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Archive for the ‘GOLDMAN SACHS’ Category

A GOLDMAN SACHS E O PSD: AS ESTRANHAS LIGAÇÕES ENTRE ESTA EMPRESA E ESTE PARTIDO

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Notícia da comunicação social, sobre pragas que assolam a Humanidade, dia 2 de Junho de 2012

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O PSD , partido de pessoas que não são nadaØ habilidosas, não cria uma empresa para lá colocar um dos seus boys.

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Notícia da comunicação social, dia 8 de Junho de 2012

O IGCP tem a seu cargo a emissão de divida pública, foi “transformado” e passou a ser uma empresa.

O salário do seu presidente foi aumentado.

Tudo medidas de gestão que tem em conta a austeridade…

O novo presidente é  alguém que esteve na na Goldman Sachs

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João Moreira Rato vai ser o novo presidente do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), confirmou hoje à Lusa o Ministério das Finanças.
O IGCP é a agência do Estado que tem a seu cargo a emissão de dívida pública. A liderança da instituição estava vaga desde a saída de Alberto Soares, cujo mandato expirou em Março.

Moreira Rato trabalhava actualmente no banco de investimentos Morgan Stanley, tendo também passado pelo Lehman Brothers e pelo Goldman Sachs.

Antes das eleições de 2011, Moreira Rato pertenceu ao grupo de coordenadores do gabinete de estudos do PSD, que também integrava o actual ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, e a secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque. O futuro presidente do IGCP é igualmente um dos sócios do fundo de investimentos Nau Capital, um hedge fund sediado em Londres.

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Notícia absolutamente surpreendente da comunicação social, dia 18 de Abril de 2012

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Eu não minto.

Eu não engano.

Eu não ludibrio.

A política de verdade é para mim uma convicção absoluta.

Vítor Gaspar, no parlamento, dia 9 de Maio de 2012

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Notícia da comunicação social, dia 9 de Maio de 2012

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ANTÓNIO BORGES:UM “ÚTIL” IMCOMPETENTE QUE FOI COLOCADO PELO PSD A FAZER AS PRIVATIZAÇÕES DO ESTADO PORTUGUÊS

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“O FMI disse-me que se livraram dele [António Borges] porque não estava à altura do trabalho e agora chego a Lisboa e descubro que está à frente do processo de privatização. Há perguntas que têm de ser feitas”, defende o correspondente financeiro do “Le Monde” em Londres, em entrevista à Renascença.

Marc Roche é o autor de um livro, já premiado, que conta a história da Goldman Sachs e de como este banco dirige o mundo. Na obra são denunciadas as estreitas relações entre a banca e o poder. O correspondente diz que António Borges, ex-quadro da Goldman Sachs e ex-director do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a Europa, surge neste tabuleiro como um peixe pequeno, mas que levanta sérias reservas tendo em conta a tarefa que tem agora em mãos.

António Borges foi nomeado por Pedro Passos Coelho para chefiar o processo de privatizações. “O senhor Borges estava fora do meu radar quando escrevi o livro, nunca tinha ouvido falar”, admite Marc Roche, que apenas tomou conhecimento do economista “quando se demitiu do FMI”.

Questionado se ficou surpreendido com a nomeação de António Borges para a questão das privatizações, Marc Roche admite que não. “Vejo gente da Goldman Sachs a aparecer por todo o lado em posições de poder, faz parte da marca do banco.”

“Aqui, o senhor Borges é um peixe pequeno, comparado com Mario Draghi, o presidente do Banco Central Europeu, que trabalhou na Goldman Sachs, com Mário Monti, o primeiro-ministro italiano, que também trabalhou na Goldman Sachs, ou com Lucas Papademos, ex-primeiro-ministro grego.”

Marc Roche, nesta entrevista à Renascença, defende ainda que o processo de privatizações não deve ser apressado e responsabiliza a Goldman Sachs pela entrada prematura da Grécia no euro, que deu origem à actual crise da dívida.

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Notícia da comunicação social, dia 31 de Maio de 2012

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Notícia da comunicação social, dia 5 de Junho de 2012

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A Goldman Sachs é uma empresa que tem negócios com Portugal.

