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Archive for the ‘REGRESSÂO ECONÓMICA PROMOVIDA PELO PSD’ Category

VÍTOR GASPAR – A INCOMPETÊNCIA ELEVADA AO QUADRADO, AO CUBO, AO LOSANGO, AO TRIÂNGULO ISOSCELES E DEMAIS FORMAS GEOMÉTRICAS QUE EXISTAM (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - QUEDA DO GOVERNO EM 2013

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vitor gaspar - os numeros negros de 2014

Com o fim da sétima avaliação do programa de ajustamento, o Governo já acertou as previsões macroeconómicas para os próximos anos. Crescimento do PIB, défice, dívida, exportações e desemprego. Conheça as previsões do Governo:  

Para a economia, o Governo previa -1% em 2013 mas espera agora -2,3%, por outro lado, o desemprego irá disparar para 18,2% – o que traduz um forte agravamento face aos 16% inicialmente esperados -, sendo que ainda subirá para 18,5% em 2014. Diz Gaspar que “a evolução inter-anual será muito marcada. 

O desemprego poderá atingir um valor de quase 19 %, começando a diminuir só em 2014″.   Já a dívida pública atingirá o pico em 2014, ascendendo então a 124% do PIB, valor que o ministro das Finanças justifica como sendo resultado da “nova trajectória orçamental”.   

Com o veto da Euostat à utilização das receitas de concessão da ANA – Aeroportos para redução do défice, o desequílibrio entre receitas e despesa de 2012 será de 6,6% – o que traduz uma derrapagem de 1,6 pontos percentuais face ao que estava previsto. Para éste e´os próximos anos, as metdas do défice também foram revistas. 

 O novo calendário e metas de défice apontam agora para um desequilíbrio de 5,5% em 2013; 4% em 2014 e 2,5% em 2015. Apesar das novas metas, Vitor Gaspar precisou que não está em causa mais tempo nem mais dinheiro. “O programa terminará em junho de 2014. Trata-se sim de alargar o prazo de forma a atingir  um défice orçamental inferior a 3% já em 2015”. 

Mas os números de Gaspar não ficam por aqui, e também as exportações sofreram uma “revisão em baixa face ao cenário estabilizado no final do quinto exame”. Assim, o Governo antecipa, um crescimento de 4% em 2012; e um abrandamento enorme para 2013, com as exportações a crescerem apenas 1,8% (antes previa 1,9%). 

Em 2014, Gaspar antecipa um crescimento de 0,6% das exportações liquidas; para 2013 preveem-se 1,8%  e em 2012 o valor situou-se nos 4,4%. De qualquer forma, este ano o Governo ainda prevê um ligeiro aumento no último trimestre do ano. O mesmo vai acontecer com a procura interna, que terá somado perdas de 7% em 2012 e 4,1% em 2013.

Em 2014, a procura interna irá ficar em 0%. Anteriormente, o Governo previa que em 2014 a procura interna já estivesse positiva, em 0,3%.

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Notícia da comunicação social sobre o mirabolante, fantástico, excelente, estratosférico, gongórico etc e tal, Vítor Gaspar que não acerta uma previsão nem um número seja do que for, (mesmo depois de já ter acontecido) dia 15 de março de 2013,  ou seja é completamente incompetente e dogmático

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vitor-gaspar- NAO SEI

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OS ÊXITOS DO PSD E DO CDS: ECONOMIA PORTUGUESA EM RECESSÃO HÁ NOVE (9) TRIMESTRES CONSECUTIVOS

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PEDRO PASSOS COELHO - AGARRADO AO PODER

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RECESSAO HÁ 9 TRMESTRES CONSECUTIVOS

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Notícia da comunicação social, dia 14 de fevereiro de 2013

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PEDRO PASSOS COELHO - NAO HAVERA RECESSAO EM 2013

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Notícia da comunicação social, dia 29 de março de 2012

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PASSOS COELHO E O PROGRAMA DE MENTIRAS NOVAS

OBSERVATÓRIO DA ONU CONCLUI QUE OE2013 CONDUZ PORTUGAL À SITUAÇÃO GREGA (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - ODIO AOS PORTUGUESES

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ORÇAMENTO 2013 ONU

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Notícia da comunicação social, dia 30 de Novembro de 2012

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PEDRO PASSOS COELHO - MINHA SENHORA NÃO PODE SER DE OUTRA MANEIRA

Imagem da inenarrável entrevista de quarta feira, dia 28 de Novembro de 2012, onde a abecenrragem  que é primeiro ministro falou de taxas moderadoras para o ensino básico, (embora lhes chamasse outro nome) de crianças com fome, como danos colaterais dos programs de austeridade, e outro tipo de coisas do mesmo estilo.

