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Archive for the ‘SOCIALIZAÇÃO DOS PREJUÍZOS’ Category

O PSD NO GOVERNO – UM PARTIDO POLÍTICO QUE FAZ AUMENTAR A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA PARA VALORES ABSURDOS (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Com a habitual incompetência misturada com maldade pura e comportamento psicopata, a quadrilha está a aumentar a dívida pública para valores perfeitamente incomportáveis e absurdos.

Depois de o fazer, irá afirmar que não existem condições para se manter o Estado Social ou a vida ou o que a quadrilha ache que a incomoda.

Os psicopatas devem ser acossados de todas as formas.

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Portugal terá de adiar o regresso aos mercados segundo prevêem os analistas do banco norte-americano que consideram “insustentável” a trajectória orçamental escolhida para Portugal.

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O Citigroup prevê uma contracção de 4,6% do produto interno bruto português (PIB) em 2013 e de 2,4% em 2014 e a “fadiga causada pela austeridade está a crescer rapidamente”, salienta. A dívida pública deverá crescer para um valor equivalente a 140% do PIB até 2014, sem reestruturação, estima o banco.

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Notícia da comunicação social, sobre divida pública portuguesa e reestruturação de empréstimos manhosos pedidos sob falsos pretextos, dia 27 de Novembro de 2012.

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VÍTOR GASPAR,O PSD E A DESCIDA DA TAXA SOCIAL ÚNICA: APENAS UM MODELO DE UNIVERSIDADE… (O PSD e o CDS tem que ir embora)

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OE2012: Redução da TSU funciona muito bem mas é nos modelos da Universidade, diz Vítor Gaspar

 Lisboa, 17 out (Lusa) — O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou hoje que a descida possível da Taxa Social Única para os empregadores seria demasiado reduzida, dizendo mesmo que esta medida funciona muito bem, mas é nos “modelos utilizados na universidade”.

“A descida viável da Taxa Social Única seria pequena e consequentemente não seria de esperar que tivesse um efeito muito grande sobre a competitividade da economia portuguesa”, disse o ministro das Finanças, durante a conferência de imprensa de apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2012.

Vítor Gaspar, que respondia a perguntas dos jornalistas, disse mesmo que “a descida da Taxa Social Única é uma medida que funciona muito bem no quadro dos modelos utilizados na Universidade”, lembrando no entanto que não é algo que tenha sido utilizado em pleno e com os mesmos objetivos em qualquer país.

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Notícia da comunicação social, dia 17 de Outubro de 2011 (Há apenas 11 meses de distância…)

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VÍTOR GASPAR É O MINISTRO MAIS INCOMPETENTE DO HEMISFÉRIO NORTE ( ou como a execução orçamental baseada em previsões idiotas está a falhar em toda a linha)

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O dito “génio” começou a aplicar o seu pensamento quadrado e linear para tratar de assuntos sérios; os resultados falhados começam a aparecer.

Não se deve esperar mais de um governo de falhados e imcompetentes…

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Basicamente as despesas aumentam e as receitas diminuem, e tudo isto com taxas de impostos mais altas.

A incompetência deste governo é colossal.

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Diário de Notícias, dia 4 de Setembro de 2012, Link indisponível.

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Em apenas um mês – entre a terceira avaliação ao programa de ajustamento nacional, no início de abril, e o fecho do Documento de Estratégia Orçamental, no início de maio – as Finanças reviram fortemente em alta a receita prevista em impostos diretos no período de 2012 a 2015.

Os números inscritos nos quadros suplementares do DEO, enviados apenas a Bruxelas, mas entretanto distribuídos no Parlamento, mostram que o Governo está a contar agora com mais 3.855 milhões de euros em impostos do tipo IRS e IRC face ao que ficou inscrito nos quadros da troika.

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O Dinheiro Vivo perguntou às Finanças porque razão os impostos diretos vão subir tanto, mas não obteve resposta até ao fecho desta edição.

De manhã, no Parlamento, Vítor Gaspar tocou no assunto, ainda que de forma evasiva. “Estamos a estudar a reforma da tributação no quadro desta legislatura”, esperando para tal que a despesa pública desça e se afaste bastante dos 50% do Produto Interno Bruto (PIB).

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Notícia da comunicação social, dia 10 de Maio de 2012

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Mais uma previsão: “esperando que a despesa pública desça…”

VÍTOR GASPAR – UM MINISTRO IMCOMPETENTE QUE DISFARÇA BEM…

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* A Direcção-Geral do Orçamento (DGO) divulgou esta segunda-feira o boletim da execução orçamental do primeiro semestre, que mostra que as administrações públicas cumpriram em Junho o objectivo do saldo do segundo trimestre definido pelo programa de ajustamento: o défice foi de 4137,8 milhões de euros, menos 262,2 milhões do que o limite fixado pela troika.

