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Archive for the ‘VIOLÊNCIA POLICIAL’ Category

O PSD E O CDS MANDARAM A PSP USAR GÁS PIMENTA PARA DISPERSAR MANIFESTAÇAO DE ESTUDANTES EM BRAGA (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO -  ODIO A TODOS

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PSP USA GÁS PIMENTA PARA DISPERSAR MANIFESTANTES EM BRAGA

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Notícia da comunicação social, dia 18 de Janeiro de 2013

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DEMOCRACIA DO PSD EM FUNCIONAMENTO

A POBRE POLÍCIA PORTUGUESA, COITADA…( O CDS e o PSD tem que ir embora)

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A carga da polícia de choque que se seguiu à manifestação do dia da greve geral teve o condão de provocar um estranho unanimismo na opinião pública, partidária, etc. Avaliar a violência da polícia de choque ocupou nesse dia um lugar secundaríssimo – afinal, os polícias que faziam a segurança do parlamento estiveram sujeitos a uma martirização provocada por “meia dúzia de profissionais da desordem”, para usar a expressão do ministro da Administração Interna Miguel Macedo. E, feito inédito, essa circunstância transformou uma carga policial num feito de elogio unânime dos partidos do governo ao PS – ou de silêncio do quem cala consente do PCP e do Bloco de Esquerda. Como se uma interrogação sobre a proporção da intervenção policial pudesse ser automaticamente confundida com o apoio aos hooligans que atiraram pedras à polícia, o silêncio entupiu muitos daqueles a quem a actuação das forças da ordem – varrendo tudo à sua volta e detendo indiscriminadamente cidadãos pacíficos de São Bento até ao Cais do Sodré – perturbou profundamente.

Afinal, como é que a polícia não consegue neutralizar a “meia dúzia de profissionais da desordem” e parte para uma intervenção violenta em larga escala? Aqui ao lado, a jornalista Rosa Ramos explica que prevaleceu na polícia a teoria de que detenções cirúrgicas nas manifestações são excessivamente arriscadas e podem potenciar a violência. Uma fonte policial admite ao i que foi avaliado o risco de, “com detenções isoladas” se vir a “gerar uma situação de enorme instabilidade” – admitindo a polícia que os restantes manifestantes poderiam solidarizar-se com os “profissionais da desordem” – e que o desfecho final poderia ser uma carga policial “ainda pior”.

Numa manifestação maioritariamente pacífica, como até agora têm sido as manifestações, este risco foi sobreavaliado.

A edição do “Correio da Manhã” de ontem dava conta de um mal-estar instalado dentro da polícia pela demora em actuar. À pergunta sobre a demora em actuar ainda não houve uma resposta cabal. Não há uma única razão de segurança aceitável para manter a polícia e o parlamento sujeitos à martirização transmitida em directo. Mas pode haver razões políticas: o argumento da martirização conseguiu transformar uma carga policial num acto aceitável para a maioria dos portugueses; e em imediata sequência transformou as manifs em territórios de risco. Se isto interessa a alguém, não é seguramente ao Menino Jesus.

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Artigo de opinião, dia 19 de Novembro de 2012,sobre os pobres polícias portugueses que estão traumatizados, por terem feito uma carga policial pouco excessiva, na opinião dos próprios…

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Notícia da comunicação social, sobre um aumento de ordenado ” CONHECIDO” 5 dias antes da carga policial que deixou os nossos bravos agentes incentivados e aditivados,  deprimidos…e psicologicamente atormentados por não terem sido usados convenientemente na refrega em questão – a pátria estava em perigo , há que acudir… dia 14 de Novembro de 2012

O PSD, MIGUEL MACEDO, AS PEDRADAS E A POLÍCIA PORTUGUESA EXTREMAMENTE INCOMPETENTE

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Portugal tem uma polícia extremamente incompetente. Os próprios gostam de ser incompetentes.

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Durante duas horas ?!?! permitiram que duas dezenas de pessoas os apedrejassem, durante um dia de greve geral (14 de Novembro de 2012) que tinha uma manifestação também programada para terminar em frente à Assembleia da República.

Ao fim de duas horas de apedrejamento, feito por duas dezenas de pessoas, iniciaram uma carga policial contra todos os outros manifestantes, permitindo assim que os apedrejadores pudessem escapar passar impunes (e isto foi tão conveniente para tantas pessoas especialmente para a própria polícia…)

Pelo meio, percebe-se que existem polícias à paisana dentro de manifestações que se recusam a prender apedrejadores  “externos” à própria manifestação”. (estão lá a fazer o quê, se se recusam a fazer o seu trabalho? )

Também se percebe que existem pessoas que são “agentes provocadores” colocados dentro de manifestações, para criarem confusão e justificarem a intimidação posterior;

assente em cargas policiais sem regras e que atingem quem está na manifestação e quem não está, recusa de direitos de representação legal a detidos, tentativa de humilhação dos detidos pós manifestação, entre outras.

