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Archive for the ‘VÍTOR GASPAR’ Category

PORTUGAL ESTÁ EM GUERRA (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - GOVERNO DE PORTUGAL EM GUERRA COM OS PORTUGUESES

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O nosso país vive actualmente um processo de destruição sem precedentes. O período que estamos a atravessar já é um dos piores da nossa história em matéria de destruição de empresas, de emprego mas também de vidas. A recessão agrava-se, o desemprego atinge recordes, o défice orçamental fura todas as metas, a dívida pública aumenta mas a estratégia para o ajustamento e para sair da crise continua sem alterações. Entre a estratégia de dominação económica alemã, o fanatismo autista do ministro das Finanças e a incapacidade para liderar e defender o país do primeiro-ministro, os portugueses vão assistindo à destruição de Portugal. Querem que acreditemos que não temos alternativa e que, portanto, teremos de continuar a sujeitarmo-nos aos interesses dos credores externos. Será, no entanto, a política que nos destrói a economia em nome dos interesses dos credores, a principal causa da incapacidade de o nosso país vir a pagar a totalidade do que deve. Sim, estamos em guerra. As armas são diferentes das usadas nas guerras tradicionais mas não deixam de ser devastadoras. As armas usadas contra nós são a austeridade, o programa de ajustamento que a consagra, os juros que os nossos credores nos cobram e a ameaça de isolamento com que nos chantageiam. Enquanto os líderes nacionais não perceberem que têm de fazer política continuaremos a assistir à destruição do nosso país. Sim, também temos as nossas armas. A principal arma de um devedor é a própria dívida e, em nenhum momento, deve sair de cima da mesa das negociações. Não é no entanto a única. Uma verdadeira negociação entre estados, para ter sucesso, não pode ficar confinada a quatro paredes. Portugal deve fazer pressão pública, promover ativamente alianças com outros países, aproveitar a energia dos protestos dos portugueses como instrumento de pressão negocial e, em última análise, rejeitar mesmo a aceitação de condições de ajustamento suicidas.

Ao primeiro-ministro e ao ministro das Finanças exige-se que façam política; ou sabem interpretar e estar à altura do momento histórico que vivemos ou é melhor deixarem que sejam outros a escrever a história.  

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Artigo de opinião, comunicação social, dia 20 de Março de 2013

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VITOR GASPAR - O GOVERNO DE PORTUGAL EM GUERRA COM OS PORTUGUESES

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VÍTOR GASPAR – A INCOMPETÊNCIA ELEVADA AO QUADRADO, AO CUBO, AO LOSANGO, AO TRIÂNGULO ISOSCELES E DEMAIS FORMAS GEOMÉTRICAS QUE EXISTAM (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - QUEDA DO GOVERNO EM 2013

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vitor gaspar - os numeros negros de 2014

Com o fim da sétima avaliação do programa de ajustamento, o Governo já acertou as previsões macroeconómicas para os próximos anos. Crescimento do PIB, défice, dívida, exportações e desemprego. Conheça as previsões do Governo:  

Para a economia, o Governo previa -1% em 2013 mas espera agora -2,3%, por outro lado, o desemprego irá disparar para 18,2% – o que traduz um forte agravamento face aos 16% inicialmente esperados -, sendo que ainda subirá para 18,5% em 2014. Diz Gaspar que “a evolução inter-anual será muito marcada. 

O desemprego poderá atingir um valor de quase 19 %, começando a diminuir só em 2014″.   Já a dívida pública atingirá o pico em 2014, ascendendo então a 124% do PIB, valor que o ministro das Finanças justifica como sendo resultado da “nova trajectória orçamental”.   

Com o veto da Euostat à utilização das receitas de concessão da ANA – Aeroportos para redução do défice, o desequílibrio entre receitas e despesa de 2012 será de 6,6% – o que traduz uma derrapagem de 1,6 pontos percentuais face ao que estava previsto. Para éste e´os próximos anos, as metdas do défice também foram revistas. 

 O novo calendário e metas de défice apontam agora para um desequilíbrio de 5,5% em 2013; 4% em 2014 e 2,5% em 2015. Apesar das novas metas, Vitor Gaspar precisou que não está em causa mais tempo nem mais dinheiro. “O programa terminará em junho de 2014. Trata-se sim de alargar o prazo de forma a atingir  um défice orçamental inferior a 3% já em 2015”. 

Mas os números de Gaspar não ficam por aqui, e também as exportações sofreram uma “revisão em baixa face ao cenário estabilizado no final do quinto exame”. Assim, o Governo antecipa, um crescimento de 4% em 2012; e um abrandamento enorme para 2013, com as exportações a crescerem apenas 1,8% (antes previa 1,9%). 

