Archive for Outubro 2012
IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA: UMA EMPRESA PRIVADA QUE NÃO QUER PAGAR IMI E O GOVERNO DO SENHOR PEDRO PASSOS COELHO CONCORDA COM ISSO ( O CDS e o PSD tem que ir embora)
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PRIMEIRO,
o CEO da Igreja católica faz um frete ao actual governo, metendo-se na esfera política deste e na esfera política do país. (Para contrabalançar o anterior gestor regional da Igreja católica que cognominou o actual governo de ” corruptos”…; isto é uma técnica para garantir mercados em vários segmentos de produto…)
Do ponto de vista dos responsáveis desta empresa, realmente nada se resolve contestando especialmente se eles forem os contestados.
Na verdade, a Idade média é que era bom, altura em que ninguém contestava nada, ou seja, ninguém contestava a Igreja católica…
Notícia do órgão corporativo pertença da empresa Igreja Católica S.a, dia 12 de Outubro de 2012 (é um press release em nome próprio…)
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Nota-se que este CEO desta empresa está a acusar a idade que tem.
SEGUNDO,
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Notícia corporativa da empresa Igreja Católica S.A acerca de sacrifícios que são bons, (mas apenas só para uma grande parte da população) dita por uma pessoa que apenas quer favorecer a quota de mercado da sua empresa, no domínio da caridadezinha e da degradação psicológica e física das pessoas, dia 12 de Outubro de 2012.
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TERCEIRO,
a empresa privada diz que não paga impostos.
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Notícia da comunicação social,dia 12 de Outubro de 2012
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QUARTO,
e sobre “O quê” recusam estes senhores pagar?
Apenas e só; sobre mais de 20 mil imóveis…
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O património global da Igreja nacional impressiona: mais de 20 mil edifícios, entre santuários, igrejas, capelas, seminários, templos e museus. A Igreja também tem beneficiado de um aumento no número de contribuintes que doam 0,5% do seu IRS. Em 2007, o montante chegou aos 11,2 milhões.
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Post sobre notícia Destak, dia 19de Março de 2008
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QUINTO,
o acordo comercial exclusivo sobre exploração de mercados e concessões (também conhecido por Concordata) valida o pagamento de impostos…
Esta possibilidade está prevista na revisão da Concordata, negociada entre o Estado e a Igreja Católica portuguesa durante a vigência do governo de Durão Barroso. No artigo 27 está escrito que “A Conferência Episcopal Portuguesa pode exercer o direito de incluir a Igreja Católica no sistema de percepção de receitas fiscais previsto no direito português”. E que “a inclusão da Igreja Católica no sistema referido no número anterior pode ser objecto de acordo entre os competentes órgãos da República e as autoridades eclesiásticas competentes. Contactada a Conferência Episcopal sobre esta hipótese, sobretudo numa altura em que os 40% dos proprietários portugueses que são obrigados a pagar este imposto estão a sofrer agravamentos brutais, o padre Manuel Morujão disse ao i não ter detalhes suficientes para responder a esta questão, remetendo-nos para o padre Álvaro Bizarro, que tem em mãos esta pasta no Patriarcado português. Apesar de diversos contactos por escrito e telefónicos não nos foi possível obter nenhuma resposta.
Maiores proprietários A par do Estado, a Igreja Católica tem um património em Portugal avaliado em milhões de euros, sendo uma parte significativa não rentabilizada.
Fora os locais de culto, onde é de esperar que haja múltiplas vozes a defender que não se deve aplicar o imposto, existem milhares de outros imóveis e terras que também não são tributados, nem mesmo quando são vendidos.
A Santa Sé, a Conferência Episcopal Portuguesa, as dioceses e demais jurisdições eclesiásticas também estão isentas de imposto do selo e de todos os impostos que incidam sobre aquisições onerosas de bens imóveis para fins religiosos, quaisquer aquisições a título gratuito de bens para fins religiosos e actos de instituição de fundações, estabelece também a nova Concordata.
Trata-se de um património que todos os anos é reforçado através de doações de pessoas em fim de vida e que dão como contrapartida as suas casas em troca de entrarem, por exemplo, num dos muitos lares geridos pela Igreja.
