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Archive for the ‘DECLÍNIO PORTUGUÊS’ Category

DIVÍDA PÚBLICA EM PERCENTAGEM DE PIB SEGUNDO DADOS DA COMISSÃO EUROPEIA

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2012 EU government debt projections

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Qualquer imbecil, consegue perceber que a dívida pública portuguesa tem que ser (1) reestruturada, (2) reescalonada, (3) diminuida, (4) os prazos de re-pagamento desta dívida aumentados na sua duração, (5) e os juros a pagar diminuidos para valores próximos dos 1% ou menor.

Só com uma dívida pública próxima dos 50% em percentagem de Pib se consegue funcionar.

Portugal está nos 123%, a caminho dos 130%.

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QUEM DETÉM A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA? (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - UM GOVERNO DE ESQUEMAS

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Os donos da dívida

Não sabemos em detalhe quem detém os títulos da dívida pública portuguesa. * No entanto, as estatísticas europeias dão-nos indicações da identidade dos credores por grandes agregados: empresas não-financeiras residentes (empresas sediadas em Portugal), empresas financeiras residentes (bancos, companhias de seguros e fundos financeiros sedeados em Portugal) e resto do mundo.

Infelizmente «resto mundo» é demasiado vago. No entanto, a partir de dados disponíveis na página do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP) podemos discriminar a dívida ao Fundo Monetário Internacional (FMI), Mecanismo Europeu de Estabilidade Financeira (MEEF) e Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF). Se tirarmos do «resto do mundo» as parcelas respeitantes ao FMI, MEEF e FEEF ficamos com um agregado «outros não residentes» que inclui empresas financeiras, não financeiras e famílias estrangeiras.

O gráfico seguinte representa a evolução destas parcelas entre 2002 e 2011 (últimos dados disponíveis).

GRAFICO DE EVOLUCAO DA DIVIDA PUBLICA PORTUGUESA 2002-2011

Podemos constatar nesse gráfico que, de 2002 a 2008, o peso entre os credores do Estado português das empresas, bancos e fundos de investimento estrangeiros foi sempre superior a 50% e se foi acentuando, chegando aos 75%. A partir deste ano – o ano da grande crise financeira – os investidores estrangeiros foram abrindo mão dos títulos portugueses. Em final de 2011 já detinham menos de 50%.

O peso entre os credores do Estado português dos particulares residentes (famílias portuguesas) que era relativamente elevado em 2002 (25%) foi também diminuindo ao longo do período, situando-se em 5% em 2011.

** A partirde2010Em contrapartida, aumentou o peso dos bancos, companhias de seguros e fundos de investimento portugueses e, em 2011, surgiram os fundos europeus e o FMI como grandes credores de Portugal.

Em 2011, o FMI e os fundos europeus detinham 19% da dívida e prevê-se que venham a deter 34% em 2012 e mais de 50% em 2014.  Em 2012 cerca de 70% da dívida pública portuguesa será detida pelo FMI, os fundos europeus e o sector financeiro português e em 2014 esta percentagem poderá chegar aos 80%.

 *** Significa isto que ao longo da intervenção da troika os credores privados internacionais terão passado de uma situação, em 2008, em que detinham 75% da dívida portuguesa, para uma outra, em 2014, em que deterão apenas 20%. De 2008 a 2014 os credores privados internacionais ter-se-ão livrado dos títulos de dívida pública portuguesa.

**** Para isso mesmo pode ter servido a intervenção da troika: para limpar os balanços das instituições financeiras estrangeiras (sobretudo europeias) de títulos da dívida portuguesa tornados demasiado arriscados. Para onde transitou o risco? Para os fundos europeus e o FMI, isto é, para os cidadãos dos países da eurozona que estão a garantir as emissões de títulos destes fundos destinadas aos empréstimos a Portugal.

***** Na realidade o “resgate” a Portugal, que nós estamos a pagar da forma que se sabe, é o resgate de bancos europeus que emprestaram acima das suas possibilidades.  

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Autor:  José Maria Castro Caldas/auditoria cidadã, dia 2 de Dezembro de 2012

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Breves notas:

* Porque é que não sabemos em detalhe quem detém os títulos de dívida pública portuguesa? O que é que o governo de Portugal e as instituições que gerem estes montantes estão a esconder?

** A partir de 2010 os grandes bancos portugueses começaram a comprar dívida pública portuguesa. Estando eles próprios em dificuldades; o que lhes foi então prometido para que o começassem a fazer?

*** Se está tudo a correr tão bem na actual política do governo (segundo os próprios o afirmam…), porque é que os credores privados internacionais estão a abandonar a dívida pública portuguesa? E porque é que os bancos comerciais portugueses tomam o lugar deles?