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Notícia da comunicação social, dia 16 de Outubro de 2011.

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Ainda sobre a Goldman Sachs, dividido em dois tópicos diferentes.

AQUI

GOLDMAN SACHS: A EMPRESA QUE PRODUZ PENSAMENTO ÚNICO E PÉSSIMO

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O presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, disse recentemente que o modelo social europeu tinha morrido.

O que se pode esperar de um homem da Goldman Sachs?

A Goldman Sachs é uma espécie de companhia majestática das Índias. A Europa tem a democracia suspensa. Nós estamos num sistema colonial em que os grandes líderes não foram eleitos: não o foi Lucas Papademos, Mario Monti, Draghi. Esses homens pertenceram todos à mesma empresa. Leia uma carta pungente de um antigo executivo da Goldman Sachs, ao “New York Times”, que sai em ruptura e denuncia o monstro em que se tornou esta empresa. Ela já não cuida dos seus clientes, cuida de acumular capital e poder. É uma empresa colonial que tem poderes de soberania sobre os povos. O poder destas pessoas é assente no modelo de acumulação do capital financeiro. Elas vêem o Estado social, grande mecanismo de distribuição dos rendimentos, como um inimigo. Os impostos, para eles, são anátemas.

(…)

A direita portuguesa, tal como a direita europeia, o que quis fazer foi conseguir através de uma crise europeia aquilo que não obteve por eleições. Isto é a sua grande oportunidade. Vimos isso com Passos Coelho. Ele quer ser mais exigente e duro com os portugueses que a troika, para destruir o modelo social europeu.

(…)

O nosso ministro das Finanças, Vítor Gaspar, tem passaporte português mas é alemão. Foi criado pelos alemães, foi educado por eles no Banco Central Europeu. Este homem vê o mundo pelos olhos da Alemanha. A capacidade de entidades como a Goldman Sachs vê–se aqui: os seus quadros têm passaportes diferentes, mas pensam exactamente da mesma maneira.

Para homens como o António Borges, que é outro caso notável deste tipo de orientação política, não existe uma noção de integridade nacional ou coesão nacional. Quando esteve à frente dos fundos de investimento foi totalmente contra qualquer regulação do capital financeiro. Não admira que agora não possa ter outro tipo de preocupações que não as do capital financeiro no processo das privatizações. Estes quadros formados na Goldman Sachs é que a fazem ser um potentado. Não é por acaso que ela é conhecida como a lula- -vampiro. Oferece dirigentes aos governos em crise, como Monti e Papademos, e quando eles saírem do poder oferece–lhes lugares. Estes homens estão entre o poder económico e o poder político.

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Boaventura Sousa Santos, entrevista da comunicação social, dia 5 de Maio de 2012

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A Goldman Sachs é uma empresa que tem negócios com Portugal.

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Notícia da comunicação social, dia 16 de Outubro de 2011.

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Ainda sobre a Goldman Sachs, dividido em dois tópicos diferentes.

AQUI

GOLDMAN SACHS: TRAFICANTES DE SEXO OU FINANCEIROS?

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Notícia da comunicação social, dia 2 de Abril de 2012

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Após a Goldman Sachs ter sido apanhada a beneficiar de prostituição e a obter rendimentos de trabalho sexual escravo, a companhia tenta fugir do problema, vendendo as suas acções.

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Goldman Sachs signed a deal on Friday to begin unloading its share in Village Voice Media, a privately held media conglomerate that oversees some of the biggest alternative newspaper in America. Also on the firm’s client list though is Backpage.com, a site that has become essentially synonymous with the online sex trade. After The New York Times revealed last month that Goldman Sachs owned a 16-percent stake in Village Voice Media, the bank was begging for a solution to settle what quickly snowballed into a PR-disaster. Sachs now says that they are in a deal to sign of its share back to the management at Village Voice, but only after investing upwards of $30 million.

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A Goldman Sachs é uma empresa que tem negócios com Portugal.

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Notícia da comunicação social, dia 16 de Outubro de 2011.

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Ainda sobre a Goldman Sachs, dividido em dois tópicos diferentes.

