DISSIDENTE-X

Archive for the ‘ACTIVISMO’ Category

MANIFESTAÇÃO DE 2 DE MARÇO DE 2013 EM PORTUGAL – PROTESTS IN PORTUGAL – MARCH 2º, 2013 – PEOPLE ON THE STREETS – PESSOAS NA RUA

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - QUEDA DO GOVERNO EM 2013

Ø

Portuguese (inferior…) prime minister in the picture. Words in the picture:

“I was there when (my) the government fell in 2013. It was nice to see that”

Ø

Foto 1/Picture 1

MANIFESTACAO 2 DE MARCO 2013 - ROSSIO - 16-30.JPG

Estação do Rossio, 16.30/Rossio Train station 16.30

The crowd starts to flow…

Ø

Foto 2/ Picture 2

MANIFESTACAO 2 DE MARCO 3 .JPG

Avenida da Liberdade, 16.45 /Liberty Avenue 16.45

More crowd, and one sign that says: “The Rooster will sing!”

Ø

Foto 3/Picture 3

MANIFESTACAO 2 DE MARCO 2.JPG

Cidadão do movimento Apre (Associação de pensionistas e reformados)

Senior citizen from the movement Apre (Association of senior citizens and old age pensioners)

The shirt says: ” We are not disposable”

Ø

Foto 4 /Picture 4

MANIFESTACAO 2 DE MARCO 4.JPG

Ø

Avenida da Liberdade, perto das 5 da tarde

Liberty Avenue, Lisbon, 5 Pm.

Banner says: “Incompetence rules, capital sucks (money), the people kneels”

“And what about you, portugal? Asleep? Wake up!”

Ø

Foto 5/ Picture 5

MANIFESTACAO 2 DE MARCO 5 .JPG

Avenida da liberdade, 5.15 da tarde. A multidão começa a avolumar-se.

Lisbon, Liberty Avenue,5.15 Pm. The crowd starts to became larger.

Ø

Muito obrigado aos dois simpáticos senhores que me proporcionaram tirar-lhes as fotos  neste dia3 de março de 2013!

Anúncios

MANIFESTAÇÃO DE 2 DE MARÇO DE 2013 EM PORTUGAL – PROTESTS IN PORTUGAL – MARCH 2º, 2013 – IMPRENSA INTERNACIONAL – INTERNATIONAL PRESS

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - QUEDA DO GOVERNO EM 2013

Ø

Portuguese (inferior…) prime minister in the picture. Words in the picture:

“I was there when (my) the government fell in 2013. It was nice to see that”

Ø

BBC

PROTESTOS EM PORTUGAL 3 MARCO - BBC.JPG

LINK HERE

Ø

REUTERS

PROTESTOS EM PORTUGAL - REUTERS 2 DE MARCO DE 2013.JPG

LINK HERE

Ø

AP

PROTESTOS EM PORTUGAL - 2 DE MARCO DE 2013 - AP.JPG

LINK HERE

Ø

MANIFESTAÇÃO DE 15 DE OUTUBRO DE 2012 ( O PSD e o CDS tem que ir embora)

Ø

Ø

1 – Perto das 4 horas da tarde , Praça de Espanha.

2 – Perto das 5 da tarde, Praça de Espanha, onde estava plantada uma das equipas da RTP. O transito estava já cortado e já se verificava existir muita gente nas ruas.

3 – Quase 6 horas da tarde. A primeira vaga chega vinda da avenida de Berna e começa a curvar para se posicionar no centro da praça e na rua.

Ø

Ø

4 – 6 e 15 minutos da tarde.  A multidão aumenta.

5 – Imagem auto explicativa acerca da recusa de comer coelho quando se for almoçar/jantar…

6 – Vítor Gaspar está no coração dos portugueses e os amigos de Vítor Gaspar também estão.

Ø

Ø

7 – Praça cheia, bem como os declives e inclinações na beira da estrada, junto ao desvio para o Hospital Curry Cabral. A multidão extravasou da praça às  6.30 da tarde, enquanto mais e mais vagas de pessoas ainda vinham a chegar.

