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Archive for the ‘VÍTOR GASPAR’ Category

IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA: UMA EMPRESA PRIVADA QUE NÃO QUER PAGAR IMI E O GOVERNO DO SENHOR PEDRO PASSOS COELHO CONCORDA COM ISSO ( O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PRIMEIRO,

o CEO da Igreja católica faz um frete ao actual governo, metendo-se na esfera política deste e na esfera política do país.  (Para contrabalançar o anterior gestor regional da Igreja católica que cognominou o actual governo de ” corruptos”…; isto é uma técnica para garantir mercados em vários segmentos de produto…)

Do ponto de vista dos responsáveis desta empresa, realmente nada se resolve contestando especialmente se eles forem os contestados.

Na verdade, a Idade média é que era bom, altura em que ninguém contestava nada, ou seja, ninguém contestava a Igreja católica…

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Notícia do órgão corporativo pertença da empresa Igreja Católica S.a, dia 12 de Outubro de 2012 (é um press release em nome próprio…)

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Nota-se que este CEO desta empresa está a acusar a idade que tem.

SEGUNDO,

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Notícia  corporativa da empresa Igreja Católica S.A acerca de sacrifícios que são bons, (mas apenas só para uma grande parte da população) dita por uma pessoa que apenas quer favorecer a quota de mercado da sua empresa, no domínio da caridadezinha e da degradação psicológica e física das pessoas, dia 12 de Outubro de 2012.

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TERCEIRO,

a empresa privada diz que não paga impostos.

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Notícia da comunicação social,dia 12 de Outubro de 2012

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QUARTO,

e sobre “O quê” recusam estes senhores pagar?

Apenas e só; sobre mais de 20 mil imóveis…

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O património global da Igreja nacional impressiona: mais de 20 mil edifícios, entre santuários, igrejas, capelas, seminários, templos e museus. A Igreja também tem beneficiado de um aumento no número de contribuintes que doam 0,5% do seu IRS. Em 2007, o montante chegou aos 11,2 milhões.

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Post sobre notícia Destak, dia 19de Março de 2008

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QUINTO,

o acordo comercial exclusivo sobre exploração de mercados e concessões (também conhecido por Concordata) valida o pagamento de impostos…

Esta possibilidade está prevista na revisão da Concordata, negociada entre o Estado e a Igreja Católica portuguesa durante a vigência do governo de Durão Barroso. No artigo 27 está escrito que “A Conferência Episcopal Portuguesa pode exercer o direito de incluir a Igreja Católica no sistema de percepção de receitas fiscais previsto no direito português”. E que “a inclusão da Igreja Católica no sistema referido no número anterior pode ser objecto de acordo entre os competentes órgãos da República e as autoridades eclesiásticas competentes. Contactada a Conferência Episcopal sobre esta hipótese, sobretudo numa altura em que os 40% dos proprietários portugueses que são obrigados a pagar este imposto estão a sofrer agravamentos brutais, o padre Manuel Morujão disse ao i não ter detalhes suficientes para responder a esta questão, remetendo-nos para o padre Álvaro Bizarro, que tem em mãos esta pasta no Patriarcado português. Apesar de diversos contactos por escrito e telefónicos não nos foi possível obter nenhuma resposta.

Maiores proprietários A par do Estado, a Igreja Católica tem um património em Portugal avaliado em milhões de euros, sendo uma parte significativa não rentabilizada.

Fora os locais de culto, onde é de esperar que haja múltiplas vozes a defender que não se deve aplicar o imposto, existem milhares de outros imóveis e terras que também não são tributados, nem mesmo quando são vendidos.

A Santa Sé, a Conferência Episcopal Portuguesa, as dioceses e demais jurisdições eclesiásticas também estão isentas de imposto do selo e de todos os impostos que incidam sobre aquisições onerosas de bens imóveis para fins religiosos, quaisquer aquisições a título gratuito de bens para fins religiosos e actos de instituição de fundações, estabelece também a nova Concordata.

Trata-se de um património que todos os anos é reforçado através de doações de pessoas em fim de vida e que dão como contrapartida as suas casas em troca de entrarem, por exemplo, num dos muitos lares geridos pela Igreja.

Contudo, um dos mais graves problemas que envolvem estes prédios e terrenos é precisamente a sua degradação, embora a Conferência Episcopal e a Santa Sé tenham meios para os recuperar.

Segundo contou uma fonte ao i , a Santa Casa da Misericórdia, que também goza de algumas isenções, chamou recentemente um avaliador para calcular o preço de uma série de prédios para serem vendidos. Contudo, o objectivo era adquirir outros para alojamento de pessoas ligadas à Igreja, em vez de recuperar os imóveis degradados.

O i também não conseguiu apurar qual a estratégia de gestão de todo estes activos. Se vão ser lançados no mercado de arrendamento como forma de baixar os preços, se têm estado a ser utilizados para acolher famílias sem recursos ou se mais cedo ou mais tarde entrarão no mercado de compra e venda, pondo igualmente a fasquia de aquisição para os portugueses num patamar mais baixo.

