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Archive for the ‘CORRUPÇÃO’ Category

PEDRO PASSOS COELHO ADMINISTRAVA TECNOFORMA QUE FOI EXECUTADA FISCALMENTE E ESTÁ PERTO DE DECLARAR FALÊNCIA. (A seguir vai o País…) (O CDS e o PSD tem que sair)

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Notícia da comunicação social, dia 10 de Outubro de 2012.

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A TECNOFORMA, PEDRO PASSOS COELHO, MIGUEL RELVAS, A JSD, O JORNAL PÚBLICO, O JORNALISTA JOSÉ ANTÓNIO CEREJO, E O PROGRAMA FORAL (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Na segunda feira, dia 8 de Outubro de 2012, o Jornal Público traz um dossier de 6 páginas (com organograma, mapas, quadros e cópias de documentos) sobre a Tecnoforma.

O autor é  José António Cerejo, jornalista do Público.

No currículo de Pedro Passos Coelho, apenas constava que teria sido até 2004 .

Confrontado com documentos obtidos pelo jornal, o primeiro-ministro respondeu: «Confusão minha.»

Os dados da investigação indiciam que entre 2002 e 2004 a empresa foi favorecida por Miguel Relvas, então secretário de Estado da Administração Local do governo Barroso, com a tutela do Programa Foral.

Porquê?

Porque durante esses anos, a Tecnoforma obteve 82% do financiamento aprovado a privados na região Centro.

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“A Tecnoforma viveu o seu período de maior sucesso no tempo em que Passos Coelho foi seu consultor, Relvas geria o programa Foral, Paulo Pereira Coelho era o gestor do programa na Região Centro. Em comum tinham o facto de terem sido dirigentes da JSD, tal como outros elementos chave do sucesso da empresa. No Centro a Tecnoforma chegou a ter 82% do financiamento aprovado a privados”
(…)
“Passos Coelho sempre disse que foi apenas consultor da Tecnoforma e que a deixou em 2004, quando foi trabalhar com Ângelo Correia. Afinal foi administrador até 2007. “Confusão minha”, disse ao PÚBLICO

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O que está acima descrito RELACIONADO COM HELENA ROSETA pode ser encontrado AQUI

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Quanto ao Jornalista José antónio Cerejo, foi convidado a sair do JornalPúblico.

Fonte : Aventar

Infografia e imagens:  Jornal Público. Excepto a primeira.

A BANDEIRA AO CONTRÁRIO (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Os governantes riram e voltaram-lhe as costas. Alguém há-de reparar o erro.

Só que o erro já foi, noutra altura, acerrimamente criticado. Numa altura em que não era erro, mas um modo de protesto.

Tudo o que diz respeito à bandeira nacional tem um simbolismo e hasteá-la ao contrário não foge à regra. Em tempos, durante as grandes guerras, as bandeiras hasteada ao contrário eram sinal de que o local estava dominado pelo inimigo, enviando um pedido de socorro. Trata-se de um sinal reconhecido ao nível internacional.

(…)

Mas voltemos um pouco atrás. Em 2009, um programa de televisão mostrava uma imagem da bandeira nacional invertida, o que causou uma grande celeuma entre a classe política e originou mesmo um comunicado de Belém.

“A bandeira nacional é símbolo da soberania da República, da independência, da unidade e integridade de Portugal é a adoptada pela República instaurada pela Revolução de 5 de Outubro de 1910”, lembrava-se no site da Presidência.

Era depois recordado, em concreto, o artigo 332º do Código Penal, que pune com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias “quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa”.

Hoje, o chefe de Estado sorriu com o incidente e deixou a outros a função de reparar um acto falhado de muito simbolismo.

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Notícia da comunicação social, dia 5 de Outubro de 2012

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Em contexto militar, explicou o coronel Cracel, um país pode ser invadido e isso traz normalmente várias variáveis, como a invasão, o colaboracionismo de algumas elites, a violência contra as populações e as detenções.

“Se transpusermos isso para a situação que vivemos, de algum modo é aquilo a que estamos a assistir. Não é uma invasão militar, mas é uma invasão económico-financeira, em que os ingredientes não diferem muito daquilo que acontece com uma invasão militar”, apontou Pereira Cracel.

Acrescentou que, tal como numa invasão militar, o pedido de resgate financeiro de Portugal à União Europeia trouxe “um inimigo, um adversário que impõe as suas regras, violentando, com a colaboração de alguns”, apontando que também já surgiu a variante “resistência”.

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Notícia da comunicação social,dia 5 de Outubro de 2012

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PEDRO PASSOS COELHO, VÍTOR GASPAR E O PSD: UM PARTIDO DE FALHADOS E INCOMPETENTES QUE ESTÃO A AGRAVAR O RISCO DE BANCARROTA DE PORTUGAL (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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A probabilidade de incumprimento da dívida portuguesa num horizonte de cinco anos agravou-se. Segundo a CMA DataVision, subiu de 35,17% no fecho de terça-feira para 35,79% no fecho de hoje, ao começo da noite. Tendo mostrado uma trajetória de melhoria durante a manhã, tendo chegado a um nível de risco de 35,16%, inverteu o movimento à tarde.