Sobre tudo isto, sobre esta maneira odiosa e ridícula como a polícia portuguesa se deixa tratar (e trata os cidadãos que deveria proteger) só se deve nutrir o mais profundo desprezo.

A polícia portuguesa é desprovida de valores!

Não tem qualquer espírito de missão!

Gostam apenas de serem mandados ir até à categoria classificativa de  “apenas rinocerontes que gostam de bater…”

Permite que o poder político a humilhe, a desvirtue, lhe cague e mije em cima e  ainda por cima, a polícia portuguesa acha mesmo (até agora calaram-se como bons incompetentes que são, não falando publicamente sobre este assunto…) que “fez um bom trabalho” no dia 14 de Novembro de 2012. (Assim o dizem os comentadores encartados pseudo especialistas lambe botas da cor do governo…)

A estupidez incompetente da polícia portuguesa vai a este ponto.

Já está neste ponto.

Será que é por terem de ser obrigados a conviver com o ministro da administração interna?

Tão estúpida e incompetente é a polícia portuguesa que parece ser incapaz de perceber para onde está a ser levada e atraída…

Fica a dúvida: de que lado está quem dá ordens à polícia? Dos que querem que a contestação se torne violenta ou dos que defendem o direito à manifestação?

*nota: não aprecio particularmente o blog que citei, mas as perguntas tem razão de ser.

Se eu estiver num passeio de uma rua a ser assaltado, e no passeio da rua em frente estiverem polícias, já percebi!

Duas horas depois a polícia portuguesa aparece para prender os assaltantes.

Não os encontrando, faz uma carga policial sobre quem lá estiver…

e chama a isso” um trabalho bem feito…”

GREVE GERAL DE 22 DE MARÇO DE 2012 – POLÍCIAS ATRIBUEM RESPONSABILIDADE A QUEM DEU ORDEM DE ACTUAR – O JORNAL EXPRESSO BRANQUEIA

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“Quando dão a ordem para avançar, é quase impossível travar-nos, já não ouvimos ninguém, deixa de haver uma linha de pensamento, e a questão de serem fotojornalistas ou cidadãos nem se nos coloca naquele momento: a nossa função é limpar o local”, confessou ao i um agente do Corpo de Intervenção (CI) que pediu o anonimato.

(…)

Segundo Ricardo Noronha, uma testemunha ouvida pelo i, “tanto o polícia agressor como a fotojornalista agredida já nos acompanhavam desde a praça do Saldanha, era impossível o agente não saber quem ela era quando a agrediu no Chiado”. Segundo Noronha, os incidentes surgiram “quando a PSP tentou deter um dos manifestantes”. Os restantes “tentaram pacificamente impedir e foi aí que a PSP começou à bastonada”. A resposta “foi o arremesso de garrafas de água e cerveja”, seguindo-se “a entrada da polícia de choque, que até senhoras de idade agrediu”.

(…)

Este polícia de choque lembrou que “na greve de 24 de Novembro detivemos um homem que estava a dar pontapés nas grades frente à Assembleia da República, mas quando já estava algemado disse que pertencia às brigadas de investigação criminal da PSP”.

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Notícia da comunicação social ofendida quando lhes toca a eles, mas pouco ofendida quando toca a cidadãos comuns, dia  23 de Março de 2012.

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O jornalismo amarelo e que branqueia no seu melhor. Uma capa ridícula onde uma greve geral da qual resultaram incidentes é omitida. Capa do Jornal Expresso, dia 23 de Março de 2012.

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GREVE GERAL DE 22 DE MARÇO DE 2012 – POLÍCIA BATE EM FOTO JORNALISTA

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A polícia portuguesa, que de facto não sabe mais, e gosta de ser o animal amestrado do dono, decidiu bater em manifestantes , durante a greve geral de 22 de Março de 2012.

No meio dos manifestantes estavam jornalistas estrangeiros e portugueses e a polícia portuguesa, que de facto não sabe mais, e gosta de ser o animal amestrado do dono, bateu em jornalistas. *

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No estrangeiro noticia-se o que se passa aqui.

Notícia de Espanha, dia 22 de março de 2012

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Testemunhas responsabilizaram, esta quinta-feira, “agentes à paisana” da polícia pela situação que levou a agressões de várias pessoas por elementos das forças de segurança, na manifestação de protesto frente à Reitoria do Porto , onde se encontra o primeiro-ministro.

