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Archive for the ‘MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO’ Category

100 % APROVADOS

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Sou um imbecil.

Para que é que eu andei a estudar se me bastava esperar alguns anos para isto ser tão fácil?

Fonte: Correio da manha, 22 Setembro de 2008

CARTÃO ELECTRÓNICO NAS ESCOLAS

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No dia 25 de Abril de 2008, (reparar nas datas e na hipocrisia política das mesmas) (que escolha tão apropriada e irónica da parte do senhor) Cavaco Silva não perdeu a oportunidade e cravou uma estaca no coração de alguns dos “opositores”. Utilizou como arma um discurso comemorativo de uma data que a ele pessoalmente nada lhe diz. Nesse dia lançou um alerta acerca dos jovens e da sua suposta falta de interesse na política.

O senhor até mandou fazer um estudo que nos informava dos horrores que a democracia portuguesa enfrentaria, qual Dante em viagem até ao Inferno, relacionados com o desinteresse dos jovens na política.

No mesmo dia 25 de Abril de 2008, (reparar nas datas e na hipocrisia política das mesmas) aquele senhor que é primeiro ministro por sorteio reagiu ao discurso. Abriu a boca e declarou que estava disponível para ajudar os jovens a interessarem-se pela política. (Contrariamente à página da TSF de onde retirei esta imagem ao lado que já está indisponível para nos ajudar com uma ligação…)

No dia 23 de Abril de 2008, (reparar nas datas e na hipocrisia política das mesmas) sem dúvida já demonstrando querer interessar os jovens pela política, o Conselho de Ministros (por sorteio) anunciou um “boa nova”.

O “cartão electrónico escolar”. Uma forma “política” e “técnica” de controlar os jovens (mas não só *), fazendo-os sentirem-se interessados pelo facto de o Pais carimbar legalmente uma política de imenso controlo que lhes será aplicada. Notícia Destak de 23 de Abril de 2008

Concordo com Cavaco apenas nesta parte, e estou absolutamente convencido que os jovens deveriam interessar-se POR ESTA POLÍTICA que lhes ataca as liberdades individuais chamada “o cartão electrónico escolar”.

Para fundamentar este ataque à liberdade de movimentos, e à noção de um espaço público livre, é necessário criar argumentos que o justifiquem.

Os argumentos usados para atacar a liberdade individual e a noção de espaço público livre são “argumentos de segurança”.

O jovem estará electronicamente confinado por meio de vigilância, à escola. (na realidade também é apenas mais uma “técnica” usada para vincar o conformismo e a negação da entidade individual).

Uma maneira “subtil” de pôr os pais contra os filhos criando uma situação em que os põe necessariamente em possibilidade de conflito uns e outros através dos dados de um cartão, que identifica perante os pais, quais são os exactos movimentos dos filhos.

Os paizinhos portugueses, as toupeiras sociais que por aí andam, que, regra geral, não fazem ideia nenhuma do que o jovem pensa ou anda a fazer, julgam (tem estado a ser convencidos disso pela mais completa propaganda…) que, com mais este passo para uma sociedade de vigilância; que será assim que os filhos estarão seguros e eles deixarão de se preocupar.

Os argumentos para implementar esta coisa são:

  1. a segurança escolar, mediante controlo de entradas e saídas
  2. Ganhos de eficiência para as escolas, por gerar o uso pelo pessoal docente e não docente
  3. Supressão da circulação do dinheiro
  4. Consulta do processo administrativo
  5. Consulta do percurso académico
  6. Consumo dos alunos nas instalações escolares

O verdadeiro objectivo divide-se em outras duas partes.

Uma é fazer aceitar às pessoas uma ideia de sociedade controlada electronicamente, como se isso fosse sinónimo de democracia e de liberdade. Este é um sub objectivo mais vasto.

Outro é controlar os funcionários das escolas*, professores e auxiliares, que serão (in)directamente confrontados através desta vigilância, sendo possivelmente acusados de falhas, pelo facto de os alunos saírem ou não saírem indevidamente da escola. Será o cartão dos alunos a “servir de prova”.