O preço dos credit default swaps (seguros contra o risco de incumprimento, acrónimo cds) subiram de 487,22 pontos base no fecho de terça-feira para 497,95 pontos base no fecho de quarta-feira.

Em relação a segunda-feira, o risco subiu de 35,23% para 35,79% e o custo dos cds de 488,15 para 497,95 pontos base.

Em virtude do agravamento de hoje à tarde, Portugal voltou a subir para o 7º lugar no “clube” dos 10 países com mais alta probabilidade de incumprimento, um ranking da CMA DataVision. Ontem havia descido para a 8ª posição.

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Notícia da comunicação social, dia 5 de Outubro de 2012

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O dinheiro que hoje temos para gastar é inferior ao que tínhamos há 12 anos.  As famílias estão a ver o seu nível de vida a recuar anos: primeiro, devido à crise mundial, que estalou em 2008, e, mais recentemente, a queda acentuou-se, com o pedido de ajuda externa em 2011.

(…)

Desde há uma década subiram os impostos, os preços dos bens alimentares, os preços dos transportes, dos combustíveis, da luz, gás e água, das rendas e o custo de vida em geral, e com a entrada do Governo de Passos Coelho em 2011, as mudanças foram muitas e gravosas para a maior parte das famílias.

Foram cortados subsídios, aumentaram os preços dos transportes em média em 15%, aumentou o IVA no gás e electricidade de 6 para 23%, houve uma sobretaxa extraordinária no IRS, o IVA aumentou também nos bens de consumo e aumentaram os impostos sobre automóveis e imóveis.

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Notícia da comunicação social, dia 3 de Outubro de 2012

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PORTUGAL EMPRESTA DINHEIRO AO FMI – 18 de setembro de 2012 ( O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Notícia da comunicação social, dia 18 de Setembro de 2012

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Notícia da comunicação social, dia 18 de Setembro de 2012

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SE PEDRO PASSOS COELHO (e as pessoas do psd…) ESTÁ A GOVERNAR TÃO BEM PORQUE AUMENTA A DÍVIDA PÚBLICA? (O PSD E O CDS tem que ir embora)

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” O membro do Banco Central da Islândia Gylfi Zoega diz que Portugal deve investigar quem está na origem do elevado endividamento do Estado e dos bancos.

“Temos de ir aos incentivos. Quem ganhou com isto? No meu País eu sei quem puxou os cordelinhos, porque o fizeram e o que fizeram, e Portugal precisa de fazer o mesmo. De analisar porque alguém teve esse incentivo, no Governo e nos bancos, para pedirem tanto emprestado e como se pode solucionar esse problema no futuro”, diz o responsável.”

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Notícia da comunicação social, dia 9 de Setembro de 2012

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Chamou-se a  troika porque não havia dinheiro

Quando a troika chegou o PIB descia 0.7%.

No final do ano a recessão era de -1.6%.

No final do 1º semestre de 2012 a recessão já é de 3.3%

Isto significa que desde que a troika chegou a economia já perdeu 8.8 mil milhões de euros.

É mais um BPN.

Portugal vai receber 78 mil milhões de euros da troika

Portugal vai pagar 34.400 mil milhões de euros à troika (em Juros)

Portugal vai pagar à troika pela “ajuda”.

78.000.000.000.

+

34.400.000.000 de juros =

112.300.000.000

A divida pública portuguesa era 97% do PIB quando a troika chegou

Um ano depois a divida publica portuguesa era 116% do PIB

O governo prevê que em 2013 a divida portuguesa seja de 118 do PIB

Portugal deve hoje mais de 18 mil milhões do que quando a troika chegou

Então se a troika veio porque não havia dinheiro porque é que mais de um ano depois há ainda menos dinheiro?

TRABALHADORES DO PRIVADO PERDEM DE CERTEZA UM SALÁRIO EM 2013; MAS PODEM PERDER DOIS

Conteúdo deste post relacionado com este

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Todos, funcionários públicos e trabalhadores no sector privado, vão ter uma redução no seu rendimento em 2013 que será superior ao corte de um dos subsídios e, nalguns casos, será de dois subsídios. Mais, portanto, do que foi desde ontem noticiado.

Os funcionários públicos, como sofrem ainda o efeito da mudança de escalão de IRS por diluição de um dos subsídios, vão perder mais do que o equivalente a dois subsídios.

