DISSIDENTE-X

Archive for Dezembro 2012

O PURO MAL ESTÁ À SOLTA EM PORTUGAL

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Eles representam o “Mal” na sua mais absoluta forma.

São o inimigo.

Nada neles é humano.

Não pertencem a esta nacionalidade.

São apátridas sem lei nem ordem, destituídos de moral, destituídos de princípios, destituídos de razão.

Mercenários violentos cujo único prazer consiste em destruir.

Possuem a mesma carga de maldade e os resíduos históricos do antigo mal que há 80 anos atrás deu origem às maiores tragédias que se abateram sobre a Europa e posteriormente sobre o mundo.

Tudo o que lhes falta em humanidade, sobra-lhes em fanatismo.

Eles representam o mal na sua mais absoluta forma.

Uma nova forma de mal, intensificada, padronizada, suavizada debaixo do manto da pseudo tecnocracia.

São demónios negros com coração negro, forjado nas fornalhas do mais profundo dos infernos; se o Inferno existir e não forem os outros…

A traição e a destruição são as suas armas.

Eles representam o mal na sua mais absoluta forma.

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INIMIGO

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O caminho para derrotar uma quadrilha de maldade é simples e claro.

Atacá-los onde quer que estejam, de todas as formas, maneiras e feitios possíveis, de noite e de dia, por ar, mar e terra, psicologicamente, socialmente, economicamente, telepaticamente, com todos ou só com um.

Serão derrotados. Já perderam!

E depois da derrota é necessário saltar em cima do pó em que estão transformados, para o continuar a combater, mesmo depois de morto.

Porque este é um adversário que regenera a sua maldade a cada geração.

Este é um adversário que é necessário confrontar em todos os terrenos.

Sem contemplações.

Sem hesitações.

Serão derrotados. Já perderam!

Este adversário é o inimigo.

Um inimigo ultra violento e capaz das maiores atrocidades.

Um inimigo que apenas retira prazer do sofrimento alheio.

Serão derrotados. Já perderam!

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Written by dissidentex

13/12/2012 at 20:46

Publicado em O INIMIGO

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GOVERNO DO PSD: OS LOUCOS VARRIDOS QUE CRIARAM UMA DEFLAÇÃO (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - O PSD E O CDS TEM QUE IR EMBORA

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Os doidos –  certificados pelo respectivo instituto – que foram parar ao governo, continuam na sua demanda por uma guerra civil ou pior, uma qualquer deriva nacionalista de consequências imprevisíveis.

DEFLACAO 2013

Na base da dados da Comissão Europeia não há registo de um valor negativo anual no deflator do PIB desde o início dos anos 80. Nos anos 70 o valor médio da década foi de 16%, o que aponta para que nunca tal tenha acontecido em Portugal em democracia (ver gráfico com dados da Comissão e previsão da OCDE). 

Os especialistas da UTAO têm o cuidado de avisar que esta evolução não “representa necessariamente um risco deflacionista”  para a economia portuguesa no sentido de uma queda prolongada de preços.

“Presume-se que esta redução se deva ao ajustamento de preços inerente ao processo de redução da procura interna e de restabelecimento da competitividade externa da economia” , lê-se na nota a que o Negócios teve acesso.

Mas especialistas deixam claro que, caso a tendência não se inverta, a economia não suportará esta situação por muito tempo: “Este período de desinflação e de baixo crescimento económico terá de ser necessariamente transitório e é pouco compatível com taxas de juro elevadas, sob pena de tornar imparável a dinâmica de crescimento da dívida pública”, escrevem, acrescentando: “Com efeito, os cenários de sustentabilidade da dívida admitem habitualmente um crescimento do PIB nominal de 4% a longo prazo, algo que não se prevê que venha a ocorrer até 2016”

O deflator do PIB estima a evolução dos preços no total da economia e considera os bens e serviços produzidos internamente num determinado ano. Já a inflação – ou deflator do consumo privado – considera um cabaz fixo de bens e serviços consumidos pelas famílias. 

A taxa de crescimento nominal da economia resulta do crescimento real do PIB (em volume, isto é sem o efeito dos preços) e da variação dos preços entre dois anos (o deflator do PIB).

Troika e Governo optimistas no PIB nominal

O deflator do PIB é importante para o cálculo do peso da dívida pública na economia, uma vez que esta variável resulta da comparação entre o valor nominal da dívida e o PIB nominal de um determinado ano. Na mesma nota, a UTAO vem avisar para o optimismo da previsões da troika e do Governo nesta frente, comparando várias previsões.