Em declarações à Lusa, Carla Silva, empregada de limpeza na Câmara de Matosinhos, diz que o filho foi agredido a pontapé por “um polícia à civil”.

“Jovens estavam a protestar e a polícia decidiu virar-se à ‘porrada’. Quando eu vinha a fugir com o meu filho, um polícia à civil deu-lhe um pontapé. Conclusão: gerou-se uma confusão outra vez e ainda prenderam um jovem. E a polícia é que tem a razão. No nosso país é assim”, acrescentou.

Carla Silva garante que até à intervenção do polícia à paisana estava tudo pacífico.

“Estava a correr tudo muito bem, até o polícia à civil estragar tudo. Eles é que estragaram tudo”, acusou.

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Notícia da comunicação social, dia 22 de Março de 2012, relatando os incidentes no Porto provocados por polícias à paisana.

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No vídeo pode-se ver um ataque das polícias a uma senhora muito perigosa…

* O autor deste blog não gosta de jornalistas, mas é a favor da liberdade de imprensa.

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A PSP agrediu a fotojornalista da France Press em Portugal, Patrícia Melo, quando esta cobria a manifestação da Plataforma 15 de Outubro, no Largo do Chiado, em Lisboa, integrada na greve nacional. Como foi captada pelo fotógrafo da Reuters, a agressão está a pulverizar-se pelos sites noticiosos internacionais.

No mesmo local, o fotojornalista da agência Lusa, José Sena Goulão, também acabou por ser alvo de constantes bastonadas por um agente da polícia. Já no chão, mesmo já depois de se ter identificado como jornalista, Goulão continuou a sofrer carga policial, tendo necessitado de intervenção hospitalar.

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Notícia da comunicação social, dia 22 de Março de 2012

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BALANÇO FINAL DA OPERAÇÂO DE NATAL 2011-2012 – AS DECLARAÇÔES ABSURDAS DE UM RESPONSÁVEL DA POLÍCIA

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“…Portanto, da nossa parte, de facto, com a consciência tranquila, apenas constatamos que efectivamente, os cidadãos e infelizmente aqueles que faleceram, não cooperaram, não quiseram manter-se vivos. É a única situação que realmente nós temos….”

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RTP , Programa “Bom dia, Portugal”, dia 27 de dezembro de 2011.

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Esta pessoa deveria ser demitida do cargo que ocupa.

Não faz parte das funções deste cargo emitir  juízos de valor pseudo moralistas sobre acidentes de viação atribuindo a culpa aos acidentados, mencionando hipotéticos “desejos de morte” dos mesmos…

– Partir do principio que as pessoas que tiveram acidentes apenas o fizeram porque ” decidiram não cooperar, não quiseram manter-se vivos”, apenas para chatear a polícia e dar-lhes trabalho é de uma arrogância e de uma insensibilidade completa. Quem viaja no lugar ao lado do condutor ou atrás não quis cooperar nem quis manter-se vivo? E crianças? Também caem nesta classificação?

– Se o senhor oficial de polícia tiver a infelicidade pessoal de ter cancro verificaremos que a culpa é dele; uma vez que decidiu “não cooperar, não quis manter-se vivo” apenas para chatear os médicos e dar-lhes trabalho…

Written by dissidentex

27/12/2011 at 10:44

MANIFESTAÇÔES EM PORTUGAL: OS SUSPEITOS ANARQUISTAS DO COSTUME

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O selecionador grego, Fernando Santos, disse na sexta-feira à Agência Lusa que não teme uma convulsão social no País, sublinhando que os portugueses não possuem “uma cultura anarquista como existe na Grécia”.
(…)
“Não acredito que haja uma convulsão. O que aconteceu na Grécia não foi assim tão dramático. Eu nunca via a Grécia a ferro e fogo e no entanto os telejornais abriam com a Grécia a ferro e fogo. É uma clara mentira. As manifestações ocorreram numa praça semelhante à do Rossio [em Lisboa]”, precisa o treinador português que orienta a formação helénica.

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Notícia da comunicação social  (nem sei como é que a deixaram passar, os censores estão a perder qualidades), dia 26 de Novembro de 2011.

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Os ataques com cocktails molotov contra várias repartições de Finanças, em Lisboa, na madrugada desta quinta-feira, podem ter vindo de grupos anarquistas, segundo fontes policiais adiantaram ao JN.

(…)

As suspeitas recaem sobre anarquistas devido a informações já anteriormente recolhidas pela PSP, que davam conta de movimentações de grupos mais radicais para a prática de actos de vandalismo.

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Notícia da comunicação social, encomendada (descaradamente diga-se) acerca de uns supostos grupos mais radicais (o que é que é mais e menos neste contexto, não se sabe…), dia 24 de Novembro de 2011.

