DISSIDENTE-X

MEDINA CARREIRA, UM FILÓSOFO DO ESTRONDO VERBAL TREMENDO

O filósofo do estrondo verbal tremendo desce sobre a Figueira da Foz quase semanalmente.

Coitados.

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A melhor definição sobre o acto de fazer “tremendismo”, essa nova filosofia “estrondosa” activamente desenvolvida pelo guru tardio que desabrocha em saraus culturais pós milénio é-nos oferecida gentilmente  pelo autor deste blog.

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“A sua boca é uma torneira a deitar enormidades; que não caem em saco roto: a sua audiência é um imenso balde sem fundo e de boca aberta.

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O autor do blog tem acompanhado com regularidade a carreira do filósofo do estrondo verbal tremendo.

Tem acompanhado a interacçâo da sociedade onde vive com as palestras tremendas e estrondosas do filósofo.

Um pequeno extracto define o húmus social interagindo com o estrondo verbal tremendo ao mesmo tempo que uma comparação com tempos passados é efectivada na escrita, para nosso deleite.

Um pequeno extrato:

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Portugal é um país pobre. Antigamente, no Natal, as famílias juntavam-se ao borralho e como não havia prendas, o pai dava peidos e a gente ria-se.” Contudo já não é bem assim.
O país continua pobre mas as pessoas conhecem mundo. Diz-se até que vivem acima das possibilidades. Na Figueira, por exemplo, de manhã fazem jogging na Avenida; passeiam-se, à tarde, no Centro-Comercial; depois, despem o fato informal e vão, de noite, às tertúlias do Casino: ouvir, entre suspiros, Medina Carreira arrotar.

A notícia é que já ninguém se ri. Aplaudem de pé.
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Uma sociedade harmoniosa e bucólica.
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Written by dissidentex

11/10/2011 às 18:17

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