DISSIDENTE-X

Archive for the ‘EXTORSÃO PERMITIDA’ Category

PORTUGAL ESTÁ EM GUERRA (O CDS e o PSD tem que ir embora)

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - GOVERNO DE PORTUGAL EM GUERRA COM OS PORTUGUESES

Ø

O nosso país vive actualmente um processo de destruição sem precedentes. O período que estamos a atravessar já é um dos piores da nossa história em matéria de destruição de empresas, de emprego mas também de vidas. A recessão agrava-se, o desemprego atinge recordes, o défice orçamental fura todas as metas, a dívida pública aumenta mas a estratégia para o ajustamento e para sair da crise continua sem alterações. Entre a estratégia de dominação económica alemã, o fanatismo autista do ministro das Finanças e a incapacidade para liderar e defender o país do primeiro-ministro, os portugueses vão assistindo à destruição de Portugal. Querem que acreditemos que não temos alternativa e que, portanto, teremos de continuar a sujeitarmo-nos aos interesses dos credores externos. Será, no entanto, a política que nos destrói a economia em nome dos interesses dos credores, a principal causa da incapacidade de o nosso país vir a pagar a totalidade do que deve. Sim, estamos em guerra. As armas são diferentes das usadas nas guerras tradicionais mas não deixam de ser devastadoras. As armas usadas contra nós são a austeridade, o programa de ajustamento que a consagra, os juros que os nossos credores nos cobram e a ameaça de isolamento com que nos chantageiam. Enquanto os líderes nacionais não perceberem que têm de fazer política continuaremos a assistir à destruição do nosso país. Sim, também temos as nossas armas. A principal arma de um devedor é a própria dívida e, em nenhum momento, deve sair de cima da mesa das negociações. Não é no entanto a única. Uma verdadeira negociação entre estados, para ter sucesso, não pode ficar confinada a quatro paredes. Portugal deve fazer pressão pública, promover ativamente alianças com outros países, aproveitar a energia dos protestos dos portugueses como instrumento de pressão negocial e, em última análise, rejeitar mesmo a aceitação de condições de ajustamento suicidas.

Ao primeiro-ministro e ao ministro das Finanças exige-se que façam política; ou sabem interpretar e estar à altura do momento histórico que vivemos ou é melhor deixarem que sejam outros a escrever a história.  

Ø

Artigo de opinião, comunicação social, dia 20 de Março de 2013

Ø

VITOR GASPAR - O GOVERNO DE PORTUGAL EM GUERRA COM OS PORTUGUESES

VÍTOR GASPAR – A INCOMPETÊNCIA ELEVADA AO QUADRADO, AO CUBO, AO LOSANGO, AO TRIÂNGULO ISOSCELES E DEMAIS FORMAS GEOMÉTRICAS QUE EXISTAM (O CDS e o PSD tem que ir embora)

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - QUEDA DO GOVERNO EM 2013

Ø

vitor gaspar - os numeros negros de 2014

Com o fim da sétima avaliação do programa de ajustamento, o Governo já acertou as previsões macroeconómicas para os próximos anos. Crescimento do PIB, défice, dívida, exportações e desemprego. Conheça as previsões do Governo:  

Para a economia, o Governo previa -1% em 2013 mas espera agora -2,3%, por outro lado, o desemprego irá disparar para 18,2% – o que traduz um forte agravamento face aos 16% inicialmente esperados -, sendo que ainda subirá para 18,5% em 2014. Diz Gaspar que “a evolução inter-anual será muito marcada. 

O desemprego poderá atingir um valor de quase 19 %, começando a diminuir só em 2014″.   Já a dívida pública atingirá o pico em 2014, ascendendo então a 124% do PIB, valor que o ministro das Finanças justifica como sendo resultado da “nova trajectória orçamental”.   

Com o veto da Euostat à utilização das receitas de concessão da ANA – Aeroportos para redução do défice, o desequílibrio entre receitas e despesa de 2012 será de 6,6% – o que traduz uma derrapagem de 1,6 pontos percentuais face ao que estava previsto. Para éste e´os próximos anos, as metdas do défice também foram revistas. 