Em 2014, Gaspar antecipa um crescimento de 0,6% das exportações liquidas; para 2013 preveem-se 1,8%  e em 2012 o valor situou-se nos 4,4%. De qualquer forma, este ano o Governo ainda prevê um ligeiro aumento no último trimestre do ano. O mesmo vai acontecer com a procura interna, que terá somado perdas de 7% em 2012 e 4,1% em 2013.

Em 2014, a procura interna irá ficar em 0%. Anteriormente, o Governo previa que em 2014 a procura interna já estivesse positiva, em 0,3%.

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Notícia da comunicação social sobre o mirabolante, fantástico, excelente, estratosférico, gongórico etc e tal, Vítor Gaspar que não acerta uma previsão nem um número seja do que for, (mesmo depois de já ter acontecido) dia 15 de março de 2013,  ou seja é completamente incompetente e dogmático

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vitor-gaspar- NAO SEI

VÍTOR GASPAR – MINISTÉRIO DAS FINANÇAS ENVIA COMUNICADO PARA OS JORNAIS A CONGRATULAR-SE COM PENHORA DE MAIS DE 400 MIL SALÁRIOS (O CDS E PSD tem que ir embora)

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VITOR GASPAR -  DEFLACAO - DESTRUIR TUDO

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” Ministério das finanças /Vítor Gaspar enviaram comunicado para as redacções de jornais congratulando-se pelo facto de até agora já terem penhorado mais de 400 mil salários (de contribuintes em dificuldades fiscais)”

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Fonte: Programa Eixo do mal, Sic Notícias,  dia 2 de Fevereiro de 2013.

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PEDRO PASSOS COELHO - ODIO AOS PORTUGUESES

Written by dissidentex

03/02/2013 at 12:03

VÍTOR GASPAR, O RADICAL. E ACRESCENTA-SE: ” TALIBAN E INCOMPETENTE” ( O CDS e o PSD tem que ir embora)

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O Ministro das Finanças, Vitor Gaspar, é um homem inteligente e qualificado, mas também obcecado e, por isso mesmo, perigoso. Tem uma agenda de desvalorização interna e privatização do Estado Social. É um técnico, politicamente muito hábil, que procurou no encerramento do debate orçamental transferir para os seus adversários políticos as características que melhor o definem a si próprio: radical e aventureiro.

Só alguém assim pode pretender impor ao país, pela segunda vez consecutiva e numa dose reforçada, uma receita que já falhou. Só um radical se dispõe a retirar 5,3 mil milhões de euros à economia portuguesa em 2013, em cima dos mais de 10 mil milhões que retirará durante o ano de 2012. Só um aventureiro se predispõe a fazer experiências numa economia complexa com base em cenários delirantes que nenhum economista subscreve. É exemplo disso a tentativa frustrada de, através de alterações na TSU, transferir rendimento diretamente de trabalhadores para patrões. Só um conservador radical aproveita a crise presente para transformar o Estado Social português numa versão minimalista e assistencialista.

No entanto, não demonstrou qualquer vergonha quando acusou de radicalismo e aventureirismo aqueles que, no PS, defendem o financiamento da dívida pública pelo BCE. Não há nada de mais bom senso que defender que o BCE tenha os mesmos instrumentos dos Bancos Centrais dos Estados Unidos da América, Inglaterra ou Japão. Basta para isso ler o seu “amigo” e conselheiro económico de Durão Barroso, Paul De Grauwe, na defesa de que não pode existir uma moeda única sem este mecanismo. Se há lição a tirar desta crise europeia é a de que o euro não pode sobreviver sem um Estado europeu digno desse nome. Pelo contrário, de Vitor Gaspar nunca ouvimos uma ideia, uma proposta que vise solucionar o carácter europeu desta crise.

Radical é um Ministro das Finanças que tenta excluir, pela via da retórica, todos os que querem participar no debate político com propostas praticadas no mundo real. São homens assim que perigam a nossa democracia.

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Artigo de opinião na comunicação social,  conservador, cordato e suave, sobre Vítor Gaspar, o ministro “impressionante”, dia 28 de Novembro de 2012

Written by dissidentex

29/11/2012 at 9:37

O PSD NO GOVERNO – UM PARTIDO POLÍTICO QUE FAZ AUMENTAR A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA PARA VALORES ABSURDOS (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Com a habitual incompetência misturada com maldade pura e comportamento psicopata, a quadrilha está a aumentar a dívida pública para valores perfeitamente incomportáveis e absurdos.

Depois de o fazer, irá afirmar que não existem condições para se manter o Estado Social ou a vida ou o que a quadrilha ache que a incomoda.

Os psicopatas devem ser acossados de todas as formas.

