DISSIDENTE-X

Archive for Fevereiro 2013

“MAIS CRIMES SÃO COMETIDOS EM NOME DA OBEDIÊNCIA DO QUE DA DESOBEDIÊNCIA” – BANSKY (O CDS e o PSD tem que sair)

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - QUEDA DO GOVERNO EM 2013

Ø

“Mais crimes são cometidos em nome da obediência do que da desobediência. O perigo real são as pessoas que obedecem cegamente qualquer autoridade” (Banksy)

Ø

BANSKY - LANCAMENTOD E FLORES

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - OBEDIENCIA  - DESOBEDIENCIA

Written by dissidentex

27/02/2013 at 12:01

A COESÃO SOCIAL EM PORTUGAL ESTÁ FORTEMENTE AMEAÇADA (O PSD e o CDS tem que ir embora)

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - ODIO AOS PORTUGUESES

Ø

“A coesão social em Portugal está fortemente ameaçada”

“ Deterioração física e mental das pessoas” é um dos sinais da erosão da coesão social.

“Se este governo continuar no poder e continuar a revelar a mesma cegueira ideológica, o país estará a destruir em poucos anos o que levou décadas a construir”, é a preocupação do sociólogo Boaventura Sousa Santos. Regressado há pouco da Grécia, alerta que “nada está a ser feito em Portugal para que o agravamento que se dá na Grécia não ocorra entre nós”.

Acha que a coesão social está ameaçada com todos os sacrifícios que continuam a ser pedidos aos portugueses?
Sem dúvida. A coesão social tem duas dimensões, a vida interior de todos nós, cidadãos e não-cidadãos, e a nossa vida colectiva em sociedade. Ao nível da vida interior, a coesão manifesta-se por um sentimento de dignidade pessoal, de pertença a uma sociedade que, sendo nossa, pode ser moldada pelos nossos esforços e nunca nos abandonará num momento de perigo ou de vulnerabilidade. Ao nível da vida colectiva, a coesão social é a experiência da segurança colectiva, das expectativas de vida razoavelmente estabilizadas que nos permitem fazer planos, e aceitar sacrifícios no presente em nome de um futuro melhor para nós e para os nossos filhos. Em ambos os níveis, a coesão social está fortemente ameaçada e as manifestações da sua erosão estão já manifestar-se na deterioração da saúde física e mental das pessoas (daqui a uns anos os índices serão reveladores), no mal-estar das famílias, na ocorrência de mortes evitáveis, nos suicídios, na insegurança na rua, na violência contra mulheres e crianças, no abandono de idosos, na humilhação ante filantropos complacentes, no desprezo com que os governantes se referem às justas aspirações dos cidadãos e cidadãs que os elegeram, na arrogância com que os super-ricos pregam às maiorias empobrecidas.

Acredita que os portugueses já chegaram ao seu limite?
Sociologicamente é impossível determinar o nível de erosão da coesão social que leva à ruptura social. Sobretudo porque os limites se atingem por duas vias contraditórias: por crescendos graduais que passam facilmente despercebidos e por explosões repentinas e surpreendentes, muitas vezes desencadeadas por acontecimentos menores.

Prevê alguma tragédia social, como aconteceu na Grécia, e o extremar da contestação social?
Estive na semana passada na Grécia e não me parece que a tragédia já tenha concluído o seu curso. É uma tragédia em curso, mais profunda que a nossa apenas porque começou um ano antes. Nada está a ser feito em Portugal para que o agravamento que se dá na Grécia não ocorra entre nós. No entanto, a tragédia grega (sem a grandeza das tragédias da antiguidade clássica) tem características políticas distintas da nossa. Por um lado, tem uma extrema-direita politicamente organizada e bem infiltrada nas forças de segurança. Por outro lado, o extremar da contestação social talvez seja mais facilmente enquadrável pelas forças políticas organizadas dada a elevada força eleitoral pelo partido à esquerda do partido socialista, a coligação Syriza.

Que leitura faz, enquanto sociólogo, das imagens recentes do protesto no auditório contra Relvas e a outros eventos de ministros?
São as imagens do crescente isolamento do governo que em breve estará confinado aos seus gabinetes e corredores com fugas até ao parlamento protegidas por legiões de seguranças. O ministro Relvas tem feito tudo para que o descrédito que há muito caiu sobre ele caia sobre todo o governo. É esta a única maneira que ele tem de salvaguardar o seu futuro político.