Ø

JUAN JOSÉ MILLÁS – OU COMO ” O TERRORISTA FINANCEIRO METE UMA PISTOLA PELO CU DOS SEUS SEQUESTRADOS (A POPULAÇÃO)

Ø

La economía financiera no se conforma con la plusvalía del capitalismo clásico, necesita también de nuestra sangre y en ello está, por eso juega con nuestra sanidad pública y con nuestra enseñanza y con nuestra justicia al modo en que un terrorista enfermo, valga la redundancia, juega metiendo el cañón de su pistola por el culo de su secuestrado.
Llevan ya cuatro años metiéndonos por el culo ese cañón. Y con la complicidad de los nuestros.”

Ø

JUAN JOSÉ MILLÁS NO EL PAIS, dia 14 de Agosto de 2012

Ø

Texto traduzido em baixo (mal traduzido…)

«Se percebemos bem – e não é fácil, porque somos um bocado tontos -, a economia financeira é a economia real do senhor feudal sobre o servo, do amo sobre o escravo, da metrópole sobre a colónia, do capitalista manchesteriano sobre o trabalhador explorado. A economia financeira é o inimigo da classe da economia real, com a qual brinca como um porco ocidental com corpo de criança num bordel asiático.

Esse porco filho da puta pode, por exemplo, fazer com que a tua produção de trigo se valorize ou desvalorize dois anos antes de sequer ser semeada. Na verdade, pode comprar-te, sem que tu saibas da operação, uma colheita inexistente e vendê-la a um terceiro, que a venderá a um quarto e este a um quinto, e pode conseguir, de acordo com os seus interesses, que durante esse processo delirante o preço desse trigo quimérico dispare ou se afunde sem que tu ganhes mais caso suba, apesar de te deixar na merda se descer.

Se o preço baixar demasiado, talvez não te compense semear, mas ficarás endividado sem ter o que comer ou beber para o resto da tua vida e podes até ser preso ou condenado à forca por isso, dependendo da região geográfica em que estejas – e não há nenhuma segura. É disso que trata a economia financeira.

Para exemplificar, estamos a falar da colheita de um indivíduo, mas o que o porco filho da puta compra geralmente é um país inteiro e ao preço da chuva, um país com todos os cidadãos dentro, digamos que com gente real que se levanta realmente às seis da manhã e se deita à meia-noite. Um país que, da perspetiva do terrorista financeiro, não é mais do que um jogo de tabuleiro no qual um conjunto de bonecos Playmobil andam de um lado para o outro como se movem os peões no Jogo da Glória.

A primeira operação do terrorista financeiro sobre a sua vítima é a do terrorista convencional: o tiro na nuca. Ou seja, retira-lhe todo o caráter de pessoa, coisifica-a. Uma vez convertida em coisa, pouco importa se tem filhos ou pais, se acordou com febre, se está a divorciar-se ou se não dormiu porque está a preparar-se para uma competição. Nada disso conta para a economia financeira ou para o terrorista económico que acaba de pôr o dedo sobre o mapa, sobre um país – este, por acaso -, e diz “compro” ou “vendo” com a impunidade com que se joga Monopólio e se compra ou vende propriedades imobiliárias a fingir.

Quando o terrorista financeiro compra ou vende, converte em irreal o trabalho genuíno dos milhares ou milhões de pessoas que antes de irem trabalhar deixaram na creche pública – onde estas ainda existem – os filhos, também eles produto de consumo desse exército de cabrões protegidos pelos governos de meio mundo mas sobreprotegidos, desde logo, por essa coisa a que chamamos Europa ou União Europeia ou, mais simplesmente, Alemanha, para cujos cofres estão a ser desviados neste preciso momento, enquanto lê estas linhas, milhares de milhões de euros que estavam nos nossos cofres.
E não são desviados num movimento racional, justo ou legítimo, são-no num movimento especulativo promovido por Merkel com a cumplicidade de todos os governos da chamada zona euro.

Tu e eu, com a nossa febre, os nossos filhos sem creche ou sem trabalho, o nosso pai doente e sem ajudas, com os nossos sofrimentos morais ou as nossas alegrias sentimentais, tu e eu já fomos coisificados por Draghi, por Lagarde, por Merkel, já não temos as qualidades humanas que nos tornam dignos da empatia dos nossos semelhantes. Somos simples mercadoria que pode ser expulsa do lar de idosos, do hospital, da escola pública, tornámo-nos algo desprezível, como esse pobre tipo a quem o terrorista, por antonomásia, está prestes a dar um tiro na nuca em nome de Deus ou da pátria.