Contudo, um dos mais graves problemas que envolvem estes prédios e terrenos é precisamente a sua degradação, embora a Conferência Episcopal e a Santa Sé tenham meios para os recuperar.
Segundo contou uma fonte ao i , a Santa Casa da Misericórdia, que também goza de algumas isenções, chamou recentemente um avaliador para calcular o preço de uma série de prédios para serem vendidos. Contudo, o objectivo era adquirir outros para alojamento de pessoas ligadas à Igreja, em vez de recuperar os imóveis degradados.
O i também não conseguiu apurar qual a estratégia de gestão de todo estes activos. Se vão ser lançados no mercado de arrendamento como forma de baixar os preços, se têm estado a ser utilizados para acolher famílias sem recursos ou se mais cedo ou mais tarde entrarão no mercado de compra e venda, pondo igualmente a fasquia de aquisição para os portugueses num patamar mais baixo.
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Notícia da comunicação social, dia 6 de Outubro de 2012
Written by dissidentex
14/10/2012 at 11:34
PEDRO PASSOS COELHO ADMINISTRAVA TECNOFORMA QUE FOI EXECUTADA FISCALMENTE E ESTÁ PERTO DE DECLARAR FALÊNCIA. (A seguir vai o País…) (O CDS e o PSD tem que sair)
Written by dissidentex
11/10/2012 at 12:26
O FMI, UMA ORGANIZAÇÃO DE VENDEDORES DE BANHA DA COBRA APOIADA PELO PSD E PELO CDS (O CDS e o PSD tem que ir embora)
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Ao fim de mais de dois anos de austeridade na Europa, com várias previsões de crescimento revistas em baixa, o Fundo Monetário Internacional (FMI) apresentou mais um mea culpa, algo que já se começa a tornar hábito na instituição.
No relatório semestral sobre o estado da economia mundial tornado público ontem à noite, o FMI reconhece que as medidas de contenção orçamental aplicadas em vários países em todo o Globo estão a ter, nos últimos anos, um impacto negativo na economia muito maior do que aquilo que os modelos que estão a ser utilizados previam. Entre as vítimas destes erros de cálculo estão os países que, na Europa, têm vindo, ainda sem sucesso, a apostar em políticas de forte austeridade para resolver os seus problemas orçamentais, como a Grécia e Portugal.
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E a conclusão a que chegam é impressionante. Enquanto que nos modelos de projecção usados, se estimava que, por cada euro de cortes de despesa pública ou de agravamento de impostos se perdia 0,5 euros no PIB, a realidade mostrava que esse impacto (os chamados multiplicadores) é muito maior. Afinal, desde que começou a Grande Recessão, em 2008, o que os dados económicos mostram é que por cada euro de austeridade, o PIB está a perder um valor que se situa no intervalo entre 0,9 e 1,7 euros.
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Numa caixa intitulada “Estaremos a subestimar os multiplicadores orçamentais de curto prazo?”, os responsáveis do Fundo tentam perceber porque é que as suas previsões (e também as de outras instituições) para a evolução das economias têm vindo a falhar durante esta crise.
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“Esta descoberta é consistente com investigação que sugere que, no actual ambiente de fraca utilização da capacidade produtiva, de política monetária limitada pelas taxas de juro zero e de ajustamento da política orçamental simultâneo em vários países, os multiplicadores podem estar bem acima de um”, escreve-se no relatório do FMI. A conclusão: “Mais trabalho sobre como os multiplicadores orçamentais dependem do tempo e das condições económicas é necessário”.
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Um erro tão significativo no cálculo do impacto económico das medidas de austeridade teve consequências evidentes nas políticas seguidas em vários países, incluindo necessariamente aqueles que têm vindo a receber apoio financeiro e técnico do FMI como Portugal. Aliás, o próprio Governo português já revelou ter sido surpreendido pela forma como evoluiram, durante este ano, variáveis económicas como o desemprego e a procura interna, o que acabou por ter consequência também ao nível do défice orçamental.
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Para Portugal, o FMI prevê uma recessão de 1% do PIB em 2013, em linha com a projecção do Governo. No caso do desemprego, a previsão coincide com aquela que o Executivo confirmou em Setembro quando divulgou o resultado do quinto exame da troika (uma taxa de 16%), mas que o Governo reviu entretanto em alta para 16,4%.
