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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

A CORRUPÇÃO É UMA ÁRVORE.

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“Corruption is a tree, whose branches are
of an immeasurable length: they spread
Everywhere; and the dew that drops from thence
Hath infected some chairs and stools of authority.”

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Beaumont and Fletcher, The Honest Man’s Fortune

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“First they ignore you, then they laugh at you, then they fight you, then you win.”

Mohandas K. Gandhi

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Written by dissidentex

20/04/2013 at 14:51

AUSTERIDADE NUNCA FOI NECESSÁRIA E NÃO É NECESSÁRIA – OU OS BANCOS NÃO CONCORRERAM A ELEIÇÕES

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PEDRO PASSOS COELHO - OS BANCOS NAO CONCORRERAM A ELEICOES

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The greatest trick the devil ever played was convincing the world that he did not exist.”
Charles Baudelaire

“O maior truque que o Diabo alguma vez fez, foi o de convencer o mundo que não existia.”

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Ou actualmente:

O maior truque que a  *classe social que vive de rendas (banqueiros, por exemplo) alguma vez fez, foi o de convencer o mundo que não existia.

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*A teoria económica “moderna” decidiu criar um novo paradigma intelectual-económico.

Aboliu a distinção entre (1) riqueza produtiva e (2) riqueza improdutiva. Isto é, (1) entre riqueza tangível e visível derivada de produção e (2) riqueza extraida através de rendas (taxas de juro, comissões cobradas, spreads…), monopolios (parcerias público privadas e mercados garantidos pela supressão da concorrência ou concorrência inexistente…)  e ganhos de capital (accões, opções e derivados financeiros…)

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O sistema fiscal está estruturado de forma a favorecer a propriedade, a finança e a securitização de bens, e contra a indústria.

O resultado é desastroso.

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Em vez de criar ” riqueza”, o sector financeiro cria crédito (lança dinheiro na economia através de empréstimos).

Esse lançamento de dinheiro na economia, apenas serve para inflacionar preços e gerar sempre mais inflação. (especialmente no imobiliário, mas não só).

E contribui para o aumento do custo de vida; porque as pessoas pedem mais dinheiro emprestado (para pagar a sua casa…) e aumentam as suas dívidas.

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O resultado é desastroso.

Uma combinação de dívida e deflacção.

ou:

pessoas cujo rendimento remanescente (que entretanto decresceu…) é usado não para comprar bens e serviços, mas para pagar dívidas.

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O resultado é desastroso.

Em vez de se pagar impostos ao Estado, está-se simplesmente a pagar rendas a bancos.

O s bancos nao concorreram a eleições.

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A única forma de resolver este impasse consiste em anular as dívidas.

Anular dívidas é uma decisão politica, e não uma decisão económica.

É mais racional continuar a destruir a economia, insistindo-se em pagar dividas impossiveis de pagar;

ou salvamos a economia às custas da classe parasita que empresta e vive de rendas?

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A austeridade nunca foi necessária e não é necessária.

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 RICARDO SALGADO ENTRA NO CONSELHO DE MINISTROS

Written by dissidentex

17/02/2013 at 13:51

ANTÓNIO COSTA, UMA PERFEITA FRAUDE POLÍTICA NA QUAL OS BANQUEIROS APOSTAM… (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - OS BANQUEIROS SAO NOSSOS AMIGOS

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BANQUEIROS APOSTAM EM ANTONIO COSTA

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Notícia bancária da comunicação social, sobre uma criatura pequena e politicamente cobarde, chamada António Costa, dia 2 de Fevereiro de 2013.

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TRAICAO E BANQUEIROS

Written by dissidentex

04/02/2013 at 15:34

GOLDMAN SACHS: A EMPRESA QUE PRODUZ PENSAMENTO ÚNICO E PÉSSIMO

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O presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, disse recentemente que o modelo social europeu tinha morrido.

O que se pode esperar de um homem da Goldman Sachs?