A ti e a mim, estão a pôr nos carris do comboio uma bomba diária chamada prémio de risco, por exemplo, ou juros a sete anos, em nome da economia financeira. Avançamos com ruturas diárias, massacres diários, e há autores materiais desses atentados e responsáveis intelectuais dessas ações terroristas que passam impunes entre outras razões porque os terroristas vão a eleições e até ganham, e porque há atrás deles importantes grupos mediáticos que legitimam os movimentos especulativos de que somos vítimas.

A economia financeira, se começamos a perceber, significa que quem te comprou aquela colheita inexistente era um cabrão com os documentos certos. Terias tu liberdade para não vender? De forma alguma. Tê-la-ia comprado ao teu vizinho ou ao vizinho deste. A atividade principal da economia financeira consiste em alterar o preço das coisas, crime proibido quando acontece em pequena escala, mas encorajado pelas autoridades quando os valores são tamanhos que transbordam dos gráficos.

Aqui se modifica o preço das nossas vidas todos os dias sem que ninguém resolva o problema, ou mais, enviando as autoridades para cima de quem tenta fazê-lo. E, por Deus, as autoridades empenham-se a fundo para proteger esse filho da puta que te vendeu, recorrendo a um esquema legalmente permitido, um produto financeiro, ou seja, um objeto irreal no qual tu investiste, na melhor das hipóteses, toda a poupança real da tua vida. Vendeu fumaça, o grande porco, apoiado pelas leis do Estado que são as leis da economia financeira, já que estão ao seu serviço.

Na economia real, para que uma alface nasça, há que semeá-la e cuidar dela e dar-lhe o tempo necessário para se desenvolver. Depois, há que a colher, claro, e embalar e distribuir e faturar a 30, 60 ou 90 dias. Uma quantidade imensa de tempo e de energia para obter uns cêntimos que terás de dividir com o Estado, através dos impostos, para pagar os serviços comuns que agora nos são retirados porque a economia financeira tropeçou e há que tirá-la do buraco. A economia financeira não se contenta com a mais-valia do capitalismo clássico, precisa também do nosso sangue e está nele, por isso brinca com a nossa saúde pública e com a nossa educação e com a nossa justiça da mesma forma que um terrorista doentio, passo a redundância, brinca enfiando o cano da sua pistola no rabo do sequestrado.

Há já quatro anos que nos metem esse cano pelo rabo. E com a cumplicidade dos nossos.»

Tradução Dinheiro Vivo

PEDRO PASSOS COELHO, ESSE LÍDER DESTEMIDO QUE FOGE ÀS MANIFESTAÇÕES (embora diga que não…)

Ø

Visita à Bosch e à UM
Passos Coelho evita cruzar-se com manifestantes em Braga

Dezenas de pessoas concentraram-se nesta quarta-feira em frente à Bosch, em Braga, para vaiar o primeiro-ministro, mas a comitiva governamental acabou por não se cruzar com os manifestantes, conseguindo escapar, ao entrar por outra porta. Na reitoria da Universidade do Minho, Pedro Passos Coelho também foi recebido com protestos.

“Nem tem coragem para nos ouvir”, gritava, visivelmente irritada, uma mulher de camisola branca, junto à porta lateral da reitoria da Universidade do Minho, em Braga. Junto dela, quase uma dezena de desempregadas da indústria têxtil envergavam a mesma indumentária: t-shirt estampada com a imagem de um coelho sob uma mira. E uma mensagem: “Está aberta à caça ao coelho”. Aguardavam o primeiro-ministro, mas Pedro Passos Coelho evitou, mais do que uma vez, os protestos.

