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NATAL EM PORTUGAL 2008
Este ano o Natal será bom.
Basta conseguirmos encontrar alguém que suborne alguém – não é difícil em Portugal – para fazer isso acontecer.
Com subornos e corrupção este país será uma democracia avançada do século 21, criando novos clusters de mercado inovadores e proporcionando um novo bem estar á sua população.
Ressentimento este post?
E muito.
Observar um país absurdamente corrupto e subvertido, com toques de esquizofrenia, na altura do Natal só provoca ressentimento e outros “sentimentos negativos”.
Espero não ser o único, a estar farto “disto”, desta coisa.
E que importa se for o único…
Pelo menos fico mentalmente alerta ao ver a realidade como ela é.
Já “são” é que talvez não…
DESEMPREGO, GALIZA E CONFLITOS ECONÓMICOS…
A imagem mais à esquerda corresponde a uma notícia publicada no jornal Global de terça feira 23 de Setembro de 2008, e mostra uma situação que acontece em Portugal.
Acontece mas é convenientemente abafada e submergida dentro de milhares de notícias de todos os tipos feitios e modelos que encharcam os jornais e a comunicação social.
Dessa forma os portugueses ficam sem ter uma clara percepção do que está a acontecer, isto é, da “dimensão” do que está a acontecer neste país.
Impossibilitados de conseguir trabalhar em Portugal e acima de tudo, de ganhar dinheiro em Portugal que dê para viver, os portugueses emigram para a Espanha. Quando percebem onde chegam imediatamente não querem sair.
E do lado esquerdo, na notícia menos à esquerda, temos as consequências concretas da traição que as “elites” portugueses construíram e planearam para o país vir a ser que é.
Como as pessoas estão, muitas delas, a fugir disto e da miséria que as espera aqui, vão para Espanha. Ao irem para Espanha deflacionam completamente os salários e os empregos de quem já lá está e vive.
É o caso da notícia de 25 de Setembro de 2008 do Jornal gratuito Destak, onde, um grupo de agricultores da Galiza bloqueou leite importado de Portugal. A Galiza, como é mais próxima de Portugal, constitui o mercado natural de combate sem tréguas, o campo de batalha onde estas “regras” de “mercados abertos” que temos que aturar fazem estragos.
Politicamente e economicamente estes são os resultados obtidos e negociados, especialmente do lado da esquerda política, do facto de não perceberem nada do mundo em que vivem. E fazem gala e orgulho nisso.
As perturbações económicas e sociais que este tipo de coisas (os acordos comerciais de livre comércio) estão a originar, apenas levam à desregulação de mercados, à mais completa iniciação de sentimentos de xenofobia, à criação de enormes bolsas de desemprego em ambos os lados da fronteira neste caso.
E também a um clima de combate e crispação entre pessoas, que apenas favorece, quem tem imenso dinheiro ou seja que já é rico, que olha do alto os pigmeus a lutarem entre si. (sem que os pigmeus olhem para cima e vejam quem está no alto).
Depois quando os incidentes xenófobos, os despedimentos, a confusão económica acontecem, o que se diz é: “incidentes deste tipo não contribuem para resolver a situação”. (É uma frase do governo espanhol, como poderia ser de qualquer político português…)
Sem pretender apelar à combates de rua e manifestações, pergunta-se: então o que é que contribui para resolver a situação? Retórica?
Voltando à esquerda política portuguesa, TODA ELA, continua alegremente a defender políticas generosas de imigração (deixar entrar generosamente e legalizar generosamente quem cá está e quem se quiser legalizar) isto perante a não existência de qualquer tipo de criação de empregos sustentáveis ou de lógica económica que sustente isto.
Enquanto que paralelamente e ao mesmo tempo, se continua a sorrir de satisfação porque milhares de portugueses saem de Portugal, para irem para outros países e milhares de imigrantes chegam cá.
– São também pessoas, menos pessoas a contestarem cá dentro, o que aqui se passa.
É apenas por isto que a taxa de desemprego portuguesa é relativamente baixa. Se todos os portugueses que tem saído ainda cá continuassem teríamos 15% de taxa de desemprego, em vez dos 8%..oficiais…
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No dia 29 de Junho de 2008 inseri um artigo chamado “desemprego,dumping, Galiza”. Nesse artigo a dada altura transcrevia-se uma notícia do Jornal de Destak de 19-03-2008, em que se citavam declarações de um sindicalista galego á propósito do dumping laboral. Re-transcreve-se uma parte:
“”.Disse ainda que os governos «fecham os olhos» porque esta é uma situação que «igualmente lhes interessa sobremaneira». «O Governo português consegue assim uma ‘saída’ para os milhares e milhares de desempregados do País. O Governo espanhol consegue, no caso da linha de alta velocidade, obras mais rápidas a mais baixo custo. E andamos nisto», criticou Xosé Melón….”
Isto baseava-se numa notícia de Março de 2008, e verifica-se que “o problema” continua a existir.
É portanto “uma lógica que se instalou” de pequenos conflitos de agressividade controlada entre interesses de produtores galegos e exportação de mão de obra barata de Portugal para Espanha.