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Portugal terá de adiar o regresso aos mercados segundo prevêem os analistas do banco norte-americano que consideram “insustentável” a trajectória orçamental escolhida para Portugal.

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O Citigroup prevê uma contracção de 4,6% do produto interno bruto português (PIB) em 2013 e de 2,4% em 2014 e a “fadiga causada pela austeridade está a crescer rapidamente”, salienta. A dívida pública deverá crescer para um valor equivalente a 140% do PIB até 2014, sem reestruturação, estima o banco.

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Notícia da comunicação social, sobre divida pública portuguesa e reestruturação de empréstimos manhosos pedidos sob falsos pretextos, dia 27 de Novembro de 2012.

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VÍTOR GASPAR, UM PSEUDO MINISTRO TOTALMENTE INCOMPETENTE OU A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA QUE AUMENTA, AUMENTA…AUMENTA…(O CDS e o PSD tem que ir embora)

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O “Grande Gaspar” que é inflexível e durão com todas as pessoas-; com este senhor baixa as calcinhas e dá o dinheirinho para a Madeira…

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Notícia da comunicação social, dia 21 de Novembro de 2012, sobre a coragem do ministro das finanças que enfrenta Alberto João Jardim, com um saco de dinheiro…

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E adivinhe-se de onde vem o dinheirinho para estas brincadeiras?

Do facto de a IGCP – tutelada pelo Ministério das Finanças –  passar o tempo (de dois em dois meses) a emitir divida ( isto é, a pedir dinheiro emprestado...) é um pormenor de somenos importância…

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Notícia da comunicação social, dia 21 de Novembro de 2012

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ORÇAMENTO DE ESTADO 2012, APRESENTAÇÃO À IMPRENSA: OS ENGANOS E AS INCORREÇÕES DO SENHOR MINISTRO VÍTOR GASPAR … esse génio… (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, construiu e mostrou aos deputados um mapa com simulações de IRS para 2013 com erros e feito de forma a mostrar que os ricos irão pagar mais do que os pobres.

No entanto, segundo escreve hoje o Público,  ( “hoje”, dia 18 de Outubro de 2012-nota minha) a verdade é bem diferente e refeito o quadro com a verdade dos números prova-se que os escalões mais baixos correspondentes às pessoas com menores rendimentos serão precisamente os que mais vão pagar acentuando de forma evidente uma maior diferença entre pobres e ricos.

Na conferência de imprensa de apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2013 o ministro das Finanças esforçou-se por tentar demonstrar as qualidades do documento assim como da justiça na aplicação dos escalões do IRS em que os mais pobres pagariam menos do que os mais ricos.

Só que no dia seguinte foram vários os organismos a desmontar os números preparados por Vítor Gaspar, alegadamente construídos para agradar aos deputados, principalmente aos do CDS-PP que mostravam maior descontentamento em relação ao orçamento, começando pelas firmas de consultadoria que demonstravam de forma inequívoca que os escalões de menores rendimentos serão os que mais agravamentos irão sofrer.

Para perceber a forma como as contas foram feitas o Público explica que o Governo “primeiro calculou o acréscimo de IRS em euros (511-317=195 euros) e depois calculou o peso desse acréscimo no rendimento bruto, de 9100 euros (650 x 14). O contribuinte de menor rendimento fica, assim, com uma taxa acrescida de 2,14% e o de maior rendimento de 6,31%, o que parece dar razão ao Governo. O que distingue estes dois números? O primeiro é uma variação percentual do imposto sentido por cada um dos escalões. O segundo é como se fosse a subtração das taxas efetivas sentidas pelos contribuintes. Diz que a taxa dos mais pobres cresce 2,1 pontos percentuais e a dos mais ricos 6,3, mas em relação a quê? Não é uma taxa de variação da taxa efetiva de IRS. Se o Governo estimar essa variação, terá de concluir que os pobres sentem o maior agravamento da taxa efetiva.”

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Notícia da comunicação social, dia 18 de Outubro de 2012

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Grave também é que no Governo se mantenham todos mudos e calados desde ontem. O Ministério de Miguel Relvas não tem nada a acrescentar aos ditos e desditos. No Ministério das Finanças, como vem sendo habitual em tudo o que diga respeito a matérias fiscais, não há sequer reacção às dúvidas colocadas, ainda ontem, pelo Negócios.   

 À luz desta forma de governação, pagar impostos continua a ser um dever. Mas ver dúvidas esclarecidas e ter acesso a informação de forma clara e transparente deixou de ser um direito.

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Notícia da comunicação social, dia 18 de Outubro de 2012

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Notícia da comunicação social, dia 17 de Outubro de 2012

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Written by dissidentex

19/10/2012 at 9:29