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QUEM DETÉM A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA? (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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PEDRO PASSOS COELHO - UM GOVERNO DE ESQUEMAS

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Os donos da dívida

Não sabemos em detalhe quem detém os títulos da dívida pública portuguesa. * No entanto, as estatísticas europeias dão-nos indicações da identidade dos credores por grandes agregados: empresas não-financeiras residentes (empresas sediadas em Portugal), empresas financeiras residentes (bancos, companhias de seguros e fundos financeiros sedeados em Portugal) e resto do mundo.

Infelizmente «resto mundo» é demasiado vago. No entanto, a partir de dados disponíveis na página do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP) podemos discriminar a dívida ao Fundo Monetário Internacional (FMI), Mecanismo Europeu de Estabilidade Financeira (MEEF) e Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF). Se tirarmos do «resto do mundo» as parcelas respeitantes ao FMI, MEEF e FEEF ficamos com um agregado «outros não residentes» que inclui empresas financeiras, não financeiras e famílias estrangeiras.

O gráfico seguinte representa a evolução destas parcelas entre 2002 e 2011 (últimos dados disponíveis).

GRAFICO DE EVOLUCAO DA DIVIDA PUBLICA PORTUGUESA 2002-2011

Podemos constatar nesse gráfico que, de 2002 a 2008, o peso entre os credores do Estado português das empresas, bancos e fundos de investimento estrangeiros foi sempre superior a 50% e se foi acentuando, chegando aos 75%. A partir deste ano – o ano da grande crise financeira – os investidores estrangeiros foram abrindo mão dos títulos portugueses. Em final de 2011 já detinham menos de 50%.

O peso entre os credores do Estado português dos particulares residentes (famílias portuguesas) que era relativamente elevado em 2002 (25%) foi também diminuindo ao longo do período, situando-se em 5% em 2011.

** A partirde2010Em contrapartida, aumentou o peso dos bancos, companhias de seguros e fundos de investimento portugueses e, em 2011, surgiram os fundos europeus e o FMI como grandes credores de Portugal.

Em 2011, o FMI e os fundos europeus detinham 19% da dívida e prevê-se que venham a deter 34% em 2012 e mais de 50% em 2014.  Em 2012 cerca de 70% da dívida pública portuguesa será detida pelo FMI, os fundos europeus e o sector financeiro português e em 2014 esta percentagem poderá chegar aos 80%.

 *** Significa isto que ao longo da intervenção da troika os credores privados internacionais terão passado de uma situação, em 2008, em que detinham 75% da dívida portuguesa, para uma outra, em 2014, em que deterão apenas 20%. De 2008 a 2014 os credores privados internacionais ter-se-ão livrado dos títulos de dívida pública portuguesa.

**** Para isso mesmo pode ter servido a intervenção da troika: para limpar os balanços das instituições financeiras estrangeiras (sobretudo europeias) de títulos da dívida portuguesa tornados demasiado arriscados. Para onde transitou o risco? Para os fundos europeus e o FMI, isto é, para os cidadãos dos países da eurozona que estão a garantir as emissões de títulos destes fundos destinadas aos empréstimos a Portugal.

***** Na realidade o “resgate” a Portugal, que nós estamos a pagar da forma que se sabe, é o resgate de bancos europeus que emprestaram acima das suas possibilidades.  

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Autor:  José Maria Castro Caldas/auditoria cidadã, dia 2 de Dezembro de 2012

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Breves notas:

* Porque é que não sabemos em detalhe quem detém os títulos de dívida pública portuguesa? O que é que o governo de Portugal e as instituições que gerem estes montantes estão a esconder?

** A partir de 2010 os grandes bancos portugueses começaram a comprar dívida pública portuguesa. Estando eles próprios em dificuldades; o que lhes foi então prometido para que o começassem a fazer?

