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Christine Lagarde , a “Coisa” que dirige o FMI ofereceu uma entrevista ao The Guardian. Nela regurgita umas coisas acerca do pagamento de impostos, na Grécia.
O desprezo por esta forma de vida inferior deve atingir a intensidade de mil sóis; e deve ser praticado por todos os que não são psicopatas e sociopatas.
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Decca Aitkenhead (jornalista do The Guardian): Quando analisa as contas gregas e exige medidas que sabe podem significar que as mulheres não terão acesso à assistência no parto, que os doentes deixam de poder aceder a medicamentos que lhes salvam a vida, e que os idosos vão morrer sozinhos por falta de cuidados – deixa de pensar em tudo isso e concentra-se nas contas?
Christine Lagarde (directora-geral do FMI): Não, penso sobretudo nas crianças da escola de uma pequena aldeia no Niger, que apenas têm duas horas de escola por dia e que partilham, cada três, uma cadeira, felizes por estar a aprender. Tenho-as no meu pensamento o tempo todo. Porque acho que elas precisam ainda mais do que as pessoas em Atenas. (…) Sabe que mais? No que diz respeito a Atenas, eu também penso naquelas pessoas que estão sempre a tentar fugir aos impostos.
DA: E pensa mais nesses do que naqueles que estão a lutar pela sua sobrevivência, sem emprego nem serviços públicos?
CL: Penso em todos por igual. E acho também que todos têm que se ajudar colectivamente. (…) Pagando os seus impostos. Sim.
DA: E os filhos deles, que não podem ser responsabilizados?
CL: Bem, os pais deles são responsáveis, certo? Por isso devem pagar os seus impostos.»
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Declarações asquerosas, na comunicação social inglesa, da “Coisa”, dia 25 de Maio de 2012
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No título: “É tempo de ajustar as contas, não esperem simpatia”.
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Declarações asquerosas da “Coisa”, comunicação social, dia 25 de Maio de 2012
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A “Coisa” Lagarde, recebe 380 889 euros por ano e não tem de pagar impostos; mandou os gregos pagarem os seus.
A “Coisa” Lagarde, é uma das mulheres que melhor veste no mundo; não se preocupa muito com as crianças gregas (nem com o pagamento de impostos).
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“Revelado pelo fundo monetário internacional que o salário anual de Christine Lagarde será de 380 889 euros. O seu estatuto de funcionária internacional permitirá à directora do fundo não estar sujeita a impostos sobre o rendimento.
Com um rendimento anual de de 323 257, ao qual acrescem as despesas de representação de 57 889 euros, Christine Lagarde a nova directora do FMI não pagará nenhum imposto graças ao seu estatuto fiscal especifico de funcionária internacional.
O estatuto de funcionário internacional com rendimentos isentos de pagamento de imposto assenta no principio de não pagamento de impostos sobre rendimentos em organizações internacionais.”
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Comunicação social mais técnica de origem francesa, dia 6 de Julho de 2011
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Passos Coelho: “Tem-se diabolizado o FMI”
Pedro Passos Coelho, esta noite, em entrevista à SIC disse que a crise política se arrastava há muito tempo e que a queda do Governo era inevitável. Diz que estava pronto para apresentar uma moção de censura e ainda que se tem “diabolizado o FMI”
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Notícia da comunicação social, relativa aos beijinhos na boca (French kissing) do segundo primeiro ministro, Pedro Passos Coelho, em relação ao FMI e Às declarações de profundo amor pelo FMI.