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É absolutamente delirante que quem se engana em previsões de austeridade e conclua agora que por cada euro de austeridade o PIB perca entre 0.9 e 1.7; ainda tenha o descaramento de fazer projecções sobre o valor do PIB português.
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Notícia da comunicação social, sobre os vendedores de banha da cobra, dia 9 de Outubro de 2012.
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Portugal continuará, até 2017 inclusive, a ser um dos países do mundo com menor crescimento, com mais desemprego e a economia continuará a perder posições no ranking do poder de compra per capita indica o Fundo Monetário Internacional (FMI). Ou seja, cada português, continuará a descer (a empobrecer) quando se olha para a lista dos mais de 180 países analisados pela instituição.
De acordo com as projeções do Fundo, que é um dos elementos da troika no país que tem estado a desenhar, juntamente com o Governo, o programa de ajustamento económico e financeiro, Portugal chega a 2017 em pior situação económica relativa do que estava em 2011.
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De facto é extraordinário que a empresa de vendedores de banha da cobra que dá pelo nome de FMI tenha imposto esta política de austeridade e agora esteja surpreendida com as consequências das políticas que impôs…
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Notícia da comunicação social, sobre vendedores de banha da cobra , dia 9 de Outubro de 2012
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Written by dissidentex
10/10/2012 at 12:57
Publicado em CAPITALISMO, CAPITALISMO PREDATÓRIO, COBARDES, COLABORACIONISMO, DÍVIDA EXTERNA, DÍVIDA EXTERNA POR PAÍS, DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA, DECLÍNIO PORTUGUÊS, DEMOCRACIA VS DITADURA, FMI
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A TECNOFORMA, PEDRO PASSOS COELHO, MIGUEL RELVAS, A JSD, O JORNAL PÚBLICO, O JORNALISTA JOSÉ ANTÓNIO CEREJO, E O PROGRAMA FORAL (O CDS e o PSD tem que ir embora)
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Na segunda feira, dia 8 de Outubro de 2012, o Jornal Público traz um dossier de 6 páginas (com organograma, mapas, quadros e cópias de documentos) sobre a Tecnoforma.
O autor é José António Cerejo, jornalista do Público.
No currículo de Pedro Passos Coelho, apenas constava que teria sido SÓ até 2004 .
Confrontado com documentos obtidos pelo jornal, o primeiro-ministro respondeu: «Confusão minha.»
Os dados da investigação indiciam que entre 2002 e 2004 a empresa foi favorecida por Miguel Relvas, então secretário de Estado da Administração Local do governo Barroso, com a tutela do Programa Foral.
Porquê?
Porque durante esses anos, a Tecnoforma obteve 82% do financiamento aprovado a privados na região Centro.
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“A Tecnoforma viveu o seu período de maior sucesso no tempo em que Passos Coelho foi seu consultor, Relvas geria o programa Foral, Paulo Pereira Coelho era o gestor do programa na Região Centro. Em comum tinham o facto de terem sido dirigentes da JSD, tal como outros elementos chave do sucesso da empresa. No Centro a Tecnoforma chegou a ter 82% do financiamento aprovado a privados”
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“Passos Coelho sempre disse que foi apenas consultor da Tecnoforma e que a deixou em 2004, quando foi trabalhar com Ângelo Correia. Afinal foi administrador até 2007. “Confusão minha”, disse ao PÚBLICO
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O que está acima descrito RELACIONADO COM HELENA ROSETA pode ser encontrado AQUI
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Quanto ao Jornalista José antónio Cerejo, foi convidado a sair do JornalPúblico.
Fonte : Aventar
Infografia e imagens: Jornal Público. Excepto a primeira.
Written by dissidentex
09/10/2012 at 14:28
PEDRO PASSOS COELHO E O PSD ODEIAM OS PORTUGUESES (O CDS e o PSD tem que sair)
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O governo português acaba de anunciar um aumento de imposto de renda de 3,4 por cento aplicável ao sector privado, ao sector público e aos pensionistas. Esta é a resposta às manifestações maciças nas últimas semanas, quando uma décima parte da população disse de viva voz BASTA! Como de costume, o governo não está interessado.
