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Archive for the ‘LICENCIATURAS MANHOSAS SEM SEREM AS DO SÓCRATES’ Category

MIGUEL RELVAS – OS DIRECTORES DO CURSO DE CIÊNCIA POLÍTICA ( nos cursos desta Universidade os créditos de 4 cadeiras transformam-se em 32…) DEMITEM-SE.

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Directores de Ciência Política da Lusófona pedem demissão

 
Ainda não se conhecem as conclusões da auditoria do ministério da Educação que está a decorrer há uma semana na Universidade Lusófona, mas há novas “vítimas” do caso da licenciatura de Miguel Relvas: a direcção da Faculdade de Ciência Política, Lusofonia e Relações Internacionais.
Ângela Montalvão Machado, directora da faculdade, colocou o seu lugar à disposição na segunda-feira ao fim do dia, na sequência de uma reunião com o reitor, Mário Moutinho, e o administrador, Manuel Damásio. Por “solidariedade”, os outros dois directores, José Medeiros Ferreira e Fernando Pereira Marques, seguiram-lhe os passos.

O PÚBLICO tentou contactar a universidade e os demissionários, mas sem sucesso. Apenas Medeiros Ferreira respondeu ao PÚBLICO que colocou o seu lugar à disposição “por uma questão de solidariedade” e que não esteve presente no encontro de anteontem. “Fui convidado pela professora Ângela Montalvão Machado em Setembro do ano passado para ser director da licenciatura em Estudos Europeus e Relações Internacionais”, contou Medeiros Ferreira. “Como ela pôs o seu lugar à disposição, senti que devia ser solidário com quem me convidou”, afirmou, sem querer falar sobre as razões da directora do curso de Ciência Política e Relações Internacionais – em que o ministro Miguel Relvas se licenciou em 2007 – e da faculdade.

Estão a decorrer em simultâneo duas auditorias na Universidade Lusófona aos 89 processos de alunos, entre os quais o ministro Miguel Relvas, que receberam entre 120 e 160 créditos pelo reconhecimento da experiência profissional, permitindo-lhes concluir num só ano uma licenciatura que demoraria, em tempo normal, três anos lectivos. A auditoria do ministério da Educação deverá estar concluída na última semana de Agosto, tendo depois a universidade dez dias para se pronunciar. Os resultados da auditoria interna só serão divulgados depois, já anunciou a universidade. Uma decisão que contraria o que a própria instituição afirmara no início deste mês, quando anunciou esse procedimento, altura em que Manuel José Damásio, responsável pela área de serviços administrativos, dizia ao PÚBLICO que haveria resultados dentro de duas semanas.

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Notícia da comunicação social, sobre eucaliptos que secam tudo à volta, dia 24 de Julho de 2012

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Sugere-se ao visados um comprimido para se recomporem desta odisseia.

CORRUPÇÃO EM PORTUGAL: A GERAÇÃO DOS CHICO ESPERTOS

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(…) Os “casos Relvas” pouco tem a ver com o percurso mitificado dos nossos fundadores. Simbolizam antes a geração de “chicos espertos” que, já durante o século XXI, chegou ao poder. Provêm maioritariamente das jotas, chegam a deputados de quarta fila durante a década de 80, com 20 e poucos anos, e rapidamente descartam quaisquer qualificações académicas em detrimento de uma actividade política rapidamente recompensadora. São recrutados com o secundário completo, sem que o sistema os obrigue à conclusão de um grau académico, rapidamente se tornando protegidos e/ou afilhados, categoria que geralmente acumulam com a de cacique empenhado e que lhes possibilita a obtenção de lugar de destaque nas hierarquia da jota e/ou do aparelho partidário. Depois, quando fora do Parlamento, e da intervenção nos “Passos Perdidos”, são encaixados em empresas amigas, escritório de advogados amigos ou no sector Estado amigo. Até regressarem a São Bento e, imaginem, ao Governo de Portugal. Tudo dentro da normalidade construída e cimentada nos últimos 30 anos da democracia portuguesa pelos partidos do arco governamental (porque nestes casos não há ideologia que aguente). Assim não estranha a inconsequência e impunidade política. Ou, o arranjinho para a empresa do amigo, a licenciatura aos 40 anos ou a mania do controlo da comunicação. Afinal, Relvas mais não faz que reproduzir um padrão de comportamento tantas vezes utilizado e reutilizado por uma geração de chicos-espertos que, aproveitando a sedimentação do nosso sistema político, e a entrada de Portugal na CEE, se especializaram na permanência permanente (redundância deliberada) na órbita do sistema, assim fazendo uma vida.

E enquanto esta caravana passa, certamente que muitos dos de 75 levam as mãos à cabeça questionando-se: “como foi isto possível” (os puros); enquanto outros lavam as mãos e batem na cabeça dizendo: “como pude eu fazer isto possível” (os padrinhos).

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Artigo de opinião na comunicação social, dia 17 de Julho de 2012

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MIGUEL RELVAS VAIADO EM MAFRA (Porque será….)

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Miguel Relvas vaiado durante abertura dos jogos da CPLP em Mafra

A cerimónia de abertura da VIII edição dos jogos da Comunidade Portuguesa de Língua Portuguesa, em Mafra, ficou marcada por vaias ao ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, durante todo o seu breve discurso.

Os apupos vindos da assistência, composta por milhares de pessoas, tornaram-se tão audíveis que terão obrigado Miguel Relvas a encurtar o seu discurso, que durou cerca de um minuto.

Os protestos começaram logo que a organização chamou o ministro Adjunto Miguel Relvas para intervir.

O governante participava na cerimónia de abertura dos jogos da Comunidade Portuguesa de Língua Portuguesa (CPLP) que decorrem entre este sábado e o dia 15 no Parque Desportivo Municipal Eng. Ministro dos Santos.