Em causa está uma conta: o aumento dos sete pontos percentuais incide sobre o salário bruto, sendo descontado na totalidade ao salário líquido. Quanto mais alto é o salário, maior é percentualmente o desconto face ao salário líquido. Assim será a não ser que a proposta apresentada pelo primeiro-ministro seja alterada. Tal como está, ela ainda pior do que parece para os trabalhadores portugueses.

Faça você mesmo
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho anunciou na sexta-feira, dia 6 de Setembro, que “o Governo decidiu aumentar a contribuição para a Segurança Social exigida aos trabalhadores do sector privado para 18%”. A actual taxa é de 11%. Em contrapartida, anunciou o primeiro-ministro, isso permitirá “descer a contribuição exigida às empresas também para 18%”.

Em termos brutos, o agravamento da taxa corresponde a uma redução de 7%. Mas, em termos líquidos, quanto maior for o salário, maior é o corte, atingindo-se muito rapidamente, à medida que os salários sobem, uma redução no rendimento equivalente a dois salários.

Contactado o Ministério das Finanças para comentar esta notícia, o gabinete de Vítor Gaspar preferiu não comentar.

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Salário mensal de 1000 euros brutos
A perda de rendimento líquido ultrapassa o equivalente a um salário líquido logo a partir dos mil euros de salário bruto, o que atinge pessoas que levam para casa, neste momento, cerca de 800 euros. Neste caso passa a receber 730 euros, mantendo-se as actuais taxas de IRS, o que corresponde a um corte de 8,8%.

Salário mensal de 2000 euros brutos já perde mais de um salário e meio
Com este salário já se perde mais do que um subsídio e meio, em termos líquidos. Quem está a receber cerca de 1400 euros (ou seja, ganha cerca de dois mil euros brutos), vai deixar de receber 10% do seu rendimento mensal o que corresponde a perder mais de um salário e meio em termos anuais.

Salário mensal de 3000 euros brutos perde 10,9%
Um salário bruto de três mil euros para um casal com dois titulares e dois dependentes verá o seu rendimento líquido mensal cortado em 10,9% – perda mensal de 210 euros por aumento da taxa social única -, o que corresponde, em termos anuais, a cortar 1,7 subsídios. A perda anual é de 2.940 euros.

A partir dos 7 mil euros brutos, desaparecem dois salários
A redução no rendimento que se leva para casa atinge os 14%, ou seja, o equivalente aos dois subsídios, de férias e de Natal, a partir de salários brutos de sete mil euros ou líquidos da ordem dos 3.900 euros.

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Notícia da comunicação social,dia 8de Setembro de 2012

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TABELAS  PUBLICADAS NO JORNAL DE NEGÓCIOS

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TRABALHADORES DO PRIVADO VÃO PERDER UM SALÁRIO EM 2013

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Aquela coisa que é primeiro ministro falou ao país.

E disse que vamos ter o seguinte em 2013:

Os que são atacados:

1 – Trabalhadores do privado vão perder um salário (passam a pagar mais 7% em descontos para a segurança social)

2 – Os reformados/ Pensionistas vão ficar com os subsídios cortados – na mesma.

3 -Os trabalhadores do Estado mantém os seus rendimentos em termos de ordenados/subsídios (aquilo que foi feito neste ano 2012) . Mas perdem dinheiro porque vão passar a descontar mais 7% para a Segurança social.

4- A segurança social como meio de defesa das pessoas que é assim brutalmente descapitalizada.

5 – O consumo interno.

Os que são defendidos:

1 – As empresas passam a ser financiadas de forma indirecta pelos trabalhadores.

2- As empresas deixam de pagar 23.5% para a Segurança social e passam a pagar 18%.

3 – As empresas grandes, em volume e numero de trabalhadores são extraordinariamente beneficiadas por este novo regime que lhes permite engordar os lucros e lhes permite (mais ainda) despedir pessoas (não manter…)

4- Pessoas que detenham rendimentos de capital são deixadas em paz.

5 – Grandes fortunas – em património e capital – são deixadas em paz.

6 – Empresas grandes (as, cujos donos apoiaram a eleição deste governo) são beneficiadas através da obtenção deste lucro extraordinário em 2013; que constitui a sua redução para a segurança social das contribuições que pagavam.

7 – Os que apoiam a discriminação social e económica.

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Ou seja:

 A) A contribuição  dos funcionários do Estado e dos pensionistas para a redução do défice é igual  em 2013 ao que foi em 2012.

B) Existe uma retirada de dinheiro de quem trabalha no sector privado para dar aos empresários e às empresas.

C) Os trabalhadores do  Estado e os pensionistas ficam com a sua situação inalterada (em termos de rendimentos, não de pagamentos para a Seg. social em relação a 2012)  e o  trabalhadores privados observam que o seu esforço de ajuda ao combate da crise, vai directamente para o bolso dos seus patrões e não para a consolidação das contas do país

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Notícia da comunicação social, dia 7 de Setembro de 2012