Como estas mulheres, algumas dezenas de desempregados esperaram o primeiro-ministro para fazer ouvir a sua contestação às medidas de austeridade. Entre dirigentes sindicais e trabalhadores de empresas em dificuldades na região, o protesto juntou cerca de uma centena de pessoas. No centro da cidade, junto à reitoria da Universidade, esperaram o chefe de governo na entrada principal, no Largo do Paço. Mas Pedro Passos Coelho optou por usar uma porta secundária,

(…)

Ø

Notícia da comunicação social, dia 4 de Julho de 2012

Ø

Passos Coelho: “Eu não evito protestos nenhuns”

O primeiro-ministro recusa que se tenha desviado das manifestações com que foi recebido na manhã desta quarta-feira, em Braga. Pedro Passos Coelho diz que não evita protestos e acusa os sindicatos de estarem a organizar este tipo de acções para condicionar o Governo.

Estas são “manifestação organizadas” e “prontas a deslocar-se em função da agenda dos membros do governo”, afirma Passos Coelho, deixando um recado “aos sindicatos”: “Nunca deixarei de me deslocar pelo país nem de contactar com os portugueses em função dos protestos”.

Passos Coelho esteve na manhã desta quarta-feira em Braga, para apadrinhar a assinatura de um protocolo de colaboração entre a Universidade do Minho e a empresa Bosch que vai viabilizar um investimento de 15 milhões de euros em projectos de investigação comum. Quer na empresa, quer na reitoria da instituição de ensino superior, o primeiro-ministro e a comitiva – na qual se incluía o Ministro da Administração e o Secretário de Estado da Inovação – usaram portas secundárias, evitando as manifestações convocadas para os dois locais.

No final da sessão, na reitoria da universidade, o chefe do governo defendeu que os protestos são um direito constitucionalmente garantido e que o exercício desses direitos não pode incomodar nem o primeiro-ministro nem o governo. “Eu não evito protestos nenhuns”, sublinhou Pedro Passos Coelho.

Relativamente à greve na TAP, Passos Coelho assegura que o pré-aviso “não ajuda o país” e que o simples facto de o protesto ter sido convocado com antecedência já está a provocar prejuízos, havendo capacidade turística subaproveitada em função do receio dos turistas de perderem a viagem para Portugal em função da paralisação.

Ø

Notícia da comunicação social, dia 4 de Julho de 2012

Ø

MIGUEL RELVAS VAIADO EM MAFRA (Porque será….)

Ø

Miguel Relvas vaiado durante abertura dos jogos da CPLP em Mafra

A cerimónia de abertura da VIII edição dos jogos da Comunidade Portuguesa de Língua Portuguesa, em Mafra, ficou marcada por vaias ao ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, durante todo o seu breve discurso.

Os apupos vindos da assistência, composta por milhares de pessoas, tornaram-se tão audíveis que terão obrigado Miguel Relvas a encurtar o seu discurso, que durou cerca de um minuto.

Os protestos começaram logo que a organização chamou o ministro Adjunto Miguel Relvas para intervir.

O governante participava na cerimónia de abertura dos jogos da Comunidade Portuguesa de Língua Portuguesa (CPLP) que decorrem entre este sábado e o dia 15 no Parque Desportivo Municipal Eng. Ministro dos Santos.

Além de Miguel Relvas intervieram na cerimónia o presidente do Instituto do Desporto de Portugal, Augusto Baganha, e o presidente da Confederação do Desporto de Portugal, Paula Cardoso.

Nos VIII jogos desportivos da CPLP vão participar perto de 1000 atletas de oito países (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) em sete modalidades diferentes no escalão de sub-16: andebol, atletismo para pessoas portadoras de deficiência, atletismo, basquetebol, futebol, voleibol de praia (sub-17) e ténis.

Ø

Notícia da comunicação social, dia 7 de Julho de 2012

Ø

jYff5ONQzOpFUHqHHPPZ

“Vídeo do acontecimento” – carregar no código acima.

CANADÁ: PROTESTOS SISTEMÁTICOS DOS ESTUDANTES SÃO IGNORADOS PELOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL OCIDENTAIS

Notícia da comunicação social de outro lugar que não o Ocidente, dia 31 de Maio de 2012

Ø

No livre e hipócrita ocidente, sempre tão disposto a chatear as pessoas com notícias de primaveras ocorridas em países do médio Oriente, ou da Ásia ou da china, ou de Marte ou de Alpha Centauri e das supostas liberdades que daí advém para os povos desses países, escolhe ignorar tudo aquilo que se está a passar no Canadá.

Há mais de 100 dias que há manifestações no Quebeque

100 dias!

Ninguém reparou?