**** Exactamente! Para onde transitou o risco?

***** Através da transferência do risco das entidades financeiras europeias para as entidades financeiras portuguesas que estão a fazer a chantagem económica, política e social que se sabe.

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DA TRAIÇÂO

O PSD NO GOVERNO – UM PARTIDO POLÍTICO QUE FAZ AUMENTAR A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA PARA VALORES ABSURDOS (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Com a habitual incompetência misturada com maldade pura e comportamento psicopata, a quadrilha está a aumentar a dívida pública para valores perfeitamente incomportáveis e absurdos.

Depois de o fazer, irá afirmar que não existem condições para se manter o Estado Social ou a vida ou o que a quadrilha ache que a incomoda.

Os psicopatas devem ser acossados de todas as formas.

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Portugal terá de adiar o regresso aos mercados segundo prevêem os analistas do banco norte-americano que consideram “insustentável” a trajectória orçamental escolhida para Portugal.

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O Citigroup prevê uma contracção de 4,6% do produto interno bruto português (PIB) em 2013 e de 2,4% em 2014 e a “fadiga causada pela austeridade está a crescer rapidamente”, salienta. A dívida pública deverá crescer para um valor equivalente a 140% do PIB até 2014, sem reestruturação, estima o banco.

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Notícia da comunicação social, sobre divida pública portuguesa e reestruturação de empréstimos manhosos pedidos sob falsos pretextos, dia 27 de Novembro de 2012.

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O FMI, UMA ORGANIZAÇÃO DE VENDEDORES DE BANHA DA COBRA APOIADA PELO PSD E PELO CDS (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Ao fim de mais de dois anos de austeridade na Europa, com várias previsões de crescimento revistas em baixa, o Fundo Monetário Internacional (FMI) apresentou mais um mea culpa, algo que já se começa a tornar hábito na instituição.

No relatório semestral sobre o estado da economia mundial tornado público ontem à noite, o FMI reconhece que as medidas de contenção orçamental aplicadas em vários países em todo o Globo estão a ter, nos últimos anos, um impacto negativo na economia muito maior do que aquilo que os modelos que estão a ser utilizados previam. Entre as vítimas destes erros de cálculo estão os países que, na Europa, têm vindo, ainda sem sucesso, a apostar em políticas de forte austeridade para resolver os seus problemas orçamentais, como a Grécia e Portugal.

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E a conclusão a que chegam é impressionante. Enquanto que nos modelos de projecção usados, se estimava que, por cada euro de cortes de despesa pública ou de agravamento de impostos se perdia 0,5 euros no PIB, a realidade mostrava que esse impacto (os chamados multiplicadores) é muito maior. Afinal, desde que começou a Grande Recessão, em 2008, o que os dados económicos mostram é que por cada euro de austeridade, o PIB está a perder um valor que se situa no intervalo entre 0,9 e 1,7 euros.

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Numa caixa intitulada “Estaremos a subestimar os multiplicadores orçamentais de curto prazo?”, os responsáveis do Fundo tentam perceber porque é que as suas previsões (e também as de outras instituições) para a evolução das economias têm vindo a falhar durante esta crise.

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“Esta descoberta é consistente com investigação que sugere que, no actual ambiente de fraca utilização da capacidade produtiva, de política monetária limitada pelas taxas de juro zero e de ajustamento da política orçamental simultâneo em vários países, os multiplicadores podem estar bem acima de um”, escreve-se no relatório do FMI. A conclusão: “Mais trabalho sobre como os multiplicadores orçamentais dependem do tempo e das condições económicas é necessário”.

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Um erro tão significativo no cálculo do impacto económico das medidas de austeridade teve consequências evidentes nas políticas seguidas em vários países, incluindo necessariamente aqueles que têm vindo a receber apoio financeiro e técnico do FMI como Portugal. Aliás, o próprio Governo português já revelou ter sido surpreendido pela forma como evoluiram, durante este ano, variáveis económicas como o desemprego e a procura interna, o que acabou por ter consequência também ao nível do défice orçamental.

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Para Portugal, o FMI prevê uma recessão de 1% do PIB em 2013, em linha com a projecção do Governo. No caso do desemprego, a previsão coincide com aquela que o Executivo confirmou em Setembro quando divulgou o resultado do quinto exame da troika (uma taxa de 16%), mas que o Governo reviu entretanto em alta para 16,4%.

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É absolutamente delirante que quem se engana em previsões de austeridade e conclua agora que por cada euro de austeridade o PIB perca entre 0.9 e 1.7; ainda tenha o descaramento de fazer projecções sobre o valor do PIB português.