O défice do Estado caiu quase 50% até Junho, atingindo os 3,2 mil milhões de euros, enquanto o défice da Administração Central (Estado mais Serviços e Fundos Autónomos, como universidades, institutos públicos e hospitais) e da Segurança Social atingiu os 1,23 mil milhões. Contudo, estas contas beneficiam do efeito da transferência da parte remanescente dos fundos de pensões dos bancários (no valor de 2,68 mil milhões), que fez disparar em 252,8% as receitas de capital.

As receitas fiscais continuam em queda, acumulando até Junho uma diminuição de 3,1%, acima do crescimento de 2,6% esperado no Orçamento do Estado Rectificativo (OER). Os impostos indirectos estão a ser os principais responsáveis pela derrapagem, caindo 5,2%, com destaque para o IVA (-1,8%).

Ainda assim, destaca a DGO, houve alguma recuperação face ao mês anterior, particularmente no caso do IVA. Até Maio, as receitas fiscais estavam a cair mais (-3,5%) e o IVA estava a apresentar um recuo de 2,8%. Já as receitas dos impostos directos (IRS e IRC) estão a aumentar 0,4%.

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Notícia da comunicação social, dia 23 de Julho de 2012

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Segundo fonte das Finanças, os números da execução orçamental vêm confirmar os riscos já identificados nas contas até Maio. Este será, aliás, um dos temas quentes que vai estar em cima da mesa na próxima avaliação da troika, no final de Agosto. Os últimos números do Instituto Nacional de Estatística – os únicos que são directamente comparáveis com os compromissos assumidos com a troika visto que estão expressos em contabilidade nacional (a óptica usada no reporte a Bruxelas) – mostram que o défice ficou em 7,9% no primeiro trimestre, bem acima da meta de 4,5% com que o Governo de comprometeu atingir no final do ano.

Segurança Social com excedente cada vez menor

Enquanto o Estado fechou o primeiro semestre com um défice de 3,2 mil milhões de euros, o subsector dos Serviços e Fundos Autónomos registou um excedente de 1,7 mil milhões. A contribuir para isso esteve a transferência para o Serviço Nacional de Saúde da primeira tranche de 750 milhões de euros para pagamento de dívidas em atraso.

O Orçamento Rectificativo prevê que, no total, sejam transferidos 1500 milhões, provenientes das receitas conseguidas com a transferência dos fundos de pensões dos bancários. O processo deverá ficar concluído até ao final de Agosto.

Já o saldo da Segurança Social continua a registar um excedente, de 273,8 milhões, mas cada vez mais tímido, devido ao impacto que a recessão e o desemprego estão a ter nas contas, diminuindo as receitas provenientes das contribuições e quotizações e aumentando as despesas com prestações sociais, nomeadamente com o subsídio de desemprego.

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Notícia da comunicação social, dia 23 de Julho de 2012

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* O cartaz está também relacionado com o conteúdo deste post

OS “ÊXITOS” DO GOVERNO DO PSD (E CDS) NA ÁREA DO VESTUÁRIO E DA CONSULTA HOSPITALAR…

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Três milhões sem comprar roupa

A política de austeridade não está apenas a deixar os bolsos dos cidadãos mais vazios. Está também a torná-los mais velhos e usados. Cerca de 2,96 milhões de portugueses, o equivalente a 34,4% da população com mais de 15 anos, não compraram qualquer peça de vestuário nova, entre o início de Abril de 2011 e o final de Março de 2012, de acordo com um estudo da Kantar Worldpanel, especialista em hábitos de consumo, encomendado pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição.

Os resultados são um sinal de que a privação económica está a afectar as famílias portuguesas. Apesar de o estudo não o indicar, o sociólogo e investigador do Observatório das Desigualdades, Renato Miguel do Carmo, diz serem as classes média e baixa as mais prejudicadas pela crise económica e financeira, levando-as a abdicarem de bens como o vestuário.

«Parece haver uma reconfiguração dos hábitos de consumo das famílias», refere ao SOL o investigador. «Tudo é cortado, até os bens mais básicos, como o vestuário e até a alimentação».

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Tal obriga as empresas portuguesas do sector a cortarem custos – despedir trabalhadores e fechar lojas – para se adaptarem à redução do consumo. João Costa tem esperança que a economia atinja «um ponto de inversão».

