DISSIDENTE-X

PEDRO PASSOS COELHO, O PSD, E O DINHEIRO QUE HÁ PARA O AFEGANISTÃO ( Mas para outras coisas não há…)

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Portugal é um país rico.

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 O ministro da Defesa, Aguiar-Branco, anunciou hoje que Portugal vai contribuir com 1 milhão de euros para apoiar o financiamento das Forças Armadas do Afeganistão para além de 2014.

«Neste momento o contributo que foi solicitado a Portugal e da avaliação que estamos a fazer permitirá ter uma ordem de grandeza a considerar de cerca de um milhão de euros, em paridade com os países da mesma dimensão para um pós-2014», anunciou.

Perante os deputados da comissão parlamentar de Defesa, José Pedro Aguiar-Branco acrescentou que quanto à eventual participação portuguesa de forças no terreno no pós-2014 «não existem ainda condições para fazer qualquer opção».

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Actualmente, a participação de militares portugueses na missão internacional no Afeganistão (ISAF) custa perto de 20 milhões de euros por ano a Portugal.

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Notícia da comunicação social, dia 6 de Junho de 2012

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Portugal é um país pobre.

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Pensões
Governo falha pagamento de 1,5 milhões a nove mil militares

Em causa está a falta de pagamento do Fundo de Pensões no mês de Maio.

Nove mil militares ainda não receberam o complemento do Fundo de Pensões relativo ao mês de Maio. Um universo que representa 70% do total de 13 mil beneficiários deste apoio e que tem em falta pagamentos que ascendem aos 1,5 milhões de euros. Segundo apurou o Económico junto de fonte oficial, no passado mês foram pagos, a 18 de Maio, os complementos a 4.500 herdeiros e a 20 de Maio não foi pago o complemento a cerca de nove mil militares.

Em causa estão os membros das Forças Armadas que se “encontram na reserva e que se inscreveram no Fundo de Pensões, para o qual foram descontando 1% da sua remuneração mensal”, explica o secretário-geral da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), coronel Tasso de Figueiredo. Apesar das garantias de Aguiar-Branco, que se compromete a regularizar a situação “o mais rapidamente possível” através da “venda de património”, os militares asseguram que a situação se está a tornar insustentável e acusam o ministro de não “prestar qualquer esclarecimento aos militares”, diz Tasso de Figueiredo.

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Notícia da comunicação social, dia 6 de Junho de 2012

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