A Goldman Sachs é uma espécie de companhia majestática das Índias. A Europa tem a democracia suspensa. Nós estamos num sistema colonial em que os grandes líderes não foram eleitos: não o foi Lucas Papademos, Mario Monti, Draghi. Esses homens pertenceram todos à mesma empresa. Leia uma carta pungente de um antigo executivo da Goldman Sachs, ao “New York Times”, que sai em ruptura e denuncia o monstro em que se tornou esta empresa. Ela já não cuida dos seus clientes, cuida de acumular capital e poder. É uma empresa colonial que tem poderes de soberania sobre os povos. O poder destas pessoas é assente no modelo de acumulação do capital financeiro. Elas vêem o Estado social, grande mecanismo de distribuição dos rendimentos, como um inimigo. Os impostos, para eles, são anátemas.

(…)

A direita portuguesa, tal como a direita europeia, o que quis fazer foi conseguir através de uma crise europeia aquilo que não obteve por eleições. Isto é a sua grande oportunidade. Vimos isso com Passos Coelho. Ele quer ser mais exigente e duro com os portugueses que a troika, para destruir o modelo social europeu.

(…)

O nosso ministro das Finanças, Vítor Gaspar, tem passaporte português mas é alemão. Foi criado pelos alemães, foi educado por eles no Banco Central Europeu. Este homem vê o mundo pelos olhos da Alemanha. A capacidade de entidades como a Goldman Sachs vê–se aqui: os seus quadros têm passaportes diferentes, mas pensam exactamente da mesma maneira.

Para homens como o António Borges, que é outro caso notável deste tipo de orientação política, não existe uma noção de integridade nacional ou coesão nacional. Quando esteve à frente dos fundos de investimento foi totalmente contra qualquer regulação do capital financeiro. Não admira que agora não possa ter outro tipo de preocupações que não as do capital financeiro no processo das privatizações. Estes quadros formados na Goldman Sachs é que a fazem ser um potentado. Não é por acaso que ela é conhecida como a lula- -vampiro. Oferece dirigentes aos governos em crise, como Monti e Papademos, e quando eles saírem do poder oferece–lhes lugares. Estes homens estão entre o poder económico e o poder político.

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Boaventura Sousa Santos, entrevista da comunicação social, dia 5 de Maio de 2012

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A Goldman Sachs é uma empresa que tem negócios com Portugal.

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Notícia da comunicação social, dia 16 de Outubro de 2011.

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Ainda sobre a Goldman Sachs, dividido em dois tópicos diferentes.

AQUI

O BPN E O PSD – OS ESTRANHOS NEGÓCIOS DERIVADOS DA REPRIVATIZAÇÂO DO BANCO…

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  1. Primeiro, um governo do PS nacionaliza o BPN, isto é, nacionaliza as dívidas resultantes das vigarices do BPN.
  2. Depois um governo do PSD, reprivatiza o BPN, isto é, financia as dívidas do BPN via orçamento de estado/Caixa Geral de negócios.
  3. Depois, o BPN é vendido a dois investidores por 40 milhões de euros.
  4. Para comprarem o BPN, estes investidores recebem 600 milhões de euros de capital.
  5. Verificando-se que não chega, recebem mais * 300 milhões de euros de capital
  6. Verificando-se que não chega, recebem, mais o bónus de o Estado português ter que tomar conta de alguns dos empregados do BPN.
  7. É extraordinário como se consegue vender por 40 milhões uma coisa que depois custa mais de 1000 milhões…

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Artigo de opinião, dia 28 de Março de 2012

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Não foi um negócio da China, foi um negócio de pôr os olhos em bico. E, como em negócios assim há sempre um otário, adivinhe o leitor a que bolsos irão parar os seus subsídios de férias e de Natal.)

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Além do financiamento de 300 milhões que o BIC pode usar nos próximos três anos, a CGD vai manter apoios de 400 milhões por mais três anos. Prazo e custo destes créditos foram alterados por Bruxelas.

