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Archive for the ‘GOVERNO’ Category

OS ÊXITOS DO PSD: CONFERÊNCIA PARA ENVOLVER A SOCIEDADE CIVIL NO PALÁCIO FOZ CUSTOU MAIS DE 11 MIL EUROS POR DOIS DIAS

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PEDRO PASSOS COELHO - HONESTIDADE E MENTIRA

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CONFERENCIA DA REFORMA DO ESTADO - 11 MIL EUROS

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” A resposta de Moedas surge depois da polémica que ocorreu aquando da realização da conferência, com vários órgãos de comunicação a protestar pelo facto de os jornalistas não poderem citar os participantes, o que, na opinião dos deputados socialistas autores da pergunta, viola a liberdade de imprensa. Na pergunta, os deputados do PS  Pedro Delgado Alves, Maria de Medeiros e Manuel Seabra criticam que a conferência tenha sido anunciada como iniciativa aberta e afinal ter restringido a cobertura noticiosa, com vários órgãos de comunicação a fazer black out ao evento. Os deputados lembram que, “no quadro constitucional em vigor entre nós, a liberdade de imprensa representa uma liberdade fundamental indispensável à salvaguarda do regime democrático”, e defendem que, tratando-se de uma iniciativa “co-organizada pelo governo, se impõe o respeito integral pelo regime dos direitos, liberdades e garantias”.
Na resposta, Carlos Moedas justifica a opção por uma conferência à porta fechada, sem que os jornalistas pudessem citar directamente os participantes, dizendo que a responsável pela organização do evento, Sofia Galvão, informou o executivo de que “iria utilizar regras sobre atribuição de citações habitualmente aplicadas em encontros nacionais e internacionais, regras essas que visam encorajar uma discussão descomprometida, interactiva e profícua”. O responsável clarifica ainda que, ao contrário do que foi tornado público, o executivo não irá divulgar qualquer síntese do que aconteceu e os registos em vídeo apenas servem para arquivo e que “contribuíram para a tarefa de elaboração do relatório final”.”

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Notícia da comunicação social, dia 20 de Fevereiro de 2013

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PEDRO PASSOS COELHO - CONTRA O DESPESISMO DO ESTADO EXCEPTO SE NOS BENEFICAR A NOS

QUEDA DO GOVERNO EM 2013 (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - UM GOVERNO DE ESQUEMAS

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QUEDA DO GOVERNO EM 2013

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Notícia da comunicação social, dia 3 de Dezembro de 2012

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PEDRO PASSOS COELHO - QUEDA DO GOVERNO EM 2013

A BANDEIRA AO CONTRÁRIO (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Os governantes riram e voltaram-lhe as costas. Alguém há-de reparar o erro.

Só que o erro já foi, noutra altura, acerrimamente criticado. Numa altura em que não era erro, mas um modo de protesto.

Tudo o que diz respeito à bandeira nacional tem um simbolismo e hasteá-la ao contrário não foge à regra. Em tempos, durante as grandes guerras, as bandeiras hasteada ao contrário eram sinal de que o local estava dominado pelo inimigo, enviando um pedido de socorro. Trata-se de um sinal reconhecido ao nível internacional.

(…)

Mas voltemos um pouco atrás. Em 2009, um programa de televisão mostrava uma imagem da bandeira nacional invertida, o que causou uma grande celeuma entre a classe política e originou mesmo um comunicado de Belém.

“A bandeira nacional é símbolo da soberania da República, da independência, da unidade e integridade de Portugal é a adoptada pela República instaurada pela Revolução de 5 de Outubro de 1910”, lembrava-se no site da Presidência.

Era depois recordado, em concreto, o artigo 332º do Código Penal, que pune com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias “quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa”.

Hoje, o chefe de Estado sorriu com o incidente e deixou a outros a função de reparar um acto falhado de muito simbolismo.

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Notícia da comunicação social, dia 5 de Outubro de 2012

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Em contexto militar, explicou o coronel Cracel, um país pode ser invadido e isso traz normalmente várias variáveis, como a invasão, o colaboracionismo de algumas elites, a violência contra as populações e as detenções.

“Se transpusermos isso para a situação que vivemos, de algum modo é aquilo a que estamos a assistir. Não é uma invasão militar, mas é uma invasão económico-financeira, em que os ingredientes não diferem muito daquilo que acontece com uma invasão militar”, apontou Pereira Cracel.

Acrescentou que, tal como numa invasão militar, o pedido de resgate financeiro de Portugal à União Europeia trouxe “um inimigo, um adversário que impõe as suas regras, violentando, com a colaboração de alguns”, apontando que também já surgiu a variante “resistência”.

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Notícia da comunicação social,dia 5 de Outubro de 2012

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OS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO, PEDRO PASSOS COELHO E O PSD – VAI-SE VENDER POR UM EURO ESTA EMPRESA… (O PSD e o CDS tem que ir embora)

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Os trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) vão voltar a sair à rua a 1 de Outubro, em protesto contra a anunciada reprivatização da empresa, que, acusaram, será feita “por um euro”.

“O que nos foi dito pela administração dos ENVC é que o ferryboat Atlântida faz parte, como activo, do caderno de encargos da reprivatização. Assim, os estaleiros vão ser vendidos por um euro, provavelmente”, explicou António Costa, coordenador da Comissão de Trabalhadores da empresa.

Isto porque aquele ferryboat encomendado por 50 milhões de euros pelo Governo Regional dos Açores e rejeitado em 2009, estará agora avaliado, segundo os trabalhadores, em cerca de 35 milhões de euros, tendo os ENVC um valor nominal de 29,9 milhões de euros.

