DISSIDENTE-X

Archive for the ‘ABSTENÇÂO VIOLENTA E CONSTRUTIVA’ Category

PSD E PEDRO PASSOS COELHO REJEITAM SEPARAÇÃO ENTRE BANCA COMERCIAL E BANCA DE INVESTIMENTO

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Rejeitada separação entre banca comercial e de investimento

Para viabilizar o acto adicional proposto pelo PS, PSD e CDS exigiram que os socialistas recuassem no regime jurídico que imponha “separação entre bancos comerciais e de investimento”. *

Na proposta de resolução que será hoje viabilizada pela maioria, Passos Coelho fica apenas mandatado para, na Europa, promover a “construção de um sólido sistema de supervisão bancária a nível europeu”.

Os social-democratas alteram, no total, três pontos do projecto de resolução do PS, eliminando, por exemplo, o lançamento de obrigações pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) que os socialistas queriam, mantendo apenas o reforço da capitalização do banco para aumentar a capacidade de financiamento de projectos de investimento em áreas como os transportes, energia, redes digitais e comunicações.

A maioria também não aceitou que a mobilização de novos recursos para a economia fosse exclusiva para os Estados intervencionados, retirando do projecto essa precisão.

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* de forma absolutamente violenta António José Seguro e o PS abstiveram-se…sobre a própria proposta que tinham apresentado.

Notícia da comunicação social, sobre a “adenda ao tratado europeu, apresentada pelo PS, dia 23 de Maio de 2012

ANTÓNIO JOSÉ SEGURO E O PS TOMAM UMA POSIÇÂO DE FORÇA

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Paralisação de 24 de Novembro
PS abstém-se da greve e clama pela concertação

“O PS não toma posição sobre a greve geral” da próxima quinta-feira e, “enquanto partido político, não participa” nela, disse ontem ao DN Miguel Laranjeiro, dirigente socialista responsável pelos assuntos sociais e laborais.

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Notícia da comunicação social, dia 20 de Novembro de 2011

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Masturbação:  cinco contra um, que participam mas não entram.

(Definição não presente em dicionários)

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ANTÓNIO JOSÉ SEGURO TORNA-SE VIOLENTO E AGRESSIVO

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O secretário-geral do PS, António José Seguro, defendeu hoje que nem os representantes da troika nem o Governo têm legitimidade democrática para reduzir salários ou para rever as tabelas salariais da função pública em Portugal.”

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Nota:  isto é “violento”.

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E também quero dizer, com a mesma frontalidade, que o Governo português não tem legitimidade democrática nem eleitoral para fazer, passado cinco meses de eleições, uma proposta desta natureza, seja por via da redução, seja por via da revisão das tabelas salariais na função pública”, acrescentou Seguro, avisando que “o PS estará contra esta estratégia de empobrecimento e de redução de salários”.

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Notícia violenta da comunicação social, dia 20 de Novembro de 2011

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Nota:  isto é violento (especialmente para quem lê as declarações deste senhor…), concretamente  pelo pormenor de falar em 5 meses… se fossem dois anos já teriam legitimidade para o fazer?

Também é delicioso o uso da palavra ” frontalidade” na boca de um político…especialmente um como este…

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Perante a violência de António José seguro o governo português já tinha respondido.

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” O risco de tumultos em Portugal, à semelhança dos que ocorreram na Grécia, foi admitido pelo primeiro-ministro logo no princípio de Setembro, na rentrée do PSD realizada na Universidade de Verão, em Castelo de Vide.”

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Notícia ordeira da comunicação social, dia 14 de Novembro de 2011

ANTÓNIO JOSÉ SEGURO – UM POLÍTICO COM ” KILLER INSTINCT”

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“…António José Seguro garante “abstenção violenta, mas construtiva…”

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Notícia violenta da comunicação social, dia 6 de Novembro de 2011

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