 O novo calendário e metas de défice apontam agora para um desequilíbrio de 5,5% em 2013; 4% em 2014 e 2,5% em 2015. Apesar das novas metas, Vitor Gaspar precisou que não está em causa mais tempo nem mais dinheiro. “O programa terminará em junho de 2014. Trata-se sim de alargar o prazo de forma a atingir  um défice orçamental inferior a 3% já em 2015”. 

Mas os números de Gaspar não ficam por aqui, e também as exportações sofreram uma “revisão em baixa face ao cenário estabilizado no final do quinto exame”. Assim, o Governo antecipa, um crescimento de 4% em 2012; e um abrandamento enorme para 2013, com as exportações a crescerem apenas 1,8% (antes previa 1,9%). 

Em 2014, Gaspar antecipa um crescimento de 0,6% das exportações liquidas; para 2013 preveem-se 1,8%  e em 2012 o valor situou-se nos 4,4%. De qualquer forma, este ano o Governo ainda prevê um ligeiro aumento no último trimestre do ano. O mesmo vai acontecer com a procura interna, que terá somado perdas de 7% em 2012 e 4,1% em 2013.

Em 2014, a procura interna irá ficar em 0%. Anteriormente, o Governo previa que em 2014 a procura interna já estivesse positiva, em 0,3%.

Ø

Notícia da comunicação social sobre o mirabolante, fantástico, excelente, estratosférico, gongórico etc e tal, Vítor Gaspar que não acerta uma previsão nem um número seja do que for, (mesmo depois de já ter acontecido) dia 15 de março de 2013,  ou seja é completamente incompetente e dogmático

Ø

vitor-gaspar- NAO SEI

OS ÊXITOS DO PSD: CONFERÊNCIA PARA ENVOLVER A SOCIEDADE CIVIL NO PALÁCIO FOZ CUSTOU MAIS DE 11 MIL EUROS POR DOIS DIAS

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - HONESTIDADE E MENTIRA

Ø

CONFERENCIA DA REFORMA DO ESTADO - 11 MIL EUROS

Ø

” A resposta de Moedas surge depois da polémica que ocorreu aquando da realização da conferência, com vários órgãos de comunicação a protestar pelo facto de os jornalistas não poderem citar os participantes, o que, na opinião dos deputados socialistas autores da pergunta, viola a liberdade de imprensa. Na pergunta, os deputados do PS  Pedro Delgado Alves, Maria de Medeiros e Manuel Seabra criticam que a conferência tenha sido anunciada como iniciativa aberta e afinal ter restringido a cobertura noticiosa, com vários órgãos de comunicação a fazer black out ao evento. Os deputados lembram que, “no quadro constitucional em vigor entre nós, a liberdade de imprensa representa uma liberdade fundamental indispensável à salvaguarda do regime democrático”, e defendem que, tratando-se de uma iniciativa “co-organizada pelo governo, se impõe o respeito integral pelo regime dos direitos, liberdades e garantias”.
Na resposta, Carlos Moedas justifica a opção por uma conferência à porta fechada, sem que os jornalistas pudessem citar directamente os participantes, dizendo que a responsável pela organização do evento, Sofia Galvão, informou o executivo de que “iria utilizar regras sobre atribuição de citações habitualmente aplicadas em encontros nacionais e internacionais, regras essas que visam encorajar uma discussão descomprometida, interactiva e profícua”. O responsável clarifica ainda que, ao contrário do que foi tornado público, o executivo não irá divulgar qualquer síntese do que aconteceu e os registos em vídeo apenas servem para arquivo e que “contribuíram para a tarefa de elaboração do relatório final”.”

Ø

Notícia da comunicação social, dia 20 de Fevereiro de 2013

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - CONTRA O DESPESISMO DO ESTADO EXCEPTO SE NOS BENEFICAR A NOS

VÍTOR GASPAR, UM PSEUDO MINISTRO TOTALMENTE INCOMPETENTE OU A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA QUE AUMENTA, AUMENTA…AUMENTA…(O CDS e o PSD tem que ir embora)

Ø

Ø

O “Grande Gaspar” que é inflexível e durão com todas as pessoas-; com este senhor baixa as calcinhas e dá o dinheirinho para a Madeira…

Ø

Notícia da comunicação social, dia 21 de Novembro de 2012, sobre a coragem do ministro das finanças que enfrenta Alberto João Jardim, com um saco de dinheiro…

Ø

E adivinhe-se de onde vem o dinheirinho para estas brincadeiras?

