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PEDRO PASSOS COELHO, VÍTOR GASPAR E O PSD: UM PARTIDO DE FALHADOS E INCOMPETENTES QUE ESTÃO A AGRAVAR O RISCO DE BANCARROTA DE PORTUGAL (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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A probabilidade de incumprimento da dívida portuguesa num horizonte de cinco anos agravou-se. Segundo a CMA DataVision, subiu de 35,17% no fecho de terça-feira para 35,79% no fecho de hoje, ao começo da noite. Tendo mostrado uma trajetória de melhoria durante a manhã, tendo chegado a um nível de risco de 35,16%, inverteu o movimento à tarde.

O preço dos credit default swaps (seguros contra o risco de incumprimento, acrónimo cds) subiram de 487,22 pontos base no fecho de terça-feira para 497,95 pontos base no fecho de quarta-feira.

Em relação a segunda-feira, o risco subiu de 35,23% para 35,79% e o custo dos cds de 488,15 para 497,95 pontos base.

Em virtude do agravamento de hoje à tarde, Portugal voltou a subir para o 7º lugar no “clube” dos 10 países com mais alta probabilidade de incumprimento, um ranking da CMA DataVision. Ontem havia descido para a 8ª posição.

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Notícia da comunicação social, dia 5 de Outubro de 2012

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O dinheiro que hoje temos para gastar é inferior ao que tínhamos há 12 anos.  As famílias estão a ver o seu nível de vida a recuar anos: primeiro, devido à crise mundial, que estalou em 2008, e, mais recentemente, a queda acentuou-se, com o pedido de ajuda externa em 2011.

(…)

Desde há uma década subiram os impostos, os preços dos bens alimentares, os preços dos transportes, dos combustíveis, da luz, gás e água, das rendas e o custo de vida em geral, e com a entrada do Governo de Passos Coelho em 2011, as mudanças foram muitas e gravosas para a maior parte das famílias.

Foram cortados subsídios, aumentaram os preços dos transportes em média em 15%, aumentou o IVA no gás e electricidade de 6 para 23%, houve uma sobretaxa extraordinária no IRS, o IVA aumentou também nos bens de consumo e aumentaram os impostos sobre automóveis e imóveis.

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Notícia da comunicação social, dia 3 de Outubro de 2012

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NOKIA SIEMENS PEDE DINHEIRO EMPRESTADO PARA DESPEDIR 17 MIL EMPREGADOS

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A Nokia Siemens conseguiu um empréstimo de 1,2 bilhão de euros, segundo o jornal Financial Times. O dinheiro será usado principalmente para financiar o programa de demissões, que tem como meta reduzir em 23% a quantidade de funcionários da companhia, o equivalente a 17 mil postos de trabalho ao redor do mundo. O empréstimo será concedido por um grupo de 14 bancos europeus e norte-americanos. Do total acertado, 600 milhões de euros terão prazo de um ano

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Notícia da comunicação social, dia 24 de Janeiro de 2012

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Página 10:

”na nossa empresa, cada um pode trabalhar tanto quanto queira…” … os governos e as regras por estes impostas ao mundo do trabalho perderam todo o significado…”contratamos os nossos empregados por computador, eles trabalham por computador e são despedidos por computador“.

Algures no diálogo do texto, David Packard, o co-fundador da Hewlett Packard (produção de impressoras e computadores) faz uma pergunta a Jonh Cage da Sun Mcrosystems:

” …– de quantos empregados necessitas verdadeiramente, John? – “ Seis, talvez oito, responde secamente Cage. Sem eles estávamos tramados…” – E quantas pessoas trabalham actualmente para a Sun systems? Gage responde:- …” Dezasseis mil. Tirando uma pequena minoria são reservas de racionalização.”

Não se ouve o mais pequeno murmúrio na sala: para os presentes, a ideia de existirem legiões de desempregados potenciais ainda insuspeitos é algo de obvio. Nenhum destes gestores de carreiras, que auferem chorudos salários, provenientes dos sectores e dos países de futuro, acredita ainda que se possa vir a encontrar, nos antigos países e em todos os sectores, um numero suficiente de empregos novos e correctamente remunerados nos mercados em crescimento, com o seu grande consumo de tecnologia.-no próximo século, para manter a actividade da economia mundial, dois décimos da população activa serão suficientes.- Mas e os restantes? Será possível imaginar que 80% das pessoas que desejam trabalhar não vão encontrar emprego?

– Não há duvida que os 80% restantes vão ter problemas consideráveis, afirma o autor norte-americano Jeremy Rifkin que escreveu o livro “The end of work…”

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Post: A armadilha da globalização

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Esta é a sociedade maravilhosa que nos prometeram…

Uma sociedade onde se pede dinheiro emprestado não para investir em novos produtos e serviços, mas para despedir pessoas.