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Archive for the ‘DEMOCRACIA VS DITADURA’ Category

DA CORRUPÇÃO – OS QUE ALINHAM COM ISTO.

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Engana-se quem pensa que a sociedade portuguesa está como está porque “é azar” ou “foi por acaso”.

Nada é por acaso.

Nada foi por acaso.

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Caminhou-se durante algum tempo, para chegar aqui .

Um “certo e específico “trabalho” de engenharia social que levou aos resultados a que assistimos.

A degradação de qualquer ideia de vida cívica e cidadania. À degradação da decência.

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É o trabalho de engenharia social reversível?

É reversível.

Mas como se pode ver em relação a um cartaz que por aí circula…existem alguns equívocos…

“Você poder deter a corrupção?”

…existem alguns equívocos…bastantes equívocos.

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Pergunta-se?

Será que se quer?

Existirá quem queira, não a maioria das pessoas.

Os portugueses são um povo de merda, que pactua com a corrupção, sob todas as suas formas.

A maioria das pessoas gosta desta esterqueira.

E há muitos vendidos.

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A maior parte das pessoas é corrupta – moralmente corrupta – e não no sentido cristão do termo (essa é outra forma diferente de corrupção) – e alinha com esta merda julgando vir dai a receber benefícios.

O resultado é o que se vê.
E poderia ser algo de diferente?

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Quanto aos cabrões de extrema direita que julgam que este discurso constitui apoio às suas posições, vão-se foder!

Written by dissidentex

25/07/2012 at 10:56

PEDRO PASSOS COELHO E O PSD: RICOS PAGARAM MENOS IMPOSTOS

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Notícia da comunicação social, sobre a criação de riqueza em Portugal, dia 17 de Julho de 2012

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 NOTA: Parece também ser fácil de perceber que os dados de 2011 e de 2012 , são MUITO piores que os de 2010 e 2009, mas o Correio da manha não perde oportunidade de dar uma bicada em Sócrates, metendo dados de 2010,quando os dos dois anos subsequentes já estão disponíveis.

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Passos promete distribuir “sacrifícios com mais equidade”

“Acreditamos que temos condições para honrar os nossos compromissos e seguir um caminho com outra justiça, que distribua os sacrifícios com mais equidade”, sublinhou.

Na declaração sem direito a perguntas, Passos apresentou-se com uma mensagem de confiança “ao País e aos portugueses”: “a crise em que Portugal tem vivido de há muito tempo a esta parte será enfrentada com determinação por todos nós”.

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Notícia da comunicação social, quando valia dizer tudo para se ganhar eleições, dia 23 de Março de 2011

O PSD, PEDRO PASSOS COELHO E OS CORTES NO SUBSÍDIO DE NATAL/FÉRIAS PARA OS TRABALHADORES MANDRIÕES DO PRIVADO (esses parasitas… )

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Notícia da comunicação social, sobre comunismo de mercado que socializa os prejuízos e privatiza os lucros, dia 6 de Julho de 2012

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Notícia da comunicação social, sobre um pirómano económico que anda à solta por aí, dia 5 de Julho de 2012

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OS “ÊXITOS” DO GOVERNO DO PSD (E CDS) NA ÁREA DO VESTUÁRIO E DA CONSULTA HOSPITALAR…

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Três milhões sem comprar roupa

A política de austeridade não está apenas a deixar os bolsos dos cidadãos mais vazios. Está também a torná-los mais velhos e usados. Cerca de 2,96 milhões de portugueses, o equivalente a 34,4% da população com mais de 15 anos, não compraram qualquer peça de vestuário nova, entre o início de Abril de 2011 e o final de Março de 2012, de acordo com um estudo da Kantar Worldpanel, especialista em hábitos de consumo, encomendado pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição.