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PEDRO PASSOS COELHO - EU TENHO QUE SER SERIO NISTO

O PSD NO GOVERNO – UM PARTIDO POLÍTICO QUE FAZ AUMENTAR A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA PARA VALORES ABSURDOS (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Com a habitual incompetência misturada com maldade pura e comportamento psicopata, a quadrilha está a aumentar a dívida pública para valores perfeitamente incomportáveis e absurdos.

Depois de o fazer, irá afirmar que não existem condições para se manter o Estado Social ou a vida ou o que a quadrilha ache que a incomoda.

Os psicopatas devem ser acossados de todas as formas.

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Portugal terá de adiar o regresso aos mercados segundo prevêem os analistas do banco norte-americano que consideram “insustentável” a trajectória orçamental escolhida para Portugal.

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O Citigroup prevê uma contracção de 4,6% do produto interno bruto português (PIB) em 2013 e de 2,4% em 2014 e a “fadiga causada pela austeridade está a crescer rapidamente”, salienta. A dívida pública deverá crescer para um valor equivalente a 140% do PIB até 2014, sem reestruturação, estima o banco.

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Notícia da comunicação social, sobre divida pública portuguesa e reestruturação de empréstimos manhosos pedidos sob falsos pretextos, dia 27 de Novembro de 2012.

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A POBRE POLÍCIA PORTUGUESA, COITADA…( O CDS e o PSD tem que ir embora)

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A carga da polícia de choque que se seguiu à manifestação do dia da greve geral teve o condão de provocar um estranho unanimismo na opinião pública, partidária, etc. Avaliar a violência da polícia de choque ocupou nesse dia um lugar secundaríssimo – afinal, os polícias que faziam a segurança do parlamento estiveram sujeitos a uma martirização provocada por “meia dúzia de profissionais da desordem”, para usar a expressão do ministro da Administração Interna Miguel Macedo. E, feito inédito, essa circunstância transformou uma carga policial num feito de elogio unânime dos partidos do governo ao PS – ou de silêncio do quem cala consente do PCP e do Bloco de Esquerda. Como se uma interrogação sobre a proporção da intervenção policial pudesse ser automaticamente confundida com o apoio aos hooligans que atiraram pedras à polícia, o silêncio entupiu muitos daqueles a quem a actuação das forças da ordem – varrendo tudo à sua volta e detendo indiscriminadamente cidadãos pacíficos de São Bento até ao Cais do Sodré – perturbou profundamente.

Afinal, como é que a polícia não consegue neutralizar a “meia dúzia de profissionais da desordem” e parte para uma intervenção violenta em larga escala? Aqui ao lado, a jornalista Rosa Ramos explica que prevaleceu na polícia a teoria de que detenções cirúrgicas nas manifestações são excessivamente arriscadas e podem potenciar a violência. Uma fonte policial admite ao i que foi avaliado o risco de, “com detenções isoladas” se vir a “gerar uma situação de enorme instabilidade” – admitindo a polícia que os restantes manifestantes poderiam solidarizar-se com os “profissionais da desordem” – e que o desfecho final poderia ser uma carga policial “ainda pior”.

Numa manifestação maioritariamente pacífica, como até agora têm sido as manifestações, este risco foi sobreavaliado.

A edição do “Correio da Manhã” de ontem dava conta de um mal-estar instalado dentro da polícia pela demora em actuar. À pergunta sobre a demora em actuar ainda não houve uma resposta cabal. Não há uma única razão de segurança aceitável para manter a polícia e o parlamento sujeitos à martirização transmitida em directo. Mas pode haver razões políticas: o argumento da martirização conseguiu transformar uma carga policial num acto aceitável para a maioria dos portugueses; e em imediata sequência transformou as manifs em territórios de risco. Se isto interessa a alguém, não é seguramente ao Menino Jesus.

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Artigo de opinião, dia 19 de Novembro de 2012,sobre os pobres polícias portugueses que estão traumatizados, por terem feito uma carga policial pouco excessiva, na opinião dos próprios…

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Notícia da comunicação social, sobre um aumento de ordenado ” CONHECIDO” 5 dias antes da carga policial que deixou os nossos bravos agentes incentivados e aditivados,  deprimidos…e psicologicamente atormentados por não terem sido usados convenientemente na refrega em questão – a pátria estava em perigo , há que acudir… dia 14 de Novembro de 2012

PEDRO PASSOS COELHO E O PSD ODEIAM OS PORTUGUESES (O CDS e o PSD tem que sair)

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O governo português acaba de anunciar um aumento de imposto de renda de 3,4 por cento aplicável ao sector privado, ao sector público e aos pensionistas. Esta é a resposta às manifestações maciças nas últimas semanas, quando uma décima parte da população disse de viva voz BASTA! Como de costume, o governo não está interessado.