Acha que o objectivo do Governo, do que tem vindo a ser noticiado, é, de facto, reformar o Estado ou cortar quatro mil milhões de euros?
Não se trata de reformar o Estado social e sim de o destruir. A direita radical que está no poder não fez parte dos pactos que construíram o país depois do 25 de Abril e nunca aceitou que a dignidade de viver sem depender da caridade e da filantropia fosse um objectivo para a esmagadora maioria da população. Incapaz de contrariar a vontade dos portugueses por via eleitoral, aproveitou com todo o zelo a oportunidade que a troika lhe deu. Rompeu assim com a parte da direita portuguesa que viu na criação do Estado social a melhor garantia contra a instabilidade crónica da democracia portuguesa e o atraso a que nos condenou Salazar. Esta direita está hoje quase tão indignada quanto os indignados na rua. Somos o único país da Europa com uma direita indignada.

Quais são as funções sociais que um Estado pode/deve abdicar? Até onde se pode ir?
A destruição do Estado social já começou, o que é muito preocupante pois o nosso Estado social é dos mais modestos da Europa em matéria de transferências de pagamentos. E é também particularmente injusto porque, dada a nossa estrutura fiscal e a complacência para com as grandes evasões fiscais e seus paraísos, são as classes trabalhadoras (sobretudo os estratos médios) que pagam o Estado social. O objectivo do governo é tributar ainda mais os trabalhadores e as classes médias e simultaneamente retirar-lhes os benefícios do Estado social para que futuramente uns e outras peçam a redução de impostos e sejam levados a preferir a oferta privada de saúde, de educação e de segurança social

O corte radical no Estado Social não pode comprometer um futuro regresso de um partido social-democrata ao poder?
Sem dúvida e é em parte por isso que parte da direita se distancia com tanta indignação do governo. Não ponho em causa o genuíno desacordo com o governo, como referi acima, mas estou convencido que o distanciamento tem também a ver com cálculo político. As supostas plataformas pós-troika são, de facto, plataformas pós-Passos Coelho. Mas o futuro regresso do partido social-democrata depende sobretudo das forças de esquerdas e estas (sobretudo o PS) nada estão a fazer para que esse regresso seja muito dilatado no tempo.

Teme que Portugal se esteja a transformar num país sem perspectivas de futuro para os seus activos e que esteja a hipotecar o seu futuro?
Se este governo continuar no poder e continuar a revelar a mesma cegueira ideológica, o país estará a destruir em poucos anos o que levou décadas a construir, sobretudo no domínio da formação técnica e do sistema nacional de ciência onde se fizeram progressos notáveis nos últimos vinte anos. Os centros de ciência mais dinâmicos do país, os Laboratórios Associados estão a ser vítimas de uma política de suspeição que desarticula as equipas de investigação e leva para a emigração alguns dos melhores. Um exemplo doloroso. Os dois jovens que acabam de ser galardoados com prestigiado prémio da Fundação Gulbenkian para a internacionalização das ciências sociais realizaram os trabalhos em dois Laboratórios Associados (Centro de Estudos Sociais e Instituto de Ciências Sociais) mas ambos já tiveram de ir para o estrangeiro por falta de perspectiva de trabalho entre nós.

Ø

Entrevista de Boaventura Sousa Santos, comunicação social, dia  25 de Fevereiro de 2013

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - ODIO AO ESTADO SOCIAL

Written by dissidentex

26/02/2013 at 8:55

CAVACO SILVA E A LEI DE LIMITAÇÃO DE MANDATOS AUTÁRQUICOS OU UM PRESIDENTE DA REPÚBLICA QUE É UM EMBARAÇO PARA PORTUGAL (O CDS e o PSD tem que ir embora)

Ø

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 1996 - CAVACO SILVA

Ø

cavaco silva - erro na limitacao de mandatos

Os serviços da Presidência da República identificaram um erro no texto publicado em Diário da República sobre a controversa Lei da Limitação de Mandatos em 2005.

A notícia foi avançada na edição online do Jornal de Notícias, que adianta que os serviços da Presidência da República descobriam que houve um erro na publicação da lei com a troca de um “de” por um “da” da Lei de Limitação de Mandatos. Assim sendo, a versão publicada não corresponde àquela que foi aprovada pela Assembleia da República. A Presidência da República já deu conhecimento deste erro à presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, que informou já os líderes das bancadas parlamentares.