*** Se está tudo a correr tão bem na actual política do governo (segundo os próprios o afirmam…), porque é que os credores privados internacionais estão a abandonar a dívida pública portuguesa? E porque é que os bancos comerciais portugueses tomam o lugar deles?

**** Exactamente! Para onde transitou o risco?

***** Através da transferência do risco das entidades financeiras europeias para as entidades financeiras portuguesas que estão a fazer a chantagem económica, política e social que se sabe.

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DA TRAIÇÂO

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AS CONSEQUÊNCIAS DA DESINFORMAÇÃO SOBRE O COPYRIGHT

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«1992, o ano em que o Congresso Americano aprovou o Audio Home Recording Act, parece marcar o ponto em que as editoras que fazem lobby pelo copyright abandonaram a estratégia do Legal vs. Ilegal.

O objectivo destas editoras é convencer os nossos políticos a criarem uma lei de copyright total (sem excepções) e eterno. Ao mesmo tempo, desdobram-se em campanhas de propaganda com o objectivo de tentar convencer os cidadãos e autores que os cidadãos têm MENOS direitos do que os que a lei realmente dá.

Num ano recente, a primeira coisa que víamos quando nos aproximavamos da Feira do Livro de Lisboa era uma faixa enorme a dizer “Diga não à cópia”. Eu tenho livros com a mesma frase impressa.
As editoras e associações gestoras de direitos têm-se desdobrado em campanhas que têm como objectivo denegrir vocábulos como “cópia”, “fotocópia” ou “downloads”.

Recentemente, a APEL lançou um “estudo” sobre a dimensão da cópia ilegal de livros no Ensino Superior e Profissional em Portugal. Nesse “estudo”, a APEL descreve sete métodos de cópia e classifica-os a todos como ilegais.

Se confrontarmos o “estudo” com o Código de Direito de Autor e Direitos Conexos Português, verificamos que apenas dois (dos sete) métodos descritos são manifestamente ilegais.

No sumário executivo deste estudo (pág.12), é dito
“Apenas 3% dos estudantes dizem desconhecer a lei da proibição da fotocópia;”

Isto é absolutamente extraordinário: 97% dos estudantes inquiridos afirmam conhecer uma lei que não existe! Não existe em Portugal nenhuma lei com o título ou o tema “proibição da fotocópia”. As fotocópias não são proibidas em Portugal. Mal de nós se assim fosse porque isso significaria que tínhamos perdido o direito à cópia privada.

O estudo refere ainda por várias vezes a “lei da proibição da cópia integral”, que também não existe: quando o cidadão faz uma cópia privada pode fazer a cópia integral da obra.

Quando vocês passam um CD para o formato mp3, para o poderem ouvir no vosso leitor de mp3, estão a fazer uma cópia privada e têm todo o direito de fazer uma cópia integral. Nem faria sentido que vocês só pudessem passar uma parte do CD para mp3!

As únicas situações em que a lei restringe a cópia integral são aquelas em que a lei permite também a distribuição e disponibilização ao público dessa cópia. E é por permitir a distribuição e disponibilização ao público que a lei faz esta restrição e nunca por ser uma cópia.

Mas muitas vezes acontece (e eu já presenciei isto) um aluno ir à biblioteca requisitar um livro, dirigir-se a uma loja de fotocópias, pedir para fazerem uma cópia e dizerem-lhe que só podem fotocopiar x páginas ou x% do livro. Mas a lei não impõe nenhum limite à cópia privada.

Esta desinformação é muito útil às editoras e sociedade de gestão de direitos: se conseguirem convencer os cidadãos de que estes têm menos direitos do que os que realmente têm, quando conseguirem convencer os políticos a retirarem estes direitos da lei, os cidadãos não se vão queixar, pois acham que já não tinham esses direitos de qualquer maneira.

Esta propaganda tem e terá também efeitos práticos terríveis: nos últimos dias um conjunto de autores conseguiu deitar abaixo um site que facilitava o empréstimo de livros digitais legal.