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Notícia da comunicação social, dia 6 de Outubro de 2012

PEDRO PASSOS COELHO, VÍTOR GASPAR E O PSD: UM PARTIDO DE FALHADOS E INCOMPETENTES QUE ESTÃO A AGRAVAR O RISCO DE BANCARROTA DE PORTUGAL (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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A probabilidade de incumprimento da dívida portuguesa num horizonte de cinco anos agravou-se. Segundo a CMA DataVision, subiu de 35,17% no fecho de terça-feira para 35,79% no fecho de hoje, ao começo da noite. Tendo mostrado uma trajetória de melhoria durante a manhã, tendo chegado a um nível de risco de 35,16%, inverteu o movimento à tarde.

O preço dos credit default swaps (seguros contra o risco de incumprimento, acrónimo cds) subiram de 487,22 pontos base no fecho de terça-feira para 497,95 pontos base no fecho de quarta-feira.

Em relação a segunda-feira, o risco subiu de 35,23% para 35,79% e o custo dos cds de 488,15 para 497,95 pontos base.

Em virtude do agravamento de hoje à tarde, Portugal voltou a subir para o 7º lugar no “clube” dos 10 países com mais alta probabilidade de incumprimento, um ranking da CMA DataVision. Ontem havia descido para a 8ª posição.

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Notícia da comunicação social, dia 5 de Outubro de 2012

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O dinheiro que hoje temos para gastar é inferior ao que tínhamos há 12 anos.  As famílias estão a ver o seu nível de vida a recuar anos: primeiro, devido à crise mundial, que estalou em 2008, e, mais recentemente, a queda acentuou-se, com o pedido de ajuda externa em 2011.

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Desde há uma década subiram os impostos, os preços dos bens alimentares, os preços dos transportes, dos combustíveis, da luz, gás e água, das rendas e o custo de vida em geral, e com a entrada do Governo de Passos Coelho em 2011, as mudanças foram muitas e gravosas para a maior parte das famílias.

Foram cortados subsídios, aumentaram os preços dos transportes em média em 15%, aumentou o IVA no gás e electricidade de 6 para 23%, houve uma sobretaxa extraordinária no IRS, o IVA aumentou também nos bens de consumo e aumentaram os impostos sobre automóveis e imóveis.

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Notícia da comunicação social, dia 3 de Outubro de 2012

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PORTUGAL EMPRESTA DINHEIRO AO FMI – 18 de setembro de 2012 ( O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Notícia da comunicação social, dia 18 de Setembro de 2012

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Notícia da comunicação social, dia 18 de Setembro de 2012

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VÍTOR GASPAR,O PSD E A DESCIDA DA TAXA SOCIAL ÚNICA: APENAS UM MODELO DE UNIVERSIDADE… (O PSD e o CDS tem que ir embora)

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OE2012: Redução da TSU funciona muito bem mas é nos modelos da Universidade, diz Vítor Gaspar

 Lisboa, 17 out (Lusa) — O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou hoje que a descida possível da Taxa Social Única para os empregadores seria demasiado reduzida, dizendo mesmo que esta medida funciona muito bem, mas é nos “modelos utilizados na universidade”.

“A descida viável da Taxa Social Única seria pequena e consequentemente não seria de esperar que tivesse um efeito muito grande sobre a competitividade da economia portuguesa”, disse o ministro das Finanças, durante a conferência de imprensa de apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2012.

Vítor Gaspar, que respondia a perguntas dos jornalistas, disse mesmo que “a descida da Taxa Social Única é uma medida que funciona muito bem no quadro dos modelos utilizados na Universidade”, lembrando no entanto que não é algo que tenha sido utilizado em pleno e com os mesmos objetivos em qualquer país.

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Notícia da comunicação social, dia 17 de Outubro de 2011 (Há apenas 11 meses de distância…)

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VÍTOR GASPAR É O MINISTRO MAIS INCOMPETENTE DO HEMISFÉRIO NORTE ( ou como a execução orçamental baseada em previsões idiotas está a falhar em toda a linha)

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O dito “génio” começou a aplicar o seu pensamento quadrado e linear para tratar de assuntos sérios; os resultados falhados começam a aparecer.

Não se deve esperar mais de um governo de falhados e imcompetentes…

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Basicamente as despesas aumentam e as receitas diminuem, e tudo isto com taxas de impostos mais altas.

A incompetência deste governo é colossal.

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Diário de Notícias, dia 4 de Setembro de 2012, Link indisponível.

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Em apenas um mês – entre a terceira avaliação ao programa de ajustamento nacional, no início de abril, e o fecho do Documento de Estratégia Orçamental, no início de maio – as Finanças reviram fortemente em alta a receita prevista em impostos diretos no período de 2012 a 2015.

