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Archive for the ‘MINISTÉRIO DA SAÚDE’ Category

A EFICIÊNCIA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE EM PEQUENAS COISAS

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Apesar do atraso – só agora reencontrei o que publico abaixo – observe-se a “eficiência” dos serviços de saúde portugueses em pequenas coisas.

dermatologia-1

dermatologia-2

A pessoa que requereu – via centro de saúde – que lhe fizessem a excisão de uma lesão benigna, não se recordava se a mesma lesão benigna e o pedido de remoção, teriam sido originalmente feitos em 1996 ou 1997…

A lesão benigna que precisava de ser extraída consistia na complexa e extraordinariamente difícil “operação a uma verruga”.

A ser realizada por um comando anfíbio aerotransportado de cirurgiões anti verrugas…

Em 30 – 06 – 2006, já a verruga tinha sido retirada lá pelos idos de 2001, recebe a pessoa este “aviso” perguntando se ainda estaria interessada em aniquilar com requintes de crueldade a verruga…

O objectivo é o de “limpar”as listas de espera, não de resolver problemas.

Esta pergunta – ainda está interessado em remover uma verruga – é até ofensiva…tendo em conta o tempo que já decorreu…

Politicamente, temos que ver as coisas da seguinte maneira.

Com o PSD no governo, nem sequer alguém receberia uma carta como esta. Apenas esperaria até que a pessoa morresse.

Com o PS recebem-se cartas destas, pretendendo com isso fazer crer que “são diferentes” e se interessam pelos problemas das pessoas.

Embora os resultados finais – o concreto – o que interessa – sejam idênticos com qualquer destes partidos a governar.

Aproximadamente 10 anos para se remover uma perigosa e escorregadia verruga.

Viva Portugal.

Este é o “estado”, concretamente, da democracia portuguesa.

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Written by dissidentex

18/11/2008 at 9:14

HOSPITAL DE GAIA – PORTÁTEIS – DOENÇAS VIRTUAIS.

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Esta é uma curiosa notícia do JN de 10 de Julho de 2008, (ligação alternativa: esta dos bombeiros portugueses, texto completo) acerca da “virtualização”, da sociedade virtual num ( para mim ) dos seus piores exemplos, e como nos querem convencer que isto é muito bom e o “futuro”.

Parte do texto em baixo.

Familiares e amigos já podem visitar as crianças internadas no serviço de Pediatria e os doentes internados na unidade de convalescença do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho sem sair de casa. O hospital entra na era digital.

Os computadores portáteis (33) e o acesso de banda larga à Internet foram oferecidos, ontem, pela PT, através da TMN. Agora, os mais novos (Pediatria) e os mais velhos (Unidade de Convalescença) poderão usufruir das potencialidades do mundo informático. A videoconferência e o msn serão instrumentos úteis para contactar quem está longe. Os portáteis servirão, ainda, para atenuar o sacrifício de quem está internado.

“Queremos que o período aqui passado seja o mais agradável possível”, sustentou João Ferreira, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar. O responsável justificou a entrega dos computadores à Pediatria e aos Cuidados Continuados com o valor simbólico do acto.

É uma forma de unir os mais novos com os mais velhos, “dois extremos etários com necessidades próprias”, explicou. A ambição é ter mais computadores. Um por doente, se fosse possível. Zeinal Bava, presidente executivo da PT, admitiu que poderá haver mais ofertas para a unidade gaiense. Até porque, sintetizou, a responsabilidade social “está no ADN” do grupo. “Este é um contributo simbólico”, sublinhou.

O sistema de contacto por videoconferência foi testado, ontem mesmo, com ligações à Pediatria, nas instalações junto ao Monte da Virgem, e à Unidade de Convalescença, em Espinho. A experiência resultou. A ligação – voz e imagem – funcionou em condições.

“Isto vai trazer mais conforto às pessoas que tratamos”, reiterou, satisfeito, João Ferreira. Além das visitas virtuais, será possível combater a solidão dos mais velhos e ajudar os mais novos a passar o tempo e a aprender, com conteúdos didácticos. Garantia dos responsáveis: a utilização da internet, por parte das crianças, será sempre acompanhada.