Na carta que escreveu aos líderes das bancadas parlamentares, Assunção Esteves afirma: “Sua Exa o Presidente da República acaba de me informar que a Presidência encontrou um erro de publicação na Lei n.º 46 2005, de 29 de Agosto, que estabelece limites à renovação sucessiva de mandatos dos presidentes dos órgãos executivos das Autarquias Locais”. E acrescenta: “Na verdade, o decreto que foi enviado do Parlamento para promulgação pelo Presidente da República, e assim promulgado, contém sempre nos seus artigos as expressões ‘Presidente da Câmara Municipal’ e ‘Presidente da Junta de Freguesia’, ao passo que a lei publicada substitui estas expressões por ‘Presidente de Câmara Municipal’ e ‘Presidente de Junta de Freguesia’”.

A diferença estará na delimitação geográfica que a expressão encerra: se for “presidente de câmara”, faz-se referência à função, mas se for “presidente da câmara” pode entender-se que se refere apenas à autarquia específica em que existe a acumulação de mandatos. É precisamente essa a questão que está a ser colocada politicamente e nos tribunais: pode um autarca que cumpriu três mandatos numa autarquia vir a candidatar-se a outra nas eleições seguintes?

A polémica atinge sobretudo candidatos do PSD às duas maiores câmaras do país – Fernando Seara, em Lisboa, e Luís Filipe Menezes, no Porto – e está já a ser analisada judicialmente, a pedido do Movimento Revolução Branca.

Ø

Notícia da comunicação social, sobre Presidentes da República amnésicos, incompetentes e que são um embaraço, e que chegam convenientemente 8 anos atrasados a assuntos como este, dia 22 de Março de 2013.

Ø

JN -SABADO 23 FEVEREIRO 2013 - LIMITACAO DE MANDATOS

Imagem do Jornal de notícias, dia 23 de Fevereiro de 2013  (ou, a defendermos os amiguinhos de partido…)

Ø

PAULO MORAIS - LEI DE LIMITACAO DE MANDATOS

Ø

Notícia da comunicação social, dia 22 de março de 2013

Written by dissidentex

25/02/2013 at 12:14

MIGUEL RELVAS CULPA OS MAIS VELHOS PELA EXISTÊNCIA DE DESEMPREGO (O CDS e o PSD tem que ir embora)

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - MIGUEL RELVAS - ETICA DESCARTAVEL

Ø

MIGUEL RELVAS - HÁ DEMASIADOS INSTALADOS E POR ISSO HÁ DESEMPREGO

Ø

Notícia da comunicação social , sobre a estupidez e a ignorancia que não tem limites, dia 18 de Fevereiro de 2013

Ø

MIGUEL RELVAS - LAPA AGARRADA A ROCHA

O milhão e meio de pessoas que estão neste momento desempregadas em portugal, não trabalham porque há instalados, explica-nos está luminária.

Supõe-se, perante as palavras desta coisa que é ministro, que quem está empregado deva suicidar-se, para favorecer a criação de emprego a quem não está empregado…

Ø

PEDRO PASSOS COELHO E MIGUEL RELVAS - PROPAGANDA

Written by dissidentex

20/02/2013 at 19:58

OS ÊXITOS DO PSD: CONFERÊNCIA PARA ENVOLVER A SOCIEDADE CIVIL NO PALÁCIO FOZ CUSTOU MAIS DE 11 MIL EUROS POR DOIS DIAS

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - HONESTIDADE E MENTIRA

Ø

CONFERENCIA DA REFORMA DO ESTADO - 11 MIL EUROS

Ø

” A resposta de Moedas surge depois da polémica que ocorreu aquando da realização da conferência, com vários órgãos de comunicação a protestar pelo facto de os jornalistas não poderem citar os participantes, o que, na opinião dos deputados socialistas autores da pergunta, viola a liberdade de imprensa. Na pergunta, os deputados do PS  Pedro Delgado Alves, Maria de Medeiros e Manuel Seabra criticam que a conferência tenha sido anunciada como iniciativa aberta e afinal ter restringido a cobertura noticiosa, com vários órgãos de comunicação a fazer black out ao evento. Os deputados lembram que, “no quadro constitucional em vigor entre nós, a liberdade de imprensa representa uma liberdade fundamental indispensável à salvaguarda do regime democrático”, e defendem que, tratando-se de uma iniciativa “co-organizada pelo governo, se impõe o respeito integral pelo regime dos direitos, liberdades e garantias”.
Na resposta, Carlos Moedas justifica a opção por uma conferência à porta fechada, sem que os jornalistas pudessem citar directamente os participantes, dizendo que a responsável pela organização do evento, Sofia Galvão, informou o executivo de que “iria utilizar regras sobre atribuição de citações habitualmente aplicadas em encontros nacionais e internacionais, regras essas que visam encorajar uma discussão descomprometida, interactiva e profícua”. O responsável clarifica ainda que, ao contrário do que foi tornado público, o executivo não irá divulgar qualquer síntese do que aconteceu e os registos em vídeo apenas servem para arquivo e que “contribuíram para a tarefa de elaboração do relatório final”.”