Os resultados são um sinal de que a privação económica está a afectar as famílias portuguesas. Apesar de o estudo não o indicar, o sociólogo e investigador do Observatório das Desigualdades, Renato Miguel do Carmo, diz serem as classes média e baixa as mais prejudicadas pela crise económica e financeira, levando-as a abdicarem de bens como o vestuário.

«Parece haver uma reconfiguração dos hábitos de consumo das famílias», refere ao SOL o investigador. «Tudo é cortado, até os bens mais básicos, como o vestuário e até a alimentação».

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Tal obriga as empresas portuguesas do sector a cortarem custos – despedir trabalhadores e fechar lojas – para se adaptarem à redução do consumo. João Costa tem esperança que a economia atinja «um ponto de inversão».

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Notícia da comunicação social, sobre os êxitos comerciais” da política de austeridade do actual conjunto de pessoas pouco recomendáveis que estão no governo, dia 26 de Junho de 2012

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Dispara tempo de espera nas consultas hospitalares

Escreve o Jornal de Notícias que disparam tempos de espera para consultas e cirurgias. Os hospitais estão a piorar os tempos de resposta aos doentes encaminhados para primeiras consultas. No ano passado, só 1/3 dos urgentes teve resposta em um mês.

Segundo o Jornal de Notícias, no ano passado, só 33% dos doentes encaminhados pelos centros de saúde para uma consulta de especialidade “muito prioritária” conseguiram resposta dentro de um mês quando, no ano anterior, a capacidade de resposta dos hospitais era de 84%.

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Notícia da comunicação social, sobre os êxitos do actual governo do PSD (e CDS) cheio de pessoas pouco recomendáveis, relacionado com os tempos de espera para atendimento na área da saúde.

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COMO A ALEMANHA LIDOU COM O SEU CASO MIGUEL RELVAS

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TRANSCRIÇÃO INTEGRAL DE UMA NOTÍCIA DO I ONLINE

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O presidente alemão Christian Wulff ameaçou um jornal para travar a publicação de uma história. O rápido desfecho do caso mostra que o défice português não é só orçamental

Foi em Dezembro do ano passado que o tablóide “Bild”, o jornal mais popular da Alemanha, descobriu uma história sobre o então presidente da República, Christian Wulff. Quando era governador da Baixa Saxónia, Wulff recebeu um empréstimo de 500 mil euros concedido a “preço de amigo” pela mulher de um empresário – o caso em si (vagamente parecido com o de outro presidente e de um banco chamado BPN) não seria grave se Wulff não tivesse garantido ao parlamento regional meses antes, depois de outro pequeno caso, que nunca tivera qualquer ligação de negócio com o mesmo empresário. O “Bild” tinha apanhado o cheiro a favorecimento e uma “ocultação” – a ligação, afinal, era com a mulher.

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Quando soube que o “Bild” tinha a história, o presidente alemão ligou ao director do jornal. Como não o apanhou, Wulff deixou uma mensagem pejada de ameaças de processos judiciais e de corte de relações com o grupo que detém o jornal caso a história visse a luz do dia. Ao mesmo tempo, o presidente ligou ao director do poderoso grupo de media Springer para o convencer a pressionar o “Bild” para este não publicar a história.

A direcção do “Bild” não hesitou e publicou mesmo. E fez mais. Deixou sair o conteúdo da mensagem do presidente para dois dos jornais de referência do país, o “Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung” e o “Süddeutsche Zeitung”, confirmando no dia seguinte as notícias. O caso tornou-se um escândalo. Na Alemanha é um escândalo que um político telefone a jornalistas com ameaças.

Numa questão de dias uma sondagem mostrou que o apoio dos alemães ao presidente tinha caído de 63% para 47%. Toda a imprensa de referência do país – que incluiu o “Financial Times Deutschland”, o “Die Zeit” e a revista “Der Spiegel” – se uniu de imediato a exigir a demissão de Wulff. A chanceler, Angela Merkel, manteve o apoio, mas entre os aliados do presidente começou a ouvir-se um silêncio ensurdecedor.