O Lendink era um site que ajudava pessoas que compraram livros digitais na Amazon ou na Barnes & Noble a encontrar outras pessoas que quisessem emprestar os seus livros digitais. Quando isto acontecia, os utilizadores eram redireccionados para os sites da Amazon e Barnes & Noble onde o empréstimo era efectuado.

Alguns autores começaram a dizer no Twitter que não tinham dado autorização para empréstimo dos seus livros (o que é mentira porque deram essa autorização quando assinaram o contrato com a Amazon ou a Barnes & Noble), que o Lendink era um site pirata, que permitia o “roubo”, etc, numa caça às bruxas execrável.

(…) Este mês foi o Lendink, amanhã pode ser um site vosso. Não abdiquem dos vossos direitos, nem se deixem enganar: a lei portuguesa está disponível para toda a gente ler.»

Paula Simões (10/08/2012)

Via “O Peso e a Leveza”

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Written by dissidentex

11/08/2012 at 14:22

PEDRO PASSOS COELHO E O PSD: RICOS PAGARAM MENOS IMPOSTOS

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Notícia da comunicação social, sobre a criação de riqueza em Portugal, dia 17 de Julho de 2012

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 NOTA: Parece também ser fácil de perceber que os dados de 2011 e de 2012 , são MUITO piores que os de 2010 e 2009, mas o Correio da manha não perde oportunidade de dar uma bicada em Sócrates, metendo dados de 2010,quando os dos dois anos subsequentes já estão disponíveis.

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Passos promete distribuir “sacrifícios com mais equidade”

“Acreditamos que temos condições para honrar os nossos compromissos e seguir um caminho com outra justiça, que distribua os sacrifícios com mais equidade”, sublinhou.

Na declaração sem direito a perguntas, Passos apresentou-se com uma mensagem de confiança “ao País e aos portugueses”: “a crise em que Portugal tem vivido de há muito tempo a esta parte será enfrentada com determinação por todos nós”.

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Notícia da comunicação social, quando valia dizer tudo para se ganhar eleições, dia 23 de Março de 2011

PINGO DOCE – A EMPRESA QUE FAZ A FESTA E MANDA A CONTA PARA TERCEIROS PAGAREM

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Uma empresa que é um embaraço para Portugal.

Uma empresa que está  a mais neste país.

Uma empresa que ataca todos os fundamentos de economia de mercado, praticando o comunismo da venda abaixo do preço de custo, com a agravante de mandar as contas para terceiros.

Uma empresa que canibaliza os pequenos produtores.

Uma empresa que paga impostos na Holanda, mas faz as festas em Portugal…

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Produtores em risco

Mas o presidente da Centromarca assegura que não é isso que está a acontecer. “Aquilo que está a ser pedido a cada um dos produtores poderá não ser exatamente a mesma coisa. Os temas andam à volta de um aumento de margem pedido pelo distribuidor, que variará entre os 2 e os 3,5% a partir de maio; uma verba em valor absoluto que o produtor teria que entregar ao Pingo Doce; uma renegociação de contratos e verbas para reforço de contratos”, explicou João Paulo Girbal.

Para além do Pingo Doce, o presidente da Centromarca, que representa mais de 50 empresas e 900 marcas, admite que faturas semelhantes poderão estar a ser apresentadas aos produtores nacionais por outras cadeias de distribuição alimentar.

“As notícias que eu tenho referem-se mais ao Pingo Doce, mas a partir do momento em que começa a haver outras campanhas, a situação alarga-se. Estão a ser pedidas comparticipações em algo em que a produção não foi vista nem achada”, disse.

“A prazo, o que nós vemos é o desaparecimento do emprego, da produção local, aquela que se faz em Portugal, e um eventual aumento das importações nas áreas em que deixamos de ter capacidade produtiva”.

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Notícia da comunicação social , sobre os que fazem a festa, mas mandam as conta para a sociedade e para os produtores, dia 25 de Maio de 2012.