Ø

Notícia da comunicação social, dia 20 de Fevereiro de 2013

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - CONTRA O DESPESISMO DO ESTADO EXCEPTO SE NOS BENEFICAR A NOS

MIGUEL RELVAS, “UM CHICO-ESPERTO” SEM UM PINGO DE VERGONHA NA CARA (O CDS e o PSD tem que ir embora)

Ø

PEDRO PASSOS COELHO E MIGUEL RELVAS - PROPAGANDA

Ø

MIGUEL RELVAS - EXPRESSO - DESEMPREGO JOVEM

Ø

Notícia da comunicação social, sobre um chico esperto que faz propaganda,dia 17 de Fevereiro de 2013

Ø

MIGUEL RELVAS APAIXONADO

Ø

Capar da Revista do Correio da manha, dia 16 de Fevereiro de 2013

Ø

Há um dia de intervalo entre estas duas notícias e é espantosa a lata desta pobre desculpa para ser humano.

Quando é que este tipo ganha vergonha, se comporta como um homenzinho e se vai embora e de preferência pede outra nacionalidade? E desaparece?

Written by dissidentex

19/02/2013 at 13:58

AUSTERIDADE NUNCA FOI NECESSÁRIA E NÃO É NECESSÁRIA – OU OS BANCOS NÃO CONCORRERAM A ELEIÇÕES

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - OS BANCOS NAO CONCORRERAM A ELEICOES

Ø

The greatest trick the devil ever played was convincing the world that he did not exist.”
Charles Baudelaire

“O maior truque que o Diabo alguma vez fez, foi o de convencer o mundo que não existia.”

Ø

Ou actualmente:

O maior truque que a  *classe social que vive de rendas (banqueiros, por exemplo) alguma vez fez, foi o de convencer o mundo que não existia.

Ø

*A teoria económica “moderna” decidiu criar um novo paradigma intelectual-económico.

Aboliu a distinção entre (1) riqueza produtiva e (2) riqueza improdutiva. Isto é, (1) entre riqueza tangível e visível derivada de produção e (2) riqueza extraida através de rendas (taxas de juro, comissões cobradas, spreads…), monopolios (parcerias público privadas e mercados garantidos pela supressão da concorrência ou concorrência inexistente…)  e ganhos de capital (accões, opções e derivados financeiros…)

Ø

O sistema fiscal está estruturado de forma a favorecer a propriedade, a finança e a securitização de bens, e contra a indústria.

O resultado é desastroso.

Ø

Em vez de criar ” riqueza”, o sector financeiro cria crédito (lança dinheiro na economia através de empréstimos).

Esse lançamento de dinheiro na economia, apenas serve para inflacionar preços e gerar sempre mais inflação. (especialmente no imobiliário, mas não só).

E contribui para o aumento do custo de vida; porque as pessoas pedem mais dinheiro emprestado (para pagar a sua casa…) e aumentam as suas dívidas.

Ø

O resultado é desastroso.

Uma combinação de dívida e deflacção.

ou:

pessoas cujo rendimento remanescente (que entretanto decresceu…) é usado não para comprar bens e serviços, mas para pagar dívidas.

Ø

O resultado é desastroso.

Em vez de se pagar impostos ao Estado, está-se simplesmente a pagar rendas a bancos.

O s bancos nao concorreram a eleições.

Ø

A única forma de resolver este impasse consiste em anular as dívidas.

Anular dívidas é uma decisão politica, e não uma decisão económica.

É mais racional continuar a destruir a economia, insistindo-se em pagar dividas impossiveis de pagar;

ou salvamos a economia às custas da classe parasita que empresta e vive de rendas?

Ø

A austeridade nunca foi necessária e não é necessária.

Ø

 RICARDO SALGADO ENTRA NO CONSELHO DE MINISTROS

Written by dissidentex

17/02/2013 at 13:51