Archive for the ‘CAVACO SILVA’ Category
CAVACO SILVA,UM POLÍTICO DESTÍTUIDO DE QUALIDADE
“Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos.”
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Cavaco Silva, declarações à comunicação social, dia 9 de março de 2011.
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…”Agora, estamos confrontados com uma situação que irá exigir grandes sacrifícios aos Portugueses, provavelmente os maiores sacrifícios que esta geração conheceu.”
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Cavaco Silva, discurso do dia 5 de Outubro de 2011
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Um político medíocre que muda de opinião quando muda o governo, sendo as condições iguais ou piores, depois da mudança de governo.
Falta de sentido de estado.
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“Para serem mais honestos do que eu têm que nascer duas vezes”.
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CAVACO SILVA: A LEI PENAL IMPEDE-NOS DE DIZER O QUE PENSAMOS DELE
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A lei penal impede-nos de dizer o que pensamos dele.
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Temos que fingir que o respeitamos.
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Em nome da instituição que ocupa, que merecia melhor ocupante.
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O cartaz está errado.
Onde se lê “Em nome de Portugal”, deve ler-se – ” em nome de mim próprio e eu mesmo e mais eu e acima de tudo “eu”.
Ou os meus amigos.
A DÍVIDA DA MADEIRA E O QUE PENSA CAVACO SILVA SOBRE A DÍVIDA
Na semana que começou a 19 de setembro de 2011, um dos aspectos mais marcantes que chamou a atenção de todas as pessoas em Portugal foi a “descoberta”/chamada de atenção publicamente feita pelo Tribunal de contas e pelo INE de dívidas colossais na Ilha da Madeira e ocultação das mesmas por parte do Governo regional.
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Declarações sobre o assunto por parte do senhor que é Presidente da republicana não existiram.
O senhor que é presidente da República decide ir visitar os açores.
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“Visita aos Açores
Cavaco regressa à Graciosa e troca impressões sobre sorriso das vacas e poda das anonas”
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Notícia da comunicação social, dia 21 de setembro de 2011.
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A DÍVIDA DA MADEIRA E O BOM EXEMPLO SEGUNDO CAVACO SILVA
Cavaco traça rasgados elogios a Alberto João Jardim
O presidente da República, Cavaco Silva, terminou esta noite a visita à Madeira com rasgados elogios a Alberto João Jardim, considerando que o presidente do governo regional é «uma referência incontornável».
Cavaco Silva, declarações à comunicação social, dia 20 de abril de 2008.
Cavaco e PGR conheciam “dívidas ocultas” na Madeira
Cavaco Silva mostrou-se então muito preocupado com o endividamento da região, confirmam ao PÚBLICO deputados madeirenses que integraram as delegações nacionais.
A “grave” omissão de dívidas, que a Procuradoria-Geral da República vai mandar analisar, era também do conhecimento dos representantes do Ministério Público junto da secção regional do Tribunal de Contas (TC) da Madeira. Estes magistrados, designados para o efeito pelo procurador-geral da República, participam nos plenários que aprovaram os relatórios de autorias e os pareceres à conta da região, tendo assinado inclusive os documentos em que aquela instituição, desde que deixou de julgar para emitir parecer sobre conta, denuncia tais infracções financeiras e aponta a respectiva sanção.
Desde pelo menos 1990 que o governo madeirense esconde dívidas. Na apreciação à conta relativa àquele ano, o TC detectou um “défice oculto” de 4,6 milhões de contos (23 milhões de euros).
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Notícia da comunicação social, dia 19 de setembro de 2011.
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O PSD, CARLOS MOEDAS E OS LIMITES AOS SACRIFÍCIOS IMPOSTOS AOS PORTUGUESES
O general diz que iremos ganhar a guerra; apenas sacrificaremos mais uns milhões.
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Os portugueses que se preparem: “Enfrentámos e enfrentaremos mais dificuldades” no âmbito do processo de ajustamento da economia portuguesa, avisou Carlos Moedas, o secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro.
Segundo vários economistas presentes no debate, o Governo quer aproveitar a conjuntura de agravamento da crise para justificar e avançar com medidas ainda mais duras, que vão além do memorando assinado com a troika. Daí os desvios na despesa e na receita que vão sendo gradualmente apresentados.’
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Carlos Moedas, secretário de estado e conselheiro financeiro, notícia da comunicação social, dia 13 de setembro de 2011 .
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Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos.”
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Cavaco Silva, declarações à comunicação social, dia 9 de março de 2011.
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Decorreram 6 meses entre as duas declarações.