Além de Miguel Relvas intervieram na cerimónia o presidente do Instituto do Desporto de Portugal, Augusto Baganha, e o presidente da Confederação do Desporto de Portugal, Paula Cardoso.

Nos VIII jogos desportivos da CPLP vão participar perto de 1000 atletas de oito países (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) em sete modalidades diferentes no escalão de sub-16: andebol, atletismo para pessoas portadoras de deficiência, atletismo, basquetebol, futebol, voleibol de praia (sub-17) e ténis.

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Notícia da comunicação social, dia 7 de Julho de 2012

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“Vídeo do acontecimento” – carregar no código acima.

MIGUEL RELVAS E A SUA LICENCIATURA DE UM ANO: AGORA NINGUÉM O CONHECE…

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Professores de três das quatro cadeiras de Relvas nunca o viram

Os docentes de três das quatro cadeiras que permitiram ao ministro-adjunto obter o diploma garantiram ao Expresso que nunca viram Miguel Relvas.

“Soube que era licenciado neste curso, esta semana, pelos jornais”. A declaração de um professor do curso de Ciência Política da Universidade Lusófona junta mais uma acha à já mais que acesa polémica sobre a licenciatura do ministro-adjunto.

Segundo o Expresso , só Almeida Tomé, professor de Geoestratégia, Geopolítica e Relações Internacionais, se lembra de ter Miguel Relvas como aluno. “Era um aluno interessado e até modesto. Via-se que tinha bagagem, mas como tinha muitos afazeres veio pouco às aulas”, declarou ao semanário.

Mas será caso único. Os docentes das outras três cadeiras garantem nunca o ter tido como aluno. 

“Nunca o vi, nunca foi meu aluno e nunca constou das listas electrónicas das turmas”, assegura António Filipe,  deputado do PCP e professor de Ciência Política. “Nunca o avaliei. Nem sabia que tinha sido lá aluno”, acrescenta.

 “Nunca avaliei Miguel Relvas, nem foi meu aluno”, declara, por sua vez Feliciano Barreiras Duarte, actual secretário de Estado do próprio ministro Miguel Relvas, embora reconheça que o viu na Universidade.

Nuno Cardoso da Silva, ex-dirigente do PPM, alinha pela mesma convicção: “Não fui professor, nem avaliei Miguel Relvas. Nunca o vi na universidade, soube da licenciatura pelos jornais”. 

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Notícia da comunicação social, relatando um estranho caso de amnésia colectiva, dia 7 de Julho de 2012

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MIGUEL RELVAS, O HOMEM DO “LAPSO”

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Notícia sobre um lapso que é ministro, na comunicação social, dia 4 de Julho de 2012

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“‘Eu quero chegar a casa, depois de ganhar as eleições, todos os dias e quero que a minha filha tenha orgulho daquilo que está a ser feito’, disse o porta-voz do PSD, acrescentando: ‘Eu no lugar do engenheiro Sócrates tinha vergonha, eu se fosse parente do engenheiro Sócrates escondia que era parente dele”.

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Miguel relvas, o homem do lapso, falando sobre relações familiares desavindas, quando era porta voz do PSD, dia 29 de Abril de 2011

MIGUEL RELVAS, ESSE GÉNIO RÁPIDO QUE SE LICENCIOU À VELOCIDADE DO VENTO…

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“Com vento de feição não há má navegação”

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Na Universidade Lusófona

Miguel Relvas fez licenciatura num ano por causa do “currículo profissional”

O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas fez em apenas um ano uma licenciatura que tem um plano de estudos de 36 cadeiras, distribuídas por três anos. Relvas requereu a admissão à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa) em Setembro de 2006. E concluiu a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007.

Ao PÚBLICO, António Valle, adjunto do governante, explicou nesta terça-feira de manhã que tal se deve ao facto de a Lusófona ter analisado o “currículo profissional” do actual governante, bem como o facto de ele ter frequentado “os cursos de Direito e de História”, o que permitiu que o curso fosse feito em menos tempo. Valle não esclareceu quantos créditos foram atribuídos nem quantas cadeiras Miguel Relvas fez na Lusófona.

A única cadeira que o actual ministro tinha concluído antes de 2006 era uma de Direito, feita em 1985….(…)

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Notícia da comunicação social,sobre pessoas que se licenciam num ano apesar de fazerem cursos de 3 anos, dia 3 de Julho de 2012.

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Esta semana foi noticiado que Miguel Relvas completou a licenciatura em apenas um ano, em 2007, graças a «créditos» decorrentes da sua «experiência profissional». O ministro licenciou-se em 2007 na Universidade Lusófona no curso de Ciência Política e Relações Internacionais com a média final de 11 valores.

A carreira académica de Mi9guel Relvas iniciou-se em 1985, ano em que se inscreveu no curso de Direito da Universidade Livre (que mais tarde viria a dar origem à Lusíada). No ano seguinte, Relvas pediu a transferência para o curso de História na mesma universidade, tendo se inscrito em sete disciplinas mas não completou nenhuma.

Em 1995/1996, Relvas pediu o reingresso na Lusíada, desta feita no curso de Relações Internacionais. Mais uma vez, não completou qualquer disciplina.

Em 2006, Miguel Relvas inscreveu-se no curso de Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade Lusófona, tendo completado o mesmo em Dezembro de 2007.

Os registos biográficos do Parlamento contêm os dados que os deputados declaram quando são eleitos, contudo, a Assembleia da República não confirma a veracidade das informações, uma vez  que estas «não influenciam o mandato» dos deputados, explicou fonte parlamentar à TVI.

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Notícia da comunicação social, dia 4 de Julho de 2012

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