A Caixa Geral de Depósitos vai manter apoios de liquidez ao Banco Português de Negócios no valor de 700 milhões de euros, ao longo dos próximos três anos. Além dos 300 * milhões correspondentes à linha de financiamento adicional reivindicada pelo BIC, que na sexta-feira assina o acordo de compra do BPN, a CGD vai ainda manter 400 milhões dos empréstimos já concedidos ao banco nacionalizado em Novembro de 2008, sabe o Negócios.

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Notícia da comunicação social, dia 27 de Março de 2012

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Após se verificar que é extraordinário que se consiga vender um banco por 40 milhões e este continua a custar mais de mil milhões de euros, ainda se acrescenta a isto, mais um crédito de 400 milhões de euros.

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Mas, fazendo uma volta pela avenida da memória verificamos que o BPN já custou aos contribuintes portugueses que pagam impostos em Portugal, mais de 6 mil milhões de euros, , uns 3 – TRÊS por cento do PIB anual português.

Coisa pouca.

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Estado já mobilizou seis mil milhões de euros para o BPN, entre crédito e veículos e o aumento de capital. Contas públicas só reflectem 2,4 mil milhões.

DINHEIRO ALOCADO NO BPN

Estado capitalizou Banco antes de efectivar venda
Fazia parte do acordo quadro de privatização do BPN que o Estado capitalizasse o banco por forma a que este cumpra as exigências do Banco de Portugal. Neste sentido, foi realizado um aumento de capital na instituição, no valor de 600 milhões de euros no dia 15 de Fevereiro.

Caixa tem mais de 1.500 milhões de crédito ao BPN
As assistências de liquidez da CGD ao BPN superam os 1,5 mil milhões de euros. A maior parte destes financiamentos (1.400 milhões) correspondem a emissões de papel comercial realizadas pelo banco com garantia do Estado e que foram subscritas pela Caixa. Além disso, no final de Junho, a CGD tinha mais 105 milhões aplicados na instituição.

Veículos do BPN têm 3,9 mil milhões da CGD
A CGD tem uma exposição de 3.895 milhões de euros aos veículos que receberam activos problemáticos do BPN (crédito malparado, imobiliário e sociedades participadas) e que já estão na órbita do Estado. A maior parte (3,1 mil milhões) refere-se a obrigações emitidas pelos veículos com garantia do Estado. O restante é crédito da CGD aos veículos, que está garantido por hipotecas e outros penhores.

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Notícia da comunicação social, dia 27 de Março de 2012.

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Questionado hoje em Bruxelas, durante uma conferência de imprensa, sobre a operação de reestruturação do Banco Português de Negócios, aprovada na véspera pela Comissão Europeia, Joaquín Almunia apontou que “a aquisição do BPN pelo BIC é menos custosa para os contribuintes portugueses do que a liquidação”, de acordo com as análises feitas em conjunto pelas autoridades portuguesas e pelos serviços do executivo comunitário “ao longo dos últimos meses”…

(…)

Almunia concluiu que, na sua opinião, o desfecho foi “positivo” para todas as partes, incluindo para os contribuintes portugueses.

“Penso que é um resultado bom e positivo, e claro que não poderíamos ter adoptado uma decisão favorável se, de acordo com as nossas análises, os custos da liquidação fossem menores”, disse.

Na terça-feira à noite, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho manifestou-se “muito satisfeito” por ter sido “possível salvar o banco dentro de um custo para os contribuintes não superior ao da liquidação”.

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Notícia da comunicação social, em que o senhor Joaquim Almunia goza com Portugal e com os portugueses, dia 28 de Março de 2012

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Não foi um negócio da China, foi um negócio de pôr os olhos em bico. E, como em negócios assim há sempre um otário, adivinhe o leitor a que bolsos irão parar os seus subsídios de férias e de Natal.)

ÂNGELO CORREIA DECIDIU ADERIR AO BLOCO DE ESQUERDA?

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Ângelo Correia, patrão de Pedro Passos Coelho, decidiu aderir ao Bloco de esquerda.