(Apêndice:põe-se os alunos/cartão a servir de “meio de prova” para controlar o serviço dos professores e dos auxiliares, sendo isto ainda mais grave porque desautoriza profissionalmente ainda mais, ambas as classes profissionais).

Por algo que – sejamos claros – nem professores nem auxiliares tem alguma vez hipótese de controlar (E NÃO É DA SUA COMPETÊNCIA…) em pleno. (Se algum aluno “sair” porque quer sair ou precisa, o ónus disso será assacado ao professor e ao auxiliar que “não terão feito o seu trabalho…” (e estarão a boicotar os gloriosos objectivos do Governo) ( Entre isto e o que o Partido Comunista declarava dos seus inimigos “burgueses” há pouca diferença…na linha de raciocínio…)

O controlo que é feito aos alunos irá assim repercutir-se nos professores e os auxiliares. A ideia adicional é também por todos uns contra os outros. Esta é a dimensão da perversidade disto. Este é um sub objectivo mais especifico.

É uma criação de modelos simplificados da sociedade, baseados no controlo – um panóptico electrónico…

Os alunos passam a ser profissionais com horário electrónico.

Se as classes profissionais (professores e auxiliares) contestarem esta lógica estarão a ser considerados como “maus profissionais, por pretenderem exercer o seu direito como cidadãos a não estarem vigiados electronicamente.

Pelo meio existem os argumentos de ordem financeira – gastar menos dinheiro + a elencagem de inúmeras “facilidades” administrativas que o uso do cartão gerará.

(É deliciosa a ideia de “supressão da circulação do dinheiro”, como sendo uma vantagem, insinuando-se que com isso acaba o “bullying”. Como se em vez de alguém exercer violência exigindo dinheiro em troca, não o possa fazer exigindo …… o cartão electrónico escolar…)

Isto afirma a ideia da escola vista como uma prisão.

Os alunos deixam de estar colocados na condição de alunos e passam à condição de prisioneiros oficiosos, impedidos de sair, excepto se o sistema electrónico o autorizar.

Qualquer ideia de liberdade individual e livre arbítrio ataca-se desta maneira, utilizando estes métodos.

Todos são presos e vivem dependentes da lógica do sistema electrónico.

Quem comanda o sistema electrónico?

(E para onde vão os dados electrónicos referentes aos movimentos feitos pelos utilizadores do cartão?)

UNIVERSIDADE PRIVADA NOS ANOS 90 DO SÉCULO 20.

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MANUAL PRÁTICO DE CORRUPÇÃO – LIÇÃO 1.

1.Numa Universidade privada de Lisboa no final dos anos 80, principio dos anos 90 ( não, não era a Universidade Independente…), num curso “técnico”, chamado “curso de gestão”, aconteciam coisas engraçadas.
Numa determinada parte do curso, a partir do 3º ano, existia a opção de escolher, quais as cadeiras a fazer, quais as cadeiras opcionais e, evidentemente, ter que fazer as que faziam parte do corpo do curso.

2. Numa determinada cadeira, os alunos eram poucos. A cadeira era, de algum modo, mais difícil que a média, e tal “status” desfavorável gerou que, mais ainda do que o comum, vários alunos “fugissem” dessa cadeira indo para outras teoricamente mais fáceis.

3. Dentro do contexto geral do curso, estas pequenas…anomalias…geravam a existência de alunos que começavam a sentir ser necessário ter um qualquer “incentivo” e “pressão” a descobrirem uma maneira “rápida e expedita” de fazer não só essa cadeira, como também, algumas das outras.

4. Esses incentivos, e pressões no sentido de formas rápidas e expeditas de “solucionar os problemas” criaram um forma peculiar de corrupção.

Manifestava-se essa corrupção pelo “estabelecimento” de relacionamentos privilegiados e preferenciais com alguns dos funcionários da secretária da referida Universidade Privada do centro de Lisboa.