“Ainda que, para 2016, esteja previsto um nível de dívida pública idêntico, o seu peso no produto deverá ser superior ao que constava na versão original do MoU”, o que tem “consequências mais profundas para o peso da dívida pública no PIB”, diz a UTAO, que concretiza: “As projecções apresentadas em Outubro de 2012 no âmbito da 5.ª avaliação do PAEF tinham subjacente uma dívida pública para 2016 praticamente igual à projectada em maio de 2011, no entanto, o peso desta no PIB nominal é superior em 7,5 pontos percentuais”, lê-se na nota.

Na quinta revisão do programa de ajustamento português, troika e Governo projectaram para 2016 um nível de dívida pública semelhante ao estimado em Maio de 2011 (na versão original do memorando): 214,8 mil milhões de euros contra 214,2 mil milhões. No entanto, o peso da dívida é muito diferente entre reviões: em Maio de 2011 apontavam para 111 % do PIB em 2016 e agora apontam para 118%.

A diferença está na evolução do PIB nominal: troika e Governo foram optimistas tanto em relação à crescimento real da economia, como à evolução dos preços.

“Tal revisão em alta deve-se ao facto de, para 2016, se prever um PIB nominal de 180,8 mil milhões de euros, inferior em 12,7 mil milhões ao projectado em Maio de 2011. Com efeito, a diferença entre as projecções para o PIB nominal é significativa: no MoU estava previsto um crescimento médio anual de 2,6% e na 5.ª avaliação este é de apenas 1,1% , sendo que essa diferença se deve mais ao PIB real do que aos preços implícitos, excepto no que se refere ao ano 2012”, lê-se no relatório.

DEFLACAO - GRAFICO

Notícia da comunicação social, dia 12 de Dezembro de 2012

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A deflação é uma quebra generalizada de preços, como consequência de uma recessão económica profunda, associada a quebbras de emprego e da produção/oferta.

Numa situação de deflação o consumo não tem tendência a aumentar, mas sim a diminuir ainda mais.

Tem a ver com uma coisa chamada expectativas.

VITOR GASPAR -  DEFLACAO - DESTRUIR TUDO

ISABEL JONET DIZ QUE A CARIDADE É MELHOR QUE A SOLIDARIEDADE. FELIZMENTE ESTÁ ENGANADA.

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Acompanhei com distanciamento a polémica sobre as declarações de Isabel Jonet, no mês passado, acerca da necessidade do empobrecimento em Portugal.

Afinal de contas, ela tem feito um trabalho admirável no Banco Alimentar contra a Fome e todos devíamos estar-lhe gratos por isso. Uma pessoa que faz um trabalho de natureza prática não tem de ter um pensamento sofisticado sobre a pobreza e a desigualdade. Não devemos esperar que Isabel Jonet, depois de um dia de trabalho no Banco Alimentar, passe os serões a ler John Rawls ou Amartya Sen. Por isso, as críticas que então lhe foram dirigidas pareceram-me claramente excessivas e mesmo deslocadas. Agora, mudei de opinião.

Jonet dá esta semana mais uma entrevista, desta feita ao jornal i, onde declara: “Sou mais adepta da caridade do que da solidariedade social”. De forma cuidadosa, admite que necessitamos tanto de uma coisa como da outra e até considera errada a diminuição dez algumas prestações sociais. Na verdade, se Jonet tivesse dito que precisamos tanto de caridade como de solidariedade, eu concordaria. Mas ela disse algo subtilmente diferente, ou seja, que a caridade é preferível à solidariedade. Isto é, que a benevolência individual trata melhor os problemas da pobreza e da injustiça do que a solidariedade socialmente organizada através do Estado.

susaninha

Estas declarações – que Jonet dirá sempre que foram mal interpretadas, como se quem fala publicamente tivesse o monopólio da interpretação daquilo que diz – recordaram-me aquilo que se contava aqui há uns anos sobre as aulas do filósofo libertarista (ou neoliberal) Robert Nozick. Este escreveu uma famosa obra, intitulada “Anarquia, Estado e Utopia”, na qual atacava a ideia de justiça social considerando que, na verdade, qualquer esquema solidário ou distributivo implicava interferir na propriedade e liberdade dos mais ricos, o que significava tratá-los instrumentalmente e isso era indefensável de um ponto de vista moral. Pois bem, enquanto ensinava estas teorias, Nozick faria correr entre os estudantes uma caixa-mealheiro onde estava escrito “Contribuições para a pobreza em África”. A ideia era clara: a caridade substituía com vantagem a solidariedade.