AQUI

GOLDMAN SACHS TEM QUOTA EM ORGANIZAÇÃO DE TRÂFICO DE MULHERES E INCITAMENTO À PROSTITUIÇÃO

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FONTE

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A Goldman Sachs, essa empresa que se dedica ao mundo financeiro, tem muitos negócios.

Um deles consiste em ter uma quota de 16% numa organização criminosa que se dedica ao trafico de mulheres menores de idade, bem como ao incitamento à prostituição.

O maior fórum norte americano de trafico de mulheres menores de idade para iniciação à prostituição chama-se Backpage.com

No meio dos anúncios normais à prostituição, existe, também trafico de mulheres menores o coerção para a pratica de prostituição.

Os donos do Backpage são várias firmas de (private)  “equity”.

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Let’s back up for a moment. There’s no doubt that many escort ads on Backpage are placed by consenting adults. But it’s equally clear that Backpage plays a major role in the trafficking of minors or women who are coerced. In one recent case in New York City, prosecutors say that a 15-year-old girl was drugged, tied up, raped and sold to johns through Backpage and other sites.

Backpage has 70 percent of the market for prostitution ads, according to AIM Group, a trade organization.

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A empresa que publicamente dá a cara chama Village Voice media

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Village Voice Media makes some effort to screen out ads placed by traffickers and to alert authorities to abuses, but neither law enforcement officials nor antitrafficking organizations are much impressed. As a result, pressure is growing on the company to drop escort ads.

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Village Voice Media has been able to resist pressure partly because, as a private company, it doesn’t disclose its owners. But I’ve obtained documents that, with some digging, shed light on who’s behind it.

The two biggest owners are Jim Larkin and Michael Lacey, the managers of the company, and they seem to own about half of the shares. The best known of the other owners is Goldman Sachs, which invested in the company in 2000 (before Backpage became a part of Village Voice Media in a 2006 merger).

A Goldman managing director, Scott L. Lebovitz, sat on the Village Voice Media board for many years. Goldman says he stepped down in early 2010.

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No universo gigantesco que é a Goldman Sachs este é um pequeno negócio:

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Let’s be clear: this is a tiny investment by a huge company, and I have no reason to think that Goldman’s top executives knew of its connection to sex trafficking.

(…)

No entanto a Goldman Sachs nunca se incomodou com o facto de estar presente num negócio de incitamento à prostituição e ao acto de forçar adolescentes à prostituição:

That said, for more than six years Goldman has held a significant stake in a company notorious for ties to sex trafficking, and it sat on the company’s board for four of those years. There’s no indication that Goldman or anyone else ever used its ownership to urge Village Voice Media to drop escort ads or verify ages. Elizabeth L. McDougall, chief counsel for Village Voice Media, told me Friday that she was “unaware of any dissent” from owners.

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Uma empresa que tem participações em negócios ligados ao trafico de mulheres e prostituição, tem negócios com Portugal.

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Notícia da comunicação social, dia 16 de Outubro de 2011.

GOLDMAN SACHS RESPONDE A GREGG SMITH QUE TINHA ARRASADO A EMPRESA

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Em relação com este post

Antecedentes: em 2010, o governo norte americano acusou a Goldman Sachs de ter conspirado com um cliente ( o fundo financeiro gerido por Jonh  Paulson ( para defraudar outros clientes (outros bancos) enriquecendo-se a si próprio no processo.

A “SEC” aplicou uma multa de 285 milhões de dólares, pouco para a dimensão do processo legal e da fraude.

O que é novo é que a acusações  contra a Goldman começam a vir dentro da própria Goldman.

Exemplo:

What is new, of course, is that the accusations against Goldman are now coming from within. In more than twenty-five years of following and writing about the firm, I have watched it go through innumerable scandals—from its part in the Robert Maxwell affair to its role as an adviser to the Greek government—and never in all that time have I seen anybody from the firm break ranks like this:

To put the problem in the simplest terms, the interests of the client continue to be sidelined in the way the firm operates and thinks about making money…. The firm has veered so far from the place I joined right out of college that I can no longer in good conscience say that I identify with what it stands for.

(…)

Ou seja:

So, at last, the truth is out.