Algumas notas:

– Sobre o facto da PT estar declaradamente a barrar o caminho à concorrência oferecendo os sistemas de acesso á Internet em portáteis da PT criando um falso monopólio natural, e tudo passar ao lado das autoridades da concorrência como se nada fosse.

– Sobre o facto de isto constituir uma maneira de afastar a presença física dos familiares dos doentes do hospital, criando uma ” visão à “distância” doença, como se a doença fosse “asséptica e limpa” e todo este “distanciamento” da realidade ser considerado como bom, quando não é.

– Sobre o facto de isto ser confundido com terapia e cuidados médicos reais, coisa que não é.

A dada altura no artigo “CENÁRIOS E TENDÊNCIAS E TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS – 4 , está lá escrito o seguinte:

“…Isolamento social da vida real na rua. Choques psicológicos entre camadas da população confrontadas com a “rua” vs mundo virtual do enxame. Mundo observado por meio de aparelhos electrónicos e ideias electrónicas.”

HOSPITAL AMADORA SINTRA. RECLAMAÇÕES. INCOMPETÊNCIA.

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A competência da gestão privada dos hospitais portugueses especialmente do Hospital Amadora-Sintra mede-se de forma clara, cristalina, concreta.

Um cidadão otário deste país no dia 7 de Novembro de 2007, marcou um exame no magnifico hospital Amadora Sintra .

O exame foi passado pelo respectivo médico do hospital, no mesmo dia.

A habitual medida da incompetência do Hospital Amadora Sintra para marcar este tipo de exames mede-se em 3 meses. Tradução: costumam demorar 3 meses a fornecerem uma data da efectivação do exame.

É o padrão médio da ( in) competência.

Na altura em que marcou o exame, o cidadão até requereu que o mesmo ATÉ FOSSE efectivado nos meses de Abril ou Maio de 2008.

Acrescentou dessa forma, mais 3 meses de prazo ao que é o costume do Hospital amadora Sintra; o tal de gestão privada, competente e perfeita.

Passou o mês de Abril de 2008 e nada aconteceu. No dia 7 de Maio de 2008 e porque já sabe o que a casa gasta, o cidadão dirigiu-se ao departamento onde foi marcado o exame, para saber qual era a data do mesmo.

Tendo sido informado que não existia qualquer exame marcado em seu nome.

Previamente, no dia 7 de Novembro de 2008, o cidadão dirigiu-se ao Gabinete do Utente do referido hospital, derivado de uma outra questão, para fazer aquilo que qualquer pessoa que lá vá deveria fazer: apresentar uma reclamação por escrito.

Ficou combinado com a funcionária do Gabinete do utente, de nome Laura Lopes, que ela própria iria falar com o departamento responsável pelo exame e transmitiria TAMBÉM E DE NOVO o mesmo recado que o cidadão já tinha transmitido presencialmente, nesse mesmo dia.

Duas pessoas diferentes, uma das quais é funcionária do hospital;

transmitiram o mesmo recado ao mesmo departamento do Hospital no mesmo dia 7 de Novembro de 2008.

Em cima disso, a funcionária Laura Lopes, ainda, como se poderá ver na imagem mais abaixo, escreveu à mão, NA FOLHA DE MARCAÇÃO DO EXAME, no canto superior esquerdo – a zona de visão mais definida que há – o seguinte:

” Marcar Abril de 2008″

“O senhor pede para ser avisado por carta s.f.f”

e assinou.

Voltemos a Maio de 2008.

No dia 9 de Maio de 2008, o cidadão volta ao Hospital Amadora Sintra para saber dos desenvolvimentos do caso.

É informado pela funcionária Laura Lopes, que esta teve que se chatear com o departamento do referido exame, para obter uma data, mas que podia informar o cidadão que seria ainda enviada uma carta com a nova data na semana a seguir.

Competência. Profissionalismo. Rigor da gestão privada.

