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Archive for the ‘BPN’ Category

BPN: FRAUDE NO BPN CHEGARIA PARA PAGAR 3 ANOS DE SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL

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Em cima: capa do DN de dia 29 de Abril de 2012

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O Estado terá assumido 80 milhões de ativos tóxicos do BPN relativos a dívidas de Duarte Lima, Arlindo Carvalho, antigo ministro da Saúde e José Neto, antigo secretário de Estado, aponta o Correio da Manhã. O Banco Português de Negócios faz este domingo a manchete das edições de dois jornais, com o Diário de Notícias a entrevistar Miguel Cadilhe sobre o mesmo dossier. “A maior fraude na banca portuguesa”, diz o antigo ministro das Finanças.

O Correio da Manhã conta na edição de hoje que os créditos foram colocados numa sociedade do Estado antes da venda ao banco BIC, por ter sido considerado que os 80 milhões de euros eram de difícil recuperação.

Cabe agora à sociedade Parvalorem recuperar as dívidas. O grupo Pousa Flores, de Arlindo Carvalho e José Neto, tinha créditos no valor de 74 milhões de euros no BPN e Duarte Lima devia quase 6 milhões de euros quando foi detido em Novembro do ano passado.

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Notícia da comunicação social, dia 29 de Abril de 2012

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O BPN E O PSD – OS ESTRANHOS NEGÓCIOS DERIVADOS DA REPRIVATIZAÇÂO DO BANCO…

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  1. Primeiro, um governo do PS nacionaliza o BPN, isto é, nacionaliza as dívidas resultantes das vigarices do BPN.
  2. Depois um governo do PSD, reprivatiza o BPN, isto é, financia as dívidas do BPN via orçamento de estado/Caixa Geral de negócios.
  3. Depois, o BPN é vendido a dois investidores por 40 milhões de euros.
  4. Para comprarem o BPN, estes investidores recebem 600 milhões de euros de capital.
  5. Verificando-se que não chega, recebem mais * 300 milhões de euros de capital
  6. Verificando-se que não chega, recebem, mais o bónus de o Estado português ter que tomar conta de alguns dos empregados do BPN.
  7. É extraordinário como se consegue vender por 40 milhões uma coisa que depois custa mais de 1000 milhões…

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Artigo de opinião, dia 28 de Março de 2012

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Não foi um negócio da China, foi um negócio de pôr os olhos em bico. E, como em negócios assim há sempre um otário, adivinhe o leitor a que bolsos irão parar os seus subsídios de férias e de Natal.)

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Além do financiamento de 300 milhões que o BIC pode usar nos próximos três anos, a CGD vai manter apoios de 400 milhões por mais três anos. Prazo e custo destes créditos foram alterados por Bruxelas.

A Caixa Geral de Depósitos vai manter apoios de liquidez ao Banco Português de Negócios no valor de 700 milhões de euros, ao longo dos próximos três anos. Além dos 300 * milhões correspondentes à linha de financiamento adicional reivindicada pelo BIC, que na sexta-feira assina o acordo de compra do BPN, a CGD vai ainda manter 400 milhões dos empréstimos já concedidos ao banco nacionalizado em Novembro de 2008, sabe o Negócios.

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Notícia da comunicação social, dia 27 de Março de 2012

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Após se verificar que é extraordinário que se consiga vender um banco por 40 milhões e este continua a custar mais de mil milhões de euros, ainda se acrescenta a isto, mais um crédito de 400 milhões de euros.

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Mas, fazendo uma volta pela avenida da memória verificamos que o BPN já custou aos contribuintes portugueses que pagam impostos em Portugal, mais de 6 mil milhões de euros, , uns 3 – TRÊS por cento do PIB anual português.

Coisa pouca.

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Estado já mobilizou seis mil milhões de euros para o BPN, entre crédito e veículos e o aumento de capital. Contas públicas só reflectem 2,4 mil milhões.

DINHEIRO ALOCADO NO BPN

Estado capitalizou Banco antes de efectivar venda
Fazia parte do acordo quadro de privatização do BPN que o Estado capitalizasse o banco por forma a que este cumpra as exigências do Banco de Portugal. Neste sentido, foi realizado um aumento de capital na instituição, no valor de 600 milhões de euros no dia 15 de Fevereiro.

Caixa tem mais de 1.500 milhões de crédito ao BPN
As assistências de liquidez da CGD ao BPN superam os 1,5 mil milhões de euros. A maior parte destes financiamentos (1.400 milhões) correspondem a emissões de papel comercial realizadas pelo banco com garantia do Estado e que foram subscritas pela Caixa. Além disso, no final de Junho, a CGD tinha mais 105 milhões aplicados na instituição.

Veículos do BPN têm 3,9 mil milhões da CGD
A CGD tem uma exposição de 3.895 milhões de euros aos veículos que receberam activos problemáticos do BPN (crédito malparado, imobiliário e sociedades participadas) e que já estão na órbita do Estado. A maior parte (3,1 mil milhões) refere-se a obrigações emitidas pelos veículos com garantia do Estado. O restante é crédito da CGD aos veículos, que está garantido por hipotecas e outros penhores.

