DISSIDENTE-X

Posts Tagged ‘bens

AUSTERIDADE NUNCA FOI NECESSÁRIA E NÃO É NECESSÁRIA – OU OS BANCOS NÃO CONCORRERAM A ELEIÇÕES

Ø

PEDRO PASSOS COELHO - OS BANCOS NAO CONCORRERAM A ELEICOES

Ø

The greatest trick the devil ever played was convincing the world that he did not exist.”
Charles Baudelaire

“O maior truque que o Diabo alguma vez fez, foi o de convencer o mundo que não existia.”

Ø

Ou actualmente:

O maior truque que a  *classe social que vive de rendas (banqueiros, por exemplo) alguma vez fez, foi o de convencer o mundo que não existia.

Ø

*A teoria económica “moderna” decidiu criar um novo paradigma intelectual-económico.

Aboliu a distinção entre (1) riqueza produtiva e (2) riqueza improdutiva. Isto é, (1) entre riqueza tangível e visível derivada de produção e (2) riqueza extraida através de rendas (taxas de juro, comissões cobradas, spreads…), monopolios (parcerias público privadas e mercados garantidos pela supressão da concorrência ou concorrência inexistente…)  e ganhos de capital (accões, opções e derivados financeiros…)

Ø

O sistema fiscal está estruturado de forma a favorecer a propriedade, a finança e a securitização de bens, e contra a indústria.

O resultado é desastroso.

Ø

Em vez de criar ” riqueza”, o sector financeiro cria crédito (lança dinheiro na economia através de empréstimos).

Esse lançamento de dinheiro na economia, apenas serve para inflacionar preços e gerar sempre mais inflação. (especialmente no imobiliário, mas não só).

E contribui para o aumento do custo de vida; porque as pessoas pedem mais dinheiro emprestado (para pagar a sua casa…) e aumentam as suas dívidas.

Ø

O resultado é desastroso.

Uma combinação de dívida e deflacção.

ou:

pessoas cujo rendimento remanescente (que entretanto decresceu…) é usado não para comprar bens e serviços, mas para pagar dívidas.

Ø

O resultado é desastroso.

Em vez de se pagar impostos ao Estado, está-se simplesmente a pagar rendas a bancos.

O s bancos nao concorreram a eleições.

Ø

A única forma de resolver este impasse consiste em anular as dívidas.

Anular dívidas é uma decisão politica, e não uma decisão económica.

É mais racional continuar a destruir a economia, insistindo-se em pagar dividas impossiveis de pagar;

ou salvamos a economia às custas da classe parasita que empresta e vive de rendas?

Ø

A austeridade nunca foi necessária e não é necessária.

Ø

 RICARDO SALGADO ENTRA NO CONSELHO DE MINISTROS

Anúncios

Written by dissidentex

17/02/2013 at 13:51

OS “ÊXITOS” DO GOVERNO DO PSD (E CDS) NA ÁREA DO VESTUÁRIO E DA CONSULTA HOSPITALAR…

Ø

Três milhões sem comprar roupa

A política de austeridade não está apenas a deixar os bolsos dos cidadãos mais vazios. Está também a torná-los mais velhos e usados. Cerca de 2,96 milhões de portugueses, o equivalente a 34,4% da população com mais de 15 anos, não compraram qualquer peça de vestuário nova, entre o início de Abril de 2011 e o final de Março de 2012, de acordo com um estudo da Kantar Worldpanel, especialista em hábitos de consumo, encomendado pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição.

Os resultados são um sinal de que a privação económica está a afectar as famílias portuguesas. Apesar de o estudo não o indicar, o sociólogo e investigador do Observatório das Desigualdades, Renato Miguel do Carmo, diz serem as classes média e baixa as mais prejudicadas pela crise económica e financeira, levando-as a abdicarem de bens como o vestuário.

«Parece haver uma reconfiguração dos hábitos de consumo das famílias», refere ao SOL o investigador. «Tudo é cortado, até os bens mais básicos, como o vestuário e até a alimentação».

(…)

Tal obriga as empresas portuguesas do sector a cortarem custos – despedir trabalhadores e fechar lojas – para se adaptarem à redução do consumo. João Costa tem esperança que a economia atinja «um ponto de inversão».

Ø

Notícia da comunicação social, sobre os êxitos comerciais” da política de austeridade do actual conjunto de pessoas pouco recomendáveis que estão no governo, dia 26 de Junho de 2012

Ø

Ø

Dispara tempo de espera nas consultas hospitalares

Escreve o Jornal de Notícias que disparam tempos de espera para consultas e cirurgias. Os hospitais estão a piorar os tempos de resposta aos doentes encaminhados para primeiras consultas. No ano passado, só 1/3 dos urgentes teve resposta em um mês.

Segundo o Jornal de Notícias, no ano passado, só 33% dos doentes encaminhados pelos centros de saúde para uma consulta de especialidade “muito prioritária” conseguiram resposta dentro de um mês quando, no ano anterior, a capacidade de resposta dos hospitais era de 84%.

Ø

Notícia da comunicação social, sobre os êxitos do actual governo do PSD (e CDS) cheio de pessoas pouco recomendáveis, relacionado com os tempos de espera para atendimento na área da saúde.

Ø