O cidadão solicita ainda à funcionária Laura Lopes – a única pessoa que parece saber alguma coisa do que anda a fazer no Hospital Amadora Sintra – que investigue qual é que foi o obstáculo insuperável que impediu que um exame fosse marcado e já com o prazo diferido em mais 3 meses.

No dia 12 de Maio recebe o cidadão efectivamente, uma carta em correio azul (mas para quê, em correio azul?!) informando-o da nova data.

A nova data é 30 de de Junho de 2008.

Apenas sensivelmente 7 meses e 3 semanas a contar da data 7 de Novembro de 2007.

Competência. Rigor. Profissionalismo. Gestão privada. Cidadãos de Braga, preparem-se. O grupo Mello vai para aí gerir o vosso hospital.

Voltando um pouco atrás.

Quando requereu a efectiva marcação de nova data o cidadão solicitou que a mesma fosse feita ou nos finais de Maio de 2008, ou nos princípios de Junho de 2008.

Como acto de retaliação pelo facto de o cidadão já ter apresentado uma 15 reclamações por escrito e mais algumas verbais em 4 diferentes sítios da administração pública ou no próprio hospital, sem que o assunto fosse efectivamente resolvido,

suspeita o cidadão que esta não efectivação de marcação de exame

é apenas uma tentativa de retaliação por isso mesmo.

Como tal afixa-se neste blog.

Também se afixa neste blog a mensagem de resposta da responsável pela entidade que supostamente põe na ordem a gestão  do Hospital Amadora sintra.

Uma senhora chamada Isabel Teodoro, que respondeu no feriado de dia 15, de um organismo qualquer (escreve-se qualquer porque cidadão que já contactou previamente com este lugar, começa a não perceber exactamente para que serve, uma vez que os problemas não são resolvidos e nunca são resolvidos) entre muitos que existem no Estado português chamado

Observatório regional de apoio ao SIM – cidadão, que supostamente trata destas coisas.

Importa também dizer que considero que toda a gente que tenha problemas destes ou semelhantes ou noutras áreas deverá apresentar reclamações sistematicamente, e não ceder em nada.

HOSPITAL DONA ESTEFÂNIA.Petição contra o encerramento de Pediatria.

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Tipo de post: pedido de transmissão/ divulgação de uma petição online contra o encerramento de um hospital pediátrico na capital de um país; o único hospital pediátrico da capital de um país.
A todos:
Está a decorrer no site abaixo indicado, uma petição para ser enviada contra o encerramento do Hospital D. Estefânia.
A ideia não é construir um novo hospital pediátrico, mas sim juntar as nossas crianças num hospital com os demais doentes. Isto vem no decorrer da junção de vários hospitais que o governo quer fazer com o tão falado Hospital de Todos os Santos em Chelas. O que eles querem fazer não é uma melhoria, mas sim um retrocesso, pois deixaremos de ter profissionais que lidam exclusivamente com crianças para ter profissionais que lidam com todo o tipo de doentes.
Assim vamos ter os nossos filhos em salas de espera conjuntamente com adultos com as mais variadas doenças. Mesmo que eles digam que o novo hospital vai ter um piso só para a pediatria, mas será uma ou outra especialidade, pois quando as crianças tiverem que ir fazer um RX, umas análises, etc, vão estar em salas de espera comum. Passaremos, ao contrário de Coimbra, Porto, a ser uma cidade sem um Hospital pediátrico, para não falar do se passa lá fora.
Fui alertada para esta petição quando hoje fui ao Hospital D. Estefânia quando hoje lá fui com a minha filha e indicaram-me a fraca adesão que a petição está a ter. Participem, não custa nada. Se a petição para o regresso do Luís Figo à selecção já conta com sete mil e tal assinaturas, não se percebe como esta só vai nas duas mil e pouco.
“AXX” “PXXX”

http://www.petitiononline.com/hde2007

ADENDA: Existe um blog de apoio à campanha e está situado AQUI

Written by dissidentex

18/01/2008 at 14:56