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Archive for the ‘CENSURA EM PORTUGAL’ Category

OS SERVIÇOS SECRETOS PORTUGUESES E OS SERVIÇOS SECRETOS ESPANHOIS: UNS TEM MIGUEL RELVAS, OUTROS…NÃO.

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Em Espanha, apesar de tudo há patriotismo, e os serviços secretos espanhóis, tentam defender Espanha.

Estão convencidos que os meios de comunicação anglo saxónicos,querem danificar a economia espanhola, usando a amplificação de notícias negativas sobre Espanha, para o fazer.

Sabendo-se quem são os accionistas detentores dos meios de comunicação anglo saxónicos e os contactos destes, percebe-se claramente esta preocupação de Espanha.

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But at least Spain now has someone to blame: the country’s intelligence services are investigating the role of British and American media in fomenting financial turmoil, the respected El País daily reported .

The newspaper said the country’s National Intelligence Centre (CNI) was investigating a series of “speculative attacks” against the Spanish economy amid bond market jitters about the country’s growing national debt.

“The (CNI’s) economic intelligence division … is investigating whether investors’ attacks and the aggressiveness of some Anglo-Saxon media are driven by market forces and challenges facing the Spanish economy – or whether there is something more behind this campaign,” El País said.

The report follows claims from prime minister José Luis Rodríguez Zapatero’s socialist government that speculators and newspaper editorial writers had launched a concerted attack.

The Financial Times has been especially critical of the government’s handling of the Spanish economy in recent weeks. It has been joined by the Economist and other publications which have questioned Zapatero’s economic management.

The newspaper said its report was based on “various sources” but said CNI sources declined to comment. Officials at the defence ministry, which runs the CNI, and Zapatero’s Moncloa Palace offices were unable to confirm or deny the report.

Public works minister José Blanco, who is deputy leader of the Socialist party, has already said “somewhat murky manoeuvres” were behind market pressures on Spain. “Nothing that is happening, including the apocalyptic editorials in foreign media, is just chance. It happens because it’s in the interest of certain individuals,” he said recently.

“Now that we are coming out of the crisis, they do not want the markets to be regulated so they can go back to their old practices,” he added.

El País reported last week that Zapatero had made a similar allegation to his party’s executive committee.

Today it reported the prime minister had insinuated the media were part of a bigger offensive against the euro.

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Notícia do Guardian, dia 14 de Fevereiro de 2010

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Já em Portugal, temos os serviços secretos portugueses, a fazerem colecção de dados pessoais de outros portugueses, como se isso fosse urgente ou necessário para defender o país de quaisquer interferências estrangeiras.

Como se isso fosse a sua primária competência.

O chefe dos serviços secretos portugueses,entretanto, foi( ou já lá estava) trabalhar para uma empresa privada portuguesa.

O dono deste jornal tem como accionista (Ongoing) uma empresa com a qual tem andado às turras, nos últimos anos, daí este jornal dar destaque a este assunto.

Qque é apenas um assunto de cano de esgoto e demonstra no que o dinheiro dos contribuintes portugueses é gasto, já para não falar da óbvia falta de patriotismo  destas pessoas que estão à frente de serviços secretos.

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Notícia da comunicação social, que está contra os serviços secretos e os seus responsáveis, apenas por razões tácticas e circunstanciais, dia 19 de Maio de 2012.

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Num telefonema à editora de política do jornal, na quarta-feira, Miguel Relvas ameaçou fazer um blackout noticioso do Governo contra o jornal e divulgar detalhes da vida privada da jornalista Maria José Oliveira, de quem tinha recebido nesses dias um conjunto de perguntas relativas a contradições nas declarações que prestara, no dia anterior, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

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Notícia da comunicação social, dia 18 de Maio de 2012

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Ou seja: (a partir da notícia do Expresso)

“… Entretanto, o Ministério Público ordenou que fossem apagados os ficheiros armazenados nos telemóveis do ex-diretor do SIED, que incluiam milhares de contactos de figuras públicas e políticas, nomeadamente, aspetos da vida privada e orientação sexual dos visados.

Ou seja: (a partir da notícia do Público)
” …Num telefonema à editora de política do jornal, na quarta-feira, Miguel Relvas ameaçou fazer um blackout noticioso do Governo contra o jornal e divulgar detalhes da vida privada da jornalista Maria José Oliveira, de quem tinha recebido nesses dias um conjunto de perguntas relativas a contradições nas declarações que prestara, no dia anterior, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
Já em Espanha:
” … Public works minister José Blanco, who is deputy leader of the Socialist party, has already said “somewhat murky manoeuvres” were behind market pressures on Spain. “Nothing that is happening, including the apocalyptic editorials in foreign media, is just chance. It happens because it’s in the interest of certain individuals,” he said recently.
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Mas a diferença de patriotismo e de concepções do que devem ser serviços secretos são assinaláveis… entre um país e outro.

