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Archive for the ‘PAULO MACEDO’ Category

O TORNADO NO ALGARVE, MIGUEL MACEDO, PEDRO PASSOS COELHO E A INCOMPETÊNCIA DE UM GOVERNO QUE JÁ CHEIRA A PEIXE PODRE (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Um tornado acontece no Algarve. O ministro da área política respectiva recusa-se a ajudar as vitimas.

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Aos pedidos de auxílio da autarquia, Miguel Macedo respondeu que a situação exige “medidas transversais” ao nível da administração central, mas não se quis comprometer. Os apoios que existem, exemplificou, são os mesmos que foram definidos pela resolução dos conselhos de ministros, após o grande incêndio nos concelhos de Tavira e São Brás de Alportel, no verão passado. Para já, o trabalho que deve ser feito, disse, é definir “prioridades, e fazer o levanto preciso das situações”.

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Já no que toca às ajudas que os autarcas e população aguardavam, o ministro recusou assumir responsabilidades. O que as pessoas esperam numa circunstância desta, afirmou: “Em primeiro lugar, a presença do Governo; em segundo, que sejamos tão eficientes e tão eficazes, quanto reconhecidamente fomos noutras situações”.

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Notícia da comunicação social, dia 17 de Novembro de 2012

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“Lamento que não tenha sido possível da parte do senhor ministro da Administração Interna uma declaração mais esclarecedora quanto à intervenção do Governo”, afirmou Pedro Passos Coelho, durante uma conferência de imprensa conjunta com o Presidente da República, no final da XXII Cimeira Ibero-Americana, em Cádis, Espanha, sobre as declarações de Miguel Macedo sobre a atuação do Governo na sequência da tempestade no Algarve.”

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Todas as pessoas do planeta Terra perceberam que o cadáver político e social que ainda é primeiro ministro estava a tirar o tapete ao cadáver político que é o ministro da administração interna.

Mas afinal não era assim…

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Notícia irónica da comunicação social, dia 17 de Novembro de 2012

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OS “ÊXITOS” DO GOVERNO DO PSD (E CDS) NA ÁREA DO VESTUÁRIO E DA CONSULTA HOSPITALAR…

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Três milhões sem comprar roupa

A política de austeridade não está apenas a deixar os bolsos dos cidadãos mais vazios. Está também a torná-los mais velhos e usados. Cerca de 2,96 milhões de portugueses, o equivalente a 34,4% da população com mais de 15 anos, não compraram qualquer peça de vestuário nova, entre o início de Abril de 2011 e o final de Março de 2012, de acordo com um estudo da Kantar Worldpanel, especialista em hábitos de consumo, encomendado pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição.

Os resultados são um sinal de que a privação económica está a afectar as famílias portuguesas. Apesar de o estudo não o indicar, o sociólogo e investigador do Observatório das Desigualdades, Renato Miguel do Carmo, diz serem as classes média e baixa as mais prejudicadas pela crise económica e financeira, levando-as a abdicarem de bens como o vestuário.

«Parece haver uma reconfiguração dos hábitos de consumo das famílias», refere ao SOL o investigador. «Tudo é cortado, até os bens mais básicos, como o vestuário e até a alimentação».

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Tal obriga as empresas portuguesas do sector a cortarem custos – despedir trabalhadores e fechar lojas – para se adaptarem à redução do consumo. João Costa tem esperança que a economia atinja «um ponto de inversão».

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Notícia da comunicação social, sobre os êxitos comerciais” da política de austeridade do actual conjunto de pessoas pouco recomendáveis que estão no governo, dia 26 de Junho de 2012

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Dispara tempo de espera nas consultas hospitalares

Escreve o Jornal de Notícias que disparam tempos de espera para consultas e cirurgias. Os hospitais estão a piorar os tempos de resposta aos doentes encaminhados para primeiras consultas. No ano passado, só 1/3 dos urgentes teve resposta em um mês.