Do facto de a IGCP – tutelada pelo Ministério das Finanças –  passar o tempo (de dois em dois meses) a emitir divida ( isto é, a pedir dinheiro emprestado...) é um pormenor de somenos importância…

Ø

Notícia da comunicação social, dia 21 de Novembro de 2012

Ø

IDOSA FERIDA EM ASSALTO ESCONDEU AGRESSÃO PARA NÃO PAGAR 108 EUROS NO HOSPITAL OU COMO O PSD ODEIA OS PORTUGUESES ( O CDS e o PSD tem que ir embora)

Ø

Ø

Jorge Santos, filho de uma idosa que foi agredida durante um assalto no dia 12, em Vila Franca de Xira, contou à Lusa que, quando chegou ao hospital para inscrever a mãe, um funcionário lhe disse: “E agora vai ser novamente roubada”.

A expressão antecedeu o esclarecimento de que tinha de pagar 108 euros por este valor não ser pago pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), tal como acontece nos casos de acidentes de trabalho e de viação, os quais são cobertos pelas seguradoras.

“Nem queria acreditar. São coisas como estas que me envergonham deste país. A minha mãe estava cheia de dores, com hematomas na cara e na cabeça e estava envergonhada, pois parecia que tinha de pagar por ter sido assaltada”, desabafou.

Questionou os funcionários sobre o valor que a mãe pagaria se tivesse caído na rua, ao que lhe terão respondido que, nesse caso, apenas pagaria a taxa (17,5 euros).

“A partir desse momento, disse que a minha mãe caiu e paguei apenas a taxa, mas a situação levou a que ela, com 74 anos, tivesse de mentir ao médico, estando sempre muito envergonhada durante o atendimento clínico”, adiantou.

Uma utente que ligou posteriormente para o hospital a questionar sobre o valor a pagar em casos destes obteve a mesma resposta: além da taxa, tinha que pagar os 108 euros, ainda que posteriormente, se não tivesse o dinheiro na altura.

Questionada pela Lusa, a administração do Hospital de Vila Franca de Xira esclareceu que, em caso de agressão, os utentes “não têm que assegurar o pagamento do valor do episódio de urgência, bastando apenas para isso que apresentem cópia da queixa que fizeram à polícia”.

“A terem ocorrido erros na cobrança, ou nas informações prestadas, eles dever-se-ão a lapsos na transmissão interna da informação, que vamos averiguar e rectificar”, garantiu.

Também uma utente do Hospital de Cascais soube por funcionários que o marido, vítima de assalto, podia ter de pagar os 108 euros, caso o agressor não fosse identificado no decorrer do processo que resultasse da queixa apresentada na polícia.

(…)

A Entidade Reguladora da Saúde também se recusou a comentar o caso, remetendo para uma circular que indica: “Quando a prestação de cuidados de saúde resulta em encargos ou despesas pelas quais as instituições hospitalares têm direito a ser ressarcidos e, mais ainda, exista um terceiro legal ou contratualmente responsável, é sobre este que recai a responsabilidade de proceder ao seu pagamento”.

“No caso de inexistência de um terceiro responsável, não existe qualquer obrigação legal de pagamento de cuidados de saúde sobre o assistido [utente], beneficiário do SNS”, adianta.

Ø

Notícia da comunicação social, acerca de legislação que favorece o gangsterismo, relativa à legalização do crime violento e da criminalização das suas vítimas, dia 27 de Outubro de 2012

A TECNOFORMA, PEDRO PASSOS COELHO, MIGUEL RELVAS, A JSD, O JORNAL PÚBLICO, O JORNALISTA JOSÉ ANTÓNIO CEREJO, E O PROGRAMA FORAL (O CDS e o PSD tem que ir embora)

Ø

Ø

Ø

Na segunda feira, dia 8 de Outubro de 2012, o Jornal Público traz um dossier de 6 páginas (com organograma, mapas, quadros e cópias de documentos) sobre a Tecnoforma.