Os números inscritos nos quadros suplementares do DEO, enviados apenas a Bruxelas, mas entretanto distribuídos no Parlamento, mostram que o Governo está a contar agora com mais 3.855 milhões de euros em impostos do tipo IRS e IRC face ao que ficou inscrito nos quadros da troika.

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O Dinheiro Vivo perguntou às Finanças porque razão os impostos diretos vão subir tanto, mas não obteve resposta até ao fecho desta edição.

De manhã, no Parlamento, Vítor Gaspar tocou no assunto, ainda que de forma evasiva. “Estamos a estudar a reforma da tributação no quadro desta legislatura”, esperando para tal que a despesa pública desça e se afaste bastante dos 50% do Produto Interno Bruto (PIB).

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Notícia da comunicação social, dia 10 de Maio de 2012

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Mais uma previsão: “esperando que a despesa pública desça…”

VÍTOR GASPAR – UM MINISTRO IMCOMPETENTE QUE DISFARÇA BEM…

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* A Direcção-Geral do Orçamento (DGO) divulgou esta segunda-feira o boletim da execução orçamental do primeiro semestre, que mostra que as administrações públicas cumpriram em Junho o objectivo do saldo do segundo trimestre definido pelo programa de ajustamento: o défice foi de 4137,8 milhões de euros, menos 262,2 milhões do que o limite fixado pela troika.

O défice do Estado caiu quase 50% até Junho, atingindo os 3,2 mil milhões de euros, enquanto o défice da Administração Central (Estado mais Serviços e Fundos Autónomos, como universidades, institutos públicos e hospitais) e da Segurança Social atingiu os 1,23 mil milhões. Contudo, estas contas beneficiam do efeito da transferência da parte remanescente dos fundos de pensões dos bancários (no valor de 2,68 mil milhões), que fez disparar em 252,8% as receitas de capital.

As receitas fiscais continuam em queda, acumulando até Junho uma diminuição de 3,1%, acima do crescimento de 2,6% esperado no Orçamento do Estado Rectificativo (OER). Os impostos indirectos estão a ser os principais responsáveis pela derrapagem, caindo 5,2%, com destaque para o IVA (-1,8%).

Ainda assim, destaca a DGO, houve alguma recuperação face ao mês anterior, particularmente no caso do IVA. Até Maio, as receitas fiscais estavam a cair mais (-3,5%) e o IVA estava a apresentar um recuo de 2,8%. Já as receitas dos impostos directos (IRS e IRC) estão a aumentar 0,4%.

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Notícia da comunicação social, dia 23 de Julho de 2012

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Segundo fonte das Finanças, os números da execução orçamental vêm confirmar os riscos já identificados nas contas até Maio. Este será, aliás, um dos temas quentes que vai estar em cima da mesa na próxima avaliação da troika, no final de Agosto. Os últimos números do Instituto Nacional de Estatística – os únicos que são directamente comparáveis com os compromissos assumidos com a troika visto que estão expressos em contabilidade nacional (a óptica usada no reporte a Bruxelas) – mostram que o défice ficou em 7,9% no primeiro trimestre, bem acima da meta de 4,5% com que o Governo de comprometeu atingir no final do ano.

Segurança Social com excedente cada vez menor

Enquanto o Estado fechou o primeiro semestre com um défice de 3,2 mil milhões de euros, o subsector dos Serviços e Fundos Autónomos registou um excedente de 1,7 mil milhões. A contribuir para isso esteve a transferência para o Serviço Nacional de Saúde da primeira tranche de 750 milhões de euros para pagamento de dívidas em atraso.

O Orçamento Rectificativo prevê que, no total, sejam transferidos 1500 milhões, provenientes das receitas conseguidas com a transferência dos fundos de pensões dos bancários. O processo deverá ficar concluído até ao final de Agosto.

Já o saldo da Segurança Social continua a registar um excedente, de 273,8 milhões, mas cada vez mais tímido, devido ao impacto que a recessão e o desemprego estão a ter nas contas, diminuindo as receitas provenientes das contribuições e quotizações e aumentando as despesas com prestações sociais, nomeadamente com o subsídio de desemprego.

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Notícia da comunicação social, dia 23 de Julho de 2012

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* O cartaz está também relacionado com o conteúdo deste post

PEDRO PASSOS COELHO E O PSD: DÍVIDA PÚBLICA AUMENTA. Isto sim, é que é boa gestão…)

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Fiquemos pois,  galvanizados e em êxtase individual e colectivo perante tão magníficos resultados….

Um aplauso, impõe-se…

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Notícia da comunicação social, sobre os êxitos estrondosos deste governo, dia 23 de Julho de 2012

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Um aplauso, impõe-se…

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Mas não fiquemos preocupados nem em estado alarmista. Estes rapazes estão apenas  ganhar balanço, para chegarem rapidamente a valores superiores…