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As notícias subsequentes deram conta de uma chamada do presidente para o director do “Bild” com um pedido de desculpas e uma justificação: Wulff só queria mais tempo para responder às alegações da peça e nunca chegou a ameaçar (deve haver um manual político internacional para estas coisas). O “Bild” tinha a gravação e ameaçou divulgá-la. Entretanto soube-se que Wulff já tinha pressionado antes jornalistas do “Die Welt”, ameaçando-os com “consequências públicas desagradáveis”.

O presidente pediu desculpa publicamente por ter ocultado o empréstimo, acabando na mesma crucificado pela imprensa. O caso, entretanto, foi crescendo de dimensão, com vários jornais a noticiarem outros pequenos favores concedidos a Wulff – desconto feito no leasing de um carro, férias pagas por outro empresário – enquanto governador. Os casos em si não eram muito graves, mas como se lê num editorial da “Der Spiegel”, “compõem uma imagem” do homem. Perante os indícios nos media houve investigações dos procuradores públicos na Baixa Saxónia, que em meados de Fevereiro pediram ao parlamento federal em Berlim que levantasse a imunidade do presidente. Sem apoio político e sem crédito na sociedade alemã, Wulff demitiu-se.

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Há diferenças (a mensagem gravada) entre o caso do presidente alemão que ameaça e o do ministro português que ameaça, mas a história é suficientemente parecida. O caso Wulff mostra-nos que, ao contrário da mensagem que os alemães nos vendem, também há má política na impoluta Alemanha. Mas mostra mais: na Alemanha há instituições (poder judicial, comunicação social) que funcionam, apoiadas numa sociedade que não perdoa a falta de transparência. Olhando para a reacção geral perante o caso Miguel Relvas – ou o caso do roubo dos gravadores pelo deputado socialista Ricardo Rodrigues –, percebemos que o fosso que separa Portugal da Alemanha está longe de ser apenas económico. Wulff, em Portugal, terminaria o mandato.

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Notícia da comunicação social, dia 22 de Junho de 2012

DESEMPREGO JOVEM: OS ÊXITOS DO PSD SÃO FENOMENAIS

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Notícia hipócrita da comunicação social, dia 6 de Junho de 2012

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Portugal é o quinto país, num total de 26, com mais jovens empregados em trabalhos temporários. Um total de 56,4% dos empregados com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos encontram-se nessa situação, contra apenas 19,9% dos adultos. Os dados são de 2011 e foram revelados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), num relatório ontem disponibilizado.

Cruzando aquela percentagem com o valor médio do emprego jovem em 2011, dado recolhido junto do Instituto Nacional de Estatística (INE), conclui-se que há 175 mil jovens com trabalhos precários em Portugal, numa população empregada, na faixa dos 15 e 24 anos, que totalizava 310,3 mil em 2011 (valor médio anual).

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Notícia da comunicação social acerca dos êxitos do actual governo, dia 22 de maio de 2012.

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Por favor, aplaudam estes êxitos do PSD e do governo.

Eles são mesmo bons a fazer merda da grossa.

PEDRO PASSOS COELHO, O PSD, E O DINHEIRO QUE HÁ PARA O AFEGANISTÃO ( Mas para outras coisas não há…)

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Portugal é um país rico.

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 O ministro da Defesa, Aguiar-Branco, anunciou hoje que Portugal vai contribuir com 1 milhão de euros para apoiar o financiamento das Forças Armadas do Afeganistão para além de 2014.

«Neste momento o contributo que foi solicitado a Portugal e da avaliação que estamos a fazer permitirá ter uma ordem de grandeza a considerar de cerca de um milhão de euros, em paridade com os países da mesma dimensão para um pós-2014», anunciou.

Perante os deputados da comissão parlamentar de Defesa, José Pedro Aguiar-Branco acrescentou que quanto à eventual participação portuguesa de forças no terreno no pós-2014 «não existem ainda condições para fazer qualquer opção».