Este conflito, contudo, está longe de ser resolvido e politicamente, continua-se a brincar com uma situação que tem o potencial de gerar xenofobia e movimentos de extrema direita muito poderosos. No mesmo artigo perguntava e transcrevo:
” …E como se irá resolver isto pelos “democratas” de esquerda?
Provavelmente com retórica. Sempre retórica e apelos à “liberdade, à democracia “. Ou, “chantagem emocional”, e insinuar dividas de gratidão que os portugueses terão para com os “democratas” de esquerda, e portanto a pedir que se aceite isto como uma “política de esquerda”. ( A direita política, os neo liberais e todas as forças extremistas de cariz nacionalista agradecem com entusiasmo este tipo de situações…
Quando as coisas rebentarem, irão fazer apelos à “união dos democratas” contra a xenofobia e o racismo. Nessa altura terão a enorme surpresa de verificarem que a generalidade da população receberá com indiferença esses apelos.
Os que ainda cá estiverem e não tiverem emigrado já não estarão com disposição de defenderem a “democracia”. Quer dizer, “isto” a que chamam democracia.
JOSÉ SOCRATES, COMPLEXO PETROQUÍMICO DE SINES E A MEGALOMANIA
Megalomania é um transtorno psicológico onde o doente tem ilusões de grandeza, poder e superioridade. É uma característica do transtorno afetivo bipolar. Também se caracteriza pela obsessão em realizar feitos e atos grandiosos.
FONTE: WIKIPEDIA

MUNDIAL? MUNDIAL? UNIVERSAL….
FIM DE FÉRIAS.
Declaração de (O)missão:
É com profunda consternação, sem pompa e circunstancia e apenas com alguma emoção que declaro a re-abertura deste blog.
Mais uma vez nós ( ou eu, quando calhar) iremos produzir textos absolutamente irrelevantes sobre assuntos de somenos importância.
Mudança para novos produtos:
Numa interessante mudança de escopo ( esta palavra escopo é uma usada pelos juristas destes país, apenas para confundir e baralhar quem os ouve…mas eu sempre quis escrever isto… ) Iremos ser algo diferentes nesta reabertura de lides bloguisticas.
Desde logo porque num assomo de falta de humildade e total alheamento da realidade concreta iremos, muitas vezes, falar de nós próprios na terceira pessoa. É aliás por isso que nós (e não eu) falaremos e escreveremos a palavra “nós”. Dessa forma, pareceremos um celebre futebolista que esteve em Portugal chamado Mario Jardel, que falava de si próprio na terceira pessoa, quando questionado pelos jornalistas se “estaria bem” e que dizia, “O Jardel está muito bem e pronto a facturar muitos gols”.
Era assim como que a modos uma personagem distante e não o próprio. Nós aqui, (e não eu) faremos a mesma coisa mais vezes e amiúde do que até aqui. Dessa forma iremos estar impregnados com o sentimento geral do país, e do estrangeiro. Ou seja, toda a gente fala de coisas absolutamente “nós”…
Objectivos Olímpicos:
Também prometeremos na próxima campanha blogosférica, a conquista de 4 ou mesmo 5 medalhas de ouro, 12 diplomas e 60 pontos.
Se não o conseguirmos iremos apresentar a demissão, numa primeira fase, depois, prometeremos que não nos recandidatarmos, e depois, voltaremos a recandidatar-mo-nos ( ou seja eu, voltarei a recandidatar-me, quando sair do modo “terceira pessoa e voltar a escrever a palavra “eu”..) à presidencia do comité olímpico deste blog, constituido por eu ( ou “nós”, como se queira…), de acordo com as federações de blogs.
Filosofia dual:
Fica-se assim, a viver neste estado “dual” oscilando algures entre o “Nós e o “Eu”, quando se sai de uma caverna numa aldeia do interior ostracizado e esquecido e se contacta com o colorido local das gentes. Pessoas que tem vacas e cabras como animais de estimação…pastando no relvado na sua frente, passeantes que às 2 horas da manhã passeiam bodes e persistem em tentar vendê-los ou quando se vêem pessoas em amenas cavaqueiras, como a seguinte:
“ò vizinha então onde é que está o seu filho? Ele já veio?
Não não, este ano foi para São Pedro de Moelas passar as férias….
(Ahhh que bela localidade, esta, a de São Pedro de Moelas…)
Ou então quando se escutam pessoas na televisão a falar de poluição dizendo que viram peixes de pernas para o ar…
A Genética portuguesa:
É oficial. Portugal lançou-se na manipulação do genética do peixe de rio, e estes já tem pernas…
Enfim, uma pessoa fica à beira de um ataque de nervos com isto e começa a falar usando a terceira pessoa…
Objectivos finais e resultados a demonstrar aos accionistas:
Iremos postar muito, mas também pouco, iremos escrever muito mas também pouco, sobre vários temas e/ou sobre os mesmos temas, tudo feito de forma concreta e precisa, com uma sistematicidade desorganizada.
Nós iremos fazer isto, eu irei fazer outra coisa qualquer….

O blog 