MIGUEL RELVAS, O CENSOR DO REGIME (quando não está nas televisões a vender propaganda…)

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Miguel Relvas, esse génio incompreendido, pressionou uma jornalista, e um jornal para que estes não fizessem o trabalho.

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O ministro adjunto dos Assuntos Parlamentares terá ameaçado promover um boicote de todos os ministros ao jornal Público e divulgar na internet detalhes da vida privada da jornalista Maria José Oliveira, revela um comunicado assinado hoje pelos membros eleitos do Conselho de Redação do jornal. As ameaças, confirmadas pela direção do jornal, terão sido feitas para o caso de ser publicada uma notícia que desenvolvia o tema das contradições no testemunho do ministro na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, na passada terça-feira.

Segundo o mesmo comunicado, o ministro proferiu as ameaças num telefonema à editora de Política do jornal. Nesse telefonema, Miguel Relvas terá igualmente ameaçado apresentar uma queixa à Entidade Reguladora da Comunicação (ERC). Mas Relvas terá ido muito além desse recurso, e terá afirmado que, em caso de publicação da notícia, “promoveria um ‘black out’ de todos os ministros em relação ao Público e divulgaria, na Internet, dados da vida privada da jornalista”. O comunicado sustenta que “estas ameaças foram reiteradas num segundo contacto telefónico”.

Os membros eleitos do Conselho de Redação comentam, seguidamente, que “as ameaças, cujo único fim era condicionar a publicação de trabalhos incómodos para o ministro, são intoleráveis e revelam um desrespeito inadmissível do governante em relação à actividade jornalística, ao jornal Público e à jornalista Maria José Oliveira”. E acrescenta: “Mostram, ainda, uma grosseira distorção do comportamento de um governante que, ao invés de zelar pela liberdade de imprensa, vale-se de ameaças – um acto essencialmente cobarde – para tentar travar um órgão de comunicação social que cumpre o seu inalienável papel de contra-poder.”

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Notícia da comunicação social, dia 18 de Maio de 2012, sobre as actividades do senhor em questão.

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Num telefonema à editora de política do jornal, na quarta-feira, Miguel Relvas ameaçou fazer um blackout noticioso do Governo contra o jornal e divulgar detalhes da vida privada da jornalista Maria José Oliveira, de quem tinha recebido nesses dias um conjunto de perguntas relativas a contradições nas declarações que prestara, no dia anterior, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

O PÚBLICO perguntou ao ministro Miguel Relvas se apagara as mensagens electrónicas que recebera do antigo director do SIED, Silva Carvalho. Perguntou também porque é que tinha dito ter recebido um clipping de uma notícia sobre uma viagem de George W. Bush ao México, uma vez que Bush já não era presidente dos Estados Unidos à data em que o ministro dos Assuntos Parlamentares disse ter conhecido Silva Carvalho (depois de 2010). E ainda por que razão Silva Carvalho lhe enviara um SMS com propostas de nomeações para os serviços secretos e qual a data destas mensagens.

Estes factos tinham sido já noticiados na edição impressa do jornal. A informação nova em relação aos factos já conhecidos era apenas uma: o ministro não aceitou responder.

Por isso, a direcção entendeu que não havia matéria publicável e que o trabalho seria continuado no sentido de procurar novos factos. Essa foi também a avaliação de três editores, do online e do papel, sem terem comunicado entre si, antes de o ministro Miguel Relvas ter telefonado à editora de política.

Até hoje nenhuma notícia sobre o caso das secretas deixou de ser publicada e nenhum facto relevante sobre esta matéria deixou de ser do conhecimento dos leitores. O PÚBLICO tem dado ao tema um destaque particular, com inúmeras manchetes.

Foi no seguimento da investigação jornalística do PÚBLICO que o envio de um e-mail e de SMS de Jorge Silva Carvalho, ex-chefe do SIED, foi conhecido, o que resultou na convocação de Miguel Relvas para prestar esclarecimentos no Parlamento.

A posição do PÚBLICO, ao longo dos anos, tem sido a de não reagir ou denunciar publicamente a ameaças ou pressões feitas a jornalistas. Não se trata de desvalorizar essas pressões. Esta prática foi seguida sempre que estivemos sob fortes pressões, como aconteceu recentemente no caso do Sporting. É devido ao debate público entretanto gerado que a Direcção do jornal faz hoje esta nota.

As excepções à regra de não divulgação das pressões apenas devem ser consideradas quando existam violações da lei. A direcção consultou o advogado do jornal, Francisco Teixeira da Mota, que considerou não ser esse o caso.

A Direcção

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Notícia da comunicação social, dia 18 de Maio de 2012

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O Relvas já tinha estado por detrás de outro caso.

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