Eis mais um exemplo da incompetência do governo de Portugal, uma coligação entre dois dos três partidos (PSD, Partido Social Democrata e CDS/PP, democratas-cristãos, conservadores; o outro é o PS, socialistas, em nome) que geriram Portugal tão habilmente desde 1974 que o país agora é governado por estrangeiros que implementam políticas através de chantagem.
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o país agora é governado por estrangeiros que implementam políticas através de chantagem. […] Mais uma vez, os que governam os portugueses se vendem aos caprichos de estrangeiros, chutando seu povo nos dentes e quando eles se queixam, ainda urinam por cima deles do seu pedestal em uma atitude de teimosia, arrogância e prepotência. […]
Os activos de Portugal pertencem aos cidadãos portugueses, e não a um punhado de meninos mimados assentes em posições de poder, não são para vender ou dar a estrangeiros. Se vocês são incompetentes para protegê-los, então façam favor e saiam do lugar. Se vocês destruiram o país intencionalmente, e meteram o dinheiro dos cidadãos nos bolsos, então vocês são uns traidores de merda;
[…] Vocês pensam seriamente que os salários e as pensões miseráveis que seu povo ganha podem resistir um aumento de um por cento em sobretaxas fiscais? Algum de vocês já pegou numa pá na mão e teve que ganhar a vida a partir de uma faixa de terra e meia dúzia de galinhas? […] Por quê é que vocês se recusam a falar com o seu povo em vez de andar de mãos dadas com os que meteram Portugal no poço em Bruxelas, aqueles que pagaram aos agricultores para não produzir, aqueles que deram as águas portuguesas aos espanhóis, aqueles que deram a industria portuguesa à Alemanha, aqueles que negoceiam o espaço aéreo português, que mandaram as frotas pesqueiras se afundarem, aqueles que destruiram os futuros dos jovens portugueses? […] Com “ministros” como estes dirigindo o país, quem precisa de ir ao circo no Natal (se ainda o Natal em Portugal não for cancelado por decreto)?
Em fim, o quê esperar de uma meia-tigela de dementes simplórios que têm a mania que o sol brilha dos seus traseiros, que não sabem absolutamente nada sobre nada, nunca fizeram um dia de trabalho nas suas miseraveis vidas, e que ainda por cima têm a audácia de chamar aos portugueses “piegas”, “ignorantes”, ou preguiçosos”?)
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Artigo de opinião, “Portugal: Desrespeito, teimosia, arrogância e prepotência” … dia 5 de Outubro de 2012
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Written by dissidentex
07/10/2012 at 18:10
A BANDEIRA AO CONTRÁRIO (O CDS e o PSD tem que ir embora)
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Os governantes riram e voltaram-lhe as costas. Alguém há-de reparar o erro.
Só que o erro já foi, noutra altura, acerrimamente criticado. Numa altura em que não era erro, mas um modo de protesto.
Tudo o que diz respeito à bandeira nacional tem um simbolismo e hasteá-la ao contrário não foge à regra. Em tempos, durante as grandes guerras, as bandeiras hasteada ao contrário eram sinal de que o local estava dominado pelo inimigo, enviando um pedido de socorro. Trata-se de um sinal reconhecido ao nível internacional.
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Mas voltemos um pouco atrás. Em 2009, um programa de televisão mostrava uma imagem da bandeira nacional invertida, o que causou uma grande celeuma entre a classe política e originou mesmo um comunicado de Belém.
“A bandeira nacional é símbolo da soberania da República, da independência, da unidade e integridade de Portugal é a adoptada pela República instaurada pela Revolução de 5 de Outubro de 1910”, lembrava-se no site da Presidência.
Era depois recordado, em concreto, o artigo 332º do Código Penal, que pune com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias “quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa”.
Hoje, o chefe de Estado sorriu com o incidente e deixou a outros a função de reparar um acto falhado de muito simbolismo.
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Notícia da comunicação social, dia 5 de Outubro de 2012
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Em contexto militar, explicou o coronel Cracel, um país pode ser invadido e isso traz normalmente várias variáveis, como a invasão, o colaboracionismo de algumas elites, a violência contra as populações e as detenções.
“Se transpusermos isso para a situação que vivemos, de algum modo é aquilo a que estamos a assistir. Não é uma invasão militar, mas é uma invasão económico-financeira, em que os ingredientes não diferem muito daquilo que acontece com uma invasão militar”, apontou Pereira Cracel.
