DISSIDENTE-X

MIGUEL RELVAS E A UNIVERSIDADE LUSÓFONA – HÁ EMPRESAS MALVADAS QUE RECUSAM CERTIFICADOS DE LICENCIATURAS A LICENCIADOS DA UL ( vejam só…)

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Manuel Damásio admitiu que casos como o de Miguel Relvas têm um impacto negativo na credibilidade da instituição, penalizando os próprios alunos.

“Nós sabemos, neste momento, que incrivelmente há empresas que estão a recusar os certificados da licenciatura dos alunos da Lusófona, porque dizem que essa é aquela universidade onde há problemas. Isto é uma situação incrível de ignorância de pessoas que não sabem o que são direitos humanos e o que é respeitar o bom-nome das pessoas”, lamentou o responsável.

Questionado sobre os motivos que levaram a universidade a anunciar que vai desencadear uma auditoria externa aos processos semelhantes ao de Relvas, Damásio explicou que se tratou de uma “sugestão dos próprios estudantes”, para afastar as dúvidas que pairam sobre a credibilidade da instituição.

“Não vejo necessidade disso, mas aceito que se faça”, acrescentou.

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Em entrevista à TVI, Manuel Damásio afirmou que desde 2006, altura em que entrou em vigor a reforma de Bolonha, a Universidade Lusófona avaliou 89 processos de alunos que pediram equivalências de créditos invocando a sua experiência profissional e pessoal.

“Cada processo é único. É evidente que não há nenhum [processo] que tenha de memória que tenha tido este número de créditos, pode ter sido aproximado. Normalmente são menos [créditos]. Mas o currículo do doutor Miguel Relvas não é um currículo qualquer”, afirmou o administrador da Lusófona.

Manuel Damásio acrescentou que está em causa um currículo “mais rico em experiência profissional, inclusivamente de produção de textos legislativos como secretário de Estado ou como ministro”.

A Universidade Lusófona considerou que a experiência profissional de Miguel Relvas equivalia a 160 dos 180 créditos totais da licenciatura de Ciências Políticas e Relações Internacionais, curso que o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares concluiu ano lectivo 2006/2007.

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Notícia profundamente  hilariante da comunicação social, dia 9 de Julho de 2012

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