(…)

O capital social dos estaleiros é composto por 5,950 milhões de acções, detidas totalmente pela Empordef – holding pública para as indústrias de Defesa –, com um valor nominal, cada, de cinco euros, o que perfaz um total de 29,9 milhões de euros.

O Conselho de Ministros definiu quatro potenciais investidores finais – de Portugal, Brasil, Noruega e Rússia – para a alienação do capital social dos ENVC, empresas que devem apresentar as propostas vinculativas até fim de Setembro.

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Notícia da comunicação social, dia 12 de Setembro de 2012

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TRABALHADORES DO PRIVADO PERDEM DE CERTEZA UM SALÁRIO EM 2013; MAS PODEM PERDER DOIS

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Todos, funcionários públicos e trabalhadores no sector privado, vão ter uma redução no seu rendimento em 2013 que será superior ao corte de um dos subsídios e, nalguns casos, será de dois subsídios. Mais, portanto, do que foi desde ontem noticiado.

Os funcionários públicos, como sofrem ainda o efeito da mudança de escalão de IRS por diluição de um dos subsídios, vão perder mais do que o equivalente a dois subsídios.

Em causa está uma conta: o aumento dos sete pontos percentuais incide sobre o salário bruto, sendo descontado na totalidade ao salário líquido. Quanto mais alto é o salário, maior é percentualmente o desconto face ao salário líquido. Assim será a não ser que a proposta apresentada pelo primeiro-ministro seja alterada. Tal como está, ela ainda pior do que parece para os trabalhadores portugueses.

Faça você mesmo
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho anunciou na sexta-feira, dia 6 de Setembro, que “o Governo decidiu aumentar a contribuição para a Segurança Social exigida aos trabalhadores do sector privado para 18%”. A actual taxa é de 11%. Em contrapartida, anunciou o primeiro-ministro, isso permitirá “descer a contribuição exigida às empresas também para 18%”.

Em termos brutos, o agravamento da taxa corresponde a uma redução de 7%. Mas, em termos líquidos, quanto maior for o salário, maior é o corte, atingindo-se muito rapidamente, à medida que os salários sobem, uma redução no rendimento equivalente a dois salários.

Contactado o Ministério das Finanças para comentar esta notícia, o gabinete de Vítor Gaspar preferiu não comentar.

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Salário mensal de 1000 euros brutos
A perda de rendimento líquido ultrapassa o equivalente a um salário líquido logo a partir dos mil euros de salário bruto, o que atinge pessoas que levam para casa, neste momento, cerca de 800 euros. Neste caso passa a receber 730 euros, mantendo-se as actuais taxas de IRS, o que corresponde a um corte de 8,8%.

Salário mensal de 2000 euros brutos já perde mais de um salário e meio
Com este salário já se perde mais do que um subsídio e meio, em termos líquidos. Quem está a receber cerca de 1400 euros (ou seja, ganha cerca de dois mil euros brutos), vai deixar de receber 10% do seu rendimento mensal o que corresponde a perder mais de um salário e meio em termos anuais.

Salário mensal de 3000 euros brutos perde 10,9%
Um salário bruto de três mil euros para um casal com dois titulares e dois dependentes verá o seu rendimento líquido mensal cortado em 10,9% – perda mensal de 210 euros por aumento da taxa social única -, o que corresponde, em termos anuais, a cortar 1,7 subsídios. A perda anual é de 2.940 euros.

A partir dos 7 mil euros brutos, desaparecem dois salários
A redução no rendimento que se leva para casa atinge os 14%, ou seja, o equivalente aos dois subsídios, de férias e de Natal, a partir de salários brutos de sete mil euros ou líquidos da ordem dos 3.900 euros.

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Notícia da comunicação social,dia 8de Setembro de 2012

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TABELAS  PUBLICADAS NO JORNAL DE NEGÓCIOS

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O GOVERNO, O PSD, E O IEFP QUE PUBLICA OFERTA DE EMPREGO CUJO CANDIDATO JÁ ESTAVA PREVIAMENTE ESCOLHIDO…

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O instituto do emprego e formação profissional, IEFP, publicou uma oferta de emprego cujo candidato já estava previamente escolhido.

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Depois de ter sido revelada através do Facebook, a oferta de emprego especial,desapareceu do site do IEFP.

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PEDRO PASSOS COELHO E O PSD: RICOS PAGARAM MENOS IMPOSTOS

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Notícia da comunicação social, sobre a criação de riqueza em Portugal, dia 17 de Julho de 2012

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 NOTA: Parece também ser fácil de perceber que os dados de 2011 e de 2012 , são MUITO piores que os de 2010 e 2009, mas o Correio da manha não perde oportunidade de dar uma bicada em Sócrates, metendo dados de 2010,quando os dos dois anos subsequentes já estão disponíveis.

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Passos promete distribuir “sacrifícios com mais equidade”

“Acreditamos que temos condições para honrar os nossos compromissos e seguir um caminho com outra justiça, que distribua os sacrifícios com mais equidade”, sublinhou.

Na declaração sem direito a perguntas, Passos apresentou-se com uma mensagem de confiança “ao País e aos portugueses”: “a crise em que Portugal tem vivido de há muito tempo a esta parte será enfrentada com determinação por todos nós”.

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Notícia da comunicação social, quando valia dizer tudo para se ganhar eleições, dia 23 de Março de 2011