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Notícia da comunicação social, sobre os êxitos comerciais” da política de austeridade do actual conjunto de pessoas pouco recomendáveis que estão no governo, dia 26 de Junho de 2012

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Dispara tempo de espera nas consultas hospitalares

Escreve o Jornal de Notícias que disparam tempos de espera para consultas e cirurgias. Os hospitais estão a piorar os tempos de resposta aos doentes encaminhados para primeiras consultas. No ano passado, só 1/3 dos urgentes teve resposta em um mês.

Segundo o Jornal de Notícias, no ano passado, só 33% dos doentes encaminhados pelos centros de saúde para uma consulta de especialidade “muito prioritária” conseguiram resposta dentro de um mês quando, no ano anterior, a capacidade de resposta dos hospitais era de 84%.

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Notícia da comunicação social, sobre os êxitos do actual governo do PSD (e CDS) cheio de pessoas pouco recomendáveis, relacionado com os tempos de espera para atendimento na área da saúde.

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PORTUGAL: NÓS NÃO SOMOS A GRÉCIA, NÓS CHEIRAMOS A PERFUME…

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Grécia: economia afunda, entra em deflação e desemprego sobe

A economia grega terá uma recessão mais acentuada do que o previsto este ano, será a única da zona euro a entrar em deflação e o desemprego continuará a aumentar, segundo as previsões da Comissão Europeia.

As previsões de primavera divulgadas hoje em Bruxelas antecipam também que o PIB recuará 4,7 por cento este ano – mais do que os 4,3 por cento previstos no último boletim intercalar – mas, ainda assim, abaixo do recuo de 6,9 por cento do ano passado.

As contas públicas continuarão complicadas, com o défice a atingir 7,3 por cento do PIB (foi de 9,1 por cento no ano passado), voltando a aumentar para 8,4 em 2013.

A dívida pública deverá cair este ano, dos 165,3 por cento do PIB de 2011 para 160,6 por cento, mas voltará a subir para 168 por cento em 2013.

A Comissão prevê uma situação de deflação com o índice que mede a evolução dos preços a recuar 0,5 por cento este ano e 0,3 por cento em 2013.

Em termos de evolução da conta corrente, Bruxelas prevê que saldo da balança de transações correntes passe a ser de -7,8 por cento do PIB em 2012, melhor do que os -11,3 por cento do ano passado.

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Notícia da comunicação social, divulgando dados do desastre da economia grega, após ter sido ajudada com um plano de austeridade e um empréstimo da troika , dia11 de maio de 2012.

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Economia portuguesa contrai 3,3% e desemprego dispara para 15,5%

A Comissão Europeia prevê que a economia portuguesa vai contrair este ano 3,3%, um valor mais pessimista do que o crescimento negativo de 3% esperado pelo governo.

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Notícia da comunicação social, sobre a magnifica recuperação económica portuguesa que se aproxima da grega, a passos largos,após ter sido ajudada com um plano de austeridade e um empréstimo da troika dia 11 de maio de 2012

Agora até resultados falsificados (a descida real é muito maior) e além disso fortemente negativos são comemorados como sendo vitórias…

Mas isto é o PSD:  a mediocridade e a incompetência só são superadas pela estupidez e pela maldade.

BPN: FRAUDE NO BPN CHEGARIA PARA PAGAR 3 ANOS DE SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL

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Em cima: capa do DN de dia 29 de Abril de 2012

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O Estado terá assumido 80 milhões de ativos tóxicos do BPN relativos a dívidas de Duarte Lima, Arlindo Carvalho, antigo ministro da Saúde e José Neto, antigo secretário de Estado, aponta o Correio da Manhã. O Banco Português de Negócios faz este domingo a manchete das edições de dois jornais, com o Diário de Notícias a entrevistar Miguel Cadilhe sobre o mesmo dossier. “A maior fraude na banca portuguesa”, diz o antigo ministro das Finanças.

O Correio da Manhã conta na edição de hoje que os créditos foram colocados numa sociedade do Estado antes da venda ao banco BIC, por ter sido considerado que os 80 milhões de euros eram de difícil recuperação.

Cabe agora à sociedade Parvalorem recuperar as dívidas. O grupo Pousa Flores, de Arlindo Carvalho e José Neto, tinha créditos no valor de 74 milhões de euros no BPN e Duarte Lima devia quase 6 milhões de euros quando foi detido em Novembro do ano passado.

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Notícia da comunicação social, dia 29 de Abril de 2012

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