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ORÇAMENTO DE ESTADO 2012, APRESENTAÇÃO À IMPRENSA: OS ENGANOS E AS INCORREÇÕES DO SENHOR MINISTRO VÍTOR GASPAR … esse génio… (O CDS e o PSD tem que ir embora)
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O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, construiu e mostrou aos deputados um mapa com simulações de IRS para 2013 com erros e feito de forma a mostrar que os ricos irão pagar mais do que os pobres.
No entanto, segundo escreve hoje o Público, ( “hoje”, dia 18 de Outubro de 2012-nota minha) a verdade é bem diferente e refeito o quadro com a verdade dos números prova-se que os escalões mais baixos correspondentes às pessoas com menores rendimentos serão precisamente os que mais vão pagar acentuando de forma evidente uma maior diferença entre pobres e ricos.
Na conferência de imprensa de apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2013 o ministro das Finanças esforçou-se por tentar demonstrar as qualidades do documento assim como da justiça na aplicação dos escalões do IRS em que os mais pobres pagariam menos do que os mais ricos.
Só que no dia seguinte foram vários os organismos a desmontar os números preparados por Vítor Gaspar, alegadamente construídos para agradar aos deputados, principalmente aos do CDS-PP que mostravam maior descontentamento em relação ao orçamento, começando pelas firmas de consultadoria que demonstravam de forma inequívoca que os escalões de menores rendimentos serão os que mais agravamentos irão sofrer.
Para perceber a forma como as contas foram feitas o Público explica que o Governo “primeiro calculou o acréscimo de IRS em euros (511-317=195 euros) e depois calculou o peso desse acréscimo no rendimento bruto, de 9100 euros (650 x 14). O contribuinte de menor rendimento fica, assim, com uma taxa acrescida de 2,14% e o de maior rendimento de 6,31%, o que parece dar razão ao Governo. O que distingue estes dois números? O primeiro é uma variação percentual do imposto sentido por cada um dos escalões. O segundo é como se fosse a subtração das taxas efetivas sentidas pelos contribuintes. Diz que a taxa dos mais pobres cresce 2,1 pontos percentuais e a dos mais ricos 6,3, mas em relação a quê? Não é uma taxa de variação da taxa efetiva de IRS. Se o Governo estimar essa variação, terá de concluir que os pobres sentem o maior agravamento da taxa efetiva.”
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Notícia da comunicação social, dia 18 de Outubro de 2012
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Grave também é que no Governo se mantenham todos mudos e calados desde ontem. O Ministério de Miguel Relvas não tem nada a acrescentar aos ditos e desditos. No Ministério das Finanças, como vem sendo habitual em tudo o que diga respeito a matérias fiscais, não há sequer reacção às dúvidas colocadas, ainda ontem, pelo Negócios.
À luz desta forma de governação, pagar impostos continua a ser um dever. Mas ver dúvidas esclarecidas e ter acesso a informação de forma clara e transparente deixou de ser um direito.
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Notícia da comunicação social, dia 18 de Outubro de 2012
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Notícia da comunicação social, dia 17 de Outubro de 2012
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A BANDEIRA AO CONTRÁRIO (O CDS e o PSD tem que ir embora)
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Os governantes riram e voltaram-lhe as costas. Alguém há-de reparar o erro.
Só que o erro já foi, noutra altura, acerrimamente criticado. Numa altura em que não era erro, mas um modo de protesto.
Tudo o que diz respeito à bandeira nacional tem um simbolismo e hasteá-la ao contrário não foge à regra. Em tempos, durante as grandes guerras, as bandeiras hasteada ao contrário eram sinal de que o local estava dominado pelo inimigo, enviando um pedido de socorro. Trata-se de um sinal reconhecido ao nível internacional.
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Mas voltemos um pouco atrás. Em 2009, um programa de televisão mostrava uma imagem da bandeira nacional invertida, o que causou uma grande celeuma entre a classe política e originou mesmo um comunicado de Belém.
“A bandeira nacional é símbolo da soberania da República, da independência, da unidade e integridade de Portugal é a adoptada pela República instaurada pela Revolução de 5 de Outubro de 1910”, lembrava-se no site da Presidência.
Era depois recordado, em concreto, o artigo 332º do Código Penal, que pune com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias “quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa”.
Hoje, o chefe de Estado sorriu com o incidente e deixou a outros a função de reparar um acto falhado de muito simbolismo.
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Notícia da comunicação social, dia 5 de Outubro de 2012
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Em contexto militar, explicou o coronel Cracel, um país pode ser invadido e isso traz normalmente várias variáveis, como a invasão, o colaboracionismo de algumas elites, a violência contra as populações e as detenções.
“Se transpusermos isso para a situação que vivemos, de algum modo é aquilo a que estamos a assistir. Não é uma invasão militar, mas é uma invasão económico-financeira, em que os ingredientes não diferem muito daquilo que acontece com uma invasão militar”, apontou Pereira Cracel.
Acrescentou que, tal como numa invasão militar, o pedido de resgate financeiro de Portugal à União Europeia trouxe “um inimigo, um adversário que impõe as suas regras, violentando, com a colaboração de alguns”, apontando que também já surgiu a variante “resistência”.
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Notícia da comunicação social,dia 5 de Outubro de 2012
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