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(…Quem nos EUA preconizou e protagonizou um profundo e intenso programa de desregulação dos mercados foram os republicanos. As consequências dessas políticas levaram à maior crise financeira que vivemos desde há muitas décadas. Falências, ‘produtos tóxicos’, infestação dos activos bancários em vários países desenvolvidos, destruição de valor, de tudo assistimos, e com tudo isso ainda estamos a sofrer.’)

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Só existe um problema: tudo o que este senhor critica em relação aos norte americanos, propõe, nas suas mais variadas intervenções na comunicação social que seja aplicado em Portugal.

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É o chamado “lobo em pele de cordeiro”.

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Notícia da comunicação social, que apoia o mesmo que Ângelo Correia, dia 22 de Janeiro de 2012.

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GUIA DE TÉCNICAS DE PROPAGANDA MEDIÁTICA (1)

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1. Armadilhar o debate e os termos em que o mesmo é realizado.

Escolher debater e discutir um tema sério com os dois lados políticos representados.

Mas em vez de ter um debate “lógico”, escolhe-se um participante do “centro” político e outro das “extremas”. O debate é assim pré condicionado para obedecer aos interesses do “centro”político.

Alternativamente, escolher “um oponente” forte para o o ponto que se pretende promover e um oponente fraco para a opinião que se quer suprimir ou desacreditar.

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2. Pré programar a resposta dos espectadores.

Uma técnica das mais comuns. Faz-se a cobertura de uma história, mas feita com a cobertura ideológica que quem o faz quer promover.

Depois, continua-se na mesma história, indo entrevistar “pessoas normais” que apoiam estes pontos de vista que se querem divulgar.

Mas são apresentados estes pontos de vista como sendo a “opinião popular prevalecente” ou o único ponto de vista que existe.

O espectador fica “pós programado” com uma atitude e com uma opinião subconsciente acerca do assunto.

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3. Distrair as pessoas do que interessa.

Em vez de fazer a cobertura jornalística de verdadeiras histórias, é antes feita a cobertura de histórias sem relevância nenhuma, como o  saber-se notícias de artistas e demais figuras públicas, sempre sendo isso feito como se de uma produção grandiosa se tratasse.

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4.Histórias de casos de interesse humano e de fazer chorar pedras da calçada.

Histórias que façam as pessoas “sentir-se bem”, em que “no final tudo acaba bem”. O país está bem, as coisas são piores noutros locais. Intensifica-se os assuntos com os quais o espectador se sentirá bem, e isso fará o espectador sentir-se complacente e acrítico.

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5. Realidade artificial.

Uma programação inteira de uma estação de televisão armadilhada, e adicionado uma subtil edição das notícias chegadas; consegue-se criar uma realidade virtual.

Um apresentador de televisão com bom aspecto é necessário.

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6. Programação directa.

Uma história é feita e noticiada com a especifica intenção de fazer o espectador ficar com a opinião que se deseja que fique.

A realidade pode variar da notícia de; sendo ligeiramente falsa a totalmente falsa.

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7.Anúncios especiais com intenções especificas que passam por ser “verdadeiras histórias”.

Nesta técnica interesses privados passam por ser apresentados como sendo “notícias ” e são apresentados como tal.

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8.A técnica da “grande mentira”.

Promover como notícia verdadeira uma mentira de tal forma enorme que ninguém questiona a autenticidade da notícia.

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9.Omissão.

Notícias que não sejam do interesse serem noticiadas, ou que possam causar embaraços  a quem  apoia ou financia não são noticias nem alvo de interesse.

Uma alternativa é evitar convidar uma pessoa proeminente que tem uma opinião discordante daquela “opinião mainstream”que interessa promover.

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10. O fogo amigo.

Escolher para participar em debates pessoas que representam as opiniões que se quer promover, mas chamar estas pessoas sistematicamente.

Ou, em alternativa, chamar pessoas que tenham fracas qualificações para o debate e que representem ideias que se quer que não sejam promovidas.