I’m not sure what, if anything, the firm can do about this disaster. And let’s be clear, it’s not just a public-relations nightmare: it’s a big threat to Goldman’s business, which, as Smith points out, has evolved gradually over the past twenty years. Other big Wall Street firms, such as Morgan Stanley and J.P. Morgan, have similar conflicts of interest. They, too, are often to be found on both sides of a given deal. But no other firm has been as aggressive or as shameless as Goldman.

(…)

Smith ended his article by writing, “I hope this can be a wake-up call to the board of directors.” That’s another way of saying: wake up, guys, and fire Lloyd Blankfein and his cronies—they are destroying the firm.

Given the iron grip that Blankfein exercises on Goldman, I don’t think this is going to happen, at least not for a while. But even he must realize that the take-no-prisoners business model he has championed—he didn’t invent it: Goldman was becoming increasingly brazen even before it went public—is now backfiring.

And what is the easiest way to change perceptions of Goldman? Change its leadership.

In a memo sent to Goldman employees today, Blankfein and fellow executive Gary Cohn attempted to respond to Smith by saying that what he wrote was unrepresentative of the firm as a whole. “Needless to say, we were disappointed to read the assertions made by this individual that do not reflect our values, our culture and how the vast majority of people at Goldman Sachs think about the firm and the work it does on behalf of our clients,” they said. You can read the full version here. Needless to say, it won’t generate nearly as much attention as the Op-Ed that prompted it.

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Há conflito de interesse quando alguém obtém uma vantagem indevida, direta ou indireta, utilizando-se de algum poder dentro da empresa. O interesse da empresa (seu direito) é que todos os seus recursos sejam empregados para os fins legítimos e legais a que ela se propõe. O interesse do colaborador (seu dever) é realizar seu trabalho de modo adequado para receber sua devida remuneração e isso implica em fazer com que os recursos da empresa sejam empregados exclusivamente de acordo com seu propósito. Tirar proveito pessoal indevido desses processos é uma transgressão ética. Conflito de interesse também é entrar em concorrência desleal com a empresa, por exemplo, realizando serviços que são próprios da empresa e cobrando por fora, por eles. Observe-se que não apenas o conflito de interesse real é condenável, mas também o aparente: pois todo conflito afeta a imagem da empresa e isso nem sempre pode ser corrigido. O público externo deve ter todas as evidências de que todos os procedimentos da empresa visam exclusivamente aos seus objetivos legítimos e legais.

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WIKIPEDIA, acedido a 17 de Março de 2012

Vagamente relacionado

Written by dissidentex

19/03/2012 at 14:02

GOLDMAN SACHS – GREG SMITH, DIRECTOR EXECUTIVO DEMITE-SE E ARRASA A EMPRESA

Why I Am Leaving Goldman Sachs

To put the problem in the simplest terms, the interests of the client continue to be sidelined in the way the firm operates and thinks about making money. Goldman Sachs is one of the world’s largest and most important investment banks and it is too integral to global finance to continue to act this way. The firm has veered so far from the place I joined right out of college that I can no longer in good conscience say that I identify with what it stands for.

It might sound surprising to a skeptical public, but culture was always a vital part of Goldman Sachs’s success. It revolved around teamwork, integrity, a spirit of humility, and always doing right by our clients. The culture was the secret sauce that made this place great and allowed us to earn our clients’ trust for 143 years. It wasn’t just about making money; this alone will not sustain a firm for so long. It had something to do with pride and belief in the organization. I am sad to say that I look around today and see virtually no trace of the culture that made me love working for this firm for many years. I no longer have the pride, or the belief.

(…)

It makes me ill how callously people talk about ripping their clients off. Over the last 12 months I have seen five different managing directors refer to their own clients as “muppets,” sometimes over internal e-mail.

(…)

Goldman Sachs today has become too much about shortcuts and not enough about achievement. It just doesn’t feel right to me anymore.

(…)

People who care only about making money will not sustain this firm — or the trust of its clients — for very much longer.

(…)

Greg Smith is resigning today as a Goldman Sachs executive director and head of the firm’s United States equity derivatives business in Europe, the Middle East and Africa.

ADENDA 19 Março 2012: post relacionado

Written by dissidentex

16/03/2012 at 11:22