Eis mais um exemplo da incompetência do governo de Portugal, uma coligação entre dois dos três partidos (PSD, Partido Social Democrata e CDS/PP, democratas-cristãos, conservadores; o outro é o PS, socialistas, em nome) que geriram Portugal tão habilmente desde 1974 que o país agora é governado por estrangeiros que implementam políticas através de chantagem.

([…]

o país agora é governado por estrangeiros que implementam políticas através de chantagem. […] Mais uma vez, os que governam os portugueses se vendem aos caprichos de estrangeiros, chutando seu povo nos dentes e quando eles se queixam, ainda urinam por cima deles do seu pedestal em uma atitude de teimosia, arrogância e prepotência. […]

Os activos de Portugal pertencem aos cidadãos portugueses, e não a um punhado de meninos mimados assentes em posições de poder, não são para vender ou dar a estrangeiros. Se vocês são incompetentes para protegê-los, então façam favor e saiam do lugar. Se vocês destruiram o país intencionalmente, e meteram o dinheiro dos cidadãos nos bolsos, então vocês são uns traidores de merda;

[…] Vocês pensam seriamente que os salários e as pensões miseráveis ​que ​seu povo ganha podem resistir um aumento de um por cento em sobretaxas fiscais? Algum de vocês já pegou numa pá na mão e teve que ganhar a vida a partir de uma faixa de terra e meia dúzia de galinhas? […] Por quê é que vocês se recusam a falar com o seu povo em vez de andar de mãos dadas com os que meteram Portugal no poço em Bruxelas, aqueles que pagaram aos agricultores para não produzir, aqueles que deram as águas portuguesas aos espanhóis, aqueles que deram a industria portuguesa à Alemanha, aqueles que negoceiam o espaço aéreo português, que mandaram as frotas pesqueiras se afundarem, aqueles que destruiram os futuros dos jovens portugueses? […] Com “ministros” como estes dirigindo o país, quem precisa de ir ao circo no Natal (se ainda o Natal em Portugal não for cancelado por decreto)?
Em fim, o quê esperar de uma meia-tigela de dementes simplórios que têm a mania que o sol brilha dos seus traseiros, que não sabem absolutamente nada sobre nada, nunca fizeram um dia de trabalho nas suas miseraveis vidas, e que ainda por cima têm a audácia de chamar aos portugueses “piegas”, “ignorantes”, ou preguiçosos”?)

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Artigo de opinião, “Portugal: Desrespeito, teimosia, arrogância e prepotência” … dia 5 de Outubro de 2012

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A BANDEIRA AO CONTRÁRIO (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Os governantes riram e voltaram-lhe as costas. Alguém há-de reparar o erro.

Só que o erro já foi, noutra altura, acerrimamente criticado. Numa altura em que não era erro, mas um modo de protesto.

Tudo o que diz respeito à bandeira nacional tem um simbolismo e hasteá-la ao contrário não foge à regra. Em tempos, durante as grandes guerras, as bandeiras hasteada ao contrário eram sinal de que o local estava dominado pelo inimigo, enviando um pedido de socorro. Trata-se de um sinal reconhecido ao nível internacional.

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Mas voltemos um pouco atrás. Em 2009, um programa de televisão mostrava uma imagem da bandeira nacional invertida, o que causou uma grande celeuma entre a classe política e originou mesmo um comunicado de Belém.

“A bandeira nacional é símbolo da soberania da República, da independência, da unidade e integridade de Portugal é a adoptada pela República instaurada pela Revolução de 5 de Outubro de 1910”, lembrava-se no site da Presidência.

Era depois recordado, em concreto, o artigo 332º do Código Penal, que pune com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias “quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa”.

Hoje, o chefe de Estado sorriu com o incidente e deixou a outros a função de reparar um acto falhado de muito simbolismo.

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Notícia da comunicação social, dia 5 de Outubro de 2012

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Em contexto militar, explicou o coronel Cracel, um país pode ser invadido e isso traz normalmente várias variáveis, como a invasão, o colaboracionismo de algumas elites, a violência contra as populações e as detenções.

“Se transpusermos isso para a situação que vivemos, de algum modo é aquilo a que estamos a assistir. Não é uma invasão militar, mas é uma invasão económico-financeira, em que os ingredientes não diferem muito daquilo que acontece com uma invasão militar”, apontou Pereira Cracel.

Acrescentou que, tal como numa invasão militar, o pedido de resgate financeiro de Portugal à União Europeia trouxe “um inimigo, um adversário que impõe as suas regras, violentando, com a colaboração de alguns”, apontando que também já surgiu a variante “resistência”.

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Notícia da comunicação social,dia 5 de Outubro de 2012

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