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JOÃO CÉSAR DAS NEVES E MAIS UM ATAQUE À DEMOCRACIA…

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Temos aqui (um pequeno exemplo) de como a materialização no concreto e na prática de como os conceitos de (falsa) tolerância adoptados pelas esquerda política após os 25 de Abril permitiram que abominações como este senhor do qual transcrevo uma notícia do Jornal Metro de 23 de Outubro de 2008, emerjam e sistematicamente pratiquem um discurso anti democracia e anti pensamento científico. (Apesar dos defeitos que ambos tem…)

São os “ressaltos” disso, do falso conceito de tolerância, que se materializam 30 anos depois, na prosa repugnante deste senhor, no asco que este discurso mete, pela apologia constante do totalitarismo, pelos ataques sistemáticos á democracia, como sistema político e social.

Nesta coluna de veneno, o senhor Neves decide escrever sobre cuidados paliativos, isto é, ajudar uma pessoa que está a morrer, a morrer com menos sofrimento e com mais dignidade.

O senhor Neves odeia os cuidados paliativos.

Odeia que uma pessoa possa morrer com dignidade. Porque a Igreja Católica e a corrente dentro da Igreja católica a qual o senhor Neves odeiam a dignidade e odeiam o actual conceito de morte que existe nas sociedades actuais.

Para eles, (Neves e companhia) todos devem viver e morrer cheios de sofrimento. Só assim alcançarão algo de melhor na vida do além…

Por isso, e como é óbvio, o senhor Neves odeia a ciência e a medicina em particular por esta ter permitido que se possa morrer, apesar de tudo, actualmente melhor, do que nos tempos gloriosos da Inquisição e das pessoas mandadas queimar na fogueira pelos antepassados cristãos do senhor Neves.

É apenas e só pelo facto da ciência criar um pensamento “científico” que afasta a crendice que o senhor Neves e os amigos do senhor Neves gostam muito que o senhor NEVES ARROTA O VENENO:

“O nosso tempo tem uma confiança cega nas possibilidades cientificas de regulação da nossa existência”.

Pergunta-se?

E porque não deveria ter?

A resposta, de acordo como senhor Neves, deve-se ao facto de a ciência condenar as pessoas a uma situação em que “ a vida tem de ser vivida dentro de um espartilho de teorias e modelos, técnicas e diagnósticos , regulamentos e sondagens, rigor cientifico e solidez epistemológica .

O senhor Neves é economista e professor Universitário de profissão.

Estará o senhor Neves a dizer-nos que a vida não deve ser vivida na Economia ( o senhor Neves é professor de economia) com esta coisas todas acima enunciadas?

Pelo meio fala de modas culturais do momento ( por oposição à Igreja católica e aos seus 2000 mil anos de existência e às doutrinas da mesma com igual idade…) como se algo relacionado com a morte e com a maneira como se morre fosse uma “moda do momento”.

E como se fosse o senhor Neves o autorizador mor de alvarás que decretam qual é a moda do momento aceitável e qual não é.

Imbuído também do mais alto grau de loucura ainda diz que ” Que vida tão boa que eles querem que nos vivamos”

Eles quem? Os mesmos especialistas de economia e gestão que criaram os modelos econométricos que o senhor Neves não gosta? Mas o senhor Neves não é economista?

(ao usar a expressão “eles” o senhor Neves deve estar a fazer um exercício pessoal de cariz prático, libertando-se a si mesmo da canga dos espartilhos e das teorias… e libertar-se assim pessoalmente e simbolicamente desses malandros cientistas e ateus que nos obrigam a morrer de acordo com as modas do momento…)

Está a pensar demitir-se da profissão? Renegar o “poder mágico dos números” como solução para organizar a vida em sociedade?

O mais espantoso é que ainda termina, dizendo que não quer morrer afogado em peritos que andaram anos na Universidade para aprenderem a maneira como eu devia “bater a bota”.

Senhor Neves. Faço-lhe um apelo. Demita-se da sua Universidade em protesto! Faça greve de fome! Organize uma manifestação!

De cada vez que estiver com gripe e quiser tomar uma aspirina, não o faça, uma vez que a aspirina foi produzida de acordo com:

“um espartilho de teorias e modelos, técnicas e diagnósticos , regulamentos e sondagens, rigor cientifico e solidez epistemológica.

Não tome vacinas, senhor Neves!

As teorias e os espartilhos são maus…especialmente porque são ciência e o senhor Neves odeia uma parte do pensamento científico.

Só a doutrina da igreja misturada com o neoliberalismo económico misturada com pensamento neo medieval é que são bons e desde que seja o senhor Neves a afirmá-lo.

OS MILHÕES DA IGREJA CATÓLICA

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FONTE: NOTÍCIA DESTAK DO DIA 19 DE MARÇO DE 2008
CITA-SE NOTÍCIA COMPLETA

Os milhões da Igreja

19 | 03 | 2008 10.46H

Hotéis, urbanizações, acções e fundos de investimento são negócios que movimentam milhões de euros e que são controlados em Portugal por padres de dioceses e santuários.

Por muito bem que corram alguns tipos de investimentos, dificilmente têm uma valorização semelhante a um grande loteamento que os salesianos possuem em Vendas Novas.

Segundo a SÁBADO, este negócio estava parado até ao Governo ter decidido transferir a construção do novo aeroporto de Lisboa da Ota para o Campo de Tiro de Alcochete, a 20 minutos de Vendas Novas. Foi uma espécie de Euromilhões.

Este negócio de 5 milhões de euros está nas mãos do padre Manuel Pinhal, um salesiano que fez voto de pobreza e que vive mensalmente de um fundo de maneio que oscila entre os 200 e os 300 euros.

