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Posts Tagged ‘ABUSO DE PODER

O PSD, PEDRO PASSOS COELHO E OS SERVIÇOS (SEMI) SECRETOS PORTUGUESES

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“Não há balbúrdia nos serviços secretos”

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Notícia (sobre as balburdias que o produto reciclado mal concebido que é primeiro ministro deita cá para fora)  da comunicação social, dia 3 de Fevereiro de 2012

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O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, admitiu hoje que não pode garantir que não haja abusos de poder nos serviços secretos portugueses, mas negou que haja “balbúrdia”, como acusou o Bloco de Esquerda.

(…”Não há balbúrdia nos Serviços Secretos”, assegurou Passos Coelho, ressalvando que “nenhum português, membro do governo ou deputado tem garantias absolutas” de que não haja abusos por parte dos detentores de cargos nos serviços de informações.

“Eu não as posso dar”, reiterou o primeiro-ministro, depois de Francisco Louçã lhe exigir “garantias institucionais” de que “não se repete um facto tão grave” como a questão dos contactos no telemóvel de Silva Carvalho, que saiu dos serviços de informação para o grupo económico Ongoing.

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Notícia da comunicação social, dia 3 de Fevereiro de 2012, a um jornal diferente do anterior

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“Não há balbúrdia nos serviços secretos”

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Um pequeno grupo de funcionários públicos que se juntou para recolher informação confidencial  sobre os restantes cidadãos e vender essa informação a empresas privadas de características duvidosas, não é uma balburdia, é um abuso de poder, ou talvez o contrário e passou a ser considerado normal…vejam só…

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O CULTO DO ABUSO DE PODER EM PORTUGAL

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No dia 29 de Março de 2009, no blog Agua lisa 6, o autor, João Tunes, inseriu este post:

agua-lisa-6-abuso-de-poder

(1) concordo inteiramente com o conteúdo deste post do Agua Lisa 6.

(2) Concordo inteiramente com a expressão, contida na frase ” banalização do abuso de poder”.

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No artigo “Exposição Darwin – Gulbenkian  13 de Fevereiro de 2009” já eu próprio tinha escrito o seguinte:

“…E como sempre em Portugal uma exposição que deveria começar a ser inaugurada às 7 horas da tarde começou perto das nove da noite.

Antes, pelas 4 horas da tarde, começou a existir um “beberete” , um lanche cocktail, um “get together” para que a fauna pseudo cultural pudesse aceder os faustos do império decadente.

Depois veio o rei mor deste espectáculo chacina.

O senhor Aníbal Cavaco silva, uma pessoa que de cultura nada tem, próximo da Opus dei, a organização anti Darwin por excelência, que conseguiu ocupar numa visita privada a exposição, conseguiu ocupar, escrevia, quase uma hora.

E o que era para começar à 7 da noite deu para eu percebesse, o porquê de não ter começado, quando sai do local as 8.15 da noite e vi a “comitiva a sair“. Iria começar quase perto das 9 da noite.

1500 pessoas aglomeravam-se como se fossem saldos, uma qualquer black friday do corte inglês, para entrar numa porta pequenina, à vez, para irem ver a exposição, que era vista em 5, talvez 10 minutos e saiam para  a rua por uma outra porta da Gulbenkian.

E quando eram 9 e 5 minutos da noite perante o vislumbre de 200, talvez 300 pessoas ainda em espera para entrarem para a exposição, uma das pessoas que mais destoava daquele ambiente (isto é, eu) saiu nos seus ténis cinzentos  e de casaco verde camuflado, para a rua, para ir apanhar o autocarro mais mais próximo (que horror, que proletário…) e ir para casa.

É verdade. Não vi exposição nenhuma e estive à espera dela…quase duas horas inteiras.”

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