Acrescentou que, tal como numa invasão militar, o pedido de resgate financeiro de Portugal à União Europeia trouxe “um inimigo, um adversário que impõe as suas regras, violentando, com a colaboração de alguns”, apontando que também já surgiu a variante “resistência”.
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Notícia da comunicação social,dia 5 de Outubro de 2012
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Written by dissidentex
06/10/2012 at 17:05
Publicado em 5 DE OUTUBRO DE 2012, ATAQUE ÀS PESSOAS, CONDICIONAMENTO DA VIDA EM SOCIEDADE, CORRUPÇÃO, EXTORSÃO PERMITIDA, GOVERNO, GOVERNO DE PORTUGAL, INSURREIÇÂO, INTIMIDAÇÃO, INTIMIDAÇÃO DA POPULAÇÃO, MOVIMENTOS ANTI DEMOCRACIA, NEO LIBERALISMO ECONÓMICO, PAÍSES, PERDA DE SOBERANIA, POLÍTICA SEM PRÍNCIPIOS, PORTUGAL, REGRESSÂO ECONÓMICA PROMOVIDA PELO PSD, SUBVERSÂO DA DEMOCRACIA, TÉCNICAS DE CONTROLO ECONÓMICO, TERRORISTAS FINANCEIROS, TRAIÇÃO
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PEDRO PASSOS COELHO, VÍTOR GASPAR E O PSD: UM PARTIDO DE FALHADOS E INCOMPETENTES QUE ESTÃO A AGRAVAR O RISCO DE BANCARROTA DE PORTUGAL (O CDS e o PSD tem que ir embora)
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A probabilidade de incumprimento da dívida portuguesa num horizonte de cinco anos agravou-se. Segundo a CMA DataVision, subiu de 35,17% no fecho de terça-feira para 35,79% no fecho de hoje, ao começo da noite. Tendo mostrado uma trajetória de melhoria durante a manhã, tendo chegado a um nível de risco de 35,16%, inverteu o movimento à tarde.
O preço dos credit default swaps (seguros contra o risco de incumprimento, acrónimo cds) subiram de 487,22 pontos base no fecho de terça-feira para 497,95 pontos base no fecho de quarta-feira.
Em relação a segunda-feira, o risco subiu de 35,23% para 35,79% e o custo dos cds de 488,15 para 497,95 pontos base.
Em virtude do agravamento de hoje à tarde, Portugal voltou a subir para o 7º lugar no “clube” dos 10 países com mais alta probabilidade de incumprimento, um ranking da CMA DataVision. Ontem havia descido para a 8ª posição.
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Notícia da comunicação social, dia 5 de Outubro de 2012
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O dinheiro que hoje temos para gastar é inferior ao que tínhamos há 12 anos. As famílias estão a ver o seu nível de vida a recuar anos: primeiro, devido à crise mundial, que estalou em 2008, e, mais recentemente, a queda acentuou-se, com o pedido de ajuda externa em 2011.
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Desde há uma década subiram os impostos, os preços dos bens alimentares, os preços dos transportes, dos combustíveis, da luz, gás e água, das rendas e o custo de vida em geral, e com a entrada do Governo de Passos Coelho em 2011, as mudanças foram muitas e gravosas para a maior parte das famílias.
Foram cortados subsídios, aumentaram os preços dos transportes em média em 15%, aumentou o IVA no gás e electricidade de 6 para 23%, houve uma sobretaxa extraordinária no IRS, o IVA aumentou também nos bens de consumo e aumentaram os impostos sobre automóveis e imóveis.
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Notícia da comunicação social, dia 3 de Outubro de 2012
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Written by dissidentex
05/10/2012 at 13:31
Publicado em BANCARROTA, CONDICIONAMENTO DA VIDA EM SOCIEDADE, CORRUPÇÃO, MOVIMENTOS ANTI DEMOCRACIA, NEO LIBERALISMO ECONÓMICO, PAÍSES, PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA, PARTIDOS POLÍTICOS, PEDRO PASSOS COELHO, PORTUGAL, REGRESSÂO ECONÓMICA PROMOVIDA PELO PSD, VÍTOR GASPAR
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