Quando Isabel Jonet vem agora dizer que a caridade é preferível não podemos desligar-nos de um contexto político no qual o Governo pretende impor um corte devastador no Estado social, em especial nas prestações sociais. Ou seja, os discursos de Jonet e do Governo funcionam em tandem. Eles fazem cada um por si aquilo que Nozick fazia em simultâneo na sua sala de aula. Ao dizer que a caridade é preferível, Jonet está também a dizer, de forma sub-reptícia, que o Governo tem razão em cortar na solidariedade.

João Cardoso Rosas, Professor Universitário

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Artigo de opinião, dia 12 de Dezembro de 2012

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Notas:

Como ser humano, esta senhora vale zero.

O desprezo e o ódio que nutre pelos seus semelhantes é tremendo, das trevas, insidioso, negro como o mais negro coração negro.

E só consegue fingir que sublima isso usando os pobres e a caridade.

E através deles usando-os como armas de arremesso político.

Uma atitude que considero desprezível.

Do mais baixo moralmente que pode existir.

O Banco alimentar contra a fome é uma arma organizada contra a sociedade e não a favor da sociedade.

OS ÊXITOS DO PSD ENQUANTO GOVERNO: PORTUGAL TEM O OITAVO PIOR RATING DO MUNDO (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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VITOR GASPAR - CONTAS EM ANANASES

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Apesar das agências de rating serem entidades com credibilidade zero, eram apontadas – antes das eleições legislativas de 5 de Junho de 2011 – como sendo altamente credíveis, e seriam estas entidades que iriam  credibilizar o país assim que verificassem que o senhor Passos Coelho fosse primeiro ministro.

PORTUGAL - O OITAVO PIOR RATING DO MUNDO

O estudo “Sovereign Data Comparator” mostra que a República portuguesa é, nesse grupo de países, a que tem piores perspetivas económicas para os dois próximos anos: a Fitch prevê uma recessão de 3,2% este ano, seguida de nova contração de 1,5% no próximo e uma retoma insípida de 0,8% em 2014.

No grupo de Portugal,  surgem ainda Uruguai, Filipinas, Macedónia, Hungria, Guatemala e Costa Rica, mas todos vão crescer mais do que a economia nacional.

Portugal foi atirado para o lixo em novembro de 2011 pela Fitch (as outras agências S&P e Moody’s fizeram o mesmo). A avaliação foi reiterada em novembro deste ano, com a empresa a dizer que a nota do país “reflete o progresso feito no âmbito do programa do Fundo Monetário Internacional e da União Europeia até à data”, mas manteve a perspetiva negativa, ameaçando o país de novo corte na classificação.

Razão: os riscos políticos, de implementação e macroeconómicos” associados à aplicação do programa de ajustamento.

Ainda de acordo com a Fitch, o país pior classificado do mundo é a Argentina (com rating CC), logo a seguir vem a Grécia (com CCC).

Angola, que se está a tornar num dos maiores parceiros comerciais e de investimento de Portugal, tem um rating BB-, apenas um nível abaixo.

No mundo há apenas 15 países com rating máximo (AAA), seis deles da zona euro: Áustria, Finlândia, França, Alemanha, Luxemburgo e Holanda.

Para já Portugal não está a contrair empréstimos (emissões de obrigações) aos mercados de dívida de longo prazo, pelo que o rating não é uma questão sensível. No entanto, em 2013, o processo de regresso aos mercados tornará estas polémicas avaliações e opiniões das agências de rating numa questão relevante já que contribuem para agravar o custo das colocações de dívida.

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Notícia da comunicação social, dia 10 de Dezembro de 2012

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” Lisboa, 24 mar (Lusa) — O dirigente do gabinete de estudos do PSD Carlos Moedas defendeu hoje em declarações à agência Lusa que, com as reformas que um futuro Governo social-democrata vai aplicar, as agências ainda vão subir o ‘rating’ de Portugal.

Segundo Carlos Moedas, que é um dos principais conselheiros do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, os mercados “olham para uma nova equipa de gestão como uma boa notícia”, porque “há muito tempo não dão credibilidade ao Governo português”.

No seu entender, “assim que os mercados incorporem a informação de que o PSD vai respeitar as metas do défice, e fará tudo o que for necessário para que se cumpram essas metas até porque foi o PSD que sempre anda atrás do Governo para cortar, essas agências voltarão a dar credibilidade a Portugal”.”

Carlos Moedas, conselheiro económico de Pedro Passos Coelho, 24 de Março de 2011

OS DIRIGENTES DE PORTUGAL E A SUA ESTRATÉGIA DE IMPUNIDADE (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO -  ODIO A TODOS

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Os dirigentes do país acostumaram-se a empurrar, nas alturas de crise, as responsabilidades por ela para as vítimas dela. É o seu estratagema de impunidade.