Segundo o Jornal de Notícias, no ano passado, só 33% dos doentes encaminhados pelos centros de saúde para uma consulta de especialidade “muito prioritária” conseguiram resposta dentro de um mês quando, no ano anterior, a capacidade de resposta dos hospitais era de 84%.

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Notícia da comunicação social, sobre os êxitos do actual governo do PSD (e CDS) cheio de pessoas pouco recomendáveis, relacionado com os tempos de espera para atendimento na área da saúde.

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ONDA DE MORTOS EM PORTUGAL, FEVEREIRO DE 2012

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Notícia da blogosfera, dia 28 de Fevereiro de 2012

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No mês de Fevereiro deste ano morreram mais 4 mil portugueses do que a média dos óbitos registados no mesmo mês dos últimos dez anos.

Este aumento do número de mortos, em relação a anos anteriores, iniciou-se na passagem da segunda para a terceira semana de Janeiro. O governo nada disse e nada fez, “acordou” em 26 de Fevereiro, pela boca do Ministro da Saúde que, pesaroso, declarou: “ O importante é que a situação foi detetada, está a ser acompanhada e vai ser alvo de uma análise para que se descubram os motivos que originaram um pico anormal de mortalidade nas últimas semanas”.

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Notícia da comunicação política, dia 12 de Março de 2012

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Notícia da comunicação social (alguém se esqueceu de mandar retirar esta…estão a perder qualidades, os censores…) dia 14 de Março de 2012

NOVOS PREÇOS DAS TAXAS MODERADORAS A PARTIR DE JANEIRO DE 2012

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AINDA:

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Notícia da comunicação social, dia 21 de dezembro de 2011

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FECHO DE MATERNIDADES PELO PSD E PELO MINISTRO PAULO MACEDO

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Maternidades com menos de 1500 partos por ano vão fechar

Ministro da Saúde admitiu o encerramento e a fusão das maternidades que registam menos de 1500 partos por ano.

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“As maternidades que tiverem menos de 1500 partos por ano, de acordo com os indicadores da organização Mundial de Saúde, não deveriam estar a funcionar”, sublinhou Paulo Macedo.

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Notícia da comunicação social, feita pelo próprio, dia 9 de Novembro de 2011.

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Nota:  a espantosa demagogia do senhor que é ministro da saúde quando invoca a OMS para justificar o fecho com o número mágico 1500.

Nota: porque não faz o mesmo em relação ao rácio “médicos por cada mil habitantes” que é um rácio que a OMS também define e que em Portugal é claramente não cumprido?

Nota: a OMS serve para justificar alguns problemas, para outros problemas já não serve.

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Grávidas da Guarda mostraram-se esta quarta-feira preocupadas com a possibilidade de a maternidade local, que funciona no Hospital Sousa Martins (HSM), poder encerrar por ter menos de 1.500 partos por ano, noticia a agência Lusa.

Algumas grávidas que estão a ser acompanhadas no serviço de obstetrícia do HSM disseram esta quarta-feira à agência Lusa que encaram esse cenário com «preocupação» e «com muita apreensão».

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Notícia da comunicação social, dia 9 de Novembro de 2011.

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O caixeiro viajante do ministro precede-o. Como um mercador das más notícias apresentadas antes da chegada do amo.

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Imagem: Jornal Público de 8 de Novembro de 2011

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Vamos fechar no público” porque é muito caro e a OMS não gosta”

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Após fechar no Público, vamos abrir caminho a privados.

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Sobre o actual estado dos privados e a sua eventual incapacidade para cumprir as regras bem como ao facto de o numero de cesarianas ser neles elevado, nada se diz.

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As maternidades irão afinal fechar por razoes de qualidade ou por razoes financeiras?

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As maternidades privadas que façam cesarianas sem qualidade continuam em funcionamento?

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Continuam em funcionamento mesmo excedendo largamente os 20% recomendados?

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Quem não estiver perto de uma maternidade, que se arranje. Se existirem complicaçôes para a criança ou a mâe o problema é deles.

E esta a nova filosofia do senhor ministro da saúde.

Esta é a nova (velha)  filosofia do PSD.

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