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Notícia da comunicação social, dia 27 de Março de 2012.

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Questionado hoje em Bruxelas, durante uma conferência de imprensa, sobre a operação de reestruturação do Banco Português de Negócios, aprovada na véspera pela Comissão Europeia, Joaquín Almunia apontou que “a aquisição do BPN pelo BIC é menos custosa para os contribuintes portugueses do que a liquidação”, de acordo com as análises feitas em conjunto pelas autoridades portuguesas e pelos serviços do executivo comunitário “ao longo dos últimos meses”…

(…)

Almunia concluiu que, na sua opinião, o desfecho foi “positivo” para todas as partes, incluindo para os contribuintes portugueses.

“Penso que é um resultado bom e positivo, e claro que não poderíamos ter adoptado uma decisão favorável se, de acordo com as nossas análises, os custos da liquidação fossem menores”, disse.

Na terça-feira à noite, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho manifestou-se “muito satisfeito” por ter sido “possível salvar o banco dentro de um custo para os contribuintes não superior ao da liquidação”.

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Notícia da comunicação social, em que o senhor Joaquim Almunia goza com Portugal e com os portugueses, dia 28 de Março de 2012

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Não foi um negócio da China, foi um negócio de pôr os olhos em bico. E, como em negócios assim há sempre um otário, adivinhe o leitor a que bolsos irão parar os seus subsídios de férias e de Natal.)

DESCONTENTAMENTO NAS FORÇAS ARMADAS É POR CAUSA DO BPN

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As forças armadas portuguesas estão em ebulição. O descontentamento grassa a todos os níveis da hierarquia e sem ser da hierarquia. O general Loureiro dos Santos – general reformado – deu uma entrevista ao Público/ Rtp onde explicou o que se está à passar. O jornal Público transcreve parte da entrevista hoje AQUI:

Mas nós descobrimos, através de muito esforço, qual é verdadeiramente, a razão de ser do descontentamento dos militares portugueses em relação ao governo português.

Feito sob inspiração do blog Herdeiro de Aécio mais especificamente este post AQUI

Written by dissidentex

03/11/2008 at 14:35

BPN – ESPECIALISTAS FINANCEIROS DE NACIONALIZAÇÃO

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Com a recente nacionalização do BPN – Banco Português Nacionalizado, surgem imediatamente novos serviços ao dispor da população, com reputados especialistas, visando “ajudar” os portugueses a nacionalizarem mais uns bancos e empresas, pagando esses mesmos portugueses a factura das nacionalizações.

E vários cartazes publicitários surgem por aí, anunciando esses mesmos novos serviços que o governo português, tão generosamente, põe ao nosso dispor. Eis o primeiro de um autor celebre e reconhecido, o “padrão” geralmente utilizado pela maioria da população para resolver problemas de inveja e de amor, de doença e felicidade e de nacionalizações e privatizações:

O segundo especialista é o professor Teixeira, um reputado mestre do candomblé financeiro que propõe também ajudar a destruir a impotência eleitoral com tratamento terapêutico alternativo.

Já o terceiro especialista que entrou neste mercado pertence à área das ciências duras, mais exactamente da engenharia matemática e propõe-se abarcar um nicho de mercado específico neste segmento.É o professor Sócrates especialista em marketing e vendas.Ocupa um nicho de mercado altamente concorrencial com o professor Teixeira.

Numa economia de mercado globalizada e desenvolvida no dealbar do século 21, é necessário que existam incumbentes de mercado globalizados e não assimétricos que possibilitem o aumento da oferta existente e a satisfação das necessidades dos consumidores. É necessário diversificar a oferta e surge precisamente por isso, e derivado da atribuição pelo governo da quarta licença de incumbentes de nacionalização muito rápida, o professor Avestruz.

Apesar do dinamismo do mercado ser altamente dinâmico com 4 concorrentes no novo negócio e segmento da nacionalização rápida, o nosso bem amado líder e o nosso bem amado governo decidiram estender o alcance da concorrência mais longe. Literalmente mais longe, e contrataram um grande consultor internacional, o Professor Tarsier das Filipinas (nome próprio); um especialista em chakras e hipnotismo nacionalizante de cariz oriental.

Com tantos e tão renomados especialistas a acompanhar o processo, nacionalizar será de novo bastante fácil e será bastante acessível para todos os portugueses.

Written by dissidentex

03/11/2008 at 11:34

NACIONALIZAÇÃO DO BPN – NÃO OBRIGADO.

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Notícia do jornal Destak,de 2 de Outubro de 2008.

Importa esclarecer as pessoas que foram parar ao governo por sorteio, que não é o governo que “injecta” 4 mil milhões de euros no sistema bancário, mas sim os contribuintes portugueses.

São estes fazem o amável favor de assim o autorizar, por suposta e interposta representação política que advém de eleições supostamente livres e democráticas.

Também importa esclarecer que o absolutamente anónimo cidadão que faz este blog, é absolutamente contra a doação de injecções de 4 cêntimos de euro feitas com o dinheiro dos outros. Mais ainda de 4 mil milhões de euros feita com o dinheiro dos outros.