DISSIDENTE-X

CAVACO SILVA E O GOVERNO: O SPIN COZINHADO PARA CONFUNDIR A OPINIÂO PÚBLICA

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Jornal Expresso, dia 28 de Janeiro de 2011

Fonte

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No Domingo, dia 29 de Janeiro de 2011, e para reforçar a dose do dia anterior, tentando dar a entender que estão mesmo zangados (etc e tal) cozinhou-se mais uma “dissensão ficticiamente sangrenta entre estas pessoas do mesmo partido”.

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Notícia da comunicação social, dia 29 de Outubro de 2012

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Notícia da comunicação social,dia 30 de janeiro de 2011

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SPIN:

In public relations, spin is sometimes a pejorative term signifying a heavily biased portrayal in specific favor of an event or situation. While traditional public relations may also rely on creative presentation of the facts, spin often, though not always, implies disingenuous, deceptive and/or highly manipulative tactics. Politicians are often accused of spin by commentators and political opponents when they produce a counterargument or position.

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Assessoria (spin)
“A gestão das notícias por profissionais de comunicação e por agências noticiosas, tanto independentes como ligados a governos ou ministérios. A profissionalização da comunicação pública em geral.

Os spin doctors* popularizaram-se no Reino Unido durante a década de 90 e estiveram especialmente associados ao apertado controlo que o novo Partido Trabalhista exerceu relativamente à sua imagem pública, antes do governo Blair, em 1997 (e subsquentemente). As artes negras da manipulação mediática eram usadas não só externamente, para controlar tanto quanto possível o fluxo, e até o estilo, da informação usada pelos jornalistas, mas também internamente, para assegurar que os próprios políticos trabalhistas permaneciam «on message» em todos os momentos.
(…) Nos últimos dias de governação, o governo conservador liderado por John Major foi perseguido pela sordidez e pelo escândalo, o que contribuiu indubitavelmente para a sua derrota nas eleições de 1997. Consequentemente, o «spin» podia operar em ambos os sentidos – como manipulação oficial, para proteger o governo, e como uma vingança dos que não têm voz, para «os manter honestos».
Uma das suas mais peculiares aspirações à fama provinha da afirmação de que o «spin» podia provocar a ocorrência de um acontecimento antes de ele ter acontecido. Parte da arte do «spin» consistia em usar contactos seleccionados e fugas de informação para provocar a cobertura na imprensa e na rádio ou em espectáculos televisivos antes da publicação de algo arriscado – por exemplo, um relatório crítico ou números pouco precisos sobre a economia.

* termo que designa o assessor de comunicação na área política (n. da T.).”

HARTLEY, John, Comunicação, Estudos Culturais e de Media, , Quimera, Lisboa, 2004, págs. 27 e 28

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