DISSIDENTE-X

Archive for the ‘MADEIRA’ Category

VÍTOR GASPAR, UM PSEUDO MINISTRO TOTALMENTE INCOMPETENTE OU A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA QUE AUMENTA, AUMENTA…AUMENTA…(O CDS e o PSD tem que ir embora)

Ø

Ø

O “Grande Gaspar” que é inflexível e durão com todas as pessoas-; com este senhor baixa as calcinhas e dá o dinheirinho para a Madeira…

Ø

Notícia da comunicação social, dia 21 de Novembro de 2012, sobre a coragem do ministro das finanças que enfrenta Alberto João Jardim, com um saco de dinheiro…

Ø

E adivinhe-se de onde vem o dinheirinho para estas brincadeiras?

Do facto de a IGCP – tutelada pelo Ministério das Finanças –  passar o tempo (de dois em dois meses) a emitir divida ( isto é, a pedir dinheiro emprestado...) é um pormenor de somenos importância…

Ø

Notícia da comunicação social, dia 21 de Novembro de 2012

Ø

ANGELA MERKEL E A MADEIRA COMO MAU EXEMPLO DA APLICAÇÂO DOS FUNDOS ESTRUTURAIS

Ø

A chanceler alemã, Angela Merkel, deu hoje a Madeira como um mau exemplo da aplicação dos fundos estruturais europeus, sublinhando que naquela região autónoma estas verbas “serviram para construir túneis e autoestradas, mas não para aumentar a competitividade”.

Na opinião de Merkel, os referidos fundos devem servir para apoiar financeiramente as pequenas e médias empresas, por exemplo, como ficou decidido no recente Conselho Europeu, em Bruxelas, e não mais para construir estradas, pontes e túneis, como sucedeu, na sua opinião, naquela região autónoma portuguesa.

“Quem já esteve na Madeira, deve ter ficado convencido que os fundos estruturais europeus foram bem aplicados na construção de muitos túneis e autoestradas, mas isso não conduziu a que haja mais competitividade”, observou a chefe do governo alemão, numa palestra proferida perante alunos, na Bela Foundation, em Berlim, noticiada esta noite pela RTP.

Ø

Notícia da comunicação social, dia 8 de Fevereiro de 2012

Ø

“A chefe do governo alemão, Angela Merkel, produziu declarações ignorantes sobre a Madeira, mas que explicam as opções erradas da actual situação económica europeia bem como a gritante insensibilidade social que se vive na Europa”, lê-se no comunicado emitido pela Presidência do Governo Regional na sequência do comentário da chanceler alemã sobre a aplicação de fundos estruturais na Região.

Para Alberto João Jardim a líder da Alemanha desconhece a realidade insular anterior à autonomia e à adesão do país à CEE e revela a “ilusão de tornar competitivo um mercado de apenas duzentas e oitenta mil pessoas ferido pela insularidade, sem infra-estruturas adequadas, através de mão-de-obra barata, com micro empresas, e ao qual é negado o poder legislativo bastante para assumir livremente as suas opções”.

Ø

Notícia revolucionária da comunicação social, (acerca da próxima invasão feita pela Madeira à Alemanha para dar na Merkel um enxerto de porrada), dia 8 de Fevereiro de 2012, (antecedida de uma cerimónia de adesão de Alberto João Jardim ao Bloco de esquerda).

MADEIRA E A SUA ZONA FRANCA – NENHUMA RACIONALIDADE ECONÓMICA

“… A criação da Zona Franca da Madeira (…) não possui qualquer racionalidade económica (…) nem a mais remota justificação moral. O único objectivo da sua criação foi ajudar os mais ricos a fugir às suas obrigações fiscais. Ajudá-los a reduzir a sua quota-parte no financiamento das infra-estruturas nacionais, da educação, da investigação, da saúde, da segurança social, da defesa do ambiente, da preservação do património, da justiça, da segurança, da defesa. É irónico que tantos dos empresários que se servem desta batota fiscal tenham o descaramento de criticar o funcionamento do Estado, a sua ineficiência, e se atrevam a falar de “ética empresarial”.

O tema da SUITE 605 é tanto mais chocante quando este benefício, de que os mais ricos usufruem, não é sequer conseguido à custa de ilegalidades – que envolveriam o risco de uma sanção. Criar uma empresa no offshore da Madeira e transferir para ela os lucros de cem empresas que operam no continente para não pagar impostos é legal e sem riscos. E isso é possível graças a leis aprovadas pelos nossos governantes, assinadas pelos nossos Presidentes da República.