5. Essas relações privadas e preferenciais por parte de alguns alunos (apenas uma casta elitista que conhecia o segredo de como fazer as coisas e estava na disposição para isso… ) levaram, curiosamente, a que alguns dos alunos possuidores desse conhecimento secreto de como fazer as coisas, obtivessem, geralmente com uma semana de avanço, os enunciados dos testes a realizar, quer os de Fevereiro, quer os de Junho, ou até mesmo – em situação de emergência – os de Setembro.

6. Consequentemente, alguns alunos ( por exemplo de uma turma de 40, 6 ou 7 dos alunos) já sabiam quais as respostas a dar às perguntas que eram feitas – com uma semana de antecedência – em algumas das cadeiras.

Tal passava-se porque os senhores professores deixavam os enunciados na secretária na semana anterior para que existisse …… “tempo” …… de serem fotocopiados.

7. Numa determinada sub turma à qual pertencia a tal “cadeira difícil” APENAS existiam 9 (nove) alunos inscritos.

8. Um desses alunos teve a “ideia luminosa” de pagar um suborno pela porta do cavalo e adquirir o “teste” a realizar. (Salvo erro foram 50 contos/ 250 euros)
Após aquisição de tão precioso bem, e, como…auto compensação…por dois fins de semana que já não dava para ir para a borga na 24 de Julho e Bairro Alto, devido a ter sido despojado de alguma quantia em dinheiro, e não tendo garantias de que, mesmo sabendo o teste e fazendo-o “bem”;
– não tendo garantias, escrevia eu;
– de que “esse movimento” lhe iria gerar uma nota “interessante”;
– devido ao comportamento “desfavorável” e “acintoso” ,”prepotente” e de quem apenas queria criar dificuldades para provar que era um competente pequenino tiranete; exibido pelo professor da referida cadeira;
– este aluno que ofertou o suborno a alguns funcionários da secretária, e para recuperar as perdas propôs aos outros 8 colegas restantes um “negócio”.

Proveitoso, para ….. todas as partes.

9. O “negócio” consistia em “cobrar ” uma “quantia” a cada um dos 8, (Salvo erro 10 contos a cada um) em troca do enunciado do teste, para dessa forma tão tipicamente capitalista liberal; recuperar” o investimento…… inicial……

10. Dos 8 restantes, 7 aceitaram a proposta e pagaram a quantia pretendida pela obtenção do enunciado do teste.

11. Um único aluno, o “otário” desta história, não aceitou. ( Quem ler até ao fim percebe porque é que eu não acredito nem por um instante em Portugal e considero isto é um dos tugúrios mais nojentos e corruptos que existem…)

12. No dia do teste apresentaram-se 9 alunos para o fazer, dos quais, 8 conheciam o enunciado previamente e um não conhecia.

13. O professor em questão – um mestre pedagógico da maior qualidade ( que merecia levar um tiro…) – passou 3 ou 4, logo na correcção de nota escrita e levou os restantes a exame oral.

14. Aqui o enredo adensa-se.

O aluno que não quis comprar o teste, antes do mesmo falou com o professor dizendo-lhe que sabia que os colegas dele já conheciam o enunciado e perguntou: “como é que é” ?

– O mestre pedagógico, disse-lhe que não se preocupasse que depois tudo seria resolvido a contento.

– O aluno que tinha alertado o professor após publicação de notas ficou “espantado” por terem, mesmo assim, sido passados de ano – logo nas pautas – alguns colegas. Parecia-lhe “incompreensível” a situação….

– Este aluno que tinha alertado o professor para a anomalia perguntando “como é que é”? foi a exame oral (surpresa….) e foi (surpresa, outra vez … ) chumbado ( e humilhado forte e feio) na oral. Todos os outros 8 passaram. Todos os que tinham “comprado” o teste e todos os que tinham sido metidos na “oral”.