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Na Inglaterra saiu um artigo que explica como os supermercados fazem promoções falsas.

Chamado: “os truques por detrás das chamadas promoções especiais que na realidade custam-nos mais”.

Transcreve-se em inglês. Sobre as práticas do “Tesco” e do “Sainsbury”, o Pingo Doce e o Continente lá do sítio.

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Supermarkets are tempting shoppers with bogus special offers including some where prices are put up rather than down, researchers say.

They identified a series of cases suggesting stores are manipulating prices to give the illusion of savings rather than offering genuine reductions.

Consumer champion Which? surveyed more than 700,000 products over a year and found dodgy deals on everything from fresh fruit to pet food.

Supermarkets have run major price promotions over the past three years, insisting they are helping families negotiate the cost of living squeeze.

But Which? found products sold as a multi-buy which were more expensive than when bought individually.

For example, Asda doubled the price of a single Müller yoghurt from 30p to 61p as it put them on multi-buy at ten for £4. The price went back to 30p when the offer ended.
Which? also found examples of products on offer for weeks on end after being sold at the ‘original’ higher benchmark price for only a short period.

Tesco sold Beck’s beer for 190 days on discount and only 70 days at the supposedly original higher price.

 
 

Often, stores will put up prices for a short period before an offer. Online grocer Ocado raised the price of strawberries from £3.89 to £4.38 for 13 days. They were then sold as ‘Was £4.38 now £2.19/£2.29/£2.25’ for 112 days.

Stores may also use a high price applied long ago as the benchmark for claims of a reduction.

Asda was selling Aquafresh Milk Teeth Toothpaste with a label boasting ‘was £1.74, now £1.15’. Which? never found it being sold at £1.74.

Which? says rules which should stop stores pulling the wool over customers’ eyes do not work and need toughening.

The supermarkets blamed human error. Tesco said: ‘We make every effort to ensure we act in accordance with government guidelines.’ Asda said: ‘We are only human and occasionally make mistakes.’

Sainsbury’s said: ‘We would never seek to mislead our customers.’

And Morrisons said its multi-buy prices are always cheaper per unit than the standard price. Ocado blamed an isolated error for the pricing claims on its strawberries.

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Notícia da livre comunicação social inglesa, que fala sobre as manipulações de preços, dia 24 de maio de 2012

O DESEMPREGO EM PORTUGAL PROMOVIDO PELO PSD E POR PEDRO PASSOS COELHO – OS GRANDES ÊXITOS DESTE GOVERNO…

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Especialistas dizem que novo código vai agravar o desemprego

Porque sobe tanto o desemprego em Portugal? As empresas estão a querer despedir mais? Diogo Leote Nobre considera que há uma necessidade de sobrevivência que obriga a reduzir custos. Já Fausto Leite admite aproveitamento, por parte das empresas, para se livrarem de trabalhadores. Ambos concordam que as alterações previstas ao Código do Trabalho podem agravar o desemprego.
Diogo Leote Nobre, partner da Cuatrecasas, Gonçalves Pereira

“As empresas têm de reduzir custos e são obrigadas a despedir”

O que motiva este aumento da taxa de desemprego? As empresas estão a querer despedir mais?
Este aumento não tem rigorosamente nada a ver com qualquer mudança na legislação do trabalho, porque as alterações ainda não estão em vigor. Ainda terão que ser promulgadas. O que me parece é simples: as empresas têm de reduzir custos, sob pena de entrarem até em processo de insolvência. Como não se pode reduzir ordenados, sem reduzir o horário de trabalho, as empresas estão a ser obrigadas a despedir. Quer seja por necessidade de reduzir a sua actividade, quer tenha a ver com a necessidade de reduzir despesas, as empresas não têm alternativa se não negociar. Na minha carreira nunca assisti a tantos acordos para a cessação de contrato de trabalho.