Mais a norte do País, a Irmandade de Nossa Senhora da Penha, controlada pela Arquidiocese de Braga, contribuiu com cerca de 300 mil euros para a construção do teleférico que liga Guimarães ao santuário. Esta arquidiocese também controla 70% de quatro hotéis junto ao Santuário do Bom Jesus e investiu 4,5 milhões de euros num Spa da Confraria do Sameiro.

O património global da Igreja nacional impressiona: mais de 20 mil edificios, entre santuários, igrejas, capelas, seminários, templos e museus. A Igreja também tem beneficiado de um aumento no número de contribuintes que doam 0,5% do seu IRS. Em 2007, o montante chegou aos 11,2 milhões.

Estamos a falar de uma empresa privada que já anda há 2000 mil anos neste negócio.

Em 21 de Setembro de 2008 temos o Boomerang que volta sempre e acerta sempre nesta empresa. Só temos que estar atentos…

FONTE: CORREIO DA MANHÃ – 21 DE SETEMBRO DE 2008

IGREJA CATÓLICA, ESLOVÉNIA, PORNOGRAFIA.

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Na Eslovénia a pornografia evangeliza. Os actores são os seguintes:

1. Duas empresas de televisão/Internet / telecomunicações. Chamadas ” T-2″ (privada) e ” Slovenia Telecom”(Estatal).

2 . A empresa “privada” vai à frente. Os neo liberais dirão que tal se deve à superior eficiência da gestão privada da empresa. Parece que não é o caso. A única coisa que distingue a superioridade de mercado da empresa privada é a oferta de filmes pornográficos de forma generosa. Estranheza? Nenhuma. Excepto pelo facto de a proprietária da estação de televisão T-2 ser a Igreja católica. Da Eslovénia.

Estranhos são os caminhos do senhor …ESLOVÉNIA-ICAR

O triple play da T-2 tem assim, realmente, uma vantagem competitiva extra. Até um esquilo ou um crocodilo a gerir a empresa obteriam os maiores e melhores resultados de gestão.

3. A empresa fundadora da T-2 e dona chama-se Zvon Ena. A Zvon Ena é uma holding. Uma empresa que congrega várias empresas. A igreja católica da Eslovénia através da conferência episcopal de Maribor detém a maioria absoluta de capital da Zvon Ena. A zvon Ena detem a maioria do capital da T-2

4. A holding Zvon Ena detem várias outras empresas. Bancos, outras holdings, hotéis, etc. É a dona também da « Gospodarstvo rast » a empresa que responde directamente à conferência episcopal da Eslovénia, que foi quem fundou esta empresa e a localização de ambas é na cidade eslovena de Maribor. Quando se fazem buscas no Google, por «Gospodarstvo rast » quem “responde” à busca pela palavra ” Gospodarstvo rast”, é o endereço online da Zvon Ena.
ICAR-ESLOVÉNIA-2

Esta é uma sucursal estrangeira da mesma empresa privada chamada Igreja católica que, em Portugal, há um ano atrás, fez campanha contra a liberalização do aborto até às 10 semanas e tenta condicionar, sempre que pode e a deixam, os comportamentos sexuais dos portugueses, quer na sua vida pública, quer privada. Que só a eles diz respeito.

No entanto, na Eslovénia … não se incomoda com a pornografia, dado que está a ganhar dinheiro – bastante dinheiro com ela. E a obter poder, muito poder com ela. Eu, realmente, não percebo nada de moral. Suspeito que não quero perceber nada de moral.

ADENDA, dia 15 de Janeiro de 2008 – Ver caixa de comentários.

O VATICANO, quer orações mundiais em honra das vitímas de pedófilos.

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Um blogger rival de uma pequena rede concorrente, pediu encarecidamente, uns comentários acerca de 3 míseros posts ( nada mais nada menos que 3 míseros posts, coisa pouca) que produziu para tentar manter a rede rival à tona. Não querendo contribuir para as quebras da concorrência, por falta de solidariedade competitiva e solidariedade em geral oferece-me dizer umas coisas e passar a palavra acerca de, pelo menos, um dos míseros posts. (As notícias segundo as quais isto seria uma fábrica de posts são manifestamente exageradas…)
O post comentado é um post religioso sobre o facto do Vaticano, essa tão pitoresca instituição ter decidido pedir uma “oração mundial” pelas vitimas de pedofilia; praticada essa pedofilia por padres. Isto é, por membros da empresa privada Vaticano. Reacções blasfematórias podem ser também encontradas por aqui.
IGREJACATÓLICA1

Que generosidade. Que altruísmo, meu Deus… É com um Vaticano destes que eu quero casar a minha filha!

Pelo meio, numa operação de marketing e vendas promocionais assaz assinalável, ainda se quer que também se reze pela falta de padres.

Compre dois e pague um.

Pela falta de padres que pratiquem pedofilia ou dos outros? Nunca se saberá que as acções promocionais estão dentro do segredo comercial.
É no entanto de asco o que aqui está dado que estamos a falar de pessoas que, por um lado, tem superioridade intelectual, de experiência e de idade (padres) sobre crianças que apenas tem imbuídos em si mesmos conformismo, temor reverencial, aceitação e obediência.
Para as vitimas a oração não resolve nada. Para o Vaticano é uma maneira de tentar sabotar os sistemas de justiça dos Estados, tentando criar a confusão na cabeça das pessoas. Segundo a qual , a “expiação da pena” será resolvida com oração. E que apenas1% dos padres é pedófilo.
E depois?
A instituição que os forma não é culpada?
Segundo esta lógica que aqui se tenta apresentar, não. Apenas passa pelos intervalos do vento.

Proponho ao Vaticano uma nova oração.

IGREJACATÓLICA2

Written by dissidentex

08/01/2008 at 22:40