DISSIDENTE-X

O PSD, ANGELO CORREIA, E OS DIREITOS ADQUIRIDOS ( SÓ PARA ALGUMAS PESSOAS; O RESTO QUE SE LIXE)

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Em 2010 tínhamos um argumentário baseado na mais completa desonestidade intelectual, cívica e democrática.

Um discurso completo de ataque à democracia e ao estado social encharcado de argumentos desonestos.

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Em boa verdade, e numa democracia, “adquiridos” são os direitos à vida, à liberdade de pensamento, acção, deslocação, escolha de profissão, organização política e outros direitos correlatos. Sê-lo-ão na mesma medida os direitos à saúde, ao ambiente, à habitação, à educação?

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Continuarmos a insistir em “direitos adquiridos intocáveis” é condenar muitos de nós a não os termos num qualquer dia do futuro. E isso seria muito mau.

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Um artigo de opinião que é uma apologia da lei do mais forte e da selvajaria como forma de vida em sociedade.

Para quê ter direito a uma casa se podemos viver ao ar livre?

Para quê ter direito à saúde se é bom ter um cancro?

Para quê saber ler e escrever se depois se escrevem posts a criticar empresários?

Para quê ter ar limpo se podemos respirar sucedâneos de metano?

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Notícia da comunicação social, dia 14 de Junho de 2010, quando interessava desgastar o anterior governo.

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Ângelo Correia aceita corte, mas não eliminação de subvenção vitalícia

Por uma questão de “identificação” com os cidadãos que vão ficar sem subsídio de férias e de Natal, Ângelo Correia, antigo deputado e ministro, afirma aceitar o corte de 14% nas subvenções vitalícias de ex-políticos que trabalhem no setor privado, tal como foi já anunciado pelo ministro das Finanças. Já quanto à eliminação pura e simples dessa pensão, no caso de antigos titulares de cargos públicos que estejam a trabalhar no privado (tal como prevê uma medida defendida pela maioria parlamentar PSD/CDS), Ângelo Correia não concorda, por se tratar de um “direito adquirido.

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É espantoso como um ano e 3 meses depois, por interesse próprio, os direitos adquiridos já não são só a saúde, a educação, o ambiente, etc, e passam a ser também as subvenções a políticos.

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Ângelo Correia, o justiceiro da equidade em benefício próprio e dos amigos, notícia da comunicação social, dia 24 de Outubro de 2011.

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Em 2004 Ângelo Correia convida-o para ingressar no Grupo Fomentinvest, onde será director financeiro, até 2006, e administrador executivo, entre 2007 a 2009. Foi também presidente do Conselho de Administração das participadas Ribtejo e da HLC Tejo, a partir de 2005 e 2007,

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Wikipédia, sobre Pedro Passos Coelho.

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