Os trabalhadores estão mais resignados com a perda do emprego?
Os trabalhadores têm a percepção de que as empresas não têm alternativa e sentem que a situação vai piorar ainda mais. Antevêem mais mudanças. Há uma percepção psicológica que vai ser cada vez pior e não é de descartar outros pacotes legislativos que possam limitar ainda mais esta situação. Por exemplo, se Portugal precisar de um segundo pacote de ajuda, esse novo apoio pode vir acompanhado de novas medidas de âmbito laboral.

As alterações ao subsídio de desemprego são encorajadoras da procura de trabalho?
É quase ofensivo o Governo dizer que servirá de incentivo. Não há quem esteja a contratar, isso é um argumento demagógico. A questão é que também não há incentivos à contratação. Não vejo, nas alterações legislativas, nenhuma medida que promova a contratação. Não me parece que as alterações previstas do Código de Trabalho fomentem a criação de emprego.

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Notícia da comunicação social, dia 18 de maio de 2012, relacionada com os “êxitos do actual governo”em matéria de desemprego.

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Mais de metade dos jovens desempregados não aparecem nas estatísticas oficiais de emprego porque já desistiram de procurar trabalho, declarou hoje a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

O desemprego entre jovens de 15 a 24 anos está nos 22,6% para a média dos 30 países da OCDE – sete pontos mais que em 2007. Em alguns países, contudo, a situação é muito mais grave: em Espanha e na Grécia a taxa ultrapassa os 50%, em Portugal está nos 36,1%, mas mesmo assim a taxa de desemprego “não reflete toda a realidade”, alerta a OCDE.

“Muitos jovens que abandonaram o sistema de ensino deixaram de aparecer nas estatísticas de emprego”, lê-se num comunicado da organização, estimando em 23 milhões o número de jovens sem trabalho. “Mais de metade desistiu de procurar por emprego”, afirma o documento.

Para a OCDE, há “uma preocupação crescente de que uma proporção significativa e cada vez maior da população esteja em risco de um desemprego ou inatividade prolongados”.

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Notícia da comunicação social, dia 18 de maio de 2012, sobre a juventude hedonista e ambiciosa que acha que deve ter um emprego, que é , como se sabe, um luxo próprio de países.

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Contratados a prazo pagam fatia de leão do desemprego recorde

Valem só 20% dos trabalhadores por conta de outrem, mas são os que mais contribuem para a subida do desemprego

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Os trabalhadores contratados a prazo são apenas um quinto do total de trabalhadores por conta de outrem, mas é desta esfera menos protegida pela lei laboral que estão a sair mais pessoas para o desemprego, segundo dados a que o iteve acesso.

Nos primeiros três meses do ano saíram cerca de 60 mil contratados a prazo para o desemprego, mais 12 mil que o registado pela esfera de trabalhadores com contratos sem termo. O regresso ao emprego é também feito sobretudo com recurso a contratos a prazo (mais do dobro dos permanentes).

(…)

Notícia da comunicação social, dia 18 de Maio de 2012, sobre os luxos  que os portugueses querem ter, especialmente os contratados a prazo, (” a tal técnica jurídica de empregabilidade que ia reduzir o desemprego…)

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PINGO DOCE: VÃO ENVIAR A CONTA DA PROMOÇÃO DE 50% AOS FORNECEDORES…

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Pingo Doce começou a cobrar custo da promoção de 50% a fornecedores

O hedonismo comercial irresponsável e relativista (mas de ética cristã pura e cristalina…) envia as contas a terceiros. Esta é uma empresa que deve ser considerada predatória, indesejável e personna non grata em Portugal.

 – Pratica-se  dumping e preços predatórios; – Com uma promoção ilegal de 50 % de desconto sobre os produtos postos à venda;
– Após  a terem colocado em perigo físico os clientes com a confusão que se seguiu;
– A polícia de segurança publica teve que ser alocada para para conter os desacatos nas lojas deles; essa não é a função principal da polícia;
– Após terem atacado o dia primeiro de maio como dia do trabalhador, tentando transformá-lo em dia do consumidor.