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Actualmente, a participação de militares portugueses na missão internacional no Afeganistão (ISAF) custa perto de 20 milhões de euros por ano a Portugal.

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Notícia da comunicação social, dia 6 de Junho de 2012

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Portugal é um país pobre.

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Pensões
Governo falha pagamento de 1,5 milhões a nove mil militares

Em causa está a falta de pagamento do Fundo de Pensões no mês de Maio.

Nove mil militares ainda não receberam o complemento do Fundo de Pensões relativo ao mês de Maio. Um universo que representa 70% do total de 13 mil beneficiários deste apoio e que tem em falta pagamentos que ascendem aos 1,5 milhões de euros. Segundo apurou o Económico junto de fonte oficial, no passado mês foram pagos, a 18 de Maio, os complementos a 4.500 herdeiros e a 20 de Maio não foi pago o complemento a cerca de nove mil militares.

Em causa estão os membros das Forças Armadas que se “encontram na reserva e que se inscreveram no Fundo de Pensões, para o qual foram descontando 1% da sua remuneração mensal”, explica o secretário-geral da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), coronel Tasso de Figueiredo. Apesar das garantias de Aguiar-Branco, que se compromete a regularizar a situação “o mais rapidamente possível” através da “venda de património”, os militares asseguram que a situação se está a tornar insustentável e acusam o ministro de não “prestar qualquer esclarecimento aos militares”, diz Tasso de Figueiredo.

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Notícia da comunicação social, dia 6 de Junho de 2012

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ANTÓNIO BORGES E O PSD: OU COMO ALGUÉM QUE GANHA 225 MIL EUROS LIVRE DE IMPOSTOS FALA EM DIMINUIÇÃO DE SALÁRIOS

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O consultor do Governo para as privatizações, António Borges, defende que descer salários em Portugal é uma «urgência». O ministro das Finanças diz que «essa situação é naturalmente uma consequência indesejável, mas inevitável no processo de ajustamento». Mas, a visão de Gaspar para Portugal passa, contudo, por «bons empregos com salários altos».

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«O que sei é que ele é das pessoas em Portugal que tem maior ambição, maior exigência e maior otimismo relativamente aos padrões de prosperidade e à importância que o crescimento da produtividade tem como suporte de uma economia em Portugal caracterizada por melhores empregos e melhores salários. Eu esperaria que essa ambição para o futuro do país se mantivesse tão forte como sempre».

(Apesar das “exigências” de Borges, apesar da ambição de Borges, apesar do optimismo de Borges o FMI despediu-o por ele não ser suficientemente competente no que fazia.)

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Notícia da comunicação social, dia 4 de Junho de 2012

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Notícia mentirosa da comunicação social, dia 4 de Junho de 2012

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António Borges, o consultor do Governo que defendeu esta semana a redução urgente dos salários, ganhou, em 2011, 225 mil euros livres de impostos, apurou o CM. Como director do FMI para a Europa no ano passado, António Borges ganhou cerca de 306 mil dólares (quase 225 mil euros ao câmbio da altura) isentos de impostos, porque tinha, como todos os funcionários do FMI, um estatuto de funcionário de organização internacional (semelhante àquele de que beneficiam os funcionários das Nações Unidas), o que implica o pagamento de salário líquido.

Borges trabalhou, até Novembro de 2010, como administrador da empresa Galeno Participações SGPS. E auferiu um rendimento anual da ordem dos 350 mil euros, acumulando ainda a presidência de um fundo de investimento – o Standards Board – em Londres.

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GOVERNO NÃO REVELA ORDENADO

O Governo não revelou ainda o salário de António Borges como consultor para a área das privatizações, das parcerias público–privadas (PPP) e para a reestruturação do sector empresarial do Estado. A única informação conhecida é que a equipa de cinco economistas liderada por Borges custa 25 mil euros por mês.

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Notícia da comunicação social, dia 3 de Junho de 2012