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EX-PRESIDENTE DO BCP LIDERA MOVIMENTO DOS REFORMADOS MILIONÁRIOS INDIGNADOS QUE GOZAM COM OS RESTANTES PORTUGUESES…

 

FILIPE PINHAL - BANQUEIROS INDIGNADOS.JPG

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Notícia da comunicação social, dia 2 demarço de 2013, sobre os problemas de banqueiros milionários e as suas reformas douradas.

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FILIPE PINHAL - REFORMA MODESTA DE 14 MIL EUROS.JPG

Não é suficiente? Não é um bom  contributo de solidariedade de Pinhal para acorrer à situação em que o país se encontra?

Filipe Pinhal, na condição de bancário indignado, é hoje o melhor apoiante de Passos Coelho.   

Certamente que o primeiro-ministro lhe diria: Oh homem indigne-se. Grite mais alto, dê entrevistas nos jornais, vá às televisões a ver se o governo consegue passar a mensagem.

Este mês, o Tribunal Constitucional deverá pronunciar-se sobre a inconstitucionalidade, ou não, da contribuição especial de solidariedade.

Será a salvação para os 70 mil euros de Pinhal?

Se o for, salvando também milhares de euros de muitas outras pensões milionárias, como vai o Tribunal Constitucional explicar aos portugueses a sua decisão?

Recorde-se que em França, há dois meses, o Tribunal Constitucional francês (Conselho Constitucional) pronunciou-se sobre matéria semelhante, em relação ao imposto de 75% para os milionários franceses, e aparentemente não decidiu pela inconstitucionalidade do mesmo (em violação do princípio da proporcionalidade), preferindo levantar a questão da igualdade entre os mais ricos em virtude do imposto ter uma base pessoal e não levar em conta os rendimentos do agregado familiar do milionário.  

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Notícia completa da comunicação social, sobre as dificuldades de se viver com 14 mil euros por mês de um banqueiro milionário, dia 4 de março de 2013

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FILIPE PINHAL - ANTIGOS GESTORES DO BCP GANHAM 6.5 MILHOES POR ANO.JPG

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Notícia da comunicação social, sobre as dificuldades financeiras dos antigos gestores doBCP

OS ÊXITOS DO PSD ENQUANTO GOVERNO: PORTUGAL TEM O OITAVO PIOR RATING DO MUNDO (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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VITOR GASPAR - CONTAS EM ANANASES

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Apesar das agências de rating serem entidades com credibilidade zero, eram apontadas – antes das eleições legislativas de 5 de Junho de 2011 – como sendo altamente credíveis, e seriam estas entidades que iriam  credibilizar o país assim que verificassem que o senhor Passos Coelho fosse primeiro ministro.

PORTUGAL - O OITAVO PIOR RATING DO MUNDO

O estudo “Sovereign Data Comparator” mostra que a República portuguesa é, nesse grupo de países, a que tem piores perspetivas económicas para os dois próximos anos: a Fitch prevê uma recessão de 3,2% este ano, seguida de nova contração de 1,5% no próximo e uma retoma insípida de 0,8% em 2014.

No grupo de Portugal,  surgem ainda Uruguai, Filipinas, Macedónia, Hungria, Guatemala e Costa Rica, mas todos vão crescer mais do que a economia nacional.

Portugal foi atirado para o lixo em novembro de 2011 pela Fitch (as outras agências S&P e Moody’s fizeram o mesmo). A avaliação foi reiterada em novembro deste ano, com a empresa a dizer que a nota do país “reflete o progresso feito no âmbito do programa do Fundo Monetário Internacional e da União Europeia até à data”, mas manteve a perspetiva negativa, ameaçando o país de novo corte na classificação.

Razão: os riscos políticos, de implementação e macroeconómicos” associados à aplicação do programa de ajustamento.

Ainda de acordo com a Fitch, o país pior classificado do mundo é a Argentina (com rating CC), logo a seguir vem a Grécia (com CCC).

Angola, que se está a tornar num dos maiores parceiros comerciais e de investimento de Portugal, tem um rating BB-, apenas um nível abaixo.

No mundo há apenas 15 países com rating máximo (AAA), seis deles da zona euro: Áustria, Finlândia, França, Alemanha, Luxemburgo e Holanda.

Para já Portugal não está a contrair empréstimos (emissões de obrigações) aos mercados de dívida de longo prazo, pelo que o rating não é uma questão sensível. No entanto, em 2013, o processo de regresso aos mercados tornará estas polémicas avaliações e opiniões das agências de rating numa questão relevante já que contribuem para agravar o custo das colocações de dívida.

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Notícia da comunicação social, dia 10 de Dezembro de 2012

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” Lisboa, 24 mar (Lusa) — O dirigente do gabinete de estudos do PSD Carlos Moedas defendeu hoje em declarações à agência Lusa que, com as reformas que um futuro Governo social-democrata vai aplicar, as agências ainda vão subir o ‘rating’ de Portugal.

Segundo Carlos Moedas, que é um dos principais conselheiros do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, os mercados “olham para uma nova equipa de gestão como uma boa notícia”, porque “há muito tempo não dão credibilidade ao Governo português”.

No seu entender, “assim que os mercados incorporem a informação de que o PSD vai respeitar as metas do défice, e fará tudo o que for necessário para que se cumpram essas metas até porque foi o PSD que sempre anda atrás do Governo para cortar, essas agências voltarão a dar credibilidade a Portugal”.”

