos – apenas o tempo que este governo espera estar em funções.

Apenas o tempo necessário para distribuir negócios entre amigos, via privatizações e cortes de despesa.

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Muitas pessoas que votaram no PSD estão muitos contentes.

Muitas pessoas sentem que o seu voto deu resultado.

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Solicita-se que os cobardes acriançados que agora dizem que “não votaram neles”;

ou se refugiam no silencio com medo que lhes seja recordado a asneira que fizeram;

se apresentem.

E expliquem o que se está a passar.

Written by dissidentex

03/09/2011 at 19:52