Insidiosamente, os trabalhadores vêem-se, assim, invectivados por não produzirem, os desempregados por não se haverem modernizado, os jovens sem colocação por se mostrarem ávidos de consumismos, os reformados por adornarem a sustentabilidade da previdência social, os doentes crónicos por serem viciados em fármacos e intervenções cirúrgicas.

Tornou-se hábito aparecerem em público uns senhores de rostos severos a admoestarem-nos por «gastarmos mais do que ganhamos», por «ganharmos mais do que produzimos» e por «vivermos acima das nossas possibilidades». Não se sabe, entretanto, o que isso realmente significa. Temos, como consequência – e ainda a procissão vai no adro –, falências e desemprego, miséria e aviltamentos em tsunami.

O pequeno comércio (sustentáculo dos núcleos populacionais das cidades) e a pequena agricultura (idem para os dos campos) rebentam, inanimados. Mais de um terço da população vive já ao nível da pobreza.

Em número crescente, crianças vão em jejum para as escolas, idosos deixam de tomar medicamentos, multidões dormem ao relento, semi-envergonhados comem de caixotes do lixo. Em muitas casas volta–se, como há 50 anos, a cozinhar em fogareiros a petróleo, a tomar banho uma vez por semana, a ingerir apenas sopa às refeições, a comprar roupa na Feira da Ladra.

Irónicos, os mais vividos reduzem o que se ensaia a remake de neo-Estado Novo, neofascismo a dobrar indomados.

Há “muita gente”, dizia Vítor Rego, “a sentir-se bem no mal e mal no bem”.

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Artigo de opinião na comunicação social, dia 6 de Dezembro de 2012

 PEDRO PASSOS COELHO - OS PORTUGUESES ODEIAM-NOS E NOS ODIAMOS OS PORTUGUESES

PORTUGAL, UM PAÍS CORRUPTO E MAIS AINDA DESDE QUE O PSD E O CDS CHEGARAM AO GOVERNO (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - O PSD E O CDS TEM QUE IR EMBORA

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CORRUPCAO EM PORTUGAL 1

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Notícia da comunicação social, que ainda tem autorização para revelar podres, dia 5 de Dezembro de 2012.

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CORRUPCAO EM PORTUGAL 2

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Notícia da comunicação social, que ainda tem autorização para revelar podres, dia 5 de Dezembro de 2012.

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PEDRO PASSOS COELHO - CORRUPCAO E O COMBATE PARA O ANO

Written by dissidentex

06/12/2012 at 19:49

PEDRO PASSOS COELHO E O PSD: OBVIAMENTE DEMITE-TE ( O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - OBVIAMENTE - DEMITE-TE

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Quinta feira, dia 6 de Dezembro, na Universidade Nova de Lisboa, num seminário sobre segurança onde falava o senhor Pedro Passos Coelho.

Foto DAQUI

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O seminário era sobre segurança, mas à espera de Pedro Passos Coelho estava um grupo de manifestantes que, durante a chegada, gritou: “Bolsas sim, propinas não, este Governo não tem educação.”

Durante o discurso de abertura do seminário internacional “A segurança global e os sistemas democráticos: desafios e perspectivas”, o primeiro-ministro foi surpreendido por um grupo de oito estudantes que ergueu uma faixa com um pedido: “Demite-te.”

Os seguranças de Passos Coelho tentaram retirar os manifestantes do auditório dizendo “vá lá, não faça isto”. Um pedido a que os estudantes responderam: “Chame a polícia se quiser, nós podemos estar aqui.”

E foi o próprio primeiro-ministro a parar o seu discurso e a pedir aos seguranças que não os interrompessem.

“Pedia ao Serra [um dos elementos da sua segurança] que deixasse os senhores ostentarem o cartaz sem nenhum problema, porque vivemos, felizmente, numa situação de boa saúde da nossa democracia, e não vemos nenhuma razão para que os senhores não possam ostentar as faixas que entenderem”, afirmou Pedro Passos Coelho.

O protesto continuou silencioso e com vários seguranças à volta dos estudantes. Os manifestantes abandonaram o auditório por livre vontade quando o primeiro-ministro terminou a sua participação no seminário. À saída, Passos Coelho disse não ter sido “difícil” continuar o seu discurso, apesar do protesto.

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Notícia da comunicação social, dia 6 de Dezembro de 2012

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PEDRO PASSOS COELHO - AGARRADO AO PODER

Written by dissidentex

05/12/2012 at 20:21