O que acontece ao dinheiro que o Estado perde desta forma, aos impostos não cobrados às empresas? O Estado vem buscá-lo aos nossos bolsos, aos trabalhadores por conta de outrem, usando as sobretaxas que for necessário.
(…) a taxa média de IRC paga pelas empresas registadas na Zona Franca da Madeira é de 0,16% (…)
Estranhamente, apesar de parecer existir um consenso político sobre os malefícios dos paraísos fiscais, eles continuam a sobreviver com o argumento de que, se fechássemos um, as empresas iriam para outro, noutro lugar do mundo. A resposta só pode ser uma: que vão! Para além da fuga de impostos, os paraísos fiscais são o ecossistema por excelência do financiamento das ditaduras e das máfias, do tráfico de droga, da levagem de dinheiro. Nenhum político honrado pode aceitar a sua existência. “

Ø

José Vítor Malheiros, extracto do posfácio “Iguais Perante a Lei?, no livro “SUITE 605” de José Pedro Martins

A ILHA DA MADEIRA, A SUA DÍVIDA E O SEU ESTRANHO E OBSCURO OFFSHORE

«(…)A Madeira perdeu o estatuto de Objectivo I das regiões ultra-periféricas da União Europeia à custa de dados artificiais apresentados nas estatísticas oficiais. Os cofres do erário público viram fugir 500 milhões de euros provenientes do último quadro comunitário de apoios, pelo simples facto do PIB da Madeira estar inflacionado em mais de 21% e apresentar um nível de riqueza que não existe no arquipélago.
Durante três décadas, este cenário de saque e batota fiscal atingiu proporções dantescas e beneficiou do conluio do governo da República, que assim viu as agências de rating atribuir uma notação bonificada a Portugal, tendo por referência um PIB artificialmente construído com base na manipulação das exportações no offshore da Madeira.»

Ø

Livro suite 605, página 5 – José Pedro Martins

Ø

” A zona franca da madeira é sagrada para o governo regional.”

Ø

Alberto João Jardim, página 1, do mesmo livro.

Ø

” Temos que ser claros. Há uma elite corrupta que controla  economia e o poder politico e que se recusa a pagar impostos.

Ø

José Pedro Martins, mesmo livro, página 16.

AS DÍVIDAS DA MADEIRA – OS MONTANTES DA FESTA ( até ao momento…)

* “O Tribunal de Contas está a investigar um novo buraco de 220 milhões de euros nas contas da Madeira. Esse é o montante de um recente empréstimo contraído pela Empresa de Electricidade que o governo de Alberto João Jardim desviou para pagar despesas de funcionamento.”

Ø

Notícia da comunicação social, dia 20 de setembro de 2011

Ø

A confirmar-se o desvio de 220 milhões de euros de uma empresa pública regional para despesas correntes – depois de o INE e Banco anunciarem uma “dívida oculta” de 1113,3 milhões e de a troika ter apurado uma derrapagem de 568 milhões – eleva-se a um total de 1891,3 milhões o “buraco” da Madeira, não incluindo o montante de dívidas não facturadas também por apurar. Corresponde a 115,3% do orçamento madeirense para o ano de 2011 (1632 milhões) e a 35,8% do PIB regional (5280 milhões).

Ø

Notícia da comunicação social, dia 20 de setembro de 2011.

Ø

* Capa do jornal Público do dia 13 de setembro de 2011

A DíVIDA DA MADEIRA E O BOM EXEMPLO PARA O PAÍS

A líder social-democrata, Manuela Ferreira Leite, afirmou hoje, no Funchal, que a Madeira é exemplo de um “bastião inamovível” e de “um bom governo do PSD”.

Ø

Manuela Ferreira Leite, declarações à comunicação social, dia 7 de setembro de 2009.

Ø

Ø

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, remeteu para o PSD-Madeira e o eleitorado regional o desafio hoje lançado por António José Seguro para que Pedro Passos Coelho retire a confiança política a Alberto João Jardim, devido à situação das contas na Madeira.

Ø

Pedro passos Coelho, inacreditáveis declarações à comunicação social, sobre uma fraude contabilística-criminal transformada em problema político…porque lhe convém sacudir a agua do capote…

Ø

ALBERTO JOÂO JARDIM PROCESSA FRANCISCO LOUÇÂ

A decisão do Executivo madeirense chefiado por Alberto João Jardim foi comunicada no sítio da internet da Presidência do Governo Regional, considerando que as declarações do dirigente bloquista ontem no Funchal “atentam contra o bom nome e honra do presidente do Governo e dos membros do Governo Regional da Madeira”.

“Francisco Louçã irá provar em Tribunal todas as insinuações e calúnias que apontou”, declara a nota emitida pelo *gabinete de Alberto João Jardim.

Ø

Declarações à comunicação social, dia 5 de setembro de 2011.

Ø

Este processo crime intentado contra Francisco Louçã irá ser pago com o próprio dinheiro do senhor Alberto João Jardim;

ou será pago com o * dinheiro dos impostos dos cubanos cidadãos portugueses?

Ø

Em véspera de eleições, Alberto João Jardim assume incapacidade para o pagamento das dívidas a fornecedores e pretende um acordo com o novo governo.

A dívida em 2005 encontrava-se nos 478 milhões de euros, tendo este número subido para 963 milhões de euros, o que perfaz um aumento de 101,5 por cento em apenas meia década.

Ø

Notícia da comunicação social, dia 22 de Agosto de 2011.