Esta empresa indesejável, irresponsável, e perigosa para a economia portuguesa, que ataca pequenos produtores expulsando-os da sua área de vendas, depois de lançar a confusão, vem fazer repercutir os preços da promoção nos fornecedores.

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UMA EMPRESA QUE É UMA VERGONHA PARA PORTUGAL E UM EMBARAÇO PARA OS PORTUGUESES.

PINGO DOCE: UMA EMPRESA QUE GOZA OS PORTUGUESES E OS MANIPULA E AO MESMO TEMPO VIOLA A LEI DE CONCORRÊNCIA

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A empresa que não paga impostos em Portugal (indirectamente contribuindo para que o cidadão português comum pague mais pelos serviços que lhe são fornecidos pelo Estado, precisamente porque estas empresas predadoras fogem aos seus deveres fiscais e patrióticos de pagarem impostos em Portugal…) chamada Pingo Doce, decidiu gozar com os mesmos portugueses a quem já goza mensalmente precisamente porque não paga impostos e lançou uma promoção BASEADA EM DUMPING E PREÇO PREDATÓRIO, destinada a atacar o dia 1º de maio como referência histórica ao dia do trabalhador.

Isto  (o desconto de 50 euros) viola claramente leis da concorrência, (afectando a comunidade)  mas pelos vistos não se passa nada…uma vez que se trata de uma empresa “amiga” do actual governo, e que até teve um responsável da mesma a fazer campanha eleitorais de pessoas ligadas à área política do actual governo.

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Notícia da comunicação social, dia 1 de Maio de 2012

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” Preço predatório é uma conduta que se verifica quando uma firma reduz o preço de venda de seu produto abaixo do seu custo, incorrendo em perdas no curto prazo, objetivando eliminar rivais do mercado ou criar barreiras à entrada de possíveis competidores para, posteriormente, quando os rivais saírem do mercado, elevar os preços novamente, obtendo, assim, ganhos no longo prazo.”

Wikipedia

Dumping é uma prática comercial que consiste em uma ou mais empresas de um país venderem seus produtos, mercadorias ou serviços por preços extraordinariamente abaixo de seu valor justo para outro país (preço que geralmente se considera menor do que se cobra pelo produto dentro do país exportador), por um tempo, visando prejudicar e eliminar os fabricantes de produtos similares concorrentes no local, passando então a dominar o mercado e impondo preços altos. É um termo usado em comércio internacional e é reprimido pelos governos nacionais, quando comprovado. Esta técnica é utilizada como forma de ganhar quotas de mercado.

Wikipedia

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No interior da loja era agora difícil circular. Os milhares pessoas com os carros das compras cheios até cima não davam espaço para se passar.

Quem não conseguia carros de compras, optava por soluções imaginativas. Alguns arrastavam pelo chão enormes pedaços de cartão com dezenas de produtos em cima. Outros carregavam dezenas de sacos dos mais variados tamanhos igualmente cheios de produtos.
Pelo chão da enorme superfície comercial havia centenas de produtos abandonados. Pacotes de esparguete, arroz, latas de salsichas, garrafas de vinho partidas, entre outros, dificultavam ainda mais a circulação.

O ambiente era, porém, festivo. As pessoas riam, gritavam. Estavam visivelmente satisfeitas. “Isto havia de ser todos os dias. Acaba logo a crise”, gritava uma mulher para quem a queria ouvir.
Outra cliente revelava aos parceiros de fila que tinha chegado à superfície comercial às 10h e garantia que ninguém a tiraria dali sem as compras.

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Noticia da comunicação social, relativa a manipulados que não pensam e que tentam imitar o comportamento dos gorilas na selva, mas fazendo-o na cidade e na civilização, dia 1 de maio de 2012.