O autor é  José António Cerejo, jornalista do Público.

No currículo de Pedro Passos Coelho, apenas constava que teria sido até 2004 .

Confrontado com documentos obtidos pelo jornal, o primeiro-ministro respondeu: «Confusão minha.»

Os dados da investigação indiciam que entre 2002 e 2004 a empresa foi favorecida por Miguel Relvas, então secretário de Estado da Administração Local do governo Barroso, com a tutela do Programa Foral.

Porquê?

Porque durante esses anos, a Tecnoforma obteve 82% do financiamento aprovado a privados na região Centro.

Ø

“A Tecnoforma viveu o seu período de maior sucesso no tempo em que Passos Coelho foi seu consultor, Relvas geria o programa Foral, Paulo Pereira Coelho era o gestor do programa na Região Centro. Em comum tinham o facto de terem sido dirigentes da JSD, tal como outros elementos chave do sucesso da empresa. No Centro a Tecnoforma chegou a ter 82% do financiamento aprovado a privados”
(…)
“Passos Coelho sempre disse que foi apenas consultor da Tecnoforma e que a deixou em 2004, quando foi trabalhar com Ângelo Correia. Afinal foi administrador até 2007. “Confusão minha”, disse ao PÚBLICO

Ø

Ø

Ø

O que está acima descrito RELACIONADO COM HELENA ROSETA pode ser encontrado AQUI

Ø

Ø

Ø

Ø

Quanto ao Jornalista José antónio Cerejo, foi convidado a sair do JornalPúblico.

Fonte : Aventar

Infografia e imagens:  Jornal Público. Excepto a primeira.

A BANDEIRA AO CONTRÁRIO (O CDS e o PSD tem que ir embora)

Ø

Ø

Os governantes riram e voltaram-lhe as costas. Alguém há-de reparar o erro.

Só que o erro já foi, noutra altura, acerrimamente criticado. Numa altura em que não era erro, mas um modo de protesto.

Tudo o que diz respeito à bandeira nacional tem um simbolismo e hasteá-la ao contrário não foge à regra. Em tempos, durante as grandes guerras, as bandeiras hasteada ao contrário eram sinal de que o local estava dominado pelo inimigo, enviando um pedido de socorro. Trata-se de um sinal reconhecido ao nível internacional.

(…)

Mas voltemos um pouco atrás. Em 2009, um programa de televisão mostrava uma imagem da bandeira nacional invertida, o que causou uma grande celeuma entre a classe política e originou mesmo um comunicado de Belém.

“A bandeira nacional é símbolo da soberania da República, da independência, da unidade e integridade de Portugal é a adoptada pela República instaurada pela Revolução de 5 de Outubro de 1910”, lembrava-se no site da Presidência.

Era depois recordado, em concreto, o artigo 332º do Código Penal, que pune com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias “quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa”.

Hoje, o chefe de Estado sorriu com o incidente e deixou a outros a função de reparar um acto falhado de muito simbolismo.

Ø

Notícia da comunicação social, dia 5 de Outubro de 2012

Ø

Em contexto militar, explicou o coronel Cracel, um país pode ser invadido e isso traz normalmente várias variáveis, como a invasão, o colaboracionismo de algumas elites, a violência contra as populações e as detenções.

“Se transpusermos isso para a situação que vivemos, de algum modo é aquilo a que estamos a assistir. Não é uma invasão militar, mas é uma invasão económico-financeira, em que os ingredientes não diferem muito daquilo que acontece com uma invasão militar”, apontou Pereira Cracel.

Acrescentou que, tal como numa invasão militar, o pedido de resgate financeiro de Portugal à União Europeia trouxe “um inimigo, um adversário que impõe as suas regras, violentando, com a colaboração de alguns”, apontando que também já surgiu a variante “resistência”.

Ø

Notícia da comunicação social,dia 5 de Outubro de 2012

Ø