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Notícia da comunicação social, sobre os vendedores de banha da cobra, dia 9 de Outubro de 2012.

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Portugal continuará, até 2017 inclusive, a ser um dos países do mundo com menor crescimento, com mais desemprego e a economia continuará a perder posições no ranking do poder de compra per capita indica o Fundo Monetário Internacional (FMI). Ou seja, cada português, continuará a descer (a empobrecer) quando se olha para a lista dos mais de 180 países analisados pela instituição.

De acordo com as projeções do Fundo, que é um dos elementos da troika no país que tem estado a desenhar, juntamente com o Governo, o programa de ajustamento económico e financeiro, Portugal chega a 2017 em pior situação económica relativa do que estava em 2011.

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De facto é extraordinário  que a empresa de vendedores de banha da cobra que dá pelo nome de FMI tenha imposto esta política de austeridade e agora esteja surpreendida com as consequências das políticas que impôs…

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Notícia da comunicação social, sobre vendedores de banha da cobra , dia 9 de Outubro de 2012

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O PSD, PEDRO PASSOS COELHO E OS CORTES NO SUBSÍDIO DE NATAL/FÉRIAS PARA OS TRABALHADORES MANDRIÕES DO PRIVADO (esses parasitas… )

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Notícia da comunicação social, sobre comunismo de mercado que socializa os prejuízos e privatiza os lucros, dia 6 de Julho de 2012

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Notícia da comunicação social, sobre um pirómano económico que anda à solta por aí, dia 5 de Julho de 2012

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MIGUEL RELVAS, O HOMEM DO “LAPSO”

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Notícia sobre um lapso que é ministro, na comunicação social, dia 4 de Julho de 2012

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“‘Eu quero chegar a casa, depois de ganhar as eleições, todos os dias e quero que a minha filha tenha orgulho daquilo que está a ser feito’, disse o porta-voz do PSD, acrescentando: ‘Eu no lugar do engenheiro Sócrates tinha vergonha, eu se fosse parente do engenheiro Sócrates escondia que era parente dele”.

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Miguel relvas, o homem do lapso, falando sobre relações familiares desavindas, quando era porta voz do PSD, dia 29 de Abril de 2011

OS “ÊXITOS” DO GOVERNO DO PSD (E CDS) NA ÁREA DO VESTUÁRIO E DA CONSULTA HOSPITALAR…

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Três milhões sem comprar roupa

A política de austeridade não está apenas a deixar os bolsos dos cidadãos mais vazios. Está também a torná-los mais velhos e usados. Cerca de 2,96 milhões de portugueses, o equivalente a 34,4% da população com mais de 15 anos, não compraram qualquer peça de vestuário nova, entre o início de Abril de 2011 e o final de Março de 2012, de acordo com um estudo da Kantar Worldpanel, especialista em hábitos de consumo, encomendado pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição.

Os resultados são um sinal de que a privação económica está a afectar as famílias portuguesas. Apesar de o estudo não o indicar, o sociólogo e investigador do Observatório das Desigualdades, Renato Miguel do Carmo, diz serem as classes média e baixa as mais prejudicadas pela crise económica e financeira, levando-as a abdicarem de bens como o vestuário.

«Parece haver uma reconfiguração dos hábitos de consumo das famílias», refere ao SOL o investigador. «Tudo é cortado, até os bens mais básicos, como o vestuário e até a alimentação».

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Tal obriga as empresas portuguesas do sector a cortarem custos – despedir trabalhadores e fechar lojas – para se adaptarem à redução do consumo. João Costa tem esperança que a economia atinja «um ponto de inversão».

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Notícia da comunicação social, sobre os êxitos comerciais” da política de austeridade do actual conjunto de pessoas pouco recomendáveis que estão no governo, dia 26 de Junho de 2012

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Dispara tempo de espera nas consultas hospitalares

Escreve o Jornal de Notícias que disparam tempos de espera para consultas e cirurgias. Os hospitais estão a piorar os tempos de resposta aos doentes encaminhados para primeiras consultas. No ano passado, só 1/3 dos urgentes teve resposta em um mês.

Segundo o Jornal de Notícias, no ano passado, só 33% dos doentes encaminhados pelos centros de saúde para uma consulta de especialidade “muito prioritária” conseguiram resposta dentro de um mês quando, no ano anterior, a capacidade de resposta dos hospitais era de 84%.

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Notícia da comunicação social, sobre os êxitos do actual governo do PSD (e CDS) cheio de pessoas pouco recomendáveis, relacionado com os tempos de espera para atendimento na área da saúde.

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