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Para a semana ou mês que vem, conforme der jeito: a al kaida (outra coisa qualquer…) está por detrás do lançamento de fogo de artificio em Lisboa aquando da passagem de ano, segundo informações recolhidas pela PSD PSP.

VIOLÊNCIA POLICIAL NA DAMAIA – 12 – 02- 2009

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No dia 12 de Fevereiro de 2009, entre as 10.30 e as 11 horas, na Damaia, na Rua Vieira Lusitano, junto a uma rotunda ridícula, com uma oliveira no meio, aconteceu uma coisa extraordinária.
Ao que parece, dois pretos, mas bem vestidos e com um carro de alta cilindrada, foram interceptados nessa rotunda, por uma viatura da polícia.

Ao que parece, a viatura policial vinha em busca dos já referidos, porque terão, na Damaia de baixo ou noutro lugar qualquer, atropelado alguém e  em seguida ausentaram-se do local.

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O problema é o que se passou a seguir.

Os membros da forças policiais que vinham em perseguição, mandaram  ou conseguiram mandar parar o carro e fazer sair os ocupantes. Ao mesmo tempo chegou outro carro da polícia, com mais 4 polícias, e alguns deles começaram “imediatamente” a bater num dos ocupantes do carro.

Este, por sua vez, virou-se a um deles e mandou um murro no mesmo o que gerou mais pancada dos policias nessa pessoa, que – entretanto – já estava caída no chão.

Depois chegaram mais policias (a esquadra fica a 150 metros deste local, se tanto ) e já tínhamos uns 15 policias ali. E finalmente após os dois perigosos meliantes terem sido dominados, dado que estavam em superioridade numérica contra uns 15 polícias (2 contra 15 é superioridade numérica dos 2…como se sabe) ainda apareceu mais uma carrinha daquelas de transporte de presos ou policias mas que tem uns 14 lugares, cheia de mais policias, para tratar desta “ocorrência”.

Umas 30 criaturas policiais para dominarem e subtraírem ao convívio social, duas pessoas…

É claro que, em Tribunal, estas pessoas ganharam hipótese de se safarem, uma vez que a “detenção” não foi “limpa”…

Tudo isto sucedeu em pleno dia, com umas 100  ou mais pessoas a assistir entre as quais crianças e entre as quais a minha mãe que me contou o que viu e o que se passou.

Estando espantada pela forma como isto estava a ser resolvido ali á frente dos olhos de todos e dos dela, exclamou para quem a ouvisse que achava muito bem que prendessem as pessoas se tinham feito mesmo aquilo que tinham feito, mas que não existia:

A) necessidade de se estar a bater em pessoas durante largo tempo e com as pessoas caídas no chão e a ficarem cheias de sangue;

B) e muito menos aquele “aparato” todo em que se juntaram mais de 20  ou 30 polícias  para prenderem duas pessoas. (ficando o transito condicionado durante quase uma hora)

E aí surge aquilo em que este país se está a tornar. Outra pessoa que ouviu concordou e uma terceira pessoa, começou a mandar vir – violentamente – com a minha mãe, com umas expressões do tipo “a senhora é como eles”, deviam era levar mais, etc, e segundo as palavras da minha mãe quase a espumar da boca da forma como falava.

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A nota mais “totalitária” disto é o facto de mais de 100 pessoas  estarem a assistir a “isto”  e nenhum protesto, antes aprovação, ou no mínimo” indiferença”.

E como é óbvio, isto não aconteceu, não existiram “câmaras de filmar” a veicular este assunto…

Por acaso eram pretos os que foram atacados, queria saber se com brancos reagiriam os transeuntes da mesma maneira – suspeito que sim.

Este é o “magnifico ambiente” que temos em Portugal.

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Um ambiente de claro atraso totalitário, de claro atraso na implementação do processo totalitário, que não nos honra nesta busca constante por sermos como sociedade cada vez mais totalitários (é evidente que estou a ser irónico e amargo…)

Portanto olhemos para um paradigma da modernidade totalitária, reciclada. A Itália.

Olhemos duas vezes…

queimar-imigrantes-max-spencer-dohner

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Em Itália, país desenvolvido, a coisa já é mais moderna.

Já existe a “acção directa” das pessoas, em vez da polícia, e o Estado italiano – mais avançado – dedica-se á parte burocrática-administrativa.

As fontes da imagem são:

Devaneios desintéricos AQUI e AQUI.

Mas devemos ter esperança.

Mais uns 4 anos de partido socialista e “novas oportunidades totalitárias”  por aí á solta… e chegaremos lá.