DISSIDENTE-X

O ESTADO PREDATÓRIO PORTUGUÊS

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Um Estado predatório é um Estado subordinado inteiramente aos interesses financeiros.

O governo de um Estado assim, foi ocupado de forma total pelos interesses financeiros.

Os interesses financeiros dizem: ” queremos que as dividas sejam pagas na totalidade”.

Ø

Não nos interessa quais é que são os efeitos do pagamento dessas dividas, para o resto da sociedade.

Não nos interessa o que acontece ao resto da sociedade.

Não nos interessa os efeitos na economia da sociedade.

Ø

Também exigimos, enquanto Estado predatório português, que as nossas jogadas financeiras irresponsáveis, sejam cobertas, pagas e assumidas pelo Estado português  e pelos contribuintes.

Os nossos buracos financeiros, derivados da nossa incompetência, da nossa maldade e da nossa irresponsabilidade devem ser pagos na totalidade pelos contribuintes.

Mesmo que isso enfraqueça e reduza a economia e a sua capacidade de funcionar a um nível básico.

Mesmo que isso enfraqueça a sociedade e reduza a sua capacidade de funcionar a um nível democrático.

Ø

Não queremos saber, se, para obter isso, seja necessário privatizar a segurança social ou reduzi-la até a um mínimo.

Não nos interessa se, o Estado português terá que reduzir 5% ou 20% ou 50% dos ordenados de quase toda a gente, menos dos escolhidos.

Não nos interessa se o Estado português, terá aplicar uma redução do nível de vida da população quase toda.

Nós somos as instituições financeiras.

Nós somos os interesses financeiros.

Queremos ser pagos por termos emprestado, por continuarmos a parasitar, e por controlarmos a economia até chegarmos ao ponto do caos; o Estado português e o país.

Somos o Estado predatório português.

Temos direitos adquiridos, mas acusamos outros de os terem.

Temos comunicação social, mas acusamos outros de a terem.

Acusamos sempre outros das nossas falhas predatórias.

É a nossa natureza e não queremos combater a nossa natureza.

Ø

Dizemos aos políticos –  que são as nossas marionetas preferidas – que não devem esquecer-se que dependem de nós para serem eleitos.

Dizemos aos políticos – que são as nossas marionetas preferidas – que,  quando saírem do poder podem continuar a ser eleitos para conselhos de administração de empresas que vivem em semi monopólios ou são apenas fachadas para lugares bem pagos;

porque nós dizemos que podem.

Façam aquilo que nós dizemos ou apoiamos fantoches melhores que vocês.

E podemos arranjar vendidos melhores que vocês.

Em Portugal a prostituição não sexual está em alta; não há falta de pessoas que se vendem.

O Estado predatório português corrompe e não há falta de pessoas que se vendem.

O fantoche prospera, no ambiente putrefacto do Estado predatório português.

Ø

Não queremos saber da economia; queremos que a economia e a sociedade morram e depressa.

Somos os interesses financeiros.

Somos o Estado predatório português.

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