15. O professor da cadeira, este emérito mestre pedagógico, mesmo depois de saber de toda a situação, manteve todas as notas na mesma. Ou seja passou todos, e “atacou” quem não quis “alinhar” com o “esquema” chumbando-o na cadeira.

16. Dessa forma, ao “isolar” este aluno, fazia com que nenhum dos outros 8 se sentisse “inclinado” a dizer a verdade e admitir que tinha participado na fraude.

Ao mesmo tempo, criava o cerco à volta do único que não tinha aceite pagar um suborno.

Qualquer protesto deste era assim e desta forma …… desvalorizado …… insinuando-se desta maneira venenosamente indirecta, que esta pessoa levantava “acusações falsas” apenas e só, por ter chumbado à cadeira.

NOTAS:

(A). O aluno que não quis pagar o suborno não era eu, nem eu era algum dos outros 8.

(B). Isto eram algumas das muitas situações que se passavam na referida universidade privada de Lisboa cujo reitor era o senhor Luis Arouca, ex- reitor da U. Independente.

(C).Foi para isto que se quis criar o ensino privado em Portugal?

INDISCIPLINA, TELEMÓVEIS, ESCOLAS PORTUGUESAS, MINISTÉRIO DA (DES) EDUCAÇÃO, EDUQUÊS.

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Post do blog “educar” transcrito na totalidade. Esta , confesso, deixou-me de boca aberta…
O vídeo a que se refere a notícia pode ser visto AQUI

O Expresso não tem os meus pruridos e vai daí já colocou tudo na sua edição online: notícia e acesso directo ao vídeo em que uma professora é agressivamente confrontada por uma aluna, quando lhe tenta retirar o telemóvel (cujo uso nas aulas a maioria do Regulamentos Internos proíbe, salvo em casos excepcionais), enquanto outro aluno filma a ocorrência e os outros assistem divertidos ou inactivos:

Na Escola Secundária Carolina Michaelis
Professora brutalizada por tirar telemóvel na aula
Numa escola do Porto, uma aluna resistiu à professora que tentou retirar-lhe o telemóvel durante uma aula. (Veja vídeo no fim deste texto)

Aguardam-se agora os comentários doutorais de Fernando Madrinha e Henrique Monteiro sobre:

  • A substância dos actos (a culpa deve ter sido da professora, que tentou limitar a liberdade da aluna e mesmo o seu direito à propriedade).
  • A forma da notícia (nada sensacionalista e perfeitamente respeitadora de todos os princípios deontológicos em curso).

Porque eu concordo com a notícia dos factos e acho que devem ser amplamente conhecidos e não reduzidos a episódio singular que não é.

Mas outra coisa é a apetência por colocar o «vídeo no fim deste texto».

Espero igualmente a reacção indignada, nos dois planos, do ministro Augusto Santos Silva.

Quanto à ME, se for muito instada a pronunciar-se, deverá considerar o caso como «caricatural» e um mero «caso dramático individual».

  • Como é óbvio a menina do telemóvel do vídeo deveria ser expulsa durante o ano lectivo em que este caso ocorreu;
  • Como é óbvio os colegas todos deveriam levar com uma suspensão de uma semana;
  • Como é óbvio, o Ministério da educação, acaso não fosse gerido por sapos incompetentes, deveria proibir JÁ telemóveis dentro de salas de aula;
  • Como é óbvio a total falta de competência dos técnicos do Eduquês é que leva a isto.
  • Isto é inacreditável. Quando andei na escola e com muitas chatices e alunos do pior que existiam nas turmas nunca mas nunca em tempo algum existiu algo de semelhante a isto que eu tivesse visto…

A culpa deste ambiente é totalmente do ministério da educação, e das pseudo pedagogias de esquerda que trata os meninos como se fossem flores de estufa.Isto é inaceitável sob qualquer tipo de parâmetros.

Quanto à aluna após a expulsão que deveria merecer no ano lectivo em que isto ocorreu, deveria passar a fazer, no mínimo, psicanálise.