Carlos Moedas, conselheiro económico de Pedro Passos Coelho, 24 de Março de 2011

O TORNADO NO ALGARVE, MIGUEL MACEDO, PEDRO PASSOS COELHO E A INCOMPETÊNCIA DE UM GOVERNO QUE JÁ CHEIRA A PEIXE PODRE (O CDS e o PSD tem que ir embora)

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Um tornado acontece no Algarve. O ministro da área política respectiva recusa-se a ajudar as vitimas.

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Aos pedidos de auxílio da autarquia, Miguel Macedo respondeu que a situação exige “medidas transversais” ao nível da administração central, mas não se quis comprometer. Os apoios que existem, exemplificou, são os mesmos que foram definidos pela resolução dos conselhos de ministros, após o grande incêndio nos concelhos de Tavira e São Brás de Alportel, no verão passado. Para já, o trabalho que deve ser feito, disse, é definir “prioridades, e fazer o levanto preciso das situações”.

(…)

Já no que toca às ajudas que os autarcas e população aguardavam, o ministro recusou assumir responsabilidades. O que as pessoas esperam numa circunstância desta, afirmou: “Em primeiro lugar, a presença do Governo; em segundo, que sejamos tão eficientes e tão eficazes, quanto reconhecidamente fomos noutras situações”.

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Notícia da comunicação social, dia 17 de Novembro de 2012

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“Lamento que não tenha sido possível da parte do senhor ministro da Administração Interna uma declaração mais esclarecedora quanto à intervenção do Governo”, afirmou Pedro Passos Coelho, durante uma conferência de imprensa conjunta com o Presidente da República, no final da XXII Cimeira Ibero-Americana, em Cádis, Espanha, sobre as declarações de Miguel Macedo sobre a atuação do Governo na sequência da tempestade no Algarve.”

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Todas as pessoas do planeta Terra perceberam que o cadáver político e social que ainda é primeiro ministro estava a tirar o tapete ao cadáver político que é o ministro da administração interna.

Mas afinal não era assim…

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Notícia irónica da comunicação social, dia 17 de Novembro de 2012

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JUDITE DE SOUSA:UM FRETE FEITO À NARRATIVA E INTERESSES DOS BANQUEIROS

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A (pouca) credibilidade desta senhora como jornalista terminou após esta entrevista.

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Uma grande mudança aconteceu na sua vida pelos 50.
Foi aos 50 anos como podia ter sido aos 49, aos 48. Não há qualquer tipo de coincidência no facto de eu ter decidido deixar a RTP aos 50 anos de idade.

O que fica claro é que é um ciclo, um ciclo muito longo, que se encerra com a saída da RTP. E uma disponibilidade para começar de novo numa fase em que as coisas tendem à estabilização.
Tem razão. Assinei contrato na última semana de Março [de 2011], Portugal é resgatado [pelo FMI e UE] cerca de um mês depois. Estou convencida de que, se a mudança tivesse decorrido algumas semanas mais tarde, a Prisa e a Media Capital não me iriam contratar (…).

Isso ocorreu-lhe quando estava em negociações? A ideia de um resgate já pairava há algumas semanas.
Quando estou em negociações, o resgate é uma coisa de que se fala em surdina, mas nenhum responsável político ousava verbalizar o problema. A informação da TVI mudou muito; o elemento fundamental na percepção objectiva dessa mudança, foi o facto de o pedido de ajuda financeira que Portugal foi obrigado a fazer ter passado pela informação da TVI.

Refere-se às entrevistas aos presidentes dos principais bancos?
Muitas pessoas não perceberam por que é que andava a entrevistar banqueiros todos os dias. A verdade é que as entrevistas foram feitas numa segunda, numa terça, numa quarta e numa quinta; 48 horas depois, o primeiro-ministro estava a pedir ajuda financeira. (…)

A ideia de fazer as quatro entrevistas foi uma espécie de xeque-mate à chegada? Um modo de dizer que era capaz de mobilizar quatro dos homens mais poderosos do país e intervir na cena política portuguesa?
Foi. Foi intencional. (…)

Contacta os assessores de imprensa? Não pega no telefone para falar directamente com Fernando Ulrich?
Com alguns, trato directamente. Com o Fernando Ulrich falo directamente; talvez por ter sido jornalista, há um tipo de relação diferente. Mas não falo directamente com o Ricardo Salgado, passo sempre pelo Paulo Padrão [assessor]. As respostas surgiram logo no dia seguinte. Só mais tarde vim a perceber que aproveitaram o meu convite para acertar uma posição conjunta de forma a fazer um ultimato a José Sócrates. Acabei por, com aquelas entrevistas, fazer parte de uma narrativa que foi meticulosamente preparada pelos banqueiros.

Notícia corrigida às 13h20. Inicialmente, a data do pedido de resgate feito por Portugal estava errada.

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Notícia da comunicação social (Jornal Público) , dia 4 de Fevereiro de 2012

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A vaidade (chamada também de orgulho ou soberba) é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada.

Fonte: Wikipedia

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Colusão: acordo secreto feito com má fé entre duas ou mais partes para enganar uma terceira pessoa, frequentemente um juiz

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Fonte: Wikipedia