 

Written by dissidentex

20/03/2008 at 17:19

EDUCAÇÃO EM PORTUGAL. Como se faz uma coisa e o seu contrário…

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Em Portugal estamos numa marcha para o infinito e mais além. Mas vejamos todos os lados da questão…

Coloquemo-nos num lado da questão. De um lado da questão, verificamos que:

  1. estamos num país que tem uma economia incapaz de criar mais emprego sustentável, do que emprego que se perde;
  2. porque na grande globalização mundial foi destinado ao nosso país esse papel de actor secundário;
  3. paralelamente… é sistematicamente incentivado a que as pessoas estudem;
  4. terminem o ensino secundário … para não termos as maiores taxas de abandono escolar;
  5. e posteriormente se licenciem; seja lá no que for que se licenciem.

É uma forma de enganar as pessoas prometendo-lhes uma miragem – terás melhores hipóteses de arranjar emprego se te licenciares.

Num outro lado da questão,existe um:

  1. sistemático, consistente, regular discurso anti licenciados;
  2. os licenciados são apresentados como sendo os únicos culpados de não arranjar emprego;
  3. os licenciados é que tem que resolver os seus problemas de emprego derivados de “quererem ser doutores”;
  4. a culpa de não arranjarem emprego é sempre exclusivamente deles;
  5. o governo não tem obrigação de arranjar empregos para licenciados;
  6. o governo apenas existe para governar, não para resolver problemas; coisas diferentes…
  7. os licenciados são sistematicamente discriminados nas ofertas de emprego, precisamente porque são …… licenciados.

Isso implica, teoricamente e a priori que terá que lhes pagar mais ordenado.
Ora tal não pode ser.
Esta dualidade da mensagem é criminosa.
Mais a mais numa sociedade completamente decadente, moralmente falida e sem qualquer ideia cívica minimamente estruturada, consistente e lógica.
Logo temos que:
—- de um lado incentiva-se as pessoas a estudarem porque isso lhes garantirá emprego na área em que estudaram – mentira.
—- do outro pratica-se uma política de estigmatização dos licenciados, quase que fazendo deles criminosos porque, coitados, limitam-se a existir (mas quem os manda existir;não podem morrer e desamparar a loja?)
Existem e não arranjam empregos nas áreas para as quais andaram a ser incentivados pelo País e pela sociedade – a vida toda – para se tornarem: licenciados.

Qual é a credibilidade de um país que tem responsáveis políticos (não só os deste governo, note-se…) a incentivar as pessoas a estudar e depois esse mesmo país quase que criminaliza quem estudou e se licenciou?

ESCOLA1

Resta tirar-se algumas conclusões acerca de como “quase todos nós” andamos a ser enganados.

Esta política é idêntica a querer ter o bolo na mão e comê-lo ao mesmo tempo.

Seguindo esta mesma lógica, qual é verdadeiramente o interesse em fazer alunos chegar ao 12º ano se depois, apenas lhes restam duas saídas:.

  1. Ser licenciados e esperar 3 ou 4 anos até serem promovidos a desempregados na área de estudos que escolheram; ou alternativamente, a viverem no magnifico mundo dos recibos verdes ou dos contratos a prazo…
  2. Ou são já desempregados mal terminam o 12º ano e apenas conseguem ser agraciados com empregos sub remunerados ao nível do passar fome e ter que depender dos pais – da família.

Lança-se duas hipóteses de trabalho trabalho analítico para cima da mesa.
Isto é uma questão de estilo, estética e Fashion.
Um desempregado com o 12º ano deve parecer melhor nas estatísticas de desemprego, do que um desempregado com o 9º ano de escolaridade. Ou um licenciado.
Mas aqui surge a surpresa.
Um terceiro lado da questão. (A surpresa pela qual ninguém esperava…)

Chego ali ao vizinho do lado e deparo-me com isto:

AVALIAÇÃO2008

 

Este simples, fácil de entender, BARATO e que se executa em meia hora; esquema de avaliação dispensa palavras.

Carregar